domingo, 21 de agosto de 2016

Esqueçam seus ódios e rancores!



“Endeusaram a morena tanto-tanto, que ela resolveu me abandonar”, já dizia o Ataulfo Alves. Endeusaram tanto-tanto as “meninas de ouro” que elas resolveram abandonar as de “bronze”; ao contrário dos “meninos de bronze” que ganharam as de ouro! Coisas da vida!
Quantas e quantas vezes o tiro sai pela culatra. Quantos filhos; quantos filhos tão queridos, tão amados pelos pais, acabam se tornando seus piores “inimigos”, ao desenvolverem um ódio tão grande e às vezes tão mortal contra seus pais. Mas o contrário também acontece! E é o que acontece agora na Europa, principalmente na Alemanha, “a qual”, querendo se penitenciar dos hediondos crimes praticados contra milhões de judeus, no “Holocausto”, abriram as portas para milhões de imigrantes muçulmanos, que agora querem transformar a Europa num “Oriente Médio”.
É o caso dessas Olimpíadas, quando os atletas militares são criticados pelos “paisanos” que não aceitam que façam “continência” na hora de receberem suas “medalhas de ouro”. Parece que as nossas qualidades ferem seus orgulhos.
Os ingleses, depois de perderem em outras Olimpíadas para suas antigas colônias na África, resolveram investir pesadamente na formação de seus atletas, que hoje ocupam, se não me engano, o segundo lugar. Dizem que cada “medalha de ouro” custou milhões de dólares aos súditos ingleses. Com muito, muito menos, nossas Forças Armadas conseguiram e poderão conseguir muito, muito mais! Basta que nos deixem trabalhar em paz e esqueçam seus ódios e rancores.
Coronel Maciel.         

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Não somos babacas! (Cazuza)



Que o Brasil virou a mais completa esculhambação depois que os generais foram “expulsos”, não resta a menor dúvida. Sempre fui contra o Brasil sediar esses “grandes eventos esportivos”. Todo mundo sabe que não estávamos em condições de sediar nem “Copa do Mundo” de pelada de praia, quanto mais essas bilionárias “Olimpíadas”. Mas já que nos “obrigaram”, não é possível que agora, depois da tantos esforços e o “sangue, suor e lágrimas” de milhões de brasileirinhos que, mesmo passando fome e morrendo nos corredores sujos dos nossos imundos hospitais, aceitaram o “desafio”, venham agora esses nadadores americanos esculhambar ainda mais com o nosso tão grande, tão humilhado e tão traído Brasil. O mundo inteiro exige explicações!
Não sei se nossas “autoridades” terão peito e coragem de manter “presos” esses nadadores que não conseguiram “fugir”, até que expliquem melhor esses “mergulhos”  que inventaram;  os que conseguiram se escafeder jamais voltarão, assim como jamais voltarão os pilotos do “Legacy” que “assassinaram” mais de 150 brasileiros, num voo quem sabe  “bêbado’ e muito “louco”, sobrevoando a selva amazônica, lugar que os americanos pensam que só tem índios, assim como eles pensam do que  resta do Brasil. Bastou uma simples advertência feita pelo poderoso governo americano e as nossas autoridades “abrirem logo as pernas”, no maior desrespeito pelos familiares das vítimas que até hoje esperam “por justiça”, como sempre.
O mundo inteiro exige explicações!
Coronel Maciel.
  

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Somos iguais!



Lá pelos anos 80, quando eu servia como Major-Aviador no Primeiro Comando Aéreo Regional, em Belém do Pará, fui “escalado” para ver de perto o que “os americanos” estavam querendo descobrir na foz do Rio Amazonas. A missão ia ser realizada em uma aeronave do mesmo tipo que a FAB “comprou”, o “P3-AM Orion”. E a minha “função a bordo” era a de tentar descobrir o que os americanos estavam tão interessados em saber o que havia na foz do nosso grande rio. Botos e jacarés eu sabia que não era.
Fui “ver de perto”, atendendo ao gentil convite das “autoridades americanas”. Mas, apesar de ter sido muito bem recebido pela tripulação, eu estava intrigado com o convite. O que eu ia fazer à bordo daquela tão muito bem equipada aeronave, pertencente à mais poderosa força aérea do mundo, anos luz na frente da nossa? – Mas ao mesmo tempo eu me dizia que em termos materiais eles podiam estar muito, muito na nossa frente; mas não em termos de pessoal.  Nesse ponto e naquela hora eu me sentia igual a eles! Só não podia “ostentar” as mesmas “medalhas de guerras” que eles, tão somente porque eu não participara das tantas guerras que eles mesmos criam ao redor do mundo; tanto guerras em defesa da democracia; como guerras em defesa dos seus interesses particulares. Assim sendo, não temos as mesmas oportunidades de mostrar os nossos valores; aquelas mesmas oportunidades que tiveram os nossos pilotos nos céus da Itália, na segunda mundial.
A missão dos pilotos americanos era a de pesquisar as variações da temperatura das águas na foz do nosso grande rio, desde a superfície, até o fundo do mar. Esse mesma missão era feita na foz de todos os grandes rios do mundo, fonte de saídas de ricas e estratégicas matérias primas. Era um voo muito preciso, muito bem planejado e controlado, e que seria a única maneira de se saber, numa guerra, se por ali passara algum “submarino nuclear”, cuja passagem provocaria variação na temperatura das águas profundas. Era um voo muito parecido com as pernas de voo de aerofotogrametria que fazíamos,  voando nos C-130 do 1/6 GAV, em Recife.
Se faço esse “arrodeio todo” é tão somente para mostrar que os nossos pilotos, assim como os nossos atletas, principalmente, e aqui puxo brasas para minhas sardinhas, os nossos “atletas militares” -- tão capazes quanto aos “atletas americanos”, e de outros “grandes”, que tão orgulhosamente recebem suas merecidas medalhas de ouro, ao som de seus vibrantes hinos nacionais!
Tecnologias avançadas; caças supersônicos; armamento nuclear; VLS (Veículos Lançadores de Satélites), prêmios Nobel, “atletas de ouro” e outras “coisinhas” assim -- não são como bananas, que plantando dá. Precisam de muito sangue, muito estudo, muita dedicação, muito suor, muitas lágrimas...
Coronel Maciel.





domingo, 14 de agosto de 2016

Sangue de barata?



Ora, querer me dizer que se o Brasil tivesse sido colonizado pelos “Ingleses” e os “americanos” pelos portugueses, a América seria igualzinha o Brasil de hoje, é querer ser “Olímpico” demais!  E que seria preciso fazer uma grande transfusão de sangue de atletas americanos, ingleses, japoneses e tantos outros menores e melhores, para melhorar o sangue dos atletas brasileiros, que, dizem, tem muito de sangue de barata. E o que dizer do “sangue” das piscinas brasileiras?
Dizem as más línguas que o Brasil precisaria de mais “atletas militares”, e de mais, muito mais, atletas generais de quatro estrelas e douradas medalhas de ouro, “pra recomeçar” ...  
Coronel Maciel.