quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

"Boca Rica".

Sabendo ser mais do que impossível reverter; ou dar um basta, um chega, nesta verdadeira zona do mais alto meretrício que virou o Brasil, os “Oficiais Generais”, nem de longe, pensam numa outra cilada tipo ¨64”; jamais! Em assim sendo eles dizem: não era essa a democracia que vocês queriam? Então “se lasquem”, seus bandos babacas, que nós vamos ficar nos nossos velhos tanques, navios e aviões, numa boa, na sombra e água fresca, olhando essa merda toda pegar fogo! Já os outros “Oficiais não Generais”, vão assim voando, pensando: -- Ora, porra; p’ra que voar tanto; p’ra que “tanto esforço em vão em ser perfeito”, e depois acabar morrendo na cabeceira da pista? Então vamos com calma, porque não estamos ganhando tanto assim, e visar tão somente as feéricas, as maravilhosas bocas ricas “no exterior”. Que tal passar dois anos numa boa em Paris, Roma, Washington, e tantas outras delícias por aí, e depois voltar com alguns “dólares” no bolso, e poder morar com um pouco mais de dignidade, longe das favelas, antes do pouso final? Mas, nem tudo são “Céus de Brigadeiro”; sabendo que as bocas são poucas e muitos os pretendentes, a luta vira uma verdadeira briga de foice no escuro, dentro de perigosos “CB’s”...

Coronel Maciel.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Carnaval: Mito ou Religião?

O homem, esse desconhecido, é capaz de (eu sabia pilotar aviões, mas não sei nenhum dos termos técnicos precisos para descrever esses verdadeiros “milagres”) destruir, de partir, de fundir, ou sei lá o quê, um átomo de Hidrogênio, e fazer a tal “Bomba H”, bomba que “Kim Jong-Un” mete tanto medo nos “americanos”. Dizem que o Sol, este outro ilustre desconhecido, nada mais é que explosões continuas de “Bombas H”. Não sei. Só sei que o homem, sendo capaz até de “quebrar”, jamais conseguirá fazer o mais simples dos átomos; o de Hidrogênio. Jamais! Meu neto às vezes me pergunta (ele agora virou um Católico Praticante!): -- Vô, qual é mesmo a tua religião? -- Eu já fui até coroinha; ajudei missas em latim, quando criança, lá na Capelinha de Lurdes, em Belém, pertinho lá de casa.  Depois fui crescendo, crescendo, crescendo, e ao mesmo tempo fui diminuindo, diminuindo, diminuindo até me tornar num perfeito agnóstico; num ateu mais que imperfeito. – Credo, vô! --Hoje acredito no que “Shakespeare”, aquele meu velho amigo e grande bardo inglês, me dizia: -- O grande César morto e em pó tornado/a fenda pode vedar ao vento irado/ o “pó” que o mundo inteiro trouxe atento, hoje, muro, protege contra o vento! Eu acho, meu neto, que a humanidade, com medo de virar “pó”, inventou céus e infernos, na esperança de “vidas eternas”; eu não acredito; acho mesmo que minha fé é menor que a fé de uma formiga; mas eu ficaria feliz, muito feliz, se acreditasse num pingo que fosse da tua atual e maravilhosa fé! Não sei se ela vai diminuir como aconteceu comigo. Só peço a “Deus” que não aconteça com você, o que “Ele” deixou acontecer comigo...

Coronel Maciel.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Carnaval com Antonio Gramsci"!

Muitos acham que Nazismo, Fascismo, Salazarismo, Franquismo e outros ismos, surgiram como luta contra o comunismo que se alastrava pela Europa. Cada qual puxa a brasa para sua sardinha. De modo que não sei, e não sei se vocês sabem, onde se esconde a verdade. Muita gente boa por aí também não sabe direito quem foi o Antonio Gramsci. Eu também não sei. Mas, procurando aqui, ali, fiquei sabendo que, entre outras, ele era  ativista político; estrategista; filosofo; doutrinador, perigoso comunista, que acabou sendo preso por ordem do “Mussolini”, passando vários anos na cadeia, quando, aproveitando suas horas de lazer, elaborou a sua “estratégia”, na esperança de implantar o comunismo pelo mundo todo, mas agindo de um modo completamente diferente  do que foi feito na Rússia, quando  Lênin e seus “bolcheviques” simplesmente dobraram a renda “per capita” dividindo o denominador por dois, isto é, matando 50 milhões de velhos, doentes mentais, gays, gayas, ciganos, alcoólatras e outras inocentes minorias. Gramsci queria fazer tudo isso, mas sem usar a força bruta da “foice e do martelo”. A estratégia do Gramsci resumia-se em Infiltrar suas ideias sutilmente; lentamente; gradualmente, sem nunca declarar que isso estava sendo feito; sempre pela via pacífica, entorpecendo; massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos, cambada de inocentes úteis que representam a grande maioria da população mundial.  Exatamente como fizeram e ainda estão fazendo os nossos “comunistas—gramscistas”; os nossos FHC’s, que, entre muitos outros, se infiltraram no corpo e hoje dominam a alma dos nossos brasileirinhos, transformando o Brasil nessa verdadeira esculhambação, igualzinho ao carnaval que ora se inicia, e para onde eu já estou indo agora mesmo, com minha cachaça, meu pandeiro e violão; vou aproveitar o que me resta desta longa vida pois, como dizia minha querida vovozinha: meu filho, quem for podre que se quebre; besta, morra triste... kkkkkkk
Coronel Maciel.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Carnaval sangrento!

Não será nada surpreendente se algum subordinado; um sargento, um cabo, um soldado perguntar a um brigadeiro, um almirante, um general: -- Será que os senhores não estão vendo isso? Esqueceram seus juramentos? Quantas vezes eu mesmo me pergunto: -- Será que nós, militares da velha guarda, traímos a confiança que os brasileiros nos depositaram, entregando o Brasil nas mãos desses bandidos? Ora, o “Figueiredo”, profético, dizia, quando os comunistas nos expulsaram do “Paraíso”: -- Vocês ainda vão sentir saudades nossas! Sabendo disso, por que “deixamos” tudo isto acontecer? Estão aí as Forças Armadas sendo desmoralizadas no Rio! Estão aí, o Lula e seus asseclas ameaçando botar mais lenha na fogueira, caso o “Satanás” seja preso! Que merda de país é esse que vocês nos deixaram, dirão nossos filhos e netos, com todas as pedras nas mãos...

Coronel Maciel

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Memórias de um "Piloto Hangarado".

Lá longe; lá no Norte do Brasil, tem uma tribo, de índios, “Tiriós”, sendo uns já bem “mansinhos”; mas outros ainda muito bem “desconfiados”, “comandados” por dois frades alemães, onde também havia um pequeno Destacamento de Proteção ao Voo, da FAB. Com certeza os frades já morreram, pois quando lá eu ia e gostava de pernoitar; quando eu ainda era um “garboso” Capitão-Aviador, eles já eram bem velhinhos. A “Floresta Amazônica” é uma floresta onde havia os melhores lugares do mundo para se pernoitar! Pelo menos na visão deste hoje velho “Piloto Hangarado”. Eu sabia que os dois padres alemães, o “Angelicus” e o outro que agora esqueço o nome, gostavam da nossa “Cerpinha”, a milagrosa cerveja dos paraenses. Então eu levava, sempre a bordo do meu corajoso C-47, dúzias dessa verdadeira “felicidade engarrafadas”, quando eles, em troca, me ofereciam dúzias de doses de um também milagroso conhaque alemão. E ficávamos a noite inteira (quase) conversando, e olhando as estrelas de um céu tão sem poluição e tão estrelados, que era difícil distinguir as “Constelações”. Num desses saudosos pernoites, eu já um tanto “melado”, e eles também, eu perguntava: -- Frei Angelicus, o senhor acredita mesmo que há outras vidas no céu? O senhor acredita mesmo em tantas coisas que eu não consigo acreditar? E ele, me olhando de um modo significativo, dizia; -- Acredito, sim! -- A não ser quando certos demônios voadores vêm por aqui “pernoitar’, dando mais uma das suas gostosas gargalhadas.

Coronel Maciel. 

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Assim caminha a humanidade.

Às vezes eu fico assim pensando como pode ser possível que milhões e milhões de brasileirinhos e brasileirinhas ainda se deixam cair na conversa do Lula. “Eta” povinho mais burro do mundo! É quando volto o meu pensamento para a Alemanha dos tempos de Hitler, e me pergunto: como foi possível que “alemães”; um povo rodeado das melhores universidades por todos os lados, se deixaram também cair na conversa do Hitler. Ora, coronel, as circunstâncias eram outras; eu sei; todos nós sabemos.  Corro então para o milenar “Oriente Médio”, onde acabo de assistir um vídeo onde um homem, um verdadeiro touro selvagem, se chicoteia com um facão tipo “foice”, até cair nos braços de alguém, talvez um médico, que estava ao seu lado pronto para “socorrer” o infeliz!  Isto tudo sob olhares delirantes da multidão! Sem falar nos “homens-bombas”, homens que acreditam que morrendo assim, com os corpos virados em destroços humanos, vão direto gozar outra vida “lá no céu”, ao lado das mais lindas mulheres! São tantos os exemplos semelhantes ao redor desde nosso “zero pequenino”, que termino “perdoando” os nossos brasileirinhos; e eu também sou brasileirinho, ao confrontar com aqueles “alemãezinhos” que caíram na conversa do Hitler; assim como esses “homens bombas” que caíram na do Maomé. E acabo achando melhor mesmo deixar esse mundo, cheio das mais terríveis superstições, caminhe, feito boiada, para suas perdições. Assim caminha a humanidade.

Coronel Maciel.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Desesperar, jamais!

Dizem as boas, ou as más línguas, que ¨64” só foi possível com ajuda dos “americanos”; e que outra “64” só será possível, “também”. Não sei. Em 64 a situação do Brasil era péssima; “subordinados” querendo prender e mandar mais que “superiores”. Zorra total! Mas nada, nada comparado com o que acontece hoje neste Brasil virado no diabo. Além da ajuda do “Trump”, seria preciso dezenas, centenas de “Castelos Brancos”; e baixar o pau mesmo! Baixar o pau sem dó nem piedade, não como aconteceu em “64”, quando, por piedade, e piedade é uma porta aberta para novos crimes, ficamos passando panos quentes nas bundas desses terroristas que hoje nos desgovernam e transformaram o Brasil neste verdadeiro inferno tropical! Não sei se o Brasil voltaria a ser o paraíso que eu, e muitos outros “felizardos”, tivemos a felicidade de viver. Não sei. Só sei que   com certeza alguns ratos conseguiriam escapar, como aconteceu, quando um bando de bandidos comandados pelo “Lixo Guimarães”, bandidos que até hoje mandam e desmandam nesta infernal republiqueta! E o Brasil voltaria, depois de ser novamente um paraíso, a ser pior, muito pior do que é hoje. Calma, Coronel! Desesperar, jamais!  Já vislumbro céu azul no radar da nossa “garça”: -- Vejo tempos bons na nossa frente, depressa   “Já ir” chegando...
Coronel Maciel.