terça-feira, 30 de abril de 2019

CONSELHOS. AO GUAIDÓ.


Guaidó: bote mesmo pra “fudê”.
Em 64 o Brasil estava igualzinho a Venezuela de hoje; aí, as Forças “Amadas” do Brasil, atendendo, choros, terços, ladainhas, rezas e apelos, tomaram conta do pedaço, e vivemos assim felizes por pouco mais de quinze ou vinte anos; mas,  -- e é ai que aproveito para aconselhar o “Guaidó”, que hoje luta bravamente para livrar os Venezuelanos do maldito comunismo – ao invés de baixarmos o pau mesmo pra valer, tipo como fez o Fidel Castro que numa única madrugada mandou fuzilar mais de seiscentos cubanos que não rezavam pela cartilha comunista, não: ficamos infantilmente; burramente; passando paninhos quentes nas bundas desses canalhas “comunistas”, e hoje eles estão aí, sentados nas melhores poltronas dos três poderes dessa nossa republiqueta de bananas; dominando a imprensa falada, escrita, a mídia toda; as nossas  Universidades; tudo mesmo,  transformando o Brasil nesta verdadeira zona do mais alto meretrício, não deixando o coitado do Bolsonaro governar direito, dando-lhe facadas por todos os lados. Por isso é que aproveito a oportunidade para aconselhar o Guiadó a construir logo; imediatamente; imensos “Paredóns” e bote mesmo, como se diz na gíria, bote mesmo pra “fudê”; para que depois não “venhas” me dizer que não lhe avisei; que não lhe disse nada; que não fui o seu “camarada”; o lado forte do seu futuro governo.
Coronel Maciel.

IAA.


IAA, Investigação de Acidentes Aeronáuticos.
A linda modelo Caroline sabia “realmente” nadar, ou ficou desesperada com a perda dos seus cachorrinhos, quase filhos de estimação, e se atirou no mar, para salvá-los, ou numa espécie de suicídio, por tão grande perda?  O marido tentou evitar o “sacrifício”? Eles haviam ingerido, ou fumado, algum tipo de “droga”, dessas que transtornam o juízo? Assim como é obrigatório o uso de “cinto de segurança”, no trânsito na cidade, é também obrigatório o uso de coletes “salva vidas”, no “trânsito”, ou em passeios em alto mar? No meio de uma inesperada tempestade, o pânico toma conta de qualquer um, provocando atos desesperados. O que houve “realmente” somente a investigação talvez possa revelar, podendo “evoluir” de investigação para inquérito. Ou só nos resta o silêncio, chorar e rezar...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

SONHOS, NADA MAIS.


Tudo foi um sonho: A velhinha acordou...
E tem mais, prosseguia a velhinha, se vocês fossem realmente  “machos do culhão  roxo”; se amassem realmente este Brasil, tão grande, tão amado e tão traído, deveriam hoje mesmo mandar cabos e soldados fechar de uma vez por todas;  ou pelo menos por mais uns cem ou duzentos anos, esses bichados e falsos poderes dessa velha república de bananas, e colocar “enxadas” nas mãos de cada um desses deputados, senadores, governadores,  juízes sem juízos, e, de enxadas nas mãos, nus da cintura pra cima, para trabalhos forçados “lá no meu sertão”! E transformar o Brasil num imenso e lindo Quartel, onde tudo funciona, deixando a “Disciplina” por conta dos Regulamentos Disciplinares, tudo na única  “Primeira Instância”; quando então o Brasil voltaria a ser grande novamente; grande como naqueles velhos tempos quando éramos felizes, e vocês não sabiam, deixando tudo se perder. Mas tudo foi um sonho; a velhinha acordou...
Coronel Maciel.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

FAZENDO CU DOCE.


Ora porra, continua a velhinha, com todas as raivas e pedras nas mãos; se vocês sabiam que um dia nós iriamos sentir saudades de vocês, por que deixaram essas desgraças todas acontecerem? E agora ficam fazendo “cu doce”? -- Ora porra, seus bandos babacas, a “danadinha” continua; se em vez de vocês ficarem por aí construindo ponte sobre a Guanabara; construindo as maiores hidroelétricas do mundo; a EMBRAER e outras tantas coisinhas à toa, tivessem construído “Paredóns” proporcionais aos até hoje existentes em Cuba; e tivessem fuzilado, ou pelo menos “capado” todos esses comunistas filhos de umas éguas que vocês infantilmente deixaram escapar, o Brasil seria outro; e agora ficam aí fazendo cu doce; fazendo pirraças; fazendo gracinhas... Fale baixo, minha senhora; o mundo inteiro está lhe ouvindo...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

FAZENDO PIRRAÇAS.


Um cachorrão, desses bem vagabundos, correu e “pegou” uma linda e bem cuidada cachorrinha, que havia fugido dos braços da madame e, creu, comeu a bichinha. Um garotinho, desses bem engraçadinhos, pergunta: -- Mamãe, o que “são” aquilo? -- A mãe, coitadinha: -- É que o cachorrinho de trás está com as perninhas quebradas, e o da frente está ajudando o coitadinho. O garotinho: -- Mainha, bem que o papai me dizia: -- Meu filho, tome cuidado; quem ajuda os outros acaba tomando no cu. Foi essa a historinha que hoje eu contei para uma senhora, já bem velhinha, coitada, na fila do Supermercado, quando ela me dizia, com raiva na boca, que nós estávamos nos comportando feito criancinhas fazendo pirraças: -- O senhor não está vendo, coronel, que o Brasil inteiro está clamando por justiça e pela volta dos militares, e vocês aí fazendo pirraças...
Coronel Maciel.

terça-feira, 23 de abril de 2019

BOLSONARO e MOURÂO.


 Mourão e Bolsonaro
Acho um tanto quanto difícil o relacionamento do “Capitão” Bolsonaro, com o “General” Mourão. Bolsonaro, “veterano”, com 27 anos como Deputado Federal, cheio de “macetes”; versus Mourão, “bicho”, se virando como pode no meio desses meandros cheios das mais perigosas armadilhas políticas; cobra engolindo cobra. Mas o Bolsonaro é muito mais “Presidente” que Capitão; e o Mourão é muito mais “General”, que Vice-Presidente. “Respeito é bom e eu gosto”, diz o Bolsonaro, como “Comandante-em-Chefe”.  Não sei se me explico bem...
Coronel Maciel.

CAMARÃO, COBRAS e LAGARTOS.


Deve ser mesmo “flórida” para um general tipo Mourão, acostumado desde criancinha; desde seus tempos de cadete, a viver num ambiente onde imperam a disciplina, a hierarquia, a honra, a dignidade; a mais sincera amizade, para viver num ambiente onde imperam as aves de rapina, essas que que se alimentam só de podridões. O Brasil, depois que traímos a confiança que os brasileiros nos depositaram, os deixando sem pai e sem mãe nas garras de comunistas tipo Miriam Leitoa, Clovis Rossi, e outros bichos e bichas, virou essa verdadeira esculhambação; essa putona casa da “Mãe Joana”. E de nada adianta que aparece  um Olavo do “Caralho”, este que, como se diz na gíria mais pura e cabocla, não refresca cu de pato; este anticomunista ferrenho que denuncia, sem medo de ser preso, julgado e amordaçado pelos Tofolis da vida, já que vive longe; muito longe; lá nas “Virginias”; numa das maiores democracias do mundo, muito embora sempre ameaçada pelos “democratas de lá”, democratas de merda que não sabem perder eleições, denuncia e apavora  todos esses ratos, ratazanas, cobras e lagartos que tomaram assento nas melhores poltronas de todos os poderes desta enorme república de bananas. Que merda de país é esse que vocês nos deixaram, dirão, com todas as pedras nas mãos, os nossos filhos e filhas e netos e bisnetos.
Coronel Maciel.