sexta-feira, 12 de julho de 2019

O SENHOR EMBAIXADOR.



Acordo, abro a janela, e vejo o Bolsonaro indicando o Eduardo para nosso Embaixador nos States; quem pode, pode; quem não pode -- como essas nossas safadinhas, maluquinhas e endiabradas esquerdinhas -- mete o dedo no “rabo” e rasga. Taí um livro muito bom de se ler: ”O Senhor Embaixador”, do Érico; mas o livro melhor do mundo de se ler e reler, também do Veríssimo, é “Um Certo Capitão Rodrigo”, paidégua de livro, que nos conta a história do Rodrigo Cambará, gaúcho “macho do culhão roxo”, que vivia dizendo: -- Cambará macho não morre na cama! Ora, por que então um certo “Capitão Bolsonaro”, macho que não morre nem de facada, não pode indicar seu filho querido para Embaixador, se até o Lula, que não sabe ler nem escrever, nem muito menos onde fica os “States”, hoje mofando e chorando na cadeia, nos roubou tudo o que tínhamos, quando na Presidência? Outro livro que já li e reli não sei quantas mil vezes é a “Hora e a Vez de Augusto Matraga”, do Guimarães Rosa, que, além de “Imortal”, se não me engano, foi também Embaixador.
Coronel Maciel.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

TERRORISTA DE CARREIRA.


A sedutora Carreira de Terrorista.
Acabo de receber o maior esporro do “Spíndola”, só porque eu lhe perguntei quantos “por cento” cada deputado desses aí vai embolsar dos dois bilhões e porrada que eles vão receber para aprovar essa tal “Previdência”, bem nas vésperas de uma das suas mais que merecidas férias anuais; ora porra, me esculhambou ele; por que então você não foi ser Deputado, em vez de Coronel, vivendo a boa vida de Aviador, voando sempre, sem fazer porra nenhuma? Ou então um  General Quatro Estrelas, como  o Heleno, que deu um murro lascado para vencer na vida, e no final dizer ser “uma vergonha um militar da sua patente receber R$ 19 mil”; ora,  por que você não seguiu a sedutora “Carreira de Terrorista”, quando então estarias hoje gozando as delícias de estar no topo da lista dos mais bem sucedidos e  remunerados da vida;  serias  um “Número Um”, neste Brasil, tão grande, tão amado, tão traído, e hoje tão cheio de teses e de fezes; com certeza estarias  chefiando a Comissões de Desaparecidos Políticos, distribuindo polpudas indenizações a inocentes coitadinhos e coitadinhas,  como a Dilma Bufete, que diz ter sido “estrupada” por vocês. Para de reclamar, Coronel, e deixe de confundir Pato no Tucupi, com entupir o cu do pato...
Coronel Maciel.


terça-feira, 9 de julho de 2019

TACACÁ NO MANGUEIRÃO.


Tacacá no futebol.
Não entendo “porra nenhuma” de futebol, manda me dizer o desbocado Spíndola; a não ser quando olho, lá no “Mangueirão”, o Clube do Remo jogar com o Paysandu Sport Club, o nosso PSC, que nada tem a ver com “Paris-Saint-Germain”, o PSC do Neymar “Pica Doce”; aliás, prossegue o grande artilheiro, Seleção Brasileira de Futebol só mesmo naqueles bons tempos da “Ditadura”, quando o “Garrastazu” era aplaudido de pé, no Maracanã lotado! Aquilo sim era Seleção! Tri Campeã Mundial! Hoje não, hoje esse timezinho “arranca toco”, que só ganha mesmo do encocado Peru, nada tem de Seleção, ainda mais nas mãos desse tal “Tite Triplex”. Sou muito mais o time das nossas meninas, um time muito mais vibrante, grande, duro e varonil! Outra coisa hoje muito badalada que me tem deixado de pé atrás é essa história do “Merdasul” querer se unir com esse “Brexit Mercado de Merda Europeu”; ora porra: esses europeus sempre nos colonizaram; sempre nos sacanearam; sempre nos exploraram, principalmente os “Tamancos Aéreos Portugueses” que roubaram quase todo o nosso ouro para dar de presente aos ingleses fazerem sua “Revolução Industrial”; e não vai ser agora que eles vão querer parar de nos fazer de babacas...
Coronel Maciel.

domingo, 7 de julho de 2019

MENOS COM MENOS DÁ MAIS.



Liberdade, manda me dizer o Spíndola, o meu ser metafórico, é agente poder dizer tudo o que a gente pensa, mesmo sabendo que isso não vai dar em “porra nenhuma”, e mesmo sabendo que a gente pode até ser preso, manda me dizer o “desbocado”; agora, meu velho, tem duas palavrinhas mágicas  que abrem todas as portas do Céu, ou até  mesmo as dos Infernos:-- Sou “di menor”; a outra, “prove”; a primeira é usada pelos menores delinquentes, que andam sempre com uma Certidão de Nascimento falsa no bolso, e que enfiam na cara  do Delegado de Plantão, que, coitado, não pode fazer nada, sob pena de ser preso, se desobedecer a “ordem” do menor; a outra, “prove”, é a usado pelos “maiores delinquentes”, tipo Lula e outros “filhos das putas”, que dizem na cara do Moro, coitado, que não pode provar nada, e já pode até ser preso, como querem os seus inimigos da mais alta magistratura; e nunca vai poder provar nada, a não ser usando “meios ilegais”, meios esses que só podem ser usados pelos “Lulas da Vida”; daí o que está para acontecer, quando todos os bandidos presos pela “Lava Jato” podem ser “postos em liberdade”, e voltar a nos “phuder”, a nós, “brasileirinhos e brasileirinhas”, que só sabemos clamar por justiça; ora porra, me diz o desbocado, “menos com menos dá mais”, como diziam nossas vovozinhas, nas nossas aulas aritméticas primárias; menos com menos dá muito mais Lulas na cadeia; não sei se me explico bem...
Coronel Maciel.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

TACACÁ EM BELÉM DO PARÁ.


Coronel, manda me dizer o Spíndola, tomando seu tacacá, com muito jambu, camarão, pouca goma e bastante apimentado: não fique puto com esses putos deputados que estão querendo acabar com o que resta do Brasil; continue nos mandando as  recordações daqueles seus velhos tempos voando na sua antiga Força Aérea; não se estresse, nem fique se lembrando daqueles nossos  velhos tempos, tempos  que não voltarão jamais, por culpa de vocês mesmos, que deixaram esses ratos escaparem; e você mesmo sabe que  se o Lula, esse filho de uma puta, conseguir escapar, ele ganha; e ganha fácil; afinal, somos todos  “brasileirinhos”; pegue logo seu carrinho e saia por aí, gozando o que lhe resta desta sua vida, e que boa vida foi essa que você levou e continua levando, embora com o motor rateando, rateando; tossindo, tossindo, mas voando sempre...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

COMO PILOTO, NUNCA DEI AZAR...



Eu e o Tenente Tomé um dia decolamos de Barbacena para Congonhas, São Paulo, num Beechcraft C-45, mais conhecido pelos mais antigos como Beech-Mata-Sete; logo após decolagem “Monomotor”. Era um frio dia de um sábado de junho, e deveríamos transportar um casal de professores franceses para uma conferência na Escola. O Brigadeiro então me chamou para um particular, e disse-me assim, bem baixinho, para ninguém ouvir: --“Fura-Bolo”, era assim que ele carinhosamente me chamava, pegue o “Regente” e me traga eles aqui: - - Mensagem à Garcia, Brigadeiro? -- Ele me olhou, sorriu aquele seu sorriso e confirmou com aquela sua cabeça bem branquinha, parecida com a minha de hoje. Ora, o Regente vocês sabem muito bem quem ele era; era um pouco melhor que o 14-Bis do Santos Dumont, e Congonhas estava fechado para operações visuais; pois bem: Decolei e pousei em Congonhas, para surpresa geral dos controladores de voo; veio então correndo um oficial muito mais antigo que eu me dizer que eu havia cometido uma grave infração e que por ordem superior eu estava impedido de decolar. Nessas alturas, com os franceses já a bordo, fiquei na dúvida até que ponto eu poderia avançar; e avancei, colocando no plano de voo “Operação Militar”! Vale lembrar que estávamos no   ano de 1967, com a “Redentora” voando alto, iluminando o Brasil o Brasil inteiro.  Encurtando a história: - - Pousei em BQ em cima da hora, para alegria do Brigadeiro. -- Missão cumprida, Brigadeiro! -- Mas... vem "bronca" por aí... contei-lhe tudo e ele sorrindo me despreocupou. Nesse ínterim, eu fui transferido para Natal; e foi lá que eu recebi um "baita" de um "deveis informar". O Coronel Comandante da Base não aceitou minhas risíveis desculpas, e foi logo me dizendo: - -"Teje preso". Lembrei o caso ao Brigadeiro, lá em BQ e ele de lá então me disse: -- Fique tranquilo, Fura Bolo. – Deixe comigo. Grande Brigadeiro Camarão; jamais me deixaria na mão...
Coronel Maciel.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

O PILOTO DEU AZAR...



Estávamos nos idos dos anos 80, fazendo uma "PURUÁ", “simbiose” das linhas dos rios Purus e Juruá. Aguardávamos uma troca de cilindro no "meu" possante C-47, na cidade de Eirunepê, uma pequenina pérola situada nas margens do sinuoso Rio Juruá. No dia anterior, acontecera um trágico acidente em Tabatinga, com um “Hirondele” da PTA “Paraense Transportes Aéreos”, que o pessoal carinhosamente apelidava de “Paraense Prepara tua Alma”. Entre os mortos e feridos, alguns residiam em Eirunepê. Seus familiares me pediam, desesperados, para levá-los a Tabatinga, cidade relativamente próxima de Eirunepê, usando avião.  Não havia previsão para o término do serviço de troca do “meu” cilindro. Estacionado no pátio, encontrava-se um monomotor novinho em folha, “vazio”, que pernoitara e aguardava não sei o quê para decolar. Ali estava a solução do problema. Indaguei do piloto sobre a possibilidade de fazer aquela “MMI”, Missão de Misericórdia, sigla usada nas missões humanitária que costumávamos fazer pela imensa Região Amazônica, nossa querida “Amazônia”, longe de tudo e de todos. Negativas, desculpas sem desculpas, etecéteras e coisa e tal, ainda mais com o Prefeito oferecendo elevada quantia pelo transporte. Nada “comovia” o piloto; comecei a desconfiar; as aparências não me enganam.  Encurtando a história: depois de muito “zum-zum-zum”, correu um “bizu” que o avião transportava drogas. Não deu outra; descobrimos duzentos quilos de pasta de cocaína escondidos no piso do avião. O piloto deu azar...
Coronel Maciel.