sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Breve análise da corrupção no Brasil.

Breve análise da corrupção no Brasil. “Passagem baixa”.
A corrupção, estou me referindo ao Brasil, começou com “Cabral” (não sei se o Cabral de hoje, o “Sérgio”, governador, é parente do “Pedro”, o descobridor), aumentando na época da “Colonização”, quando os portugueses quase transformam a nossa tão querida  Minas Gerais num grande buraco, tanto foram os minerais preciosos transferidos rumo à Portugal, vítimas da corrupção; foi aumentando, aumentando,  até que, durante a chamada “Ditadura”,  decresceu bastante, quase sumindo, bastando lembrar caso do “Aero Willys” que o irmão do Castelo Branco recebeu de presente, e por isso foi imediatamente destituído do cargo e quase preso;  bem  como quando o Figueiredo mandou o Havelange enfiar no rabo a proposta do Brasil sediar “Copa do Mundo”; e aumentou de forma assustadora, “exponencial”, após a famigerada “redemocratização”, até chegar aos dias de hoje, quando se alastrou de forma pior que a “Febre Amarela”. E como não há vacina contra “corrupção”, nem meia nem inteira, não sei como, nem quando ela vai acabar; ou mesmo se pode acabar.  Dizem que só com o advento de outro “Castelo Branco”, baixando no corpo do Bolsonaro.

Coronel Maciel.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Velhas Árvores.

Velhas Árvores.
Quando eu vejo o Papa Francisco, rodeado de chilenos; de índios chilenos; não sei se também de militares chilenos da época do Pinochet, todos rezando e acreditando em tudo o que o Francisco diz: em outras vidas eternas nos céus, eu fico por aqui assim pensando: e se ele estivesse passeando aqui no Brasil, será que estaria naquela foto, ao lado da Lula, fazendo parte daquela turba de intelectuais e artistas? Será, meu Deus, que eu seja o “único certo” ao não acreditar em nada do que me dizem? Que eu seja igual à Cecília Meireles quando me diz, baixinho, que um dia estarei mudo, “mais nada”? Não é possível que tudo termine em nada! Eu só queria que alguma amiga ou amigo meu, nem que fosse o meu maior inimigo, jogasse um chupado caroço de manga, caído daquelas frondosas mangueiras lá do meu Belém do Pará, bem em cima da minha sepultura, e assim eu pudesse viver uma nova vida, agora uma frondosa mangueira, quando então o homem, o inseto, a fera, à minha sombra viessem se abrigar, livres de fome e de fadigas, e em meus braços viessem se aninhar as cantigas e os amores das aves tagarelas, como nos versos do Olavo Bilac...

Coronel Maciel.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Baile dos Artistas!

Nossa, como o Brasil está cheio de “artistas”. É artista por todo lado! E “todos” ligadíssimos às esquerdas malditas; e “todos” mamando na Lei Rouanet; e todos torcendo pelo Lula da Silva, o rei dos ladrões e do “pulo do gato”, o rato-guabiru que até hoje ninguém conseguiu botar lá na Papuda, e do jeito que as coisas vão, ninguém vai conseguir. Não sei o que vai acontecer com ele, no próximo dia 24. Mas vamos supunhetar que ele não possa mais concorrer com o Bolsonaro. Quem, para o seu lugar? Se a minha “sagacidade” política não me engana, será a Dilma Rousseff. Mas, tomara; tomara, e peço, e rogo ao meu bom Deus e todo poderoso para que ele não vá querer fazer com a dona Dilma, o mesmo que ele queria fazer com a “Mariazinha do Rosário”, a meu ver uma mulher “incomível”...  

Coronel Maciel.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Coitadinho do "Herzog"

Coitadinho do “Herzog”.
Abro a “Folha de São Paulo” e dou de cara com o retrato do “Herzog”, com a corda no pescoço. Não sei se ele se matou, ou foi matado. Não sei. Mas é “Phoda”; foda com “Ph de Pharmácia” a gente ficar se esforçando, tentando mostrar ao mundo inteiro que nós não somos esses “filhos da puta” que esses jornais não se cansam de dizer que nós somos: torturadores, assassinos, e outros adjetivos tão pouco qualificativos, quando basta uma chamada na primeira página desses jornais para derrubar todo o nosso esforço. São milhões os leitores desses jornais, contra aqueles poucos que acessam nossos Blogs, ou nossos encontros no “Face”. É Phoda! Mas vou logo dizendo: não sou nenhum “santinho”: Enquanto eu ficava numa boa, fazendo loucuras nos meus aviões, muito outros dos nossos ficavam arriscando suas vidas, lutando contra os terroristas comandados pela Dilma Rousseff.  Nunca fiz parte desses “DOI-CODIS”, porque nunca fui “convidado”; mas, caso fosse, botava mesmo “pra quebrar”! Não ficaria passando panos quentes nas bundas desses terroristas que nos escaparam, e hoje tomaram conta dessa “merda de mídia”. Não conheço as estatísticas no Brasil. Mas com certeza em nada se comparam aos mais de cinquenta milhões de velhos, doentes mentais, minorias de perseguidos que foram assassinados na Rússia Comunista Stalinista! Nem aos que foram torturados na Alemanha nazista, onde seis milhões de judeus foram sacrificados no holocausto. O “Herzog” era judeu. Fugiu para o Brasil quando ainda neném, e por isso escapou do Hitler.  E menos, muito menos ainda se comparado com o acontecido na ilha cubana de Fidel Castro, onde milhares de inocentes cubanos foram fuzilados nos “Paredóns”, até hoje em pleno funcionamento! Digamos que foram “torturados” uns quinhentos terroristas, nos chamados “Porões da Ditadura”.  – Ora porra! – Isso “tudo” não passa de ingênuas brincadeiras de escoteiros, coronel, comparadas com o que fez, só para citar um exemplo, o Che-Guevara em Cuba, quando seiscentos inocentes cubanos foram fuzilados numa única madrugada de terror, sem tempo nem para fazer os pedidos dos que agonizam, em orações que rezam: -- “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte amém. ” Vou ficando por aqui, porque é “foda” ficar dando murro em ponta de faca...

Coronel Maciel.

sábado, 13 de janeiro de 2018

O Voo 447, da Air Frence.

O Brasil hoje não passa de um enorme avião, tipo o “Airbus” que fazia o voo AF447, que caiu no mar, matando todas as “pessoas a bordo”. Antes que o Brasil “caia no mar”, matando todos os seus habitantes, é necessária uma troca imediata de toda ”tripulação”. Em quem você votaria para assumir “os comandos”, e fazer o Brasil voar novamente num “Céu de Brigadeiro”? Num piloto militar, tipo Bolsonaro, ou, num civil qualquer, tipo Lula da Silva?
Coronel Maciel.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Países Merdas.

Atualmente o Brasil é um país “merda”, ou está totalmente “mergulhado” na merda? Quem é capaz nos tirar dessa merda? Candidato é o que não falta! Se deixarem, o Lula ganha? Se não deixarem, quem ganha? O Bolsonaro, coitado, não sei se vai aguentar levar tanta porrada, como acontece com o Trump. Mas o Trump, além de ter milhões de vezes mais bens móveis e imóveis que o Bolsonaro, está “cagando e andando” para a imprensa totalmente mergulhada na merda das esquerdas do mundo inteiro, e já dizem até que ele vai se reeleger fácil, apesar de tudo o que dizem de mal dele. Não sei. Só sei que se o Bolsonaro ganhar, pode ser que sim, mas pode ser muito mais que não consiga tirar nem um pouco desse Brasil mergulhado até o talo na merda. É muita merda para um Bolsonaro só. A não ser que ele consiga “apoio total”, do baixo, como do alto clero das Forças Armadas. Será o impossível, meu Deus?

Coronel Maciel.  

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Só louco!

Só louco!
Tem dias que eu acordo assim, meio atravessado do juízo, pensando na vida que levou o “Nhô Augusto Estêves das Pindaíbas”, espetacular figura criada pelo João Guimarães Rosa. Nhô Augusto, depois de fazer “misérias’” na vida, acabou levando tanta “porrada” dos inimigos, que quase morre, mas escapou “milagrosamente”, e, convertido depois de muita reza, dizia: “Pro céu eu vou nem que seja na “porrada”. Mas entrou novamente de cabeça na “boa vida”, e acabou morrendo na ponta da faca. Mas viveu sua vida, como queria. O mesmo aconteceu com o “Capitão Rodrigo Cambará”, outra espetacular criação do Érico Veríssimo, que dizia: “Cambará macho não morre na cama! ”  Eu acho que cada um deve viver sua vida como quiser; mas aguente as consequências! Quem quiser que passe a vida rezando, em eternas penitencias, jejuando, sofrendo, na esperança de um belo dia ir morar no céu. Eu mesmo não acredito em vidas futuras, mas admiro, e muito, em quem acredita. E são muitos, são “bilhões” os que acreditam. Assim como não acredito em “Discos Voadores”, mas admiro quem acredita; também são “bilhões” os que acreditam; mas acredito na existência de vidas em não sei quantos milhões, ou bilhões, de planetas girando por aí, no meio de não sei quantas galáxias também girando por aí. Não acredito em muitas coisas que o mundo inteiro acredita. Mas, de uma coisa eu tenho certeza: Se pudesse “recomeçar”, faria tudo de novo: entraria novamente na minha querida EPCAR; faria novamente as mesmas loucuras nos meus aviões; beberia as mesmas cachaças pelos bares da vida, sem nunca me importar com conceitos, preconceitos, nem “Fichas de Conceitos”; faria novamente igualzinho a tudo o que eu fiz na vida, sem nunca prejudicar ninguém, e sem medo de ser feliz.
Só louco amou, viveu, ou vive como eu vivo.
Coronel Maciel