sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Velhos Marinheiros.

Velhos marinheiros.
Conversando com pescadores, lá em Fernão de Noronha, isso naqueles velhos tempos quando eu, Capitão, Oficial de Operações do ETA-2, Recife, costumava pernoitar naquela ilha tão “afrodisíaca”, fiquei sabendo da existência, ali bem pertinho, do “Atol das Rocas”. Calculamos o rumo e decolamos, eu e o Tenente Alcântara, rumo ao desconhecido... Depois de uns trinta minutos de voo, a uns mil pés de altura, avistamos o Atol e baixamos para um rasante no nosso decidido Dakota C-47, cheio de passageiros (falo baixo p’ra ninguém ouvir rsrs), quando levamos o maior susto, surpreendidos por centenas, talvez milhares de aves marinhas, que naturalmente também estavam surpreendidas e “apavoradas” com o súbito aparecimento da nossa ave gigantesca, aves que se alimentavam de pedaços de tartarugas que eram devoradas pelos tubarões, “aprisionados” no Atol, durante a “maré baixa”. Sobrevoando o Atol, que tem um raio, talvez, de uns dois mil e quinhentos metros, ficamos observando aquela verdadeira luta pela sobrevivência nos mares, tal e qual a nossa luta pela sobrevivência na terra!  Aproamos Natal, sempre a mais ou menos mil pés, e já bem próximo à essa linda, lindíssima cidade, sobrevoávamos essas pequeninas embarcações de pescadores, e quem sabe alguns deles sejam esses velhos marinheiros que hoje conversamos fiado no velho “Canto do Mangue”... kkkk

Coronel Maciel.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Gente Humilde.

Gente humilde.
Não gosto quando alguém, bem no meio da rua, dá um grito, bem alto, me chamando: -- Ei, “Coronel”... Gosto mesmo é de andar de bermuda, alpercata de rabicho, anônimo, só, no meio da multidão! Às vezes, quando não tenho nada p’ra fazer, como agora, depois que parei de voar, pego o meu Fiatizinho branco, podia até ter um carrão, mas não, e vou lá p’ro “Canto do Mangue”, apreciar as chegadas e saídas de navios levando nossas riquezas, melões, bananas, e outras das nossas, para os europeus comerem. Depois eu fico conversando conversa fiada com os pescadores, que me conhecem como “o piloto aviador”, quando passo a contar minhas mentiras sobre aviões, e eles as suas, sobre peixes. E conversamos manhãs inteiras. Dia destes eu perguntei se é o Sol que gira torno da Terra, ou “vice-versa”. Um deles ficou me olhando, o mais embriagado, por certo pensando se eu estava mangando deles, e respondeu em cima da bucha e um fortíssimo “bafo de cana” (da boa!): -- Que pergunta é essa, “Piloto”, não tem força no mundo capaz de mexer com a Terra! -- É o Sol! -- “É o Sol que gira, gira, de porre e sem parar...”, e deu a maior risada!  E fiquei pensando naqueles tempos do Galileu Galilei, quando os Cardeais da época mandavam queimar nas labaredas das fogueiras medievais aqueles que ousavam discordar deste nosso velho e sábio marinheiro... kkkk

Coronel Maciel.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Bunda de Tanajura.

Essa briga de preto com branco, e vice-versa, briga alimentada pelas esquerdas mais filhas das putas do mundo, acontecem desde os meus tempos de criança, lá no meu Belém do Pará, no “Colégio Santa Terezinha”, colégio de uma única sala, pertinho lá de casa, onde estudavam comigo, entre outros, um menino, desses bem pretos (vou logo avisando que eu também sou preto) que vivia brigando, brigas de crianças, com uma menina, a Francinete, dessas bem brancas, com pintinhas pretas no rosto. Um dia, eu me lembro como se fosse agora, ele grita, bem alto, p’ra Francinete: -- “Sua branca aguada...” – “É melhor ser branca aguada do que preto com tu...”, até hoje eu me rio do caso.   Um “SUB” amigo meu, que foi da Banda de Música da BANT, me conta que ficou “besta de ver” descendo do avião que trazia Aspirantes Aviadores do Rio, se não me engano da turma de 64, para o curso aqui em Natal, que entre eles havia “um desses bem pretos”! Hoje presenciei um casal de turistas entrando num restaurante aqui na orla marítima de Natal; ele, um desses turistas bem brancos, lá das Escandinávias; ela, uma dessas negras lindas, tipo baiana boa, “bunda de tanajura”, toda orgulhosa de ser negra, com um casal de filhos, tipo “café com leite”, as coisinhas mais lindas do mundo, e fiquei pensando se isso se multiplicasse pelo resto do mundo, que maravilha viver, hein? kkk  

Coronel Maciel.

Rio Fresco.

“Rio Fresco”.
Quem sou eu, águia abatida, asa quebrada, reformada, “inútil na paz e incapaz para guerras” para ficar dando palpites em cima da compra desses jatinhos, suecos e supersônicos, onde dizem, não sei, que houve muita sacanagem, muita mutreta, muita roubalheira. O máximo que eu posso dizer é que, se esses bilhões de dólares que foram cair nos bolsos dos suecos, com certeza iriam cair, como dizem que caiu, nos bolsos do Lula, e até, segundo as más línguas, nos de alguns dos “nossos pilotos”; não sei.  Só sei que os suecos prometem transferir, numa espécie de “osmose”, tecnologia de ponta em voos supersônicos. Mas acho melhor ficar mesmo contando pra vocês histórias de índios. Dos “Caiapós”, por exemplo, aqueles de enormes beiços de pau, que moram lá em “Gorotire”, nas margens do “Rio Fresco”, afluente do majestoso Rio Xingu. Após pernoite na aldeia, decolamos na direção de outra aldeia, a dos seus irmãos, os Kubenkrankein, ou Kuben-kran-ken. Era manhã de um dia chuvoso, com nuvens baixas, as famosas e perigosas "Barbas de Bode", terror dos pilotos; são nuvens que costumam se enamorar das majestosas árvores, num longo abraço, iludindo os pilotos menos experientes que se aventuram a voar naquela Amazônia ainda virgem e desconhecida.
Perder-se na Amazônia, naqueles tempos, era muito fácil; difícil mesmo era se achar. -- Hoje, não! -- Estou falando daqueles nossos velhos tempos dos C-47; da aviação romântica; aviação do “arco e flecha”... -- Na hora estimada da chegada, nada de avistarmos a aldeia dos Kubens. Abrimos para um "quadrado crescente", técnica usada para quem está perdido, naquele majestoso “Inferno Verde”. Hoje não; hoje os pilotos não se perdem mais, com a ajuda dos incríveis GPS. Lá pela quarta perna avistamos fumaças, parecidas com as de uma enorme fogueira. Era a “Cachoeira da Fumaça”, onde se “escondia” a aldeia daqueles índios ainda muito arredios, que nos olhavam de longe, temerosos e ameaçadores. A fumaça nada mais era que respingos de água da enorme queda da cachoeira, respingos que subiam aos céus, como se fora um farol para orientação dos nossos bravos pilotos.
Pousamos numa pista que mais parecia uma estrada de boi e fomos recebidos com hurras, gritos e pulos dos índios e muito choro das mulheres. Meu copiloto, novinho naquelas plagas, quase chora também; mas de medo! Expliquei-lhe, conhecedor que era daqueles costumes indígenas, que o choro nada mais era que uma demonstração de alegria pela volta de entes queridos, regressando de tratamentos de saúde em Belém, Santarém, Manaus. Era sinal de que tudo estava bem, naquela aldeia solitária, cercada de milhares de araras azuis, papagaios, macacos, cachorros magros. Os “hurros” dos homens eram demonstrações de força, como acontece com os “hurros” dos canhões nas guerras entre os Exércitos dos homens ditos “civilizados”. Vou ficando por aqui; minha “autonomia” é curta... kkkkk

Coronel Maciel.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Parada Gay.

“Parada Gay”.
Confesso que já comi um viado; foi assim: Estávamos aguardando o embarque dos passageiros, lá em São Gabriel da Cachoeira, cidadezinha linda, nas margens do majestoso Rio Uaupés, bem ao norte do meu Estadão do Amazonas, e debaixo de um sol à pique de meio-dia, e de aproximadamente 40 graus, centigrados, na “sombra” da asa do meu valoroso Super Dakota C-47, quando uma voz ecoou; era a de um índio: -- Um viaaaaadoooooo!!!! Pega o viadoooo! Foi quando saíram em desabalada carreira dois cachorros, magros, que estavam também aguardando embarque, correndo ao encalço de um “viadinho lindo”! Ora, o viado, que não era gay, ficou completamente desorientado, vindo em direção onde eram guardados os tonéis de gasolina, pulou a cerca, deu azar, caiu de mal jeito, quebrou o pescoço, morreu e foi pr’o céu.  Chamei o “Guarda Campo”, amigo nosso, e “ordenei”: prepare tudo o que for preciso -- fogo, cerveja, cachaça e violão -- para quando “nóis voltar”. E assim, debaixo de um céu maravilhosamente estrelado, olhando a lua, redondona, nascendo por de trás do morro da “Bela Adormecida”, saboreamos o mais suculento churrasco de ”viado”, às margens do majestoso e para sempre nosso inesquecível Rio Uaupés... Como tudo era lindo e diferente  naqueles nossos velhos tempos... kkkk
Coronel Maciel.



sábado, 18 de novembro de 2017

Assédio Sexual.

Afinal, meus amados, digam-me por favor: o que é, o que não é, qual o verdadeiro significado desse termo tão "infringente" chamado “assédio sexual”? Abro a “FSP” e leio, perplexo, que um embaixador acaba de ser defenestrado da chefia da delegação brasileira na FAO, acusado de “assédio sexual”, e que o mesmo é “useiro e vezeiro” na prática desse pecado capital, pecado, entre outros, o de gostar de sair do banheiro com a “braguilha” aberta, com o pinto de fora, pedindo, ou mandando, que “meninas”, subordinadas suas, o ajudassem a se vestir. Não sei, e custo acreditar que, quando interrogadas por que não o denunciavam, elas dizem que não o faziam com medo de retaliações, ou de perderem o emprego, aliás e “en passant”, boca muito rica no Itamaraty. Dizem que certas estagiárias, e o presidente Clinton que o diga, quando assediadas vão dizendo, não, não e não, mas vão cedendo sempre. Não sei, nem nós sabemos. Já outros dizem que “assediou” -- e tanto faz o cara ser coronel, embaixador, aviador, um outro cara qualquer – tem que transar, se não “tá lascado”, usando de um certo “eufemismo”. Outra palavra que precisa ser muito bem definida é a tal “democracia”. Há democracia em Cuba, na Coréia do Norte, no Brasil, na terra, ou em outro planeta desses outros por aí? Não sei e acho mesmo que ninguém sabe, nem mesmo a dona Carmen, que dizem não saber, nem de entender de nada, nem de leis ou regulamentos, mas que é mais feia que defunto vivo...  kkkkk 
Coronel Maciel.




sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O Coronel Corisco.

O Coronel Corisco.
Depois que a “Carmen Lúcia”, feia como o diabo, “abriu as pernas”, os ratos dos poderes legislativos do Brasil inteiro ficaram livres das “ratoeiras”, e à vontade para roer o queijo e beber todo o leite dos nossos filhos. De modo que desisto de ficar dando murro em ponta de faca. Hoje vou lembrar pra vocês outra figura ímpar da minha querida Força Aérea Brasileira: O “Coronel Corisco”. Depois de cumprir aqueles 15 dias de prisão sem fazer serviço que o Sarney me aplicou, acabei sendo novamente transferido, desta vez de Brasília para o Rio. Em lá chegando, fui procurar abrigo no cassino da Base Aérea do Galeão. Dando uma olhadinha na “lista de hóspedes”, lá estava o nome do Corisco. É neste quarto mesmo que eu vou ficar, disse para o ”estalajadeiro”. Bati no quarto (me acompanhavam um violão, duas tristezas na mala e muita saudade de casa). Corisco me recebeu com aquele seu longo e fraternal abraço: - Mano velho, você por aqui?!-- Fiquei sabendo das sacanagens que fizeram com você. -- Seja bem-vindo ao seu novo lar... kkkkkkkkkkkkkkk e soltou uma das suas mais gostosas gargalhadas!
Corisco já estava meio "melado" (era um domingo, à tardinha; boca da noite). Perguntou se eu aceitava um cabo, ou um sargento. (Um cabo, era o mesmo que dizer dois dedinhos de pinga; um sargento... três).
Não demora muito, e já estávamos cantando as músicas do Luís Gonzaga, músicas que ele adorava tanto! Houve uma hora em que ele não resistiu tanta emoção e largou o maior "Dó de Peito”, estrondando todo o cassino: - - "Só deixo o meu Cariri... No último pau de arara...”
No dia seguinte o Corisco me prega a maior surpresa: - - Entro no quarto e dou de cara com meia dúzia de engradados de “Pilsen Extra”! -- Dúzias e dúzias de “felicidade engarrafada”; um fogãozinho elétrico “Jacaré” para fazer uns tira-gosto e um freezer. Era o bastante para matar nossas saudades.
Corisco gostava muito das histórias de Lampião: - - “Volta-Seca”, solte os presos, que o mundo já é prisão. “Corisco” lembrava o jeitão daquele outro “Corisco”, o da turma de “Lampião”. Daí o porquê dele ser conhecido na FAB como "Corisco", o nosso saudoso Coronel Intendente Eraldo Correia de Lima, hoje com toda certeza gozando as delícias de morar lá no céu, quem sabe até já um pouco "melado", degustando os melhores vinhos dos Deuses, na companhia dos anjos e das mais belas “anjas”, não importando se virgens, brancas, louras, negras, mulatas ou morenas, cantando hinos Gregorianos, nas suas noitadas entre as estrelas do céu... kkkk.  Espere por mim, mano velho!
Coronel Maciel.





quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Nem oito, nem oitenta.

Nem Oito nem Oitenta.
Sei, ou sabemos, que têm coisas que se diz, mas não se escreve; outras, que se escreve, mas não se assina; e outras que não se deve nem pensar, quanto mais publicar aqui no “Face”. Pensei em publicar tão somente no meu BLOG, mas resolvi “arriscar”, ficando assim sujeito à Chuvas, Cb’s, Relâmpagos e Trovoadas!  Esses negócios que andam dizendo por aí contra o “Caetano”, contra o “Waack”, contra certos produtores de “Holywood”, e outras coisinhas ou coisonas por aí, é bom que se diga que, hoje em dia, e diria mesmo que desde que o mundo é mundo, têm meninas de 13, 14, 15 anos que sabem coisas que muitas bisavós “duvidam”. Uma vez o “Castelo Branco” chamou o “Lacerda” para um particular, pedindo-lhe que fosse “explicar” aos Franceses a nossa “Revolução” ou a “Ditadura”, como queiram. Em lá chegando foram-lhe logo perguntando: -- Como Vossa Excelência pode nos explicar uma Revolução sem sangue? O Lacerda, com aquela sua língua inteligentíssima, afiadíssima, respondeu: -- É que Revoluções no Brasil são como “casamentos” aqui... Lógico que não estou aqui para defender tarados, estupradores de crianças, e outros débeis mentais; esses, na minha modesta opinião, deveriam ser logo “enrabados”. Quando chegamos em Pirassununga, em 64, éramos um “Grupão” de   Tenentes Aviadores, instrutores de voo, a maioria, solteiros, que ficaram, digamos, “loucos varridos”, ao ver tantas “meninas” lindas fazendo “footing” pela pracinha da cidade. Mas a concorrência era grande. Foi quando uma “comitiva” da pais e responsáveis foi “reclamar” de -- na época ainda não era comum esse termo -- “assédio sexual” contra as suas “meninas”, ao que o Comandante, atarefadíssimo, e também de língua bastante afiada, mandou o “Oficial de Dia” dizer ao chefe da comitiva, que “não era tramela de buceta de ninguém”. Ora, isso dito hoje em dia culminaria com exoneração imediata do Comando, e quem sabe até prisão perpétua! Então, amados ouvintes, nem Oito nem Oitenta; nem 24 nem “Sessenta e Nove” kkkkk, embora reconheça que isso não é motivo para risos, nem gargalhadas...
Coronel Maciel.


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

República de Bananas.

República de Bananas.
Por que no Brasil, ao contrário dos “Americanos”, nada deu certo, enquanto que lá, tudo deu certo? Taí um bom tema que serviria para despertar a criatividade dos candidatos do ENEM. Aqueles sem medo de levar zero, poderiam começar dizendo que os colonizadores ingleses, pilotando as suas “Mayflower”, foram lá para ficar, e não tão somente para roubar, e voltar, como aconteceu por aqui, costume que me parece ter vindo para ficar. Estão aí, para confirmar estas minhas mal traçadas linhas, as prisões de grandes chefões políticos desta minha ex cidade maravilhosa. Poderiam também dizer que os “católicos” vieram só para atrasar, usando só a “marcha ré”, ao contrário dos “calvinistas”, os quais, usando só “marchas pra frente”, fizeram dos Estados Unidos, tudo isso que hoje eles são. Basta, para terminar e confirmar estas minhas “mal traçadas”, dizer que foram os “Padres de Passeatas”, ao lado de alguns “Bispos Vermelhos”, os que mais ajudaram a transformar o Brasil nesta república de bananas, bananas compridas e finas, as mais gostosas da serra... kkkkk
Coronel Maciel.     

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Que será, será.



Enquanto os “Moros” da vida lutam desesperadamente para pôr  na “Papuda” os mais perigosos bandidos de “Colarinho Branco”, outros, os mais “filhos da puta”, estão por aí, soltos, dançando em festas milionárias. O mundo é dos vivos, já dizia minha vovozinha. Uns acham que para salvar o Brasil só mesmo fazendo como fizeram na China, onde, “na porrada”, e, de repente, nada mais que de repente, conseguiram-se transformar numa das maiores potências econômicas e militares do mundo! Outros acham que não; que o melhor mesmo é fazer como os “americanos”, que, nadando nas ondas da democracia, hoje são os mais ricos e poderosos do mundo! Eu, já na reta final, com o trem baixado e travado, estou na expectativa. Já demos o nosso sangue, já demos nossas almas, já demos tudo pelo Brasil! Inutilmente? Mas fico um pouco muito triste, sem muitas esperanças, com o futuro dos nossos filhos e netos que, ainda nem bem “decolaram”, só veem pela frente CB’s, Chuvas, Relâmpagos e Trovoadas. Sempre procurei incutir “nos meus” o amor pela vida militar; mais ainda pela minha querida Força Aérea Brasileira! Mas houve muito “pé contrário”... “Bolinha fora do centro” ...  Que será, será... kkkk 
Coronel Maciel.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Em busca da verdade.

Em busca da verdade.
“Não há como não ser aquilo que o mundo quer que a gente seja, dizia um filósofo baiano, “preto”, boêmio e namorador”.

Onde se esconde a verdade, respondam-me por favor, amados amantes deste mundo tão difícil de se amar? Estará com aqueles que afirmam que na França ocupada alguns franceses foram mais nazistas do que os próprios alemães, e que muitas vezes era mais fácil enganar, subornar, ou comover um nazista, do que um judeu que passara “para o outro lado”? E que o Papa Pio Xll “silenciou” durante o “Holocausto”? E que, em nome de Deus, ninguém matou mais que a Igreja Católica Apostólica Romana durante as “Santas Inquisições? Onde está a verdade, afinal, pedia o baiano “Jorge Amado”: estará na pequena realidade de cada um de nós, neste imenso universo do sonho humano, ou estará com o “Comandante” Vasco Moscoso de Aragão, Capitão de Longo Curso, que nunca foi comandante de “porra preta” nenhuma?  Estará a verdade com os que acusam o “Waack” de “não gostar de pretos”, ou será tudo “armação” das “esquerdas brancas e psicopáticas”? Estará a verdade com o “Preto” Barack “Hussein” Obama, ou com o Donald Trump, que dizem ter a alma mais “preta” que a da “Lady Macbeth”... kkkkk 
Coronel Maciel.

domingo, 12 de novembro de 2017

Cama Elástica.

Assim como a “Esquadrilha da Fumaça” era -- com os seus T-6’s, e hoje com seus “Tucanos” -- digamos, o símbolo da nossa Força Aérea, assim também era a “Equipe de Cama Elástica” da nossa antiga Escola de Aeronáutica dos Afonsos. Treinada pelo nosso inesquecível amigo e treinador “Charles Astor”, éramos convidados quase todos os fins de semana para dar demonstrações nos mais variados eventos desportivos, estudantis, nos Clubes, Colégios, etc. Estávamos também lá, no dia da inauguração de “Brasília”. Quando a nossa equipe dava demonstração no ‘Instituto de Educação”, Colégio só de “meninas” situado na Rua Mariz e Barros, lá na Tijuca, o colégio só faltava “virar”, com os aplausos e gritos estonteantes das meninas, gritos que até hoje ainda soam nos nossos ouvidos... rsrsr.  Não sei se a equipe de Cama Elástica ainda existe. Numa das minhas conversas com o Brigadeiro Camarão, eu lhe dizia: Brigadeiro, por que não termos também uma equipe aqui na Escola?  -- Mas como, se não temos nem cama, nem treinador? Foi quando eu lhe disse que havia uma nos Afonsos, novinha em folha, “Made in USA”, que nunca fora usada e estava “esquecida” num canto qualquer; o “treinador” poderia ser eu,  que fui da Equipe, e tinha alguma experiência “nesse tipo de voo”... O Camarão “topou”, consultou o Comandante da Escola no Rio, quando fui autorizado ir buscá-la num caminhão, e, após alguns meses de intensos treinamentos com uma equipe de alunos, demos uma primeira demonstração no ‘Dia do Aviador”, para uma plateia que vibrava; ao final da demonstração o Camarão veio pessoalmente nos cumprimentar... Velhos tempos...  

Coronel Maciel.  

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Operação Militar.

Operação Militar!
Já que é impossível dar o “reverso” no avião Brasil, prestes a “varar a pista”, e cair no abismo, deixe-nos pelo menos relembrar um pouco aqueles nossos velhos tempos, quando éramos felizes e não sabíamos. Num sábado de uma bela manhã, bela e muito fria, decolamos de BQ eu e o Tenente Tomé, num Beech “Mata Sete”, para Congonhas, onde nos esperavam dois professores e uma professora, todos franceses, convidados do Brigadeiro Camarão para uma Conferência para os alunos, professores e muitos convidados. Decolamos e, após alguns minutos, pane de motor. Informado do imprevisto, o Camarão me chama para um “particular”, e me “paga” uma missão quase impossível: ir buscá-los num “Regente”. Ora, o Regente vocês sabem como ele era. Perguntei: Mensagem à Garcia, Brigadeiro? Ele confirmou com aquele seu olhar de quem, digamos, confiava no “taco do subordinado”... rsrsr.  Pousei em Congonhas, ferindo todas as Regras de Voos Visuais e Instrumentos. Quando fui fazer o Plano de Voo, com os passageiros prontos para o embarque, fui informado que, por ordem superior, eu estava preso, impedido de voar. Ora, estávamos em plena “Revolução’, e só me restava uma única alternativa: colocar no Plano de Voo, “Operação Militar”! Decolamos e chegamos são e salvos em BQ, para alegria do Camarão. Mas, Brigadeiro, disse-lhe eu; vem bronca pesada por aí. Relatei todo o ocorrido, quando ele, sorrindo, então me disse: -- Deixe, comigo, Fura Bola; não se preocupe; e partimos todos juntos para o início de Conferência... kkkkk

Coronel Maciel.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Tenente "Fura Bolo"!

Tenente “Fura Bolo”!
Eu fico até meio sem jeito em contar tantas “coisinhas miúdas”, e são tantas, acontecidas durante os dois anos que servi com o Camarão, em BQ. Uma vez fui acordado em plena madrugada, devia ser lá pelas três, quatro horas, por um “soldadinho” (eu me hospedava no “Hotel Aliança) me dizendo que o Brigadeiro queria falar urgente comigo. O Camarão costumava passar noites e noites em claro, sozinho em seu gabinete, onde ele tinha um quadro negro onde escrevia seus “segredos”, em grego; era fluente também em inglês e francês. Me apresentei e ele foi logo dizendo: -- “Fura bolo”, era assim que ele, às vezes, me chamava, porque, segundo ele, eu furava tudo quanto era “CB” que aparecesse na minha frente... rsrsrs -- Fura bola, me pegue um T-6 e vá agora mesmo ao Galeão entregar esses documentos para o comandante de um C-54 que vai decolar para Washington. O tempo estava, como se diz, “ora visual, ora instrumentos”. Decolei, chegando bem em cima da hora. E voltei imediatamente, de modo que, quando o Camarão entrou no refeitório, que estava cheio de oficiais, ele, surpreso em me ver, perguntou: -- Mas você ainda não foi? E eu: - Não só já fui, como já voltei, Brigadeiro, quando ele então deu uma das suas boas gargalhadas, dizendo alegre, alto e satisfeito: ---- Este é o nosso Tenente “Fura Bolo”... kkkk

Coronel Maciel.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

ENEM na Escola Preparatória de Cadetes do Ar!

ENEM na EPCAR!
Perdi as melhores oportunidades na FAB por “minha culpa, minha máxima culpa”. Uma delas aconteceu na “Embarcada”, infeliz ocasião quando me desentendi com um “mais antigo”, quando o mandei “pra bem longe” e, como castigo, fui parar na EPC, em Barbacena, quando fiquei conhecendo o Brigadeiro que mais me impressionou durante meus saudosos anos na FAB; o Brigadeiro Camarão.  Às vezes o Camarão me chamava para conversar após o expediente.  Ainda mais depois que ficou sabendo que eu era paraense; e paraense da gema! O Camarão era um apaixonado pela Amazônia. Então, eu lhe respondia que eu só me tornei oficial da FAB porque fui para o Rio terminar a quarta série ginasial, quando também frequentei um cursinho preparatório, em Cascadura. Estudava direto, sem parar e sem descanso. Era o ano de 1956. Dizia-lhe eu: -- Brigadeiro, não tivesse sido assim, eu estaria até hoje empinando papagaio, jogando peteca, pegando pião na unha, criando galos de briga, jogando peladas nas ruas da minha querida cidade morena. Naquela época, em Belém, ninguém sabia informar direito como ingressar na FAB. Foi quando ele ficou pensando, pensando; me olhando com aquele seu olhar inteligente e perguntou se eu “topava” pegar um T-6 e ir fazer propaganda da Escola pela Amazônia. -- Aceitei na hora! -- Ainda mais quando ele disse que eu podia demorar o tempo que eu achasse necessário. Decolei com o meu T-6 abarrotado com tudo o que havia sobre a EPC. Fui à São Luís, Belém, Santarém, Manaus, até Tabatinga, divulgando o máximo possível a Escola. Os pilotos meus conhecidos da FAB, que serviam em Belém, acostumados a voar em aviões maiores e melhor equipados, voando em “Catalinas”, um avião que podia virar “uma canoa” em caso de emergência, ficavam admirados como eu me atrevia a voar de T-6 pela Amazônia.  Antes dos pousos eu “quebrava o pau”, avisando da minha chegada! -- Nos ginásios, auditórios, escolas públicas, escolas particulares, até durante uma santa missa em Santarém, durante um sermão feito por um padre amigo meu, lá estava eu fazendo propaganda da Escola. Dizia às “crianças” que me ouviam, perguntando “se era eu quem havia feito aqueles rasantes”, e como eles poderiam se tornar também um verdadeiro “pilotaço” rsrsr.  Informava tudo direitinho, numa linguagem o mais acessível possível. Para encurtar a história: --Valeu a pena! No ano seguinte o Camarão me chamou para comemorar a grande quantidade de jovens paraenses, maranhenses, amazonenses que ingressaram na EPC. -- Muito bem, “Fura Bolo” -- Nunca tantos “Amazônidas” como este ano! Muito obrigado!
Grande Brigadeiro Camarão!
Coronel Maciel.



segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Cegos, surdos, mudos...

Cego, surdo e mudo...

Que tema mais filho da puta é esse que os torturadores do ENEM inventaram para me sacanear, começou dizendo o candidato, coitado, sem saber como, nem por onde começar.  E, com medo de levar um zero logo de saída, iniciou sua redação pedindo uma salva de palmas para todos os defensores de Direitos Humanos, sejam eles brancos, negros, mulatos ou cafuzos, dizendo, baixinho, para ninguém ouvir: “que porra de tema é esse”, meu Deus, se nem pra mim, que não sou surdo, o governo consegue melhorar o ensino nessa merda de país, onde só se ouve tiros de fuzis, metralhadoras e balas ferindo os ouvidos e matando tantas crianças dentro das salas de aulas! Ora porra, para que então querer melhorar a vida dos surdos, felizes por não poderem ouvir tanta música merda por aí; barulhos de carros de som, e outros merdas por aí. Terminou sua oração tapando os ouvidos e dizendo, sem querer ferir os direitos humanos dos surdos do Brasil, que o pior surdo é aquele que quer ouvir... kkkk    
Coronel Maciel.

sábado, 4 de novembro de 2017

Redações do ENEM.

NEM... ENEM... Redações do ENEM...
Os muito bem treinados paraquedistas do Exército, e tantos outros soldados também muito bem formados das Forças Armadas, quando terminam o “Serviço Militar Obrigatório”, e são jogados no “olho da rua”, são facilmente “atraídos” pelas facções criminosas, que recebem assim de graça reforços humanos da melhor qualidade, que logo vão se transformar nesses poderosos “NEMS” da vida. Assim como as Companhias de Aviação estão aproveitando oficias aviadores da FAB que estão pedindo “as contas” à procura de melhores salários e vida melhor para suas famílias. Um ótimo negócio para as companhias e talvez um mal negócio para eles, principalmente quando se aposentam. Não sei.  A mesmíssima coisa também pode muito bem estar acontecendo nessas “severas” acusações feitas pelo Ministro da Justiça contra a gloriosa Polícia Militar do Rio. Nem todos conseguem resistir ao poder do ouro nas mãos douradas do crime, assim como nem todos conseguem   resistir poder de fogo de certas “meninas” que estão aí, cada vez mais lindas, belas, formosas e ousadas, provocando os homens, que acabam ficando parecidos com esses “felizes” cachorros de rua que ficam correndo, loucos varridos, atrás de cadelas no cio, para satisfazer, também, seus apetites sexuais.  A imprensa do mundo inteiro publica toda hora fotos de homens famosos, acusados de assédios sexuais. Não sei se mentiras ou verdades. Só sei que, segundo me diz aquele velho bardo inglês, o popular Shakespeare, as mulheres, e apresso-me a dizer, nem todas, nem todas, conseguem transformar os homens, nem todos, nem todos, em verdadeiras feras...  kkkk

Coronel Maciel.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Nota Zero!

Nota zero!
Esse negócio de “Direitos Humanos” (ou Desumanos?) que acaba de vir “à baila” bem cima da hora desse mais que torturante exame ENEM, vai tumultuar a vida e a  cabeça de muitos candidatos. Receber “um zero” vai depender, e muito, da coloração partidária de quem for corrigir a prova. Assim, se o “corretor” for um cara, ou uma cara do “PT”, e o candidato escrever que “bandido bom é bandido morto”, vai levar um zero bem redondo; agora, se disser o contrário, “policial bom é policial morto” vai ganhar um dez, com louvor! E assim poderíamos ir dando milhões de exemplos, os mais imbecis, variados e estapafúrdios possíveis: - que nunca viu um defensor de “Direitos humanos” comparecer ao enterro de um PM; que nunca viu um “Angelito Negro” pintado numa igreja; que nunca viu um “Almirante” negro, e assim por diante.  Chegaríamos ao cúmulo se algum desses metidos a “engraçadinho” diga que “preto quando não caga na entrada, cada na saída”, como se dizia, brincando, antigamente, nos meus tempos de criança (vou logo dizendo: sou um ex piloto, preto e orgulhoso!)  pois além de zero, certamente vai parar cadeia, pra deixar de ser besta. Eu seria um que levaria não sei quantos zeros se dissesse, brincando é lógico, que para ser “piloto de caça” a condição necessária e suficiente é que o “Cadete” tenha um “DNA” alemão, um nome alemão, para ser mais explícito, independente do pretendente ser um bom, um mal ou um péssimo piloto...kkkk

Coronel Maciel.  

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Negão Enganador.

“Negão Enganador”

Sei que vou irritar muitos brasileirinhos (eu também sou brasileirinho) que, assim como são apaixonados pelo Lula, são também apaixonados pelo Barack “Hussein” Obama, amigão do Lula. Mas não é só no Brasil que isto acontece; nos Estados “Desunidos” também o “Negão Enganador” continua sendo amado, adorado, endeusado, esquecendo que ele, e seu partido “antidemocrático”, um partido que não sabe perder eleições, estão fazendo: a maior degradação moral de um país que “ainda” é o berço da maior democracia do mundo. Foi durante o governo do “Hussein” Obama, e incentivada por ele, que a Europa “abriu as pernas”, permitindo a invasão desordenada dos muçulmanos, entre eles, os “homens-bombas”, os homens, e mulheres também, mais poderosos do mundo, esses que estão infernizando a vida na Europa. E foi o Obama que, esquecendo os “Paredóns”; esquecendo todos os crimes e assassinatos; esquecendo todas as ruindades que a “Ditadura Fidel Castro” fez e continua fazendo na América Latina, colocou a Bandeira Cubana ao lado da Bandeira Americana, bem no coração dos Estados Unidos! Parece até mentira! Ora, lembro agora àqueles que têm olhos, mas não conseguem, ou não querem ver: a quem interessa a degradação moral de um país, berço da maior democracia no mundo ocidental, a não ser a China Comunista, para quem, apesar de todos os pesares, eu tiro o meu chapéu, ficando sujeito à CB’s, relâmpagos, chuvas e trovoadas...
Coronel Maciel.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Previsão dos tempos.

Conforme minhas mais modestas mensagens e previsões, Temer vai ficar até o fim. Só nos resta agora contabilizar as mortes violentas que irão, cada vez mais violentas, se multiplicar, e aguardar a posse do Lula, como nosso “futuro”, um futuro que vai confirmar aquela “máxima” que diz que cada povo tem o governo que merece! Assim como o Lula, o Barack ‘Hussein” Obama, amigão do Lula, será novamente presidente, confirmado novamente a mesma máxima. E assim, a esculhambação no mundo ocidental só tende a aumentar, tudo para alegria dos chineses, que aos poucos, devagar, devagarinho, vão se apossando do mundo. Quem sabe se a disciplina férrea implantada pelos dirigentes chineses vai acabar transformando a China na maior potência militar e econômica do mundo, riscando do mapa a beleza da democracia do mundo ocidental, um mundo onde a “democracia”, a tão sonhada democracia, transformou, por exemplo, o Brasil, num antro de ratos e ratazanas onde impera a corrupção; um Brasil onde os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres...  
Coronel Maciel.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Mensagem ao "Comandante".

Ora, ora, ora, nosso Deus do céu, vir agora nosso Deus dos ares, um Tenente-Brigadeiro do Ar, do alto dos seus 66 anos, querer nos ensinar a voar! Todos nós, velhos pilotos “hangarados” podemos até ser “inúteis na paz e incapazes para guerras”, mas não somos “esses caras” que só começam a ficar valentes quando passam para reserva”, e outras ofensas e impertinências. Não estou aqui para falar em nome de ninguém. Quem quiser que se defenda a seu modo e educação. Eu, como sou mal-educado, vou logo dizendo: -- Que porra é essa! Que “CB” é esse que nós entramos? Sou contra qualquer intervenção militar hoje no Brasil. Mas, por mais que eu pense, pense, pense, não vejo outra solução... -- Mas uma “Solução Final” à moda “Fidel Castro”, e em nada igual à nossa de “64”, aquela que foi uma verdadeira “água com açúcar”; aquela que  ficou passando panos quentes nas bundas desses terroristas que hoje infernizam o Brasil. Uma outra revolução que, embora desejada por muitos, hoje se mostra praticamente e inteiramente impossível! “Militares nunca mais”. Garanto, porém, meu “caro” Comandante, que, no lugar de tantos grandes empreendimentos que todos nós ajudamos construir, a EMBRAER, o “Galeão, “Cumbica”, só para citar coisas mais afins com a nossa Força Aérea, houvéssemos construído imensos “Paredóns”, proporcionais aos que Fidel Castro fez em Cuba, garanto que o Brasil não seria essa merda que é hoje...

Coronel Maciel.     

domingo, 22 de outubro de 2017

Dia do Aviador.

Dias de Aviadores!

Todos nós temos na vida casos idos e vividos para contar aos nossos “queridos netinhos”, casos acontecidos durante anos e anos pilotado aviões, por este imenso Brasil. Hoje fiquei relembrando um desses dias, um dos mais inesquecíveis de toda minha vida. Foi quando pela vez primeira pisei o solo da minha jamais esquecida “Pirassununga”. Me apaixonei na hora pala linda cidadezinha, lotada das mais lindas “paulistinhas”! Cheguei de ônibus, se não me engana da empresa “Pássaro Azul”! Os outros chegavam de aviões. Cheguei só, como sempre gostei de chegar. Farda, roupa, espada, tudo junto no meu “Matulão”, feito um “retirante” nordestino!  Peguei um taxi, um “Fusca” novinho 64, e parti para a Escola. A estrada era só poeira! Mas antes, diga-se de passagem, parei para comprar uma garrafa da ‘51”, que sempre foi uma das minhas eternas companheiras! Ela, e os livros do Jorge Amado. Aliás, aproveito a oportunidade para dizer que foi a “51”, os livros do Jorge, minha viola, os quais, juntos, me ajudaram a ser muito mais um feliz “Aviador” e muito “menos” Oficial! Mas sem nunca abusar da diferença! Daí a razão de ter entrado em todos os Quadros de Acesso por Antiguidade; mas em todos eu recorri e venci! Continuando a saga.   Cheguei na Escola. Alguns oficias estavam sentados na entrada do Cassino. Cumprimentei a todos assim meio sem jeito, já que eu parecia mais um retirante, suado e todo empoeirado.  Peguei um quarto isolado, tomei uma, depois outra, tomei um banho, me deitei e fiquei assim pensando: é o verdadeiro início de minha vida profissional. De 1957 a 1963, foram anos de aprendizado. A partir de agora, neste início de 64, passarei a ser Instrutor de Voo em aviões T-6, para Cadetes de Estágio Avançado, fazendo parte da primeira turma de Instrutores de Voo do Destacamento Precursor da atual Academia da Força Aérea. Sempre achei que é ensinando que se aprende a voar.  E foram os anos de instrução em Pirassununga que me ensinaram todos os truques necessários e suficientes que me fizeram “escapar” com vida de todas as inúmeras “leaozadas” que fiz durante mais de trinta anos voando na minha querida Força Aérea Brasileira. Como o meu espaço é curto, vou ficando por aqui...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

A Volta do Boêmio.

A volta do Boêmio! (Nelson Gonçalves)

Aécio Neves, mais conhecido nas “Noites de Orgias” cariocas como “Aecinho do Pó”, voltou ao ninho antigo. Isto se deu logo após o “Supremo” arriar as calças, ou melhor, logo após a Carmen arriar suas calcinhas, permitindo a volta do boêmio bonitão e cheio de charme! Ora, dirá o “Nem” lá de Porto Velho, por que eu também não posso voltar? Ora, por que o Lula também não? No meio de tantas voltas, o melhor mesmo é eu voltar a ficar calado, se não vão acabar dizendo que eu estou querendo a “Volta de Ditadura”...  kkkkk
Coronel Maciel.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Rezas, choros e velas...



Abro a janela do meu quarto, e ”tá lá o corpo estendido no chão”.  Foi a vez de um cachorro desses bem vira-latas recém atropelado nesse trânsito cada dia mais louco, cachorro que logo ficou rodeado de gente por todos os lados, comovidos com os “gritos” alucinantes do pobre. E fico pensando quantos são aqueles que ficam muito mais comovidos com mortes de “vira latas”, do que com as centenas de mortes acontecidas lá em “Mogadício”!  Ora, Mogadício ninguém sabe onde é que fica, assim como americanos, franceses, ingleses, etc., ainda pensam que Buenos Aires é a capital do Brasil, e que também não se comovem com as centenas de mortes violentes que diariamente se multiplicam no Brasil, coisas que já se tornaram tão banais, que hoje ninguém mais chora.  Razão pela qual acho a coisa mais inútil do mundo ficar reclamando dessa corrupção que nos devora, e que só vejo uma única solução, solução esta que muita gente anda rezando, chorando, implorando por aí. Vou ficando por aqui, pois todo mundo sabe que falamos melhor quando ficamos calados...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

"Fico"!

 “Fico”.

Abro a janela do meu quarto e vejo lá longe, sobrevoando as águas verdes dos mares de Natal, os “Tucanos”, isolados ou em voo grupo, em mais um dos eternos voos de instrução para os novos “Aspirantes”, igualzinho àqueles nossos velhos tempos. A história que se repete.  Abro as janelas da minha imaginação e vejo lá longe, lá nas mais distantes fronteiras, em todos os nossos “Postos Avançados”, na Terra, no Mar, no Ar, as Forças Armadas cumprindo seu papel, indiferentes a tudo de errado que acontece no Brasil. “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação” digam ao o povo que “Fico”, diz Temer, imitando “Pedro Primeiro”.  Ruim comigo, pior sem migo...
Coronel Maciel. 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Velha Águia - Coronel Maciel: Pato no Tucupi.

Velha Águia - Coronel Maciel: Pato no Tucupi.: Pato no Tucupi... Como os nossos “inimigos” nos conhecem tão pouco e tão mal! E como se torna cada vez mais difícil mostrar aos nossos f...

Pato no Tucupi.

Pato no Tucupi...

Como os nossos “inimigos” nos conhecem tão pouco e tão mal! E como se torna cada vez mais difícil mostrar aos nossos filhos e aos filhos dos nossos filhos, como era aqueles nossos velhos tempos! É que os nossos “inimigos” tomaram conta de tudo; tomaram conta das nossas Escolas; das nossas Universidades, e como nossos filhos e netos se tornam cada vez mais presas fáceis de professores, mestres, doutores, “reitores”, refiro-me agora àqueles que se tornaram especialistas em “Lavagem cerebral”. Tomaram conta também da “mídia”, da imprensa, “o mais poderoso de todos os exércitos”, movedores que são das massas ignaras! Mesmo assim continuarei, mesmo já velhos, cansados, desiludidos, continuaremos tentando mostrar como naqueles nossos velhos tempos tudo era diferente! Às vezes eu me pergunto se os militares americanos, por exemplo, são também chamados de gorilas, assassinos, torturadores, como nós, brasileiros. Ora, com certeza que não! Com certeza muito pelo contrário! Os militares “americanos” são chamados para combater “inimigos externos”, ou para combater as grandes tragédias da natureza,  A não ser na Segunda Mundial, quando nossos “pracinhas” foram servir de “buchas de canhão”, tão despreparados que estavam para enfrentar o frio e os preparados soldados alemães, as nossas Forças Armadas sempre foram acionadas para enfrentar “inimigos internos”, o pior dos inimigos; os mais falsos, como por exemplo  esses guerrilheiros que deixamos infantilmente escapar e que se tornaram os maiores corruptos e corruptores que hoje tanto envergonham o nosso tão assaltado e tão desprotegido Brasil! Ora, ao combater esses inimigos internos, ficamos sendo o alvo preferido de seus incessantes ataques. Sei que não adianta agora ficar chorando o leite derramado.  Mas um dia há de chegar, quando, já cansados de tanta desordem, de tanta miséria, de tanta roubalheira, os brasileiros acordem, e o Brasil volte a ser o Brasil que todos os brasileiros merecem!   
Coronel Maciel.

sábado, 7 de outubro de 2017

Círio de Belém.

                                       Círio de Belém.

Estávamos no auge da “Ditadura”! E me lembro agora cumprindo uma missão transportando o Ministro das Comunicações Higino Corsetti, numa longa viagem pelo interior do Norte/Nordeste, naquele grande esforço que todos nós fazíamos para melhorar as comunicações por este imenso Brasil, um Brasil que não “falava” com ninguém. Nem o Norte com o Sul, nem o Este com Oeste. Acompanhava o ministro sua esposa, pois nos muitos municípios onde eram instaladas as torres e linhas de transmissões dos sinais os prefeitos também se faziam acompanhar das suas respectivas.

Num dos nossos pernoites, foi em Fortaleza, fiquei sabendo pelo Ajudante de Ordem do Ministro que o casal completaria 25 anos de casados, no dia seguinte. A missão era feita no popular C-47, vulgo Dakota, equipado com “confortáveis” poltronas, e o meu “copila” era o meu grande amigo Tenente Alcântara. Bolamos então um “audacioso” plano que, se desse certo, nos renderia bons frutos!

Mandei comprar 25 rosas vermelhas “gigantes” e fizemos um cuidadoso “briefing” antes da decolagem para Teresina. O Taifeiro de bordo, também um ótimo corneteiro, era um enorme “criolão”! -- criolão, eu digo muito carinhosamente, sem conotações pejorativas. Muito aprumado nos seus quase dois metros de altura e vestido todo de branco. Orgulhoso da sua nobre profissão. Ele ficaria segurando as rosas; eu ofereceria as “vermelhonas” à esposa do Ministro, e o Alcântara, o discurso.

Voávamos bem alto, no topo das nuvens, evitando as fortes turbulências.  O piloto automático ligado. Acordamos o casal e, mui educadamente, ofereci à senhora as 25 lindas rosas vermelhas. Foi quando ela quase chora de tanta surpresa e emoção... O Alcântara fez então um dos seus mais emocionantes discursos, contumaz que era “em faltas dessa natureza”. Pois bem; dali em diante demos adeus aos pernoites nos alojamentos dos nossos Destacamentos, passando a pernoitar nos melhores hotéis, comendo do bom e bebendo do melhor. Um dos pernoites foi na minha linda cidade morena Belém do Pará, exatamente no dia do Círio, com o casal apreciando procissão da sacada de um Hotel situado na Avenida Presidente Vargas. A grande procissão mais parecia imensa cobra humana se arrastando pelo chão. Durante vários anos, por ocasião das festas natalinas, eu recebia uma caixa de vinhos de uma pequena fábrica que o Ministro possuía nos seus pampas gaúchos; e um cartão de boas festas assinado pelo simpático casal.

Era nos bons tempos da “Ditadura”...

Coronel Maciel

 



quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Ouro de Tolo! (Raulzito)

Nossa! Quanto roubalheira! Quantas barras de ouro! Meu Deus do céu! E ainda tem “jornaleiro” por aí dizendo que está tudo bem; que as “Instituições” estão funcionando bem, tudo etecetera e tal e coisa e coisa e tal. Tudo melhor que naqueles nossos velhos tempos quando o Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco tomou conta dessa “porra” que virou o nosso tão grande, tão querido e tão desmoralizado Brasil! Castelo Branco meteu o pau mesmo!  Meteu o cacete em vagabundo agitador. Mas naquele tempo o Brasil funcionava! E funcionava bonito! – Você podia dormir na rua, de bunda pra cima, todo ensaboado, com relógio “de ouro” no pulso, que ninguém encostava! Castello Branco uma vez leu nos jornais que seu irmão, funcionário da Receita Federal, ganhara um Aero-Willys, carrão da nossa época, como “presente” oferecido pelos colegas da repartição, “pelos bons serviços prestados”. Castelo ficou “puto” (fala baixo, coronel) telefonou mandando ele devolver imediatamente o carro. O irmão, coitado, ainda tentou argumentar dizendo que se devolvesse ficaria desmoralizado no cargo. Castelo foi dizendo: – Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo se você vai ser preso ou não! kkkkkkk.
Coronel Maciel.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Curto e grosso!

O que será que esse italianozinho de merda, esse tal de Hélio Gaspari, pensa que é, para esculhambar com os nossos saudosos generais, nossos grandes heróis de 64? Só porque, mortos, eles não sabem se defender? Mas não duvidem, seus “jornaleiros cheinhos de merda”, tem muitos filhos e netos daqueles velhos generais em plena atividade, prontos “para o serviço”!  Ora, ora, ora; vá lamber um ovo sem babar o outro, cara! Teve um outro, também articulista dessa folha que lhes dá abrigo, que pediu pelo amor de Deus para eu tirá-lo da minha lista, pois minha espada, embora enferrujada, ainda fura! “Não me comprometa, ele me pedia! ” -- Sempre que as coisas começam a ficar pretas essas coisinhas à toa logo aparecem. Medo de quê? Da espada “curta e grossa” do Mourão? 
Coronel Maciel.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

A Vida Continua!

Las Vegas (Vegas, para os íntimos) não pode parar. Obama (Hussein Obama, para os íntimos...) “chora”, pois, também não quer parar.  Assim como seu “amigão” Lula, quer voltar a presidir. Eu não gosto do Obama. Milhões de americanos gostam. Não sei quantos, mas milhões de brasileiros também gostam! Muitos acham que ele é muito mais “militante islâmico queniano”, que cidadão americano. Não sei. Só sei que imprensa do mundo inteiro está do lado dele. Muito mais para Obama – Lula, do que para Trump-Bolsonaro, por exemplo.  A mente move as massas. Ou melhor, a imprensa move as massas; ou melhor ainda: jornalistas movem as massas! Donos de jornal, jornalistas, e jornaleiros são coisas completamente diferentes. Trump foi a “Puerto Rico”. Os “Furacões”, sejam eles machos ou fêmeas, são inevitáveis. Consertar pra quê? Perguntam os “descrentes”, se amanhã eles voltarão, e voltarão cada vez mais devastadores, pois a terra esquenta cada vez mais!  No Brasil, os “furacões”, sejam eles também machos ou fêmeas, “voltam sempre”. Lula de novo? Consertar pra quê?
Muitos acham que eu escrevo melhor quando escrevo sobre os nossos  “causos” na nossa querida Força Aérea Brasileira... kkkk

Coronel Maciel.

domingo, 1 de outubro de 2017

"Rouxinóis do Rio Negro"!

Quantas e quantas vezes, mecânicos, radiotelegrafistas, pilotos, todos juntos, todos nós que fazíamos parte das tripulações dos aviões do Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo sediados na inesquecível Base Aérea de Belém, pernoitamos nas antigas missões “Salesianas”, ao longo do majestoso Rio Negro. Após o café da manhã, antes da partida, o piloto comandante era solicitado pela Madre Superiora, “Reitoras das Missões”, a escrever algumas linhas sobre aqueles inesquecíveis pernoites; um agradecimento qualquer; uma letra qualquer.
Lembro-me bem daquele dia que pernoitamos em Jauaretê, mais uma das pequeninas pérolas situadas no extremo noroeste do meu grande Estadão do Amazonas, região conhecida como “Cabeça do Cachorro”, devido à semelhança desenhada pelos limites do Brasil com a Colômbia se parecer com a cabeça de um cachorro. É lá que os “Rouxinóis do Rio Negro” constroem seus ninhos. Com suas penas “mais negras que as asas das graúnas”; com penas douradas que lhes cobrem o papo, eles ficam tão mansos que voam para o mais alto das árvores frondosas, para depois voltar, ao primeiro chamado dos seus donos.
Os nossos aviões se assemelhavam muito àqueles lindos rouxinóis: --Voavam, voavam, voavam bem alto, para depois vlotar ao ninho antigo. Mas alguns não voltaram; alguns não voltaram, jamais...
Naquele dia, a nave americana “Columbia” havia sido lançada ao espaço sem fim. Foi então que eu, aproveitando a “deixa”, escrevi a seguinte mensagem no famoso “Livro das Freiras”:
“Neste tão lindo dia quando a nave Columbia realiza o seu segundo vôo orbital em torno da terra, uma outra nave, muito mais velha e muito mais querida, estará também cruzando os céus amazônicos, transportando em suas asas as cargas divinas da esperança! Voando e transportando as mais esperadas lembrancinhas de amor; os milagrosos remédios, os médicos, os dentistas, velhos jornais; velhas revistas que eram distribuídas pelas comunidades ribeirinhas ao longo do Rio Negro, e deste majestoso Rio Uaupés!”
E, como todo aviador tem sua veia romântico-poética, “solenizei” aquela “despedida” com os seguintes versos, em cima da bucha!
     “E a nave Columbia,
      Lá do alto, lá do céu,
      Não se cansa de dizer:
      Oh Dakota, meu irmão!
      Que sejas sempre fiel
      Ao Capitão Maciel
      E sua tripulação...”

Tudo era motivo para sadias brincadeiras que fazíamos naqueles velhos tempos sobrevoando a imensa, a linda, a majestosa floresta amazônica!

Coronel Maciel.






sábado, 30 de setembro de 2017

Sabe Deus?

Sabe Deus? -- Se tu me amas ou me enganas...

Se meus cabelos brancos não me enganam, era a Elbíssima Ramalho que, antigamente, cantando, nos dizia que era muito melhor mesmo o Nordeste ficar “Independente”! Leio nos jornais -- confio quase nada no que dizem os “jornais”; aprendi que imprensa do Brasil e do mundo está completamente “dominada”, nas mãos dessas esquerdas “malucas”. Mas, como todo “bom piloto bracinho”, também aprendi separar fatos de opiniões; separar Cúmulos de Furacões. Dizem eles que a Catalunha seria a região rica da Espanha, querendo se separar do Sul, sul que “seria” igual, ou quase, ao nosso tão pobre, tão seco, mas tão querido Norte-Nordeste! O que nós, brasileirinhos do Norte e do Sul, queremos mesmo é nos livrar dessa cambada de FDP’s (evite palavrões...) cada vez mais ricos, fazendo de nós brasileirinhos cada vez mais pobres, sem pingos de esperanças. Até quando, eu não sei... Sabe Deus?...  Sabe o Mourão? ... kkkk
Coronel Maciel. 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Antes que o Brasil afunde!

Antes que o Brasil afunde!
Esse caso dos parentes do senador “Jucá”, me fez lembrar o quanto era diferente os tempos do governo do Brigadeiro Ottomar, lá em Roraima. Quantas vezes o Ottomar convidou as nossas tripulações para pernoitarem nos alojamentos do próprio Palácio do Governo. Uma vez acordamos cedo para mais uma missão, quando fui surpreendido pelo Ottomar que passara a noite inteira acordado, trabalhando, e se preparava para comparecer, como governador, na parada de 7 de setembro. O Ottomar, assim como o Brigadeiro Camarão, costumava passar noites inteiras acordado, trabalhando, solitário, no seu gabinete! Esse caso lá em Roraima parece com esse acontecido aqui em Natal. Lá, os filhos e enteados “Jucá” estão sendo investigados pela Polícia Federal que apura um “desviozinho” de 32 milhões, conforme leio, mais uma vez perplexo, nos jornais.  Aqui em Natal também corre um “bizu” dizendo que o terreno onde foi construído o novíssimo aeroporto pertencia à família Alves, a família que mais manda e desmanda por aqui. Um dos seus filhos, ex presidente da Câmara dos Deputados, tal e qual o Eduardo Cunha, encontra-se também “engaiolado”! O mais interessante é que a “pista de pouso” do aeroporto que leva o nome do pai de toda a família, o governador Aluísio Alves, já falecido, e que foi “cassado”, não sei se por corrupção ou coisa pior;  dizem seus eleitores, mui injustamente, pela Ditadura, que muito insistem em dizer “Ditamole”, -- “está afundando”!  O que me deixou mais “P da Vida” (evite palavrões, me dizem) foi ao ficar sabendo que a pista foi construída pelos “engenheiros” do Batalhão de Engenharia; que pena! Seria bom “Exército” explicar direitinho o que aconteceu, para ver se salva a honra do Batalhão! Ou então que chamem logo a Comara, “Comissão de Aeroportos da Região Amazônica” para consertar, Comissão que foi também Administrada pelo Ottomar, que construiu não sei quantos aeroportos na difícil região amazônica, “pistas” que até hoje nunca afundaram! Ontem uma velhinha, tão velha quanto eu, me perguntava, na fila do supermercado -- Pô, coronel, quando é que vocês vão meter um pouco de ordem nessa verdadeira esculhambação? ... Antes que o Brasil afunde... kkk

Coronel Maciel.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Nó nas tripas!

Em época já bem remota; quase esquecida, eu era Cadete do Ar, e, além de gostar muito de voar, gostava também muito de ouvir o nosso professor de química, o saudoso professor Boaventura, que nos brindava sempre com cinco, seis ou dez minutos de política, antes de começar a falar de átomos com suas valências e bivalências. Falava daqueles tempos tumultuados com a renúncia do Jânio; a posse de João Goulart, vice do Jânio, do Tancredo Neves, entre seus íntimos -- "Doutor Tancredo", avô do atual Aecinho Neves, entre seus íntimos -- “Aecinho do Pó”, que me parece não ter herdado as malícias das velhas raposas políticas mineiras, pois perdeu o título e hoje se encontra solto durante o dia e preso durante a noite. Não sei se em noites de orgias. Tancredo, como vocês estão cansados de saber, morreu dias antes de tomar posse, vítima de “nó nas tripas”. Eu também, há uns 15 anos, também fui vítima desse mal, quando, operado pelo “SUS”, perdi mais de um palmo de tripas, das grossas! Fiquei bonzinho, graças ao “SUS”...

Quando fui tirar meu novo Título de Eleitor; na hora de responder à lindíssima e muito bem-educada morena que me perguntava, bem baixinho pra ninguém ouvir, em quem eu iria votar, eu, olhando bem dentro dos seus lindos olhos morenos, respondi: - - Já estou tão velho e tão desiludido com a política que acho que nem vou votar; só vim aqui para cumprir o que manda essa maldita lei de voto obrigatório. Ela me olhando também bem dentro dos meus lindos olhos cobiçosos, me falou: - - Que nada, vô, o senhor está em plena forma... – E sorrindo um lindo sorriso sussurrou nos meus alegres e esperançosos ouvidos - - Vote no Aécio... Ele é a nossa mais jovem e única esperança... 
Coronel Maciel. 

domingo, 24 de setembro de 2017

Paraíso Perdido.

 Muita gente “boa” por aí com medo -- para não dizer se cagando de medo, o que é muito feio dizer -- do Generalíssimo Mourão! Por quê Fidel, mesmo depois de morto, continua mandando na “América Latina”? Ora, porque, ao invés de ficar passando panos quentes em bunda de terroristas, como nós ficamos, Fidel botou mesmo pra quebrar! Numa única madrugada mandou Che-Guevara, seu filhinho da puta mais querido, me desculpem novamente o “paradoxo”, fuzilar mais de 600 cubanos, só porque se negaram a rezar pela cartilha comunista! Pode? De modo que, como não somos filhinhos daquelas, é melhor mesmo deixar como está pra ver como é que fica...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Solução Final!

Solução Final!

A única forma de colocar o Brasil novamente em forma é deixar as Forças Armadas sob o comando único do General Mourão, e deixar ele agir conforme “se fizer necessário”. Garanto que em seis meses, ou no máximo um ano, o Brasil voltará a ser o Brasil que os brasileiros merecem!
Coronel Maciel.

31 de março de 64!

Recordar é viver. 31 de março de 64.
Povão! Povão é Povão! Povão é massa ignara! Povão é boiada! Povão bate palmas; lota estádio de futebol; povão é “Rock in Rio”! Povão implora por justiça! Eu também sou povão! Povão é presa fácil do primeiro discurso de políticos profissionais. Povão está novamente pronto para assistir a mais um jogo de cartas marcadas, onde os participantes jogam para plateia, visando as próximas eleições. Corruptos julgando corruptos não pode dar em nada!  Já falei mais de mil vezes que o Temer vai até o fim, não sei o que vem depois. Quem sabe Lula novamente. Sempre que a situação vai ficando cada vez mais preta, começa a caça às bruxas; caça aos militares. Hoje leio nos jornais: -- Há 40 anos, a PUC de São Paulo foi alvo da última grande operação da ditadura contra o movimento estudantil. Lembro como se fosse hoje, quando tudo começou!  31 de março de 64; eu, tenente novinho, era instrutor de voo nos aviões “T6”, para Cadetes do Terceiro e último ano antes do “Aspirantado”! Todos nós éramos os Precursores da hoje Academia da Força Aérea!  Minha vida era voar! Foi quando o Comandante do Destacamento Precursor da Escola de Aeronáutica de Pirassununga, Coronel Miguel da Cunha Lana, toca “reunir” para todo seu efetivo, informando os avanços das forças libertadoras e dizer do nosso apoio à “Revolução Redentora”, que deu início a mais de vinte anos, anos quando éramos felizes e não sabíamos...

Coronel Maciel. 

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Único certo!

O Único Certo!
Só quem já passou sabe como são difíceis os primeiros dias de um “aluno” numa Escola Preparatória de Cadetes. Quanta saudade daquela “boa vida” em casa; levantar-se sem ter que arrumar a cama; saudades dos carinhos da “mãezinha querida”; ter que enfrentar o “trote”, que hoje eu nem sei se ainda existe, mas que no meu tempo era pesado até demais! Enfrentar aquela rotina; aquela “correria” o dia inteiro, que só acaba com o toque de silêncio, para começar tudo de novo, com o toque da alvorada. Alguns “novinhos” tinham certa dificuldade, no início do curso, em coordenar o toque do tambor da Banda de Música com o movimento dos braço e pernas, quando logo aparecia um “gozador” para dizer que aquele era o “único certo”. Era uma luta diária que durava seis anos, para os que entram no primeiro ano, até a declaração de “Aspirante”, quando pensamos que “somos o rei da cocada preta”, e que todas as garotas do mundo estarão facilmente ao alcance dos nossos beijos e abraços! Ledo engano, pois, quando menos se espera, somos devidamente “fisgados”. E a vida continua cada vez mais intensa, cada vez mais exigente, obrigações com a pátria, com os “aviões” e agora com a família toda! Tudo durante trinta, quarenta, cinquenta anos até a passagem para a “Santa Reserva”, quando a vida continua, agora e sempre pilotando a mesma “velha companheira”... É quando começamos a sentir saudades daqueles bons tempos que não voltam mais, dizendo “começaria tudo outra vez, se possível fosse, meu amor. Mas o que eu queria mesmo dizer é que o aluno novinho logo aprende a marchar, o que não acontece com esse Ministro Gilmar Mendes, que se acha o “único certo”, nesta sua velhice cada vez mais vergonhosa.
Coronel Maciel.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Mourão para Presidente!

Mourão para Presidente!

Todo mundo sabe que a única coisa “realmente” democrática no mundo, é a morte! Assim como todo mundo sabe que, sem as Forças Armadas, não haveria democracia no Brasil! Democracia ou morte! Palmas para o General Mourão, Gauchão Macho do Culhão Roxo, a voz que mais alta se alevanta em defesa da nossa tão ameaçada democracia!
Coronel Maciel.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Generais "Mourão".

Esse General Mourão “de hoje” tem o mesmo DNA daquele general Mourão “de ontem”, aquele que desceu comandando suas colunas das Minas Gerais, em defesa da pátria, 64? Se tiver... pode dar merda... kkk  -- Eu me lembro muito bem! Era trinta e um de março de 64; as Forças “Amadas” do Brasil estavam em marcha acelerada na tentativa de livrar o Brasil do perigo vermelho! -- Base Aérea de Santa Cruz, a Base Aérea mais forte e mais bem equipada do Brasil. O Coronel Rui Moreira Lima, seu comandante, decola para identificar a coluna do General Mourão que estava chegando das Minas Gerais. Moreira Lima sabia muito bem como parar “colunas”, pois já havia feito isto na Itália, contra colunas alemãs. Naqueles tempos, Moreira Lima lutava contra o nazismo, contra o fascismo. Mas, anos depois, respondendo interrogações “tinhosa-capciosas” de um entrevistador, que lhe perguntava se teria coragem de “metralhar” a coluna do general Mourão, respondeu: -- Quando eles viram o meu avião, foi um verdadeiro “espalha brasa”; “um verdadeiro pega-pra-capar”... -- Se eu tivesse dado um tiro haveria gente correndo até hoje... -- Mas o avião estava desarmado... -- Eu fazia um simples voo de reconhecimento...”.
-- Que coisa mais triste, meu Deus! -- Não sei que força estranha é essa que as esquerdas possuem; forças demoníacas capazes de fazer um Major-Brigadeiro, como era o Moreira Lima (morreu aos 93...), descer das suas consagradas alturas para vir se juntar aos porcos. Forças capazes de fazer os nossos atuais comandantes se manterem assim tão humildes, tão calados... 

A paixão começa com a compaixão; e ter compaixão por terroristas é o mesmo que lhes abrir portas para novos crimes! 
Coronel Maciel.

Palmas para Raquel!

“Sete anos de pastor Jacob servia Labão, pai de “Raquel”, serrana bela...”
Muitos, com eu, não acreditam que Jesus Cristo era filho de Deus; mas acreditam, como eu acredito, que Jesus era uma pessoa exatamente igual a todos nós, porém dono de uma personalidade tão forte, tão dinâmica e tão importante, que jamais foi nem nunca será igualada! Jesus foi também o precursor do movimento romântico no mundo; mesmo com as “arbitrariedades” dos homens mais  românticos do mundo, quais sejam os pilotos, os  poetas, os amantes, seresteiros  e  namorados,  quando disse a  alguns desses muitos “carolas” que infernizam a vida dos amantes que exigiam que Jesus se pronunciasse contra Madalena, hoje para mim a mais  respeitável e venerável de todas as Santas do mundo, acusada de adultério, proferiu a mais “romântica” das   sentenças: -- Quem se achar livre dessa culpa, que atire a primeira pedra!
Jorge Amado, o grande baiano Jorge Amado, “comunista de alma branca”, criador do “Quincas Berro D´água”, um dos muitos “filósofos-românticos” do cais da minha querida Bahia de Todos os Santos e do Pai Santo “Jubiabá”, quando, no auge de mais uma das suas muitas noitadas homéricas, regadas com muita cachaça e viola, dizia que “não se pode dormir com todas as mulheres do mundo, mas deve-se fazer força”,  e que “quando um homem morre, ele se reintegra em sua mais autêntica respeitabilidade, mesmo que tenha cometido loucuras na vida”, mas que tem seus lugares garantidos nos “inferninhos” existentes nos cantos escuros dos céus...

Coronel Maciel.

sábado, 16 de setembro de 2017

A Montanha e Maomé.

Se a Montanha não vai a Maomé, Maomé vai à Montanha! Temer vai a Trump conversar sobre a Venezuela. Sobre o inferno que o comunismo transformou a Venezuela. Quem vai conversar com Trump sobre o inferno que os comunistas estão transformando o Brasil? Quem? De que lado estão as Forças Armadas Venezuelanas? De que lado estão as Forças Armadas Brasileiras? As nossas estão caladas. Quem cala, consente? E se as nossas “Forças” resolverem dar um basta nessa esculhambação que virou o Brasil, Trump vai nos apoiar?  Lógico que não!  Muito pelo contrário! Vai botar o rabão entre as pernas! Os americanos deixaram toda essa merda acontecer, ao abandonar a América Latina nas mãos dos comunistas. Mas os Furacões Caribenhos estão aí, prontos a nos vingar! Os “Islâmicos”, também! O “Coreano” também! kkkkkkkk

Coronel Maciel.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Que merda de paísé esse?

Que merda de país é esse que vocês nos deixaram?

Já falei mais de mil vezes que pode chover canivete, mas o Temer vai até o fim. Depois dele, ninguém sabe. Quem sabe até novamente o Lula. Não sei. Só sei que a corrupção vai continuar, sendo a de amanhã pior que a de hoje! Todo mundo sabe que a corrupção é a base do todo regime comunista. E o mundo inteiro sabe que os comunistas é que mandam no Brasil. Tentamos, em vão, acabar eles; mas demos com os burros n’água. Foram mais de vinte anos de muita luta, para não dar em nada. Dizem que se houvéssemos feito como fez o Fidel Castro, isto é, imensos e sanguinários “Paredóns”, proporcionais ao que ele fez em Cuba, o Brasil hoje seria o prolongamento daqueles mais de vinte anos, quando éramos felizes e não sabíamos. Agora é tarde. O sonho acabou. A única arma que os brasileirinhos, e eu também sou brasileirinho, temos é o “voto”. E estamos aí, com “armas nas mãos”, prontos a reeleger as mesmas caras de sempre. A mesma “árvore genealógica”. Os mesmos bandidos de sempre. De modo que é bobagem pensar que alguma coisa possa mudar, a não ser que algum desses “novinhos de hoje” queiram fazer alguma coisa, coisa que eu duvido muito. E que eu, apesar de ser um tanto quanto maluco-beleza-ateu, dou “Graças ao meu bom Deus”, rezando para que eles se mantenham dentro dos seus velhos tanques, navios e aviões, esperando que seus filhos e netos logo venham lhes dizer: -- Que merda de país é esse que vocês nos deixaram, seus “porras”?
Coronel Maciel. 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

É preciso saber viver!

Não é de hoje que venho tentando mostrar ao meu "querido povo brasileiro" quem é o Sarney, aquele que, quando Presidente desta república de bananas, mandou me prender por quinze dias, sem fazer serviço, só porque publiquei na primeira página do “Jornal do Brasil” de um domingo umas poucas verdades sobre o seu governo furacão. Vejo que agora o “Marimbondo de Fogo” não se endireitou, voltando às colunas policiais. Quando o Sarney assumiu, assumiu também os novos dirigentes na minha querida Força Aérea, os quais chegaram com a “Força do Cão”, ou melhor com “Força Total”, com “Manete à Pleno”, atirando contra a administração do Brigadeiro Délio Jardim de Matos, remanescente da “Ditadura” (na verdade “Ditamole”...) o qual, diga-se de passagem, nem me conhecia. Eu era um simples Chefe do Gabinete do Brigadeiro Castelo Branco, na época Comandante do Segundo Comar, que, por ser da “Turma” do Délio foi intempestivamente exonerado, para não dizer expulso, e substituído por um tal Brigadeiro Luís, o qual, ao assumir, me chamou para um “particular” dizendo que eu seria também imediatamente “expulso”, de nada valendo eu dizer que os meus filhos seriam os mais prejudicados. Fui parar em Belém do Para, e de lá, pouco depois, fui transferido para Brasília, onde, já muito “Puto da Vida”, publiquei as “verdades”, o que me acarretou além dos 15 dias nova transferência para o Rio, quando não aguentando mais tantas sacanagens pedi minhas contas, e hoje estou aqui, feliz da vida, deitado em minha rede olhando de longe os aviões tucanos, sobrevoando, lindos e fogosos, as águas verdes dos mares da Natal. Como é bom saber viver! Pobre, paupérrimo, mas longe, bem longe das grades da “Papuda’... kkkk

Coronel Maciel.

sábado, 9 de setembro de 2017

Balas ou Rezas e Orações?

Quando eu vejo o Papa pedindo, orando, suplicando aos milhares e milhares, talvez milhões e milhões de “Católicos” Colombianos que esqueçam e perdoem as atrocidades praticadas pelos guerrilheiros  das FARC, penso em como seria bom que o Papa fizesse um “Toque e Arremetida” aqui no Brasil, e pedisse também aos  milhões e milhões de “Católicos” Brasileirinhos que esqueçam e perdoem os crimes, os assaltos aos cofres públicos, as eternas  roubalheiras e tantas outras atrocidades que continuam sendo praticados por esses guerrilheiros das “FARB”, Forças Armadas Revolucionárias do Brasil, que tanto mal já nos fizeram, e continuarão fazendo, a não ser que o Papa, com suas rezas e orações, venha nos salvar. Precisamos mesmo é de “balas”, é o que dizem os muitos que não acreditam mais em rezas e orações...   
Coronel Maciel.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Esses meus Cabelos Brancos.

77 idos e bem vividos. Velho? Só por fora! Por dentro, o mesmo “Cadete” de sempre! Mas como eu tenho me judiado tanto! Judiado com minhas “Bombas de Pressões”! Com o Fígado, então!  Este, sim, tem razões de sobra para se vingar. O pulmão é outro. Maltratado pelo fumo durante nem sei quantos anos. E a minha cabeça? – Ah! – Minha cabeça! Esta, nem é bom falar. Quantas vezes pecadora até demais...
 E o coração? -- Tuc-tuc-tuc -- Incansável! -- Este, sim! Este eu juro que nunca fez mal a ninguém! É bem verdade que muitas vezes foi fraco, foi mole, foi aflito; ora chateado, ora feliz; ontem medroso, hoje corajoso! Mas sempre disposto a compreender os maus e a perdoar os invejosos. Um coração que nunca deixou de amar o canto pequenino onde nasceu e a carreira linda que abraçou!  As estrelas dos meus tempos de menino continuam a voar comigo, corrigindo-me o rumo certo!
O meu velho coração agradece a lembrança de todos vocês, e deseja que seus velhos e os novos corações continuem -- Tuc-Tuc-Tuc -- guerreiros incansáveis contra o tempo!

Coronel Maciel.

O Buraco do Camelo.

Quem tem cu tem “medo”!

E quem ”procura” acha... É mais fácil um camelo entrar no “buraco” de uma agulha que o Janot provar que não sabia de tudo...  Agora, sem brincadeira: - Por muito menos o Getúlio suicidou-se...
Coronel Maciel.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A Doutrina Monroe.

“O continente não deveria aceitar nenhum tipo de intromissão europeia sob quaisquer aspectos, isto é, “América para os americanos”.  Eis o que preconiza a tal Doutrina. Mas deixaram que o “Comunismo”, que acabou na Europa com a queda do “Muro de Berlin”, viesse se intrometer desastradamente na “América Latina”. Fidel Castro, que derrotou os “gringos” na Baia dos Porcos, encarregou-se de disseminar esse maldito comunismo, principalmente aqui no Brasil. E o pior: ajudado pelos próprios “gringos”! Sim! Foi quando o Jimmy Carter, do famigerado partido Democrata Americano, um partido que não sabe perder eleições, veio ao Brasil aliar-se à também famigerada Igreja Católica e outros bichos e bichas, ajudando a entregar o Brasil nas mãos desses corruptos comunistas que hoje estão aí, transformando o Brasil “na maior merda”, no dizer do também famigerado Lula. Todo mundo sabe que a corrupção é a base de sustentação de regimes comunistas. E todo mundo sabe que a maioria dos integrantes dos nossos “Três Poderes”, mais de noventa por cento, foram “doutrinados” ainda nos bancos escolares. E, como também todo mundo sabe, não há “ex-comunistas”, assim como não há ex-cornos e outros “ex” por aí.

De modo que eu fico até com pena dos “Nossos Queridos Irmãozinhos do Norte”, quando são atacados, sem dó nem piedade, pelos inelutáveis “Furacões”, sejam eles “Machos ou Fêmeas”. Dizem que será preciso mais, muito mais de cem bilhões de dólares, para consertar os estragos. Dinheiro que sairá dos bolsos de todos nós, “brasileirinhos” espalhados pelo mundo inteiro. Jamais dos bolsos dos próprios americanos. Mas os “Furacões”; os “Koreanos”; os “Homens-Bombas” estão aí, prontos a dar o troco! 
Coronel Maciel.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Culpa de quem?

Culpa de quem?

De nós, militares? Do nosso singular analfabetismo? Dos nossos intelectuais; dos nossos “artistas”? Da Igreja Católica? Do “Pedro Álvares”? O “Paraguai” é o céu? O Brasil é o inferno? Quantos policiais morreram por lá, este ano? Quantos? Afinal, digam-me por favor: culpa de quem? E por que choras tanto assim, rapaz... chega, já é demais...  Se é por causa de mulher é bom parar, porque nenhuma delas sabe amar... kkkk
Coronel Maciel. 

domingo, 27 de agosto de 2017

O aventureiro avança!

O “aventureiro” avança! Conquista milhões de famintos nordestinos! Quanto mais miséria e fome mais aumenta sua fama. Assim como aumentava a do Helder Câmara, antigo bispo vermelho de Recife!  O sonho acabou. Virou pesadelo. Chegamos ao fim do poço, rumo à Venezuela.  Hoje, domingo azul da cor do mar, vou saindo por aí, pilotando meu Fiatzinho branco, um velho calção de banho; meu velho amigo violão!  Me esperam lagostas grelhadas e louríssimas bem geladas! Vou seguindo por aí... Irmão de coisas fugidias... -- Quem for podre que se quebre; quem for besta morra triste... kkkkkk
Coronel Maciel. 

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Basta!

Basta, dizem os “Controladores de Voo”! Basta de esculhambação e desordem! Nós, e somente nós, poderemos, de imediato e sem uso do fogo da metralha, parar esse voo de um “Brasil” tão desgovernado, num mergulho fatal, rumo ao desconhecido! Basta! Até que “tripulantes responsáveis” assumam o Comando, antes que algum aventureiro o faça...
Coronel Maciel.

Trombas D'água.

Trombas D’água!

“Difícil é andar no afiado fio de uma navalha”; “mais difícil é o caminho da salvação”! O que é “salvação”? Difícil é chegar a ser um “Papa”; difícil é chegar a um rico “Pastor Protestante”. Difícil é ser um Deputado, é ser um Senador, uma das melhores “Bocas Ricas” do Brasil e do mundo! É difícil chegar a “Coronel”? E depois de tanto nadar, “morrer na beira”, ou é melhor “nadar, nadar e nadar” até acertar na grande sorte de servir no “exterior”, importante passo para conseguir voar até as “estrelas”? Nunca fui chegado a frequentar “reuniões sociais”, outro importante passo na vida militar.  Sempre preferi ficar na “moita”, ao lado das minhas “coisinhas à toa”.  Mas sei o quanto é necessário e importante seguir os grandes passos e regras, para coroar suados esforços. Muitos acham que os militares, depois de “expulsos do paraíso”, passaram a pensar muito mais em si, e nas suas famílias, deixando o Brasil morrendo nas baias de todos os santos ou nos rios, furos e igarapés da minha querida Amazônia. Sonhar em servir no exterior, ganhar um dinheirinho extra, viver um pouco melhor na reserva, eis o que restou dos nossos antigos ideais!  Depois de tantas humilhações, de tantos adjetivos tão pouco qualificativos, só resta àqueles ainda “na ativa” sonhar em comissão no exterior, importante passo para chegar às “estrelas”, pouco importando que “Trombas D’água” continuem afogando o Brasil...  
Coronel Maciel.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Nada foi em vão.

É mais fácil morrer ou viver por uma causa, por uma religião, por um grande amor? “Militantes islâmicos”, que muitos consideram os homens mais poderosos do mundo, preferem morrer por suas causas e assim poderem mais cedo gozar eternas “Luas de Mel” nos céus. Já outros, os “ Militantes Católicos”, que muitos consideram os mais sofredores do mundo, preferem viver em eternas lutas. Uns, em tristes “jejuns”; outros em sofridos “jejuns sexuais”, na esperança de dias melhores nos céus. Eu, que passei grande parte da minha vida voando “pertinho do céu”, e que nunca acreditei em tão divinas esperanças, sempre preferi gozar minha vida aqui mesmo ne terra, sem nunca pensar em fazer mal a ninguém, mas sempre pensando em “amar e ser amado”. Quantas vexes querendo fazer um bem, estamos fazendo um mal. Quantas vezes pensando abrir os olhos daqueles que vivem mergulhados em ilusões, acabamos lhes fazendo mal, ao lhes mostrar a verdade. O que é a “verdade”?  “Manchastes com nódoas de realidade nossos belos mundos de sonhos”. Passei longos anos da minha vida sempre acompanhado de minha “51” e do meu “plangente” violão. Hoje, velhíssimo, depois de já ter “bebido todas” e perto dos meus setenta e sete mil quilômetros bem ou mal voados, gosto mesmo é de relembrar o meu passado, relendo minhas hoje tão amigas, tão antigas e tão saudosas “Cadernetas de Voo”, sempre dizendo assim: -- Começaria tudo de novo, se possível fosse, meu amor... Nada foi em vão...

Coronel Maciel.

domingo, 20 de agosto de 2017

Vozes da seca.

Vozes da Seca!

Uma vez ele disse: “Foda-se a Constituição”. Foi logo no início do seu primeiro ano de governo, ao ser informado que a Constituição não o permitia expulsar do país um jornalista norte-americano que publicou seu grande apreço pela famosa “Caninha 51”.  “O pais não nasceu para ser a merda que é”, diz ele agora!  “Tenho que chegar como galo de briga. Falando grosso”. Não duvido nada que ele “chegue lá“, para “gáudio” do Maduro. Ficar pior do que está, é impossível ficar!  A única coisa que Lula se “caga de medo” é outra 64! Daí, ele ter dado 34 brigadeiros (bombons) supersônicos, para manter os Brigadeiros calados.  Não sei o que deu, para manter Generais e Almirantes assim também tão calados. Graças a Deus, digo eu: -- Boca fechada não entra mosca... kkkkkk
Coronel Maciel. 

sábado, 19 de agosto de 2017

Que Alá nos proteja!

São mais de dois bilhões os Muçulmanos no mundo! Mais do que “Católicos”. Desses, dois milhões são “Homens-Bombas”, os mais poderosos homens do mundo! Alguns estão em plena atividade, infernizando a vida na Europa. Outros, estão na “escuta”, aguardando melhores “oportunidades”. Militantes de Alá, eles se tornaram cada vez mais radicais após os “americanos”, ajudados por países amigos europeus, colocarem a corda no pescoço, enforcando o Saldam Hussein. Quem procura, acha! A “CNN” americana mostrou ao mundo inteiro cenas do vil enforcamento. De onde menos se espera, as “Bombas” aparecem. “Remember” as gêmeas de Nova York! Mais perigosos que os “Homens--Bombas” islâmicos, no Brasil temos os “Homens-Bombas-Corruptos”, que parecem também imbatíveis! Assim como no caso dos homens bombas islâmicos, cujo “DNA” se transmite de pai para filho, os nossos também: -- Filho de peixe, peixinho é! Estão aí os filhinhos dos corruptos, segundo os passos dos pais. Assim como não vejo como acabar com a fúria dos islâmicos, não vejo como acabar com a fúria dos corruptos do Brasil.  Nessa luta, já não podemos mais contar com a ajuda dos militares, que, expulsos do paraíso, estão dentro dos seus velhos tanques, navios e aviões assistindo, “vacinados”, o circo pegar fogo. Que Alá nos proteja.
Coronel Maciel.