segunda-feira, 6 de abril de 2020

MAIS FOGO NO MOTOR.


Mais fogo no motor.
 O meu Copila, Tenente R2, que depois tornou-se um astro da “Aviação Comercial”, antes de “apagar” gritou: -- Capitão Maciel, eu acho que nós vamos morrer; e apagou. Foi quando o nosso Mecânico de Voo, correu e tirou da sua maletinha sua garrafa de cana, de forte sabor e de cor azul celeste, fabricada em Abaetetuba, e deu a sua maior “talagada”, rindo e me dizendo: -- Capitão, já que vamos morrer... -- Foi quando também quase morri de ri, mas muito me controlei, pois faltou pouco, muito pouco, para eu dar também “aquela talagada” na tão milagreira caninha, verdadeira “Néctar dos Deuses”. Mas foi ele quem realmente me ajudou, naquelas horas do mais intenso sufoco; e depois nos tornamos verdadeiros grandes amigos; e na hora do jantar, sentado ao lado do meu amigo copila, já refeito, mas ainda meio encabulado; e também no meu lado o Mecânico, rimos muito e  demos gostosas gargalhadas; e foi quando “ordenei” ao meu Sargento Mecânico:--Agora sim;  sirva-me de um copo bem cheio sua milagrosa caninha... Passamos mais de uma semana em Eirunepé, na troca do motor, jantando deliciosas tartarugadas, na companhia das mais lindas Eirunepenses, sempre prontas a nos servirem, vejam bem, de cachaça e de louras bem geladas...kkkkk
Coronel Maciel.

FOGO NO MOTOR!


Fogo no motor!
Com certeza os “meus amados ouvintes”, assim como eu, já estamos, não vou dizer de saco cheio, que é feio; mas cansados de tantas mortes pelo mundo à fora causadas por este infernal corona vírus, foi que me lembrei de lhes contar um verdadeiro sufoco que passamos quando no comando de um corajoso Dakota C-47; foi assim; decolamos de Carauari, linda cidadezinha situada nas margens do Rio Juruá. Chovia muito; freiras, freirinhas, padres; índios, índias, pajés, macacos, papagaios, tartarugas, todos com os seus variados medos, rezando seus variados e exóticos tipos de orações; nunca gostei de ver ninguém rezando no meu avião; como se aquilo não fosse o meu mais seguro meio de vida; fui entrando e falando alto: -- quem for de reza, reze, porque o tempo está como o diabo pediu a São Pedro; passarinho está indo pra casa a pé! Estávamos com mais de 40 pessoas a bordo, bem acima do normal, mas dentro do peso normal, pois aqueles meus passageiros eram ribeirinhos que estavam bem abaixo do peso normal; decolamos, nariz pra cima, onde alcançamos um topo bem definido, agora já livre das chuvas e relâmpagos; estávamos no meio do caminho, rumo a Eirunepé, quando a cabeça de uns dos enormes cilindros voou pelos ares, quase levando consigo a carenagem do motor esquerdo; ora, o meu copila era um tenente novinho, coitado; um R2 que fazia sua primeira viagem sobre a densa floresta amazônica. Quando ele viu o motor pegando fogo, ficou “pálido de espanto”, e, graças a Deus, desmaiou. Foi melhor; fiquei sozinho para tomar as minhas decisões; para encurtar a história: o que seria uma hora de voo transformou-se em duas horas de extremo sufoco, voando baixo, monomotor, sobrevoando o Rio que é muito, mas muito sinuoso, pois, pensava eu, se o motor direito pifar, eu me jogo sobre o rio, livrando das enormes árvores, árvores com mais de dez “andares” de altura, rodeadas de bilhões de mosquitinhos, onças, cobras e jacarés. Conseguimos chegar a Eirunepé já no “lusco-fusco”, quando, acredite quem quiser, fui carregado pelos ares como verdadeiro herói pelos incrédulos passageiros! E foi só na hora do jantar oferecido pelo Prefeito, que estava alegre, risonho e feliz por termos salvo sua família inteira que estava a bordo; e depois de tomar um copo generoso da “branquinha”, foi que senti minhas pernas tremerem, lembrando da minha mulher e dos meus filhos ainda pequenos que deviam estar em casa, em Belém, alegres e brincando, sem desconfiar de nada; tem outros detalhes curiosos, mas como o meu espaço é curto, fica para outro dia, lembrando que quem escapa de um perigo ama a vida com mais  intensidade... kkkkk
Coronel Maciel.

 


domingo, 5 de abril de 2020

PECADO ORIGINAL.


Pecado original.
Dizem os mais antigos que Adão e Eva, advertidos por Deus de que, se comessem a tal “frutinha”, iriam se dar mal; era muito mel. Comeram e foram expulsos do “Jardim do Éden”. Estava eu hoje dando minhas inocentes caminhadas quando vi uma menina de uns 12, 13 anos, espécie moderna de Eva, tomando banho num chuveirinho colocado num jardim, parecido com o do “Éden”,  em frente ao palacete dela; ora, até aí, nada de mais; mas o mais é  que ela estava somente de calcinha; uma calcinha branca, transparente e bem apertadinha, de modo que dava para se ver claramente a “brechinha”, ou outro nome qualquer que queiram dar, onde se abriga a tal frutinha, que alguns, e até mesmo “algumas”, gostam de ver e experimentar o gostinho. Ora, se até eu, com os meus já velhos 80 anos, fiquei um tanto quanto “excitado”, imaginem o jardineiro, coitado, que cortava a grama da casa, e que só faltava comer a menina com olhos; enquanto que ela, maldosamente ingênua, sabendo que estava sendo paquerada e desejada, se tornava cada vez mais “feminina”; fui me embora daquele perigoso paraíso, pensando no que dizia aquele velho bardo inglês: -- Há mais coisas entre o céu e a terra, do que possa imaginar nossa vã filosofia...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

CORONA VÍRUS E AS PRÒXIMAS ELEIÇÔES.



Deus permita que eu esteja errado; mas se a minha “sagacidade política” não me engana, esse tal de Mandetta, um cara que eu, “modéstia à parte”, nunca tinha nem ouvido falar, está jogando pra platéia, querendo ser, no mínimo, o próximo Presidente; não sei se da República; mas vai ganhar, e se ganhar, eu não sei como ele vai se comportar, ao deixar de ser pedra e passar a ser telhado; ora, se já tem mais mil mulheres, umas feias, outras belas; e de homens também; apaixonadas por ele! Quando olho pro Datena, aquele gordinho da TV, olhando pra ele todo admirado; e eu sou como as bruxas do Macbeth, adivinho pensamentos. -- Poxa, pensa Datena, nunca vi um cara assim; preciso me grudar no saco dele. Como disse no princípio: -- Deus permita que eu esteja errado...
Coronel Maciel.

PAPEL DA IMPRENSA.


Uma imprensa que diz e faz o que quer...
Dia virá quando ”americanos”; quando brasileiros; quando o mundo inteiro acordar e descobrir, tarde demais, que fomos enganados pelos Chineses; mais precisamente pelos dirigentes comunistas chineses. A terceira guerra mundial nem começou, mas já foi vencida pela China Comunista, que, sem gastar uma bala, conseguiu colocar os Estados Unidos, o maior baluarte da democracia no mundo; a maior economia do mundo; a maior potência militar do mundo, de cabeça pra baixo; de calças nas mão, para ser mais “explícito”. Assim como nós, antigos militares, covardemente, como muitos nos acusam, entregamos de mão beijada o nosso “ouro aos bandidos”, e hoje estamos nas mãos de comunistas; onde o maior de todos os exércitos, a imprensa;  uma imprensa que diz o quer; que faz o que quer, está totalmente dominada e nas mãos de comunistas; onde o Poder Legislativo; onde o Poder Judiciário, este que pôs no olho da rua o maior de todos os ladrões, são “Poderes” também dominados pelos comunistas; salvo aquelas já manjadas “raríssimas exceções”;  assim também, e na minha sempre duvidosa opinião, os “americanos” perderam a América Latina, hoje comandada por Cuba, que já tomou conta da Venezuela, que vai tomando conta do norte do Brasil. Nós, velhos militares; nós, velhos pais e avós, logo estaremos sendo questionados pelos nossos filhos e netos que, com todas as pedras nas mãos; com todas suas enormes razões, estarão nos dizendo: -- Que merda de país é esse que vocês nos deixaram?
Coronel Maciel.

quinta-feira, 2 de abril de 2020

CALCINHAS E CUECAS.


Cuecas e sensuais calcinhas.
Sem ter nada mais para fazer; preso sozinho em meu quarto; olhando, de longe, os mais pobres lutando pelo “pão de cada dia”, cagando mole para as mentiras dos jornais e das TV’s; mentiras que deixam os ricos, coitados, todos com o cu na mão, embora muitos também achem que eu sou rico e de cu na mão. É quando eu me dano a escrever, e tirar o meu  chapéu para os “Ditadores Comunistas”,  filhos das putas que  mui sorrateiramente e antes de espalharem o seu vírus ao redor do mundo, estocaram milhões de toneladas de “equipamentos médicos” e hoje enormes aviões americanos, e até os pequeninos aviões da FAB, já  estão sendo cogitados para outro longo “passeio”  ao redor do mundo, até à China, hoje nas garras comunistas; ora, porra, e me desculpem essa expressão, por que não fazer o que já estão fazendo milhares de brasileirinhas e brasileirinhos, e me apresso a dizer “usando no rosto”, na luta contra o corona vírus -- as  “meninas” usando as “cuecas” e os homens as mais lindas, curtinhas, cheirosas e sensuais “calcinhas”. (Sorria; você pode estar sendo filmado...)
Coronel Maciel.

UM VELHO E UMA VIRGEM.


A encontro de um velho com uma linda menina virgem.
Perguntaram pra mim se eu tenho medo de morrer. Ora, se até o Papa, um dos únicos que tem o passaporte carimbado para entrar no céu tem, imaginem eu que tenho minhas santas e eternas dúvidas sobre a existência de céus, infernos e até de outras vidas por aí; estou com a Cecília Meireles que dizia: -- Um dia eu sei que estarei muda; mais nada. Estou também do lado do “meu amigo” Gabriel Garcia Marques, prêmio Nobel de Literatura, que escreveu, na minha sempre mais que imperfeita opinião, o livro   mais que perfeito; o livro mais sensual e sincero que acabo de reler; um livro de poucas páginas, como os que eu gosto de ler: “Memórias de Minhas Putas Tristes”. Que livro! Principalmente para quem já está na Final Curta, como eu; um livro que relata a história de um velho “Reformado” que sempre foi um medíocre na vida; que sempre viveu sem grandes realizações. Gabriel nos relata o encontro de um velho que no dia em que completou 90 anos; vejam bem, noventa anos; pede a uma cafetina que lhe arranje uma “menina que fosse jovem e virgem”, para passar a noite do seu solitário aniversário. Daí em diante sua vida mudou. Descobre duas coisas que se encontram, que se perseguem; que atormentam uma grande maioria de homens: -- A impotência e o encontro com um grande amor! Garcia dá um enfoque muito seu para essa história, que é a história de um amor quase platônico; me apresso em dizer que não o recomendo àqueles conhecidos “carolas” das nossas santas e amadas Igrejas. Vou ficando por aqui lembrando aos mais “idosos” que corram e venham “viver” aqui em Natal enquanto é tempo; enquanto o “vírus” não chega, e onde ainda se pode encontrar camarões na brasa e lagostas grelhadas, acompanhadas das mais lindas “louras ” geladas... kkkkk
Coronel Maciel.