terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Cicatrizes.

Cicatrizes.

Com a volta dos militares às “manchetes” dos jornais, volta também, com força total, a remoção das cascas de antigas feridas, que assim nunca ficarão cicatrizadas. A “Sandrinha” -- essa menina da Globo e antiga coleguinha do “Evaristo” -- os dois, de tão risonhos que eram, pareciam dois lindos pombinhos arrulhando -- hoje só faltou chorar pelos cotovelos (ela fala e chora pelos cotovelos) falando sobre e identidade das ossadas de um terrorista torturado e massacrado, coitadinho, por nós, militares; “mistério” só agora desvendado por cientistas criminais lá na Bósnia. Preparem-se que vem mais “descobertas” por aí. Eu, como não acredito em vidas após a morte, também não acredito que a situação do Brasil vá tão cedo melhorar; acredito que vá piorar. De modo que, sem fios de esperanças, só me resta matar o tempo escrevendo o que quero, quando quero, e agradecendo aos meus amados ouvintes que não se cansam de ler e de rir dos meus severos, mas sinceros “pesadelos”...  
Coronel Maciel.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Enrolação.

Enrolação.
Esse Boechat é mesmo uma piada. Uma vez ele mandou o Silas Malafaia procurar uma “rola”; hoje, ele disse que não quer mais ser en”rola”do. Se essa tal “Intervenção” for mesmo uma “palhaçada”, como outras recentemente acontecidas, ele tem toda razão. Na “Intervenção de 64”, no início o pau comeu mesmo; foi porrada p’ra todo lado; foi padre de passeata pegando fogo; foi o diabo. Mas fomos felizes por mais de vinte anos! Felizes, e não sabíamos! Mas depois, esquecendo que a paixão começa com a compaixão, fomos abrindo a guarda; passando panos quentes nas bundinhas deles, resultado, hoje estamos aí na maior merda do mundo. Por que a “Intervenção” do Fidel Castro foi a única que “vingou” em toda América Latrina, e até hoje está em pleno funcionamento, inclusive com a sua bandeira colocada pelo Barack Hussein Obama tremulando bem no coração do coração dos americanos? Ora, porque lá, os “Paredóns” estão até hoje com as baterias ligadas, prontos para qualquer emergência! Aqui, não! Aqui, as Forças Armadas estão sendo dia a dia cada vez mais desmoralizadas; os nossos Comandantes perderam o “ Status” de Ministros, para sermos Comandados por civis, que não sabem nem fazer continência, e ainda por cima Comunistas! Que grande esculhambação! É por isso que eu digo: na hora de brincar, vamos brincar; mas na hora de brigar, vamos deixar de ser "bonzinhos" e botar mesmo “pra quebrar”; botar mesmo pra “fuder”, como dizia aquela Madre Superiora levemente ruborizada...

Coronel Maciel.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Intervenção.

Intervenção.

Acabou-se “a folga” dos Comandantes Militares, ou melhor, do “Exército”, que é quem realmente “manda”; Marinha e Aeronáutica cumprem ordens; nada mais. Obrigado a entrar na “dança”, o Interventor, coitado, com suas tropas acantonadas na cidade maravilhosa, cercada de bandidos por todos os lados, pergunta: -- É para entrar rachando contra os “Chefinhos” do Crime Organizado, ou também contra os “Chefões”, o “Pezão”, por exemplo, filhote do que está preso? E os outros “Chefões”, os que estão ocupando as melhores poltronas, em todos os desvãos dos Três Poderes da República, inclusive o Presidente, perigosamente investigado pela própria Polícia Federal? Mas para tanto, seria necessário “Intervenção” no “Brasil Maravilhoso” inteiro, não só na “Cidade Maravilhosa”; uma Intervenção tipo “Castelo Branco”. Quem brinca com fogo, pode se queimar...  
Coronel Maciel.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Um "Cabo-Velho" para salvar o Brasil.

Um “Cabo Velho” para salvar o Brasil!
Usando a técnica preconizada pelo Antonio Gramsci, o FHC inventou esse tal Ministério da Defesa, transformando as Forças Armadas numa “Zona Desmilitarizada”, e fazendo de seus Comandantes “Leões de Chácaras” de puteiro. Não será nada surpreendente se algum “aventureiro”; um Sargento, um Cabo, um Soldado, à semelhança do que fez o “Cabo Hitler”, assuma o Comando da Tropa, colocando o Brasil novamente em forma, impedindo-nos de virar uma Venezuela, onde suas meninas estão usando pedaços de jornais velhos, na chegada daqueles dias vermelhos...     

Coronel Maciel.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Eutanásia.

Há uns doze anos, fui submetido a uma delicada operação para retirar um palmo e tanto do ramo ascendente do meu intestino grosso; coitadinho; pensavam que era câncer. Eu estava numa enfermaria do SUS, no meio de vários enfermos pobrezinhos como eu. A Base Aérea queria me mandar para ser operado no Hospital da Força Aérea do Galeão, um dos melhores lugares para se morrer na FAB.  Eu disse, já meio triste, para o diretor do Esquadrão de Saúde, que morrer por morrer eu preferia morrer aqui mesmo em Natal; e disse mais: que o problema não é o avião; o problema é o piloto: o piloto sendo bom, o avião não cai! Assinei um documento livrando a Base de qualquer problema. Fui operado; não era câncer. Fiquei bonzinho! Na enfermaria, na cama ao meu lado, estava um paciente em estado “terminal”, que pedia, quase gritando, pois não tinha mais forças para gritar, que queria logo morrer, de tanta dor que sofria. Pedi a presença do médico, um estagiário ainda bem novinho, e perguntei porque eles deixavam uma pessoa sofrer tanto assim, se era tão fácil ajudá-lo a morrer; a ter uma morte digna! Hoje, os jornais publicam uma jovem chilena, com 19 anos, dizendo que sofre tantas dores, de uma doença “desconhecida”, pedindo à presidente do Chile para ajudá-la morrer de uma morte digna! Sei que só quem sabe o valor do momento, é o agonizante, e durante nossas vidas pilotando aviões já choramos a morte de tantos e tantos amigos; parecendo então e até que nos acostumamos a conviver com a bruxa! Sei que só quem sabe o valor do momento é o agonizante; sei que muitos entes queridos, tão velhos e tão doentes, pedem perdão aos filhos por demorar tanto a morrer! Cada cabeça, uma sentença! Eutanásia é crime, ou é “crime” prolongar as dores incuráveis de tantos sofrimentos?

Coronel Maciel.

Coisas que até Deus duvida!

Segundo Charles, o nosso popular Darwin, homens, mulheres, índios índias, brancos, negros, americanos, ingleses, gays, gayas do mundo inteiro, nada mais somos que a evolução de macacos africanos, ou quem sabe de orangotangos, lá do sul de Sumatra! Não sei. Só sei que um desses “oriundos” é esse americano que fez essa desgraça toda numa Escola, lá pertinho de Miami. Outros, os mais engraçadinhos, acham o Barack Hussein Obama a cara um orangotango; mas, um “Orangotango” inteligente, que não fica por aí como muitos brasileirinhos que só sabem “clamar por justiça”; e parece até que trocou, ou vai trocar, sua Michele por outra “banana” mais comprida e muito mais gostosa de se comer. Evolução!
Os argentinos gostam de chamar os brasileiros de “macaquitos”. Na noite azarada do dia 30 de abril de 1981, dois incompetentes macaquitos planejaram, ou foram planejados, “explodir” o Rio Centro; mas acabaram se transformando em “Homens-bomba”. Fossem macaquitos competentes, não estaríamos hoje construindo enormes, caros e inúteis campos de futebol, no lugar de universidades, ginásios de esportes, escolas e hospitais. Coisas de americanos.

Eu, macaco velho e piloto inconsequente, continuo achando que os meus melhores momentos nesta minha longa vida de piloto tipo “Melo Maluco”, foram os momentos das minhas maiores “leãozadas”, pilotando meus saudosos e lindos aviões; coisas que até Deus duvida! ... 
Coronel Maciel.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

"Boca Rica".

Sabendo ser mais do que impossível reverter; ou dar um basta, um chega, nesta verdadeira zona do mais alto meretrício que virou o Brasil, os “Oficiais Generais”, nem de longe, pensam numa outra cilada tipo ¨64”; jamais! Em assim sendo eles dizem: não era essa a democracia que vocês queriam? Então “se lasquem”, seus bandos babacas, que nós vamos ficar nos nossos velhos tanques, navios e aviões, numa boa, na sombra e água fresca, olhando essa merda toda pegar fogo! Já os outros “Oficiais não Generais”, vão assim voando, pensando: -- Ora, porra; p’ra que voar tanto; p’ra que “tanto esforço em vão em ser perfeito”, e depois acabar morrendo na cabeceira da pista? Então vamos com calma, porque não estamos ganhando tanto assim, e visar tão somente as feéricas, as maravilhosas bocas ricas “no exterior”. Que tal passar dois anos numa boa em Paris, Roma, Washington, e tantas outras delícias por aí, e depois voltar com alguns “dólares” no bolso, e poder morar com um pouco mais de dignidade, longe das favelas, antes do pouso final? Mas, nem tudo são “Céus de Brigadeiro”; sabendo que as bocas são poucas e muitos os pretendentes, a luta vira uma verdadeira briga de foice no escuro, dentro de perigosos “CB’s”...

Coronel Maciel.