quinta-feira, 14 de abril de 2016

Últimos suspiros!

Será que dona Dilma e seus asseclas aprenderam alguma coisa, nesses seus últimos esperneios e suspiros? Ou vão continuar pensando que continuaremos a ser eternos “brasileirinhos” alienados, bestas, imbecis?  
Quantos anos teremos agora pela frente para colocar o Brasil novamente nos trilhos? Dez, vinte, trinta anos? Depois do “impedimento”, dona Dilma vai direto pra “Papuda”, ou vamos deixar que ela, antes de cair, usando pela última o “seu Aero-Dilmão”, saia pelo mundo chorando “lágrimas de crocodila”?
 Ainda bem que ela jamais poderá culpar as Forças Armadas pela “tragédia”. Seus Generais inteligentemente souberam usar a “cabeça”, deixando para nós, militares da reserva, incapazes para “guerras”, mas sempre prontos -- mesmo fardados de pijama; as espadas enferrujadas – a cumprir nossa missão, a de honrarmos até o fim nossos velhos e eternos juramentos!

Coronel Maciel. 

domingo, 10 de abril de 2016

Rezem por mim!

Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental—Já dizia o “poetinho-vagabundo-comunista”, o Vinicius de Moraes, demitido do Itamaraty, onde era embaixador, pelo grande general, o Arthur da Costa e Silva. Ninguém pode negar que Vinicius de Moraes, assim como o Chico Buarque; assim como tantos e tantos outros, todos do mesmo naipe, representam a fina flor da mais alta malandragem.  
Assim como ninguém pode negar que eles, assim como tantos outros, agora ainda mais com essa tal “Lei Rouanet”, foram grandes divulgadores da arte, literatura,  música, e outras mais  belas artes. Assim como não se pode negar que todos eles são comunistas inteligentes. Mas é bom saber também que inteligência é uma faca de dois gumes. “Fernandinho Beira-Mar”, “o Nem”, o  “Zé Dirceu”, o “Genoíno”, e tantos outros por aí, todos têm inteligências criminosas!   
Ser comunista também é “fundamental” para vencer na vida aqui o Brasil, assim como no resto do mundo. Ou no mínimo “simpatizante”. É só dar uma olhadinha nos ganhadores de prêmios “Nobeis” da Paz e Literatura. “Imortais” de Academias; ser “Doutores”, Senadores, e tantas outras “bocas ricas”. Dizem até que soldado para ser cabo, coronel ser general, hoje em dia com as Forças Armadas nas mãos de tantos comunistas, tem que ter sua carteirinha assinada e carimbada dizendo-se  “Militante do PT”.

Mas o que eu queria mesmo dizer é o seguinte: o meu tempo aqui na terra fica cada dia mais e mais curto; sendo assim preciso ser cada vez mais “curto e grosso”. Por isso torno a dizer, embora, como alguém já me disse, eu esteja fazendo papel de “inocente útil”, ajudando sem querer cada vez mais  esse PT. Mas vou lhes dizer mais uma coisa: Dona Dilma não vai cair e o Lula, se não morrer, será de novo presidente. Muito embora o Brasil nas mãos desses dois ladrões “misericordiosos” de tantas enganosas bolsas vá acabar se tornando um imenso cemitério. Serão tantos os mortos vitimas de tantas doenças; mergulhados na pobreza; no mais vil dos desempregos; agora ainda mais com a chegado dessa fatal “meningite”, que serão tantos os mortos  vítimas  de tantos assaltos, “envoltos em seus lençóis,  gemendo pelas ruas”, que faltarão coveiros para o enterro de  tanta gente,  que quando o Brasil acordar,  já será tarde demais! Rezem, para que eu esteja errado!
Coronel Maciel.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Pérolas do Rio Negro.

Enquanto as coisas não melhoram por aqui, e elas infelizmente só tentem a piorar, vamos lembrar coisas boas! E coisas boas para mim, em termos de aviação, era voar na Amazônia. Que legal! Quantas e quantas vezes, mecânicos, rádio - telegrafistas, pilotos, todos juntos, todos nós que fazíamos parte das tripulações dos aviões do Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo sediados na inesquecível Base Aérea de Belém pernoitávamos nas antigas missões “Salesianas”, ao longo do majestoso Rio Negro. Naqueles velhos tempos havia o Trinômio FAB – MISSIONÁRIOS -- ÍNDIOS. Hoje nem sei se essas missões ainda existem. O “Trinômio” eu sei que não existe mais.
Após o café da manhã, antes da partida, o “Comandante” era solicitado pela Madre Superiora, “Reitoras das Missões”, a escrever algumas linhas sobre aquele pernoite; um agradecimento qualquer pela simples, mas sempre amiga acolhida. Uma simples mensagem; qualquer coisa assim.
Lembro-me daquele dia em Jauaretê, pequenina pérola esquecida no extremo noroeste do grande estado do Amazonas, numa região conhecida como “Cabeça do Cachorro”, devido à semelhança desenhada pelos limites do Brasil com a Colômbia se parecer com a cabeça de um cachorro. É lá que os “Rouxinóis do Rio Negro” constroem seus ninhos. Com suas penas mais negras que “as asas da graúna”; com suas penas douradas lhes cobrindo o papo, esses lindos rouxinóis ficam tão mansos que voam para o mais alto das árvores frondosas, para depois voltar, ao primeiro chamado dos seus donos.
Os nossos aviões se assemelhavam àqueles rouxinóis. Voavam, voavam, voavam e depois voltavam ao ninho antigo. Mas alguns não voltavam; alguns não voltaram, jamais...
Pois bem. – Naquele lindo e inesquecível dia a nave americana “Columbia” havia sido lançada ao espaço sem fim. – Foi então que eu, aproveitando aquela grande “deixa”, escrevi a seguinte mensagem no famoso “Livro das Freiras”:
“Neste tão lindo dia, quando a nave americana Columbia realiza o seu segundo voo orbital em volta à terra, outra nave, muito mais velha, porém  muito mais querida, estará cruzando os céus da Amazônia, transportando em suas asas as cargas divinas da esperança! Estaremos voando e transportando as tão esperadas lembrancinhas; os tão esperados bilhetinhos; as cartinhas de amor; os milagrosos remédios, os médicos, os dentistas, os jornais; as velhas revistas para serem distribuídas pelas comunidades ribeirinhas ao longo do Rio Negro, e deste majestoso Rio Uaupés, comunidades tão carentes das novidades das cidades grandes”.
E, como todo aviador tem sua veia romântico-poética, “solenizei” aquela despedida com essas minhas “mal traçados linhas”:
“E a nave Columbia,
Lá do alto, lá do céu,
Não se cansa de dizer:
Oh Dakota, meu irmão!
Que sejas sempre fiel
Ao Capitão Maciel
E sua tripulação!”

Tempos que não voltam mais...
Coronel Maciel




quinta-feira, 7 de abril de 2016

Eu amo as Forças Armadas!

Eu não presto, mas eu te amo.
Eu não presto, mas eu te amo.
Eles vão meu bem/Condenar-me em cada gesto
Vão dizer também que eu não presto.
Acontece que já não é o que estão falando.
Grande Reginaldo Rossi! Por onde você anda, rapaz?  Alegrando as anjas e as santas dos céus? Aqui vai o meu abraço e notícias do nosso Brasil!

No meio de tantos relâmpagos, chuvas e trovoadas as Forças Armadas vão tirando suas “casquinhas”: Aviões P-3AM Orion ali; jatinhos supersônicos aqui; um navio para Marinha acolá. E assim vamos nós! Antes pouco do que nada! Veja você mais essa grande “jogada”: dona Dilma mandou calar a boca daqueles seus asseclas contumazes em denegrir nossas imagens! Dona Dilma sabe muito bem do que esses generais são capazes! Eles sabem que eu não presto, mas eu amo os meus soldados! Eles sabem que eu não presto, mas eu amo as Forças Armadas!
Coronel Maciel.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Que "porra" de país é esse?

Por que nos roubam tanto? -- Será que só no Brasil é assim? Mas que nada, meu falido coronel! Desde os tempos de Cabral que a história se repete! Passando pelos portugueses que nos fizeram o maior arrastão, até o baiano Rui, quando, reclamando de tanta roubalheira, nos dizia:- - De tanto ver triunfar as nulidades...
 Mas nunca como hoje nos roubaram tanto! Nunca, como nesses tempos do PT. A não ser na época da “Ditadura”, naqueles bons tempos quando éramos felizes e não sabíamos; no governo daqueles velhos generais, os únicos que entraram pobres e saíram mais pobres ainda do poder, nunca o Brasil foi roubado tanto como somos hoje, neste governo “Dilma Rousseff Pasadena”!  Até o “New York Times”, o jornal mais lido e talvez o respeitado do mundo, publicou em letras “garrafais” o maior caso de corrupção já havida no Brasil, “quiçá” no mundo! Quanta vergonha! E o pior é que além dessa roubalheira toda, estamos sendo assaltados pelos mais perigosos e mortais tipos de gripes e de “microcefalias”.  
Além dessa incrível roubalheira praticada pelo Partido dos Trabalhadores, o Partido que mais desempregou  trabalhadores no Brasil, trabalhadores, coitados, que não tendo como alimentar seus filhos, recorrem aos assaltos à mão armadas, assaltos que nem de longe se comparam aos assaltos à  mãos desarmadas que nos fazem os bandidos de “Colarinhos Brancos”.  
E o pior é que ninguém faz nada. Nem eu, nem os brasileirinhos como eu. A não ser ficar assistindo, pasmados e ababacados, esses ladrões de casacas ficarem se acusando, se “matando”, na presença dos holofotes, mas entre beijos e abraços nas suas grandes farras com nosso cada vez mais desvalorizado dinheiro, pelo Brasil e “Off Shores” do mundo!
Arre égua: -- que “porra” de pais é este que vocês nos deixaram, dirão nossos filhos e netos, com todas as pedras nas mãos!
Coronel Maciel. 



segunda-feira, 4 de abril de 2016

Daqui não saio!

Daqui não saio/Daqui ninguém me tira.
Onde é que eu vou morar?...
Sei que o senhor tem razão de querer/A casa pra morar/
Mas onde eu vou ficar?
Tempo bom das marchinhas inocentes dos nossos antigos carnavais! Dona Dilma, no fundo, no fundo, tem vontade de renunciar; mas lhe falta coragem, pois tem medo de cair no colo duro do Moro, quando então tudo pode acontecer!  O Moro não refresca!
Outra coisa: esse negócio dela invadir a cabine do “Aero-Dilmão” durante seus milionários passeios turísticos pelo Brasil e pelo mundo, para reclamar da “pilotagem” do Comandante.  Ora, todo mundo sabe que o Comandante de um avião no exercício de suas funções manda mais que Volta Seca do Bando de Lampião! – Poderia mesmo, se tivesse aquilo roxo, lhe dar voz de prisão por colocar em risco a segurança do voo! (Ah, se fosse comigo!)
Quem gostava de sacanear os pilotos dos jatinhos do GTE, Grupo de Transporte de Gentes “Especiais”, era o Zé Serra. Pois esse grandessíssimo “fela”, antes de sair do avião, em vez de cumprimentar a tripulação, como faz o Barack Obama, mandava os pilotos recolherem pedaços de jornais e restos de comida que ele de propósito jogava pelo chão, dizendo cinicamente:--Já que vocês não fazem mesmo nada... “Fultaqeofariu”, ah se fosse comigo! (Quando na reserva, ou atrás da “telinha”, a gente fica é corajoso... kkk)
Mas é por essas e outras que eu sempre preferi voar nos meus velhos Dakotas C-47, sobrevoando os “verdes mares”; o imenso “Inferno Verde” da minha querida Amazônia, sem nenhuma “autoridade” à bordo querendo me ensinar a voar...

Coronel Maciel.

sábado, 2 de abril de 2016

Depois de mim, o Dilúvio.

E se dona Dilma não aceitar o “impeachment” e pedir para o Lula “incendiar” o país, hein coronel? De que lado os Generais,  Brigadeiros, Almirantes posicionarão seus tanques, navios e aviões, considerando-se que todos eles receberam suas “estrelas” das mãos douradas de crimes do PT; das mãos dela, a nossa terrorista “Comandante-em- Chefe”, hein? -- Me diga logo, sem titubear! 
Quem sou, meu Deus, como diria o Almirante “Barroso”, pra responder tão difícil “pergunta de prova”! Perguntem aos ventos, às ondas dos mares, aos boêmios sonhadores e inadaptados, e eles não saberão responder.
Dirão aqueles mais afoitos:- - Por trás do “Estado de Sítio do Pica-Pau-Amarelo”, dona Dilma vai mandar construir enormes “Paredóns”, à moda Fidel Castro.

Coronel Maciel.