quinta-feira, 19 de julho de 2018

Obama Care X Bolsas Esmolas.


Bolsas Esmolas X Obama Care.
Foi o Zé Dirceu o “inventor” da mina; o inventor da galinha dos ovos de ouro, chocadeira de mais de quarenta milhões de votos; e correu para dizer para dona Dilma, outra galinha, da grande descoberta; e assim surgiu as famigeradas “Bolsas Esmolas”, a maior compra de votos existente neste mundo dito civilizado; e tudo nas barbas dos tribunais eleitoreiros. E foi quando o Lula, amigão do Obama, correu para lhe dizer da grande descoberta, logo posta em prática nos “States”, mina que colocou Obama durante oito anos na Presidência da nação dona da maior Força Aérea do Mundo; criou o “Obama Care”, igualzinho às nossas “Bolsas Esmolas”: tira dos que dão o maior murro trabalhando, para dar para os que não querem nada com o trabalho; mesmo assim, a Flórida, no governo Trump, acaba de chegar ao seu primeiro “Trilhão de Dólares” de PIB! Enquanto isso, Dona Dilma está passeando em Cuba, visitando “suas obras”, feitas com o nosso suado dinheirinho. Obama, que muitos americanos duvidam ser ele “americano”, e sim um “militante islâmico”, colocou a bandeira cubana tremulando bem no coração dos americanos; e aproveita para fazer média com as sofridas minorias negras do mundo inteiro. Obama “votaria” no Bolsonaro? 
Coronel Maciel.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Podes crer!


Podes crer!
Tem muita gente no mundo “apaixonado” pelo Obama; muitos achando que ele é um “gentleman”; o “tal”; já outros acham justamente o contrário; que o Trump é que é o “tal”; o que seria das “negras”, se todos gostassem das “louras”, como o Pelé? Aqui no Brasil tem muita gente “apavorada” com o avanço do Bolsonaro, que seria uma espécie de Trump Tupiniquim. Ainda mais agora com a escolha do “Heleno” para seu Vice. Mas eu ainda acho pouco. Já falei, e torno a repetir, que o Bolsonaro deve, -- e com o máximo rigor; e usando todo o seu “charme” rsrs; todo o seu tempo na televisão, para dizer  tudo o pensa para ver se consegue salvar um pouco do que ainda resta do Brasil, para que depois os “nossos inimigos”, isto é, os inimigos do Brasil, não venham com desculpas esfarrapadas dizer que não sabiam de nada; que não foram avisados; que foram pegos de surpresa, coisinhas assim; e  em assim sendo, o Bolsonaro deve dizer que os cargos mais importantes do seu governo; em todos os lugares; em todos os “Ministérios”, serão preenchidos com Generais e Coronéis, tipo “Mourão”. Como se fossem armadilhas de pegar ratos, como esses ratos e ratazanas que se apossaram do Brasil. Inclusive uns três ou quatro do STF. Deve fazer como o “Donald”, que tenta meter um pouco de ordem na esculhambação que virou o seu “Estados hoje tão Desunidos”, depois de oito anos de partido “Democrata”, o mais antidemocrático dos partidos do mundo; um partido que não sabe perder eleições; um partido totalmente nas mãos do Barack “Hussein” Obama, que dizem ser uma espécie de Lula Americano. Muitos acham que o Bolsonaro é a única esperança de fazer o Brasil voltar a ser aquele Brasil; aquele verdadeiro Brasil que nós conhecemos, quando éramos crianças felizes, e não sabíamos. Podemos crer?
Coronel Maciel.

domingo, 15 de julho de 2018

Auroras da minha vida.


“Auroras da minha vida”.
Acabo de ler um livro que eu nunca pensei em me trazer tantas saudades. Saudades dos meus tempos de “Tenente Novinho”, recém transferido do curso de “Bombardeio”, em aviões B-26, como Aspirante Aviador, realizado em Natal, para exercer realmente funções “profissionais”, agora como Instrutor de Voo para os primeiros “Cadetes Precursores da Academia da Força Aérea”, em Pirassununga, no ano de 1964. Infelizmente meu tempo é curto para mostrar aos “amados ouvintes”, tantas vibrações idas e vividas naquele ano, na pequenina pérola que é Pirassununga, cidade dos meus amores, transformada no novo “Ninho das Águias Brasileiras”. O livro conta a história da turma de cadetes que iniciou a instrução em Pirassununga, e o processo de transferência da sede da Escola de Aeronáutica, situada no Campo dos Afonsos, no Rio. O livro nos mostra os inúmeros problemas e desafios enfrentados pelo seu Super Atarefado Comandante. Como se não bastasse tantos problemas, havia a tensão política que se agravava. Foi quando, só para citar um dos vários outros “probleminhas”, estava eu de ”Oficial de Dia”, quando me aparece uma comitiva de pais das mais que lindas “meninas” da cidade, que, nervosos e preocupadíssimos, “exigiam” urgente audiência com o Comandante, para tentar resolver o impacto causado sobre suas filhas, pela invasão da cidade “por tantos, tão lindos e garbosos Cadetes e jovens Oficiais”. Levei imediatamente o problema ao nosso comandante, o Tenente Coronel Aviador Miguel da Cunha Lana, que me mandou dizer “que voltassem outro dia, pois naquele estava por demais atarefado”; ora, os pais não aceitaram as desculpas, e insistiram comigo que retornasse a falar com o “Lana”, que, já de cabeça quente, mandou que eu lhes desse o seguinte recado: que eles tomassem os devidos cuidados com suas filhas, pois não era tramela dos “segredos” de ninguém. Com muito tato; com muito cuidado, usando o que ainda me restava de “Diplomacia”, contornei a situação, informando que tão logo fosse possível, seria agendado uma reunião, para resolver este assunto da mais alta relevância...
Coronel Maciel.



sábado, 14 de julho de 2018

Quem é esse tal de "Jesus Cristo"?


Quem é esse tal de “Jesus Cristo”?
Hoje, um “garoto” de uns seus vinte anos, perguntou pra mim: -- Coronel, o senhor viveu realmente; o senhor participou daqueles tempos da “Ditadura”? Qual a sua opinião; a sua verdadeira opinião daqueles tempos, diga pra mim, pois são tantas e tão variadas essas “opiniões”: nossos professores nas salas de aula dizem que foi assim, sem nem mesmo terem vivido aqueles tempos, como o senhor viveu; outros, que foi assado; e assim, nós, “garotos” de hoje, que -- quer queiram quer não queiram--,seremos os futuros dirigentes deste enorme Brasil, precisamos saber, nem que seja um pedacinho só, da verdade, pois a completa verdade me parece ser impossível se saber. É verdade, eu lhe disse: Veja, por exemplo, Jesus Cristo: onde está, qual a verdadeira, a completa verdade sobre Jesus Cristo? Se, daqui a uns mil anos, dois mil, ou um bilhão de anos, quando algum “de nós”, entrar em contato com algum habitante de algum outro planeta, desses milhões de planetas habitados por este mundão afora; e se lhe for perguntado quem foi “Jesus Cristo”, cujo pai, segundo a nossa “Bíblia”, foi o criador de tudo, essa “pessoa” com certeza vai dizer que desconhece completamente quem foi “Jesus Cristo”, e muito menos esse seu pai tão poderoso. Então, cada qual tem a sua opinião sobre o que foi “64”. Uma coisa eu lhe garanto: eu não conheço ninguém da minha, ou de qualquer outra “turma”, que tenha “torturado”, ou mesmo “beliscado” alguém. Agora, com certeza havia os “Doi-CODI”, criados exatamente para lutar com as mesmas armas, que, por exemplo, dona Dilma, a Miriam Leitão, o Zé Dirceu, e tantos e tantos outros usavam para sequestrar, torturar “Embaixadores”. Mas não foram tão “profissionais”, como esses que saíram vencedores; esses, sim, são os verdadeiros vencedores, pois ocupam as melhores poltronas deste Brasil virado no diabo, e que tão cedo não serão “defenestrados”: Só se Jesus Cristo quiser... 
Coronel Maciel.      

sexta-feira, 13 de julho de 2018

SÓ UM MILAGRE PODE NOS SALVAR.


Sei que muitos dos meus amados ouvintes preferem ouvir meus artigos lembrando aquela nossa saudosa,  querida e amiga Força Aérea Brasileira, pilotada por Brigadeiros tipo “Camarão”, do que este artigo, quando passo a dizer as piores coisas do mundo; quando volto a afirmar que o “Negão” Barack Obama, muçulmano da pior espécie, ajudou a Europa a se transformar nesta verdadeira “Colcha de Retalhos”; neste paraíso de “homens-bomba” que invadiram a Europa, escondidos sorrateiramente ao lado de muitos coitados muçulmanos, que fogem dos horrores de milenares guerras entre famílias, a pior de todas as guerras, pois, como dizia o “comunista” Saramago, “família só dá confusão”.  Barack Obama, por pouco não transformou os Estados Unidos também num paraíso islâmico, não fosse a pronta intervenção do Donald Trump, macho do “culhão roxo”, que não tem medo de cara feia, nem de falsos defensores de direitos humanos, que hoje está passando a maior esculhambação em todos esses baixinhos primeiros ministros da tal “União Europeia”, todos com o rabinho entre as pernas, com medo do Trump, que ameaça sair dessa tal OTAN, hoje transformada numa coisa inútil e gastadora. A Europa, coitadinha, caiu na conversa do “Negão”, o Lula dos americanos, e hoje chora os belos tempos daquela Europa antiga, berço de civilizações, assim como nós, brasileirinhos que só sabemos clamar por justiça, hoje choramos aqueles nossos belos tempos. Coitadinho do Brasil, hoje abandonado nas mãos de ratos guabirus, ratos comunistas da pior espécie, que tão cedo não vão sair de cima da carne seca; só se acontecer um milagre, coisas que só acontecem nas páginas de Livros Bíblicos.
Coronel Maciel.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Tenente "Fura-Bolo".


Tenente “Fura-Bolo”!
“Sobrevoando” -- deitado em minha rede, velha, branca, macia e carinhosa, esta “caverna” que virou o Brasil, um Brasil que não consigo mais compreender -- volto a sonhar com aqueles tempos de outrora, quando podíamos viver sem medo de ser assaltado e morto, tanto nas ruas, como dentro de casa, é que torno a relembrar meus tempos de Tenente, sob a batuta do Brigadeiro Camarão. Era um sábado de uma fria manhã de junho, quando decolamos, eu e o Tenente Tomé, num Beech-Mata-Sete; mas tivemos que voltar logo após a decolagem, monomotor. A nossa missão seria a de transportar um casal de professores franceses, que nos aguardavam em “Congonhas”. Ora, estava tudo programado para a Conferência, no cinema da EPCAR, prevista para começar às 14 horas, para os professores, alunos, e “autoridades” da cidade. O Camarão “pensou” naquela que seria a sua única alternativa: Me chamou para um particular, e disse: “Fura-Bolo”, era assim que ele, carinhosamente, me chamava; me pegue o Regente e me traga eles aqui. Ora, “o Regente”, vocês sabem muito bem quem ele era. Só lhe fiz uma única pergunta: -- Mensagem à Garcia, Brigadeiro? E ele sorrindo, com aqueles seus cabelos brancos, confirmou. Seria uma missão impossível para “qualquer um”, mas não para um Tenente “Fura-Bolo”, como esse “Degas aqui” rsrsr. Fui e voltei, mas, porém, contudo, todavia, descumprindo todas as Regras de Voo possíveis e imagináveis; eu disse “Todas”! Ao chegar, o Camarão, sorrindo, satisfeito, me deu aquele aperto de mão, tipo “quebra dedos”; foi quando eu lhe disse:  Brigadeiro, vem bronca por aí. E ele: -- Deixe comigo, Fura-Bolo; não se preocupe! 
Coronel Maciel.