quinta-feira, 15 de novembro de 2018

PAREDÓNS CUBANOS.


Coitadinho do Lula: -- traído, abandonado pelo seus asseclas; pelo seu amigão Barack Obama; pelos Chicos da Globo e do Vaticano; dando adeus aos médicos cubanos, coitados, que não podem nem pedir asilo, pois sabem que se pedirem estarão condenando seus pais, irmãos,  parentes a serem fuzilados nos “Paredóns Cubanos”, até hoje em pleno funcionamento -- só lhe resta esbravejar, espernear, gritar, mentir, com seus manjados gestos teatrais, tentando amedrontar a nossa “Gabriela”, que já mostrou que não tem medo de cara feia. Enfim, Lula está “fedido” e mal pago. Ele, e seu maldito PT, que tanto mal fizeram ao Brasil dos nossos filhos; ele, e seus ditadores cubanos, agora cada vez mais próximos do fim, ameaçados pela dupla Bolsonaro, o nosso Trump Tupiniquim, e o Trump americano. Mas, mesmo “vacinados” como dizem por aí, os militares, sabendo que o perdão é uma porta aberta para novos crimes, estaremos sempre de olho vivo no inimigo... 
Coronel Maciel.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

BAIXAR O FOGO!


Nossa! O Sílvio Santos, mesmo já com uma certa idade, fica “excitado” quando na presença de um simples abraço, mesmo um abraço amigo, sem segundas intenções, como acaba de acontecer com a Cláudia Leite, “menina modelo”, muito diferente da Mariazinha do Rosário, que não consegue excitar nem um jumento atrasado. Fico imaginando o Sílvio igualzinho aos nossos tempos de “Cadete”, quando, terminado o “Bolero”, bem agarradinhos, a gente saia assim meio sem jeito, com a mão, sempre a mão esquerda, enfiada no bolso, tentando acalmar o “bichão”. A Claudia, coitadinha, disse que ficou chocada, ou melhor, constrangida, chateada mesmo, com o culpado do Sílvio. Esse caso me fez lembrar quando cheguei em “Pirassununga”, eu e mais uma esquadrilha de Tenentes novinhos, “os quais”, na presença de mais de mil garotas, “paulistinhas veneno”, que nos deixavam muito mais que “excitados”; e seus pais e mães muito mais que preocupados com futuro das suas meninas. Ora, estava eu de “Oficial de Dia” quando me chega uma comitiva de pais e avós, solicitando urgente audiência com o Comandante, para relatar o caso. Fui falar com o Comandante, na época o Coronel Miguel de Cunha Lana, super atarefado com os inúmeros problemas para dar início ao voo da primeira turma de cadetes do último ano no então Destacamento Precursor da atual Academia da Força Aérea. O Lana, grande amigo nosso, mas que era mais grosso que papel de embrulhar prego, retrucou: -- Maciel, diga pra eles que eu não sou tramela de buceta de ninguém! Ora, eu, com a diplomacia que me é peculiar, voltei e disse para a nervosa comitiva, e que se tornaram logo meus grandes amigos, que o Comandante, ciente das suas imensas responsabilidades, marcou uma reunião na tarde daquele mesmo dia, quando diria para a gente “baixar o fogo”...
Coronel Maciel.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

MILITAR É SUPERIOR ÀS INTEMPÉRIES!


Coitado do Bolsonaro. É mais quem quer fazer parte do governo. Zé Saramago, Nobel de Literatura, dizia que família só dá confusão! Imaginem, amados ouvintes, a confusão que é governar esse enorme “Avião”, depois de tantos anos com as hélices embandeiradas; no maior sufoco; no maior “parafuso chato”, o pior dos parafusos!  Não sei como o Bolsonaro vai arranjar emprego para tanta “gente boa”; tantos Generais; Brigadeiros, Almirantes, todos “fora de forma, sem cadência, marche”! Só o “Astronauta” conseguiu voar tão alto. “Quem tá na frente vai passando pra trás, e o cordão dos puxa saco cada vez aumenta mais”, era o refrão de uma marchinha dos nossos tempos de meninos. Rico é o pobre que está satisfeito com o que tem. Sou pobre, mas sou feliz! Palavras que consolam; mas não me esqueço nunca de fazer todos os dias minha fezinha nas lotecas; sou burro; não sei jogar no bicho. Ainda me lembro das primeiras grandes verdades que ouvi, na minha primeira aula de “Ordem Unida”, naquela fria manhã em Barbacena, quando ninguém sabia marchar: -- A vida militar é um sacerdócio; militar é superior às intempéries; militar nunca vai conseguir ficar rico; e por aí vai... kkkkk 
Coronel Maciel.  

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

ESTUDEI POUCO; NÃO APRENDI NADA.


Que eu saiba, a única vez que eu estudei mesmo, foi para fazer o “ENEM”, para ingresso na EPCAR, nos idos de 1956; depois que cruzei seus inesquecíveis portões, em março de 1957, só estudava para não ficar em segunda época, pois era um verdadeiro parto a “piruação” de aviões da FAB para pousar em Belém, em tempo de chegar para as festas de fim de ano, com muito tacacá, farinha e pato no tucupi. E foi assim, estudando pouco e aprendendo nada, que fui promovido de Cadete para Aspirante Aviador, sem dúvida um dos melhores anos da minha vida, quando me considerava o rei da cocada preta, voando na minha querida “lambretinha” pelas ruas de Natal.  Eu gostava mesmo era de voar!  Aí, modéstia à parte, eu era um verdadeiro “bracinho”. E assim fui levando durante os cursos da carreira, sempre na maior moita, até chegar aos píncaros da glória: Coronel-Aviador! Durante esses cursos todos fui tentando descobrir onde e aonde estavam os maiores problemas da minha querida Força Aérea, e muitas vezes descobria que não havia problema nenhum, onde todos achavam que havia os maiores problemas. Até hoje, é assim; todo mundo, do Cabo ao Brigadeiro; do soldado ao General, todo mundo enxugando gelo, e não resolvem nada; em vez de atacarem as causas dos problemas, não; procuram curar seus efeitos. São muitas mais de sessenta mil mortes sangrentas por ano, que cada dia aumenta mais, enquanto ninguém se lembra de atacar as causas dos nossos maiores problemas, que moram bem aqui pertinho: o Paraguai e a Bolívia, os maiores exportadores dos nossos maiores problemas: armas, munições e cocaína. E, como os governantes da lá são da mesma raça do PT daqui; e como por lá não existe nenhum Bolsonaro, tais problemas só poderão ser resolvidos, para não dizer na ignorância, só na base da porrada...
Coronel Maciel.

domingo, 11 de novembro de 2018

Fui poeta, piloto. sonhei e amei na vida!


Fui poeta, fui piloto; sonhei e amei na vida!
Machado de Assis, o nosso grande Machado de Assis, dizia do enorme abismo existente entre as esperanças de uns tempos e a realidade de outros tempos!  
Uma vez, quando fazia o curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, naqueles dias frios e úmidos em Cumbica, fui visitar o meu grande amigo Vieira de Souza, o meu colega de turma 57-39 João Baptista Vieira de Souza, o “Pi”, como carinhosamente o chamávamos, que se preparava para entrar na VARIG. Durante a visita, eu dizia a ele que também estava com vontade de largar tudo e ingressar na Pioneira, quando ele prontamente me apoiou. Vários colegas de turma também tinham trocado a FAB pela VARIG. Fiz as contas; pesei as vantagens e desvantagens; passar a vida inteira tirando serviços de Oficial de Dia, Superior de Dia; ora, escalado para comandar paradas, outras horas fazendo sindicâncias, continências, representações, IPM’s; voando os meus velhos e queridos aviões; uma infinidade de cursos e cursinhos; inesperadas transferências, enfim, mil e umas outras “coisinhas” na vida de Oficial, para poder chegar “às estrelas”, desejo maior de muitos e muitos outros. “ Na VARIG não tem nada disso, Maciste”: -- Aqui é só voar, voar e voar para bem distante e sempre nos melhores, mais lindos e modernos aviões; pernoites nos melhores hotéis do mundo; o Havaí é logo ali, e sempre ao lado das mais lindas e eficientes louras, brancas, negras e morenas comissárias. Peguei minha viola; fui tomar minhas caninhas; fiquei olhando o infinito céu azul, somando, diminuindo, considerando aquilo tudo e mais algumas coisas, resolvi continuar na FAB. E me dei muito bem, pois, respirando muito mais ares de Aviador, que de Oficial, consegui enganar as Comissões de Promoções, chegando a Coronel, tudo por merecimento, sempre cuidando com carinho, sem nunca ter arranhado nenhum dos meus aviões! Voltaria a voar tudo de novo, “se possível fosse, meu amor”... kkkkk
Coronel Maciel.

sábado, 10 de novembro de 2018

MESTRE NA CAPOEIRA!


Bom para dar uma rápida e inteligente resposta para essa cambada de certos jornalistas, como os da CNN americana; da FSP; da Globo, e outros por aí, paridos para péssimos “jornaleiros”, era o “Lacerda”; uma vez o Castelo Branco pediu para ele ir “explicar” aos franceses o que houve em ¨64”; chegando em Paris, uma dessas “jornaleiras”, tipo Miriam Leitoa, pergunta maliciosamente como ele poderia explicar uma revolução sem sangue; resposta rápida e inteligente: -- Porque a nossa foi como os casamentos daqui: “sem sangue”... Outro bom para enfrentar essa raça de “jornaleiros”, que só sabem denunciar os tropeços dos homens fortes e beneméritos, como o Bolsonaro, era o Jarbas Passarinho; chegando um vez em Washington, um desses cabras pergunta:-- Quantos presidentes vocês já depuseram no Brasil? O Passarinho: -- Mais ou menos a mesma quantidade dos que vocês já mataram por aqui. Às vezes eu fico até com pena do Trump, coitado, um cara multi bilionário; que poderia muito bem estar desfrutando sua vida na companhia das mais lindas mulheres do mundo, tomando o melhor dos uísques, puro, ou com gelo de água de coco; ou, quem sabe, numa boa noitada acompanhado da mais gostosa cachaça e viola, rondando as  mais belas praias do mundo, como essas aqui de Natal; não; prefere ficar na mira de perguntinhas as mais imbecis e escorregadias, sem saber dar uma resposta à altura,  tipo “Carlos Lacerda”, ou pelo menos como daria o Cabo Martim, o qual, tendo sido no passado Cabo do Exército, contraíra certas e irrevogáveis obrigações com a “Gloriosa”, e, cioso de sua condição, não admitia certas ofensas. Essa espetacular criação do baiano Jorge Amado, uma vez, num movimentado jogo de “Ronda”, com uns parceiros sertanejos lá do “Recôncavo”, em passagem pela “Capital”, começaram a duvidar de “tanta sorte” no jogo. Ora, o ponto de vista do cabo resumia-se em dois límpidos conceitos, e de inapelável verdade: -- Quem não tem competência não se estabelece; e quem joga é para ganhar ou perder. Um dos sertanejos, o mais imprudente, engrossando voz, disse: -- Se meter com ladrão dá nisso... O cabo não se alterava: -- Sabe de uma coisa, seu mano? Vá pra puta que o pariu...acompanhado de um pé nas ventas, e o leviano estatelado no chão. O cabo era “mestre na capoeira”...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

OPERAÇÃO CAPITU.


“Pé de Lã; ou “Operação Capitu”.
Eu mesmo não tenho a menor dúvida que a Capitu, aquela do Machado de Assis, chifrava, ou melhor traia, ou enganava, ou como queiram, o Bentinho; e que o Escobar era um verdadeiro pé de lã, sacana, enganador, pois até hoje ele consegue enganar muitos leitores do Machado. Eu, não!  Assim como desde o início eu sempre desconfiei que o Joesley, esse da JBS, nunca confessou todos os seus pecados para os padres da Federal. Resultado: está em cana novamente. Quando pela vez primeira eu fui me confessar, vésperas da minha primeira comunhão, minha querida e saudosa vovozinha, que desconfiava muito de mim, foi logo me dizendo: -- Meu filho, conte tudo pro padre, tudinho, não minta, senão você pode ir para o inferno, fazer companhia pro Lutero; naqueles tempos, não digo me cagava todo, porque é feio, mas eu tinha o maior medo do inferno, e do tal Lutero. Fiquei muito mais apavorado ainda quando ela me disse que a gente pecava por pensamentos, palavras e obras; tô “fudido”, então pensei e perguntei se também a gente pecava por “sonhos”, pois quantas e quantas vezes eu acordava todo melado, sonhando com a Marta Rocha, aquela que perdeu por “duas polegadas a mais”. Fiz então uma espécie de “Rol”, igual a rol de roupa, e fui me confessar; contei tudo pro padre; tudinho.  -- “Credo”, me disse ele, pois os fatos confessados o deixaram muitíssimo impressionado. Daí então nunca mais me confessei...
Coronel Maciel.