quarta-feira, 8 de maio de 2019

VOANDO PERIGOSAMENTE.


Voando rumo ao desconhecido.
O MEC, na pessoa do Ministro Weintraub, que nome,  tem que ter a coragem de dizer claramente para o mundo inteiro ouvir, que esses cortes nas verbas só vão atingir a parte podre das Universidades, isto é, a parte “Ideológica”; esses reitores, mestres e doutores em sua grande maioria não passam de especialistas em “Lavagem Cerebral”; só sabem fazer  a cabecinha das nossas inocentes criancinhas; em vez de ensinarem coisas úteis para vencer na vida, como acontece nos Colégios Militares, ensinam como se perder na vida; só ensinam politicagem barata, feito a UNE nos tempos do Zé Serra. O ideal seria substituir imediatamente esses especialistas em lavagem cerebral, por coronéis, ou mesmo por cabos e soldados. Outra coisa que agora me ocorre; todos esses generais Venezuelanos que estão do lado do Maduro, todos eles receberam suas “estrelas” a partir do ditador Hugo Chaves; dizem até que, além das estrelas, receberam também o comando do narco tráfico, e outros “comodites”; razão pela qual o Maduro deu a maior demonstração de força, desfilando na frente de todos os seus generais, na realidade um bando de assaltantes meliantes, que ajudaram a transformar e Venezuela num pedaço do inferno onde suas meninas estão usando pedaços de jornais velhos quando chegam aqueles dias.  E no Brasil? No Brasil todos os nossos atuais Generais também receberam suas estrelas das mãos de criminosos comunistas, do FHC  até a Dilma, razão pela qual andam dizendo por aí que muitos, não sei quantos, são “melancias”, isto é, verdes por fora e vermelhos por dentro, e que o Bolsonaro, coitado, que não é nenhum ditador, não sabe exatamente com quantos pode realmente contar no caso de uma emergência, pois sabemos que o “Avião Brasil”, completamente desgovernado,  está prestes a cair, num parafuso chato, rumo ao desconhecido.
Coronel Maciel.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

"OLAViO BILAC"..


Olavo Bilac.
Na década de 50, logo após a Segunda Mundial, os comunistas tentaram fazer nos Estados Unidos, o que os comunistas conseguiram fazer aqui no Brasil, os quais, criminosamente, se apossaram das nossas Escolas; das nossas Igrejas; dos nossos “artistas”; dos nossos intelectuais; desestruturaram nossas famílias, introduzindo as drogas; enfim, tomaram conta do Brasil; mas lá nos Estados Unidos apareceu um senador conhecido como “Senador MacCarthy” que botou mesmo pra quebrar, numa operação que ficou conhecido como “Macartismo”, e não deixou a praga do comunismo tomar conta dos americanos, o que seria o “fim do mundo”.  Lá, o buraco é mais em baixo; aqui, não! Aqui no Brasil, em 64, tentamos fazer o mesmo, mas demos com os cavalos nágua, e hoje estamos “fedidos e mal pagos” nas mãos dos comunistas. Eles estão “escondidos” em todos os “buracos” e até nas almas e corações dos nossos inocentes estudantes, isto é, o futuro do Brasil. Ora, ora, Senhores Generais que estão com raiva do Olavo; o que ele quer é que vocês acordem, e inventem algum Senador ou algum General MacCarthy “Tupiniquim”, e façam o mesmo o que o de lá fez; ou então digam que infelizmente o Brasil não tem nenhum General ou Senador capaz de fazê-lo. A não ser que algum Cabo ou Soldado resolva assumir os comandos, e mandem pelo menos capar todos esses comunistas, principalmente esses que andam desfilando nus, um atrás do outro, pelos corredores das nossas Universidades.
Coronel Maciel.

VOOS RASANTES.


Acrobacias e voos rasantes.
Não sei se hoje em dia os tenentes e capitães voam tanto como nós, quando era comum, principalmente na Amazônia, um tenente, um capitão voar 800 horas no ano; ouvi dizer que hoje um coronel, um brigadeiro, se “aposenta” com suas minguadas duas ou três mil horas. Como não havia tantos “radares” como hoje nos vigiando, era comum, estou falando por mim, fazer, como eu não sei quantas vezes eu fiz, de Vitória até Natal, de T6, numa altitude média de duzentos a trezentos pés, em voos rasantes por cima das ondas verdes e das jangadas dos pescadores, que me olhavam admirados.  Mas é bom que se diga que nas minhas mais de dez mil horas de voo, eu jamais arranhei, nem de leve, nenhuma das garças que voei. O Brigadeiro Camarão, naqueles bons tempos, autorizava voos rasantes em cima da nossa Escola, em Barbacena, para “levantar a moral” dos alunos, que vibravam, inclusive com os rasantes do próprio Camarão. Hoje, ouvi dizer, que tenentes e capitães fazem muitas horas pilotando “escrivaninhas”, e que os únicos que realmente voam são os pilotos do GTE, transportando “autoridades”, como por exemplo o “Gilmar Mendes”, nos seus passeios, pra lá e pra cá. Aproveito para perguntar: vocês já voaram em algum dos Jatinhos da FAB?
Coronel Maciel.

domingo, 5 de maio de 2019

ATOL DAS ROCAS.


Atol das Rocas; quantas saudades...
Era naqueles bons tempos quando eu, Capitão Aviador, Oficial de Operações do ETA-2 Recife, valoroso Esquadrão equipado com os saudosos, audazes, corajosos, valorosos “Super-Dakotas-C-47”, eu e o Tenente Alcântara, éramos os maiores “piruadores” das missões àquela ilha tão fantástica, tão linda e afrodisíaca. Para tanto, usávamos de um infalível golpe: -- Sabíamos exatamente quais os pilotos que não se sentiam “confortáveis” no atravessar aquele pedaço do Atlântico, cheio de gulosos e temidos tubarões! A decolagem era sempre prevista para duas da tarde das sextas-feiras. O regresso, no sábado e às vezes no domingo, dependendo do ”pernoite”. Na quinta à noite era certo; os escalados davam “suas desculpas” e lá íamos nós passar o fim de semana nas ondas verdes dos mares de Noronha; os pernoites eram ótimos! Sempre aparecia alguma turista com um violão para nos acompanhar nas serestas enluaradas. Foi num desses pernoites que os pescadores nos informaram que o “Atol das Rocas” ficava logo ali, bem pertinho; distante uns 30 minutos de voo. No dia seguinte lá fomos nós visitá-lo. Decolamos; “pezinho” pra direita, coisa de uns 30 graus, e logo fomos surpreendidos por uma quantidade enorme de pássaros marinhos, surpreendidos pelo voo do nosso pássaro gigantesco. Sobrevoando em voo rasante o atol, observávamos o desespero das tartarugas fugindo dos ataques dos tubarões, que ficavam presos no imenso lago formado no atol, quando na “maré baixa”, de olho na grande e desleal luta pela sobrevivência nos mares! Após o pouso intermediário em Natal, numa rápida inspeção “pós-voo”, fomos surpreendidos com pedaços de aves marinhas que ficaram presas no bordo de ataque das asas, lembranças do nosso sobrevoo no solitário Atol das Rocas.
“Ah, quantas saudades nós temos da aurora das nossas vidas...”.
Coronel Maciel.



sábado, 4 de maio de 2019

ORA PORRA!


Ora porra, diz a Madre Superiora.
Não sei se vocês estão, mas eu não estou entendendo essa briga entre o Mourão e o Olavo. O Olavo mete o pau nos comunistas que de há muito se apossaram do Brasil, querendo acabar logo com eles; o Mourão, pelo que me parece, “parecismo”, tem medo que as nossas Forças hoje tão desarmadas, pense em outra “64”. Ora, se não conseguimos acabar com eles em 64, pensa o Mourão, quanto mais agora que eles estão com todas as facas e os queijos nas mãos. “Parece” até que volta aquela velha máxima: se não podemos vencer o inimigo, é melhor nos unirmos a eles. Ora, os comunistas estão do lado do Maduro, e acham que o Brasil deve continuar abrindo as pernas para os “fugitivos” da Venezuela, que não querem rezar pela cartilha comunistas, e fogem para o Brasil. Roraima não aguenta mais com tantos venezuelanos esfomeados e doentes, pedindo socorro e o “Bolsonaro” está pedindo uma ajuda de duzentos milhões para dar de esmola para eles:-- Ora porra, diz a madre superiora lá de Roraima: -- Eu também votei no Bolsonaro, mas não acredito mais em rezas para salvar o Brasil; acredito que só mesmo  na base da porrada, como o “Trump” está fazendo, que será reeleito porque está aumentando os empregos por lá, evitando que desempregados e esfomeados da América Central, totalmente governada por comunistas, invadam seu território, ao contrário do que acontece por aqui, diz a Madre Superiora levemente ruborizada. 
Coronel Maciel. 

sexta-feira, 3 de maio de 2019

VELHOS TEMPOS; CHURRASCO DE VEADO.



Uma vez, e lá se vão mais de não sei quantos anos, eu, um “garboso” Capitão Aviador, de baixo de um sol equatorial de meio dia, lá em São Gabriel da Cachoeira, aguardava o embarque dos passageiros, formados por padres, freiras, freirinhas, índios, índias, médico, um monte de jornais e revistas velhas; cartinhas de amor, lembrancinhas; “Tutti quanti”, quando uma voz ecoou: -- Um veado! Pega o veado! Os cachorros magros dos índios, que também aguardavam o embarque, saíram todos em disparada atrás do coitado, que, do meio da pista de pouso, voltou, completamente perdido, pulou a cerca onde estavam guardados os tambores de combustível, e, na queda, quebrou o pescoço e morreu. Fiquei na dúvida se encerrava por ali mesmo a missão daquele dia; e, na dúvida, chamei o Guarda Campo, e dei a seguinte “Ordem de Missão”: - Deixar tudo pronto para uma “churrascada” à noite. Decolamos, fazendo a rota do Rio Uaupés, afluente do majestoso Rio Negro, até à “Cabeça do Cachorro”, limites com a Colômbia. Voltamos de tardezinha, pousamos, sem antes dar alguns fabulosos rasantes pela cidadezinha tão querida. À noite, na beira do Rio, olhando de longe a lua, enorme, nascendo por de trás do morro da “Bela Adormecida”, regado com muita cachaça e viola, traçamos o mais delicioso churrasco de veado. 
Coronel Maciel.  

quarta-feira, 1 de maio de 2019

SE ME PEDIREM CONSELHOS...



É por essas e outras que eu “aconselho” o Guaidó  a botar mesmo pra “fudê”, ou melhor – pois eu mesmo acho muito feio a um coronel já velho como eu ficar dizendo nomes feios  -- botar mesmo  pra “lascar o cano”, para depois não acontecer o que aconteceu com os “americanos” lá na Baia dos Porcos, em Cuba, quando os donos da maior Força Aérea do mundo foram varridos; “escurraçados” feito porcos, para “gáudio” do Fidel, quando então o Nikita Khrushchev decidiu concordar com o pedido do seu filhote mais querido para colocar mísseis nucleares em Cuba,  para evitar qualquer outra invasão dos “my friends”. Para encurtar a história: os russos instalaram misseis nucleares apontando para o coração do coração dos americanos, deixando o “Kennedy” muito puto da vida, quando, depois de muito bate-boca; de muito “tira não tiro”; de um “mete não mete”, os russos botaram o rabinho entre as pernas, “fugiram”, mas sem antes exigir que os americanos jamais iriam novamente tentar acabar com Cuba, daí essa eterna ditadura em Cuba, com seus tentáculos em toda América Latrina. Não sei se agora, lá na Venezuela, vai acontecer a mesma coisa, agora entre o Putin e o Donald, quando dizem que o Trump só chegou lá na casa Branca, com ajuda dos russos. Não sei. Só sei que hoje, Dia do Trabalho, é dia desse velho coronel, ainda um pouco “atrevido”, meter o pau mesmo numas louras geladas e gostosas lagostas grelhadas.
Coronel Maciel.