sexta-feira, 3 de março de 2017

Que merda de país é esse?



Que merda de país é esse?
Os meus amados ouvintes acreditam em milagres? Acreditam em “bruxarias”? Em “Discos-Voadores”? É a fé que fazem acontecer “milagres”, ou são os “milagres” que os levam aos caminhos da fé e dos céus? Oitocentos mil dólares foram “milagrosamente” depositados nas contas de um deputado federal aqui de Natal, num banco Suíço. Como a minha fé é menor que a fé de uma formiga, jamais tantos dólares serão “milagrosamente” depositados em minha conta num banco aqui do Brasil, quanto mais num banco Suíço!  
Nem daqui a quinhentos anos; nem com a ajuda de quinhentos juízes “Moro” a corrupção será varrida do Brasil! Quantos são os terroristas desses que dizem terem sido perseguidos; que dizem terem levado tremendos “beliscões” dos generais de 64, e que hoje, milagrosamente, ocupam os melhores lugares no espaço? Quantos foram aguardar na Europa, instalados nas melhores Universidades de Paris, ou sentados em seus deliciosos “Cafés”, enquanto aguardavam o fim da “Ditadura”, quando sabiam que seriam beneficiados pela anistia ampla geral e irrestrita? Quantos Cabos. Soldados, Sargentos, Taifeiros que também se dizem “injustiçados”, e que hoje são “Coronéis”, sem nunca terem cursado nada dos cursos exigidos para galgarem a carreira; quantos? Pois são esses mesmos terroristas de ontem que hoje ocupam as melhores poltronas em todos os três poderes dessa republiqueta de bananas, e que levaram o Brasil a esta incrível situação, no meio de tantas balas perdidas desta sangrenta guerra civil, onde se morre mais que nas guerras do “Oriente Médio”; quando não sabemos se seremos mortos hoje ou amanhã, nesses assaltos que se multiplicam assustadoramente neste Brasil virado no diabo. Quantos desses mais de vinte milhões de desempregados, ao verem seus filhos, mulheres, filhas, na mais humilhante pobreza e se deixam levar desesperadamente pelas dobras dos crimes, enquanto deputados, senadores, governadores, presidentes, juízes sem juízo, toda essa cambada de terroristas que se apossaram do Brasil, gozam as delícias de viverem num outro Brasil; num Brasil longe, muito longe desta nossa  triste realidade,  fazendo com que nossos filhos e netos nos interpelem diariamente, com todas as pedras nas mãos:-- Que merda de país é esse que vocês nos deixaram?...  
Coronel Maciel.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Brasil, carnaval e cinzas.



Brasil, carnaval e cinzas.
O que seria dos Estados Unidos com mais oito anos de governo “Obama”? (Sei que não...)  Foi preciso “muito saco” para que o multibilionário Donald Trump, depois de ser covardemente massacrado pela imprensa servil americana, dominada pelos “Democratas” e vilmente comandada pelo “Negão Enganador”, para que hoje, finalmente, Donald Trump fosse aplaudido de pé, pelo Congresso Norte Americano!
Se a Europa não “abrir o olho”, e descobrir o seu “Donald Trump”, logo vai passar dessa hoje imunda colcha de retalhos, colcha remendada durante os oito anos de governo Obama, num prolongamento do “Oriente Médio”.
Só no Brasil é que essa imprensa corrupta e servil manda e desmanda; um Brasil mergulhado cada vez mais na mais cruenta guerra civil. Alguém pode nos dizer onde encontrar um “Donald” para nos salvar, ou aqui é a terra onde só podemos encontrar os mais corruptos dos “Patos Donaldis”? ... 
Coronel Maciel.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Sou adepto de "Ditaduras'!.



Sou adepto de “Ditaduras”!
Coitadinho do Zé Serra, e outros tantos Zés por aí.  Eu também sou outro Zé, entre tantos outros Zés e Marias:-- Maria das Dores, do Céu, da Consolação, do Socorro, de Fátima, da Anunciação, Auxiliadora; Agostinho, Antônio, Raimundo, das Chagas, são tantos os nomes que os nossos pais nos impuseram, quando nem sabíamos a pesada cruz que as religiões; os Livros Bíblicos e Sagrados os obrigavam a nos dar esses tipos de nomes, verdadeiras cruzes que somos obrigados a carregar durante a nossa longa “Via Crucis”! Mas há nomes estranhos, mas nomes fortes, marcantes, que geralmente levam homens e mulheres a vencerem facilmente na vida, principalmente na vida política.
Zé Serra é um desses nomes, nomes feitos para “sucessos” políticos. Quando o Zé Sarney, outro nome forte, (só o nome) -- foi colocado, por sorte; sem esperar, e sem as mínimas condições, na Presidente da República; e quando estava mais perdido que cego em tiroteio, ele então inventou o famigerado “Plano Cruzado”. Sucesso absoluto!  Inflação zerada! O “PMDB”, não me lembro se já tinha o ”P”, elegeu 22 governadores e a grande maioria dos “Constituintes”. Mas tudo não passava de “Fogo de Palha”. E logo o barco começou a afundar. E quando o barco começa a afundar, os ratos são os primeiros a pular fora. E foram esses mesmos ratos que fundaram ao tal “PSDB” do Zé Serra e do FHC. Um partido da ratos fujões, posicionados sempre em cima do muro, na espreita de ocupar os melhores buracos e desvãos da podre política nacional. E sempre com sucesso!
Poderia me alongar muito mais, mas o meu tempo é curto. Mas alguém me pergunta:-- Afinal, velho corona Zé Agostinho, qual o teu partido: -- Oriundo da Revolução de 64, sou partidário de “Ditaduras”! – Credo, Coronel! Nunca pensei! Apresso-me a explicar:-- Mas uma Ditadura igual à de 64!  Mesmo sabendo, como dizia o velho “Churchill”, aquele famoso político inglês que vivia dizendo -- sempre com um charutão na boca e a cabeça cheia de generosas doses do seu melhor “escocês”, que a pior Democracia é melhor que a melhor das Ditaduras! Adepto de uma Ditadura sem sangue nem fuzilamentos, como a Cubana; uma Ditadura igual a de 64, quando éramos felizes e não sabíamos. Uma ditadura que se foi, para nunca mais voltar... 
Coronel Maciel.