domingo, 10 de maio de 2020

RETRATO DE MÃE.



Uma vez, há muitos anos, Don Ramon Angel Jara – Bispo de La Serena, no Chile, escreveu, e hoje eu ofereço à todas as mãezinhas do mundo.
“UMA simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus; pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo; que, sendo moça, pensa como uma anciã e, sendo velha, age com as forças todas da... juventude; quando ignorante, melhor que qualquer sábio, desvenda os segredos da vida e, quando sábia, assume a simplicidade das crianças; pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que amam e, rica, empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos; forte, entretanto estremece ao choro de uma criancinha e, fraca, entretanto se alteia com a bravura dos leões; viva, não sabemos dar valor porque à sua sombra todas as dores se apagam e, morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios. Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher, se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum: porque eu a vi passar no meu caminho. Quando crescerem seus filhos, leiam para eles esta página: eles lhes cobrirão de beijos a fronte; e dirão que um pobre viandante, em troca de suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria MÃE. ”
Coronel Maciel.


sábado, 9 de maio de 2020

VAI PRA CHINA!


AIDS CHINESA.
Nos meus tempos de criança morava pertinho lá de casa o “Aleijadinho”, um garoto como eu; ele ficava só olhando todos nós, que brincávamos os nossos brinquedos de criança: empinar papagaio, jogar bola no meio da rua, bolas que fazíamos com as meias roubadas das nossas irmãs, e tantos e tantos outros brinquedos de crianças; das crianças daqueles nossos bons tempos de crianças. Mas o “Aleijadinho” era o mais querido entre as garotas, nossas paquerinhas. Não sei se já era uma espécie de “amor maternal”, que todas as mulheres têm, desde criancinhas; ou se já era a alma feminina revelando todas suas possibilidades. Não sei; só sei que foram os esforços dos doutores tipos “Sabin” da vida que nos livraram da “poliomielite”; também não sei por que até hoje não inventaram uma vacina contra a “AIDS”; será que os nossos atuais pesquisadores vão encontrar as mesmas dificuldades, ou quem sabe até pior, para encontrar uma vacina contra o vírus chinês? Contra a AIDS a única “vacina” é o uso da “camisinha”, que é a mesma coisa que chupar bombom com “camisinha”; perde aquele “gostinho”; não tem graça nenhuma, me dizia um frade capuchinho rezando suas missas na Capelinha de Lurdes, pertinho lá de casa, lá no meu Belém do Pará. Será possível, meu Deus; que tens os maiores poderes sobre a terra, não encontres logo um remédio para nos salvar dessa maldita “AIDS” chinesa, a não ser o uso dessas malditas “máscaras” que atrapalham tudo, até naquela horinha tão boa, mas tão nuvem passageira...
Coronel Maciel.




sexta-feira, 8 de maio de 2020

ESSES RATOS CHINESES.


Os ratos chineses.
Acordo, abro a solitária janela do meu quarto, e vejo os Tucanos em pleno voo, “indiferentes a tudo”, e me lembrei com saudades; muita saudade mesmo dos meus tempos de Aspirante; quando estava “com tudo em cima”; voando os B-26; e fiquei igualzinho passarinho quando fica com raiva; puto da vida mesmo, com esses malditos chineses que me obrigam a viver esse meu restinho de vida preso numa gaiola, com a boca escancarada esperando a morte chegar, como diria o Raulzito. Mas o que eu acho “o mais pior de tudo” é este ficar já bem velhinho sendo tratado como criança; ameaçado de ser posto de castigo, se não obedecer às ordens das autoridades: -- Fique em casa, fique em casa; se não, mando lhe cortar o saco. Sou contra matar o assassino de um nosso ente querido; não; o assassino há de morrer devagarinho; bem devagarinho; cortado aos pedacinhos. Hamlet, naquela hora propícia quando já pronto para matar o assassino do seu pai, o encontrando orando, disse: -- Não; desse jeito mando esse velhaco para o céu: -- Aguarda, espada, uma hora mais propícia: -- No sono da embriaguez; em plena cólera; nos prazeres do tálamo incestuoso; no jogo; ao blasfemar; nessa hora, mata-o. Melhor aguardar tudo passar, e então deixar esses chineses morrerem de fome, servindo de pasto para ratos e urubus. Mas não fazer também como os Generais fizeram; como nós fizemos: deixando escapar esses ratos que nos governam, e que hoje ocupam as melhores poltronas desse nosso Brasil, tão grande, tão amado e tão traído.
Coronel Maciel.

terça-feira, 5 de maio de 2020

ETA BRASILZÂO DA PORRA!



No Brasil tudo é possível, dizia Machado de Assis; quem quiser duvidar que duvide, mas eu não tenho a menor dúvida que logo, logo apareça um outro Collor de Merda e roube novamente todo o nosso dinheiro; e também logo apareça uma outra economista, tipo Zélia Cardoso de Melo, que acabou ficando rica, riquíssima, a ponto de apaixonar Chico Anísio, que acabou casando com ela.  Foi há mais de trinta anos que roubaram o nosso dinheiro. Collor de Merda foi acusado de corrupto pelo seu próprio irmão, um outro Pedro de Merda. O Brasil vivia, como hoje vive, na maior esculhambação do mundo, onde todo mundo quer mandar. Paulo César Farias, o famoso PC Farias, foi tesoureiro de campanha do Collor, e também seu testa de ferro. Dizem que o “Esquema PC Farias” movimentou mais de um bilhão de dólares; não sei; só sei que o PC Farias, num daqueles belos dias na ensolarada Alagoas, foi encontrado morto, assassinado, ao lado da sua linda namorada; e como no Brasil tudo é possível, o Collor de Merda é hoje um dos nossos mais bem pagos Senadores.
Coronel Maciel.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

FILÓSOFO DA QUARENTENA.


Filósofo da quarentena.
Não sei quantos homens e mulheres habitam esse nosso “zero pequenino”, no dizer do “William Shakespeare”. Ouvi dizer que são mais de oito bilhões; dizem que são trezentos mil os que já morreram vitimados pelo vírus chinês; ora, dizem os mais crentes, isto não é nada comparado com a imortalidade da alma. Quantas vezes eu me pergunto: Será que alguém já se perguntou realmente o que estamos fazendo aqui na terra? Há os muitos que acreditam em outras vidas após a morte; e também em céus e infernos; já outros, como a Cecília Meireles, acham que um dia estaremos mudos: mais nada! Eu acho a maior ignorância acreditar que só a terra é habitada, neste universo tão lindo, tão grande, tão infinito. Eu nuca vi nem nunca vou ver discos voadores; mas eu acho sonhos acreditar em discos voadores. Não consigo acreditar que seres tão inteligentes venham de lugares tão distantes para ficar escondidos nas margens do rio Guamá, lá no meu Belém do Pará, entre botos, iaras, cobras e jacarés. Felizes os muitos que acreditam em tudo o que o mundo diz; em tudo o que dizem os livros sagrados, onde até as vírgulas são sagradas, pois foram ditados por Deus; e não é possível que até os Deuses queiram nos enganar.
Coronel Maciel.

domingo, 3 de maio de 2020

CUECAS E CALCINHAS.


Você já recebeu os seus seiscentos?
Não sei quem inventou o Vírus da AIDS, que até hoje ninguém conseguiu inventar uma vacina; só sei que para escapar desse vírus, terror dos tarados, basta o cristão usar simples “camisinhas”; para escapar desse “Made in China”, o mundo inteiro está usando os mais variados tipos de máscaras; alguns até, os mais exóticos, estão usando calcinhas de mulher, sejam elas branquinhas, negrinhas, magrinhas, gordinhas, baixinhas ou gigantes; não sei se elas estão usando as nossas cuequinhas. Sou pobre; somos pobres; mas deve ser horrível ser pobre como esses pobres brasileirinhos fedidos e mal pagos que enfrentam filas sem fim para receber míseros 600; dizem os mais famosos psicólogos e psiquiatras do mundo que feliz é o pobre que está satisfeito com o que tem; e que é mais fácil um camelo entrar no “buraco” de uma agulha do que um rico entrar nos reinos dos céus; ou mesmo  caso contrário...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

CADA QUAL QUE CUIDE DO SEU ENTERRO.


Assim na terra como no céu.
Cada qual que cuide do seu enterro; impossível não há, já dizia Jorge Amado, na voz de “Quincas Berro D’água”. Shakespeare também dizia que na época mais gloriosa da Alta Roma, pouco antes de cair o grande Júlio, também de “facadas”, chuviscou sangue em Roma; os cadáveres saiam dos sepulcros gemendo pelas ruas, evolvidos em seus lençóis; a lua, esse úmido astro que tem força no reino de Netuno, padeceu de eclipses nos fins daqueles dias. Não sei. Dizem também que a temperatura do núcleo da bomba lançada pelo coronel Paul Tibbets, piloto da B-29 que lançou a bomba, era de cinquenta milhões de graus centigrados; nossa! Dizem também que dos oitenta mil japoneses que morreram “na hora”, muitos foram “vaporizados”, e que nem suas almas conseguiram escapar das labaredas daquele inferno que virou Hiroxima, ”meu amor”. Estão dizendo agora que esse vírus lançado pelos chineses em cima das nossas cabeças já matou mais de trezentos mil, sendo que muitos desses eram inocentes brasileirinhos, coitados, que não sabem onde nem quando vão ser enterrados. Dizem que os americanos gastaram mais de dois bilhões de dólares, que na época era muito dinheiro, para fabricar as duas, hoje consideradas “bombinhas’, lançadas sobre o Japão, terminando com a Segunda Mundial; quantos bilhões de dólares serão necessários para fabricar, “se for possível”, uma vacina que acabe com essa Terceira Mundial, que está sendo vencida pelos malditos comunistas chineses.
Coronel Maciel.