quarta-feira, 4 de julho de 2018

Perder Pênalti x Pousar sem trem.


Perder Pênalti x Pousar sem trem.
Na minha leiga opinião, perder Pênalti é pior que pousar sem trem; muito pior. Quantos bons piloto, bracinhos, até mesmo “caçadores”, que se consideram os melhores pilotos do mundo (estou brincando, hein?), já pousaram sem trem? Um piloto de B-26, “alemão”, que depois pediu as contas da FAB e foi voar na VARIG, na época eu era também tenente, voava na ERA- 21, pediu para fazer “um voo sentimental” em um dos nossos T-6, e, coitado, esqueceu de baixar o trem, “estrompando” a máquina. Indagado pelo encarregado do “Inquérito”, antigamente era “Inquérito”, depois é que passou a ser chamado de “Investigação de Acidentes Aeronáuticos”, o nosso popular IAA, se não ouvia os desesperados “clamores” do TWR Natal avisando do fatal “esquecimento”, respondeu que não conseguia ouvir nada devido ao barulho de uma infernal e maldita “buzina”, que, coitada, paternalmente lhe avisava que o trem estava recolhido. Mas o que eu queria mesmo lhes dizer é que pousar sem trem é um “pecado” que piloto nenhum jamais esquece, enquanto que perder “pênalti” é uma bolada logo esquecida, principalmente para esses riquíssimos jogadores de futebol, que não estão nem aí para ganhar ou perder partidas de “Copas do Mundo”. Muito diferente para quem perde uma partida de “Pelada de Praia”, ou times do “Interior”, quando os jogadores realmente jogam pelo amor à “camisa”. A mesmíssima coisa também acontece com esses políticos profissionais, principalmente esses “comunistas” que tomaram conta da América Latrina; assim como esses  juízes sem juízos do STF, e outros Tribunais “Superiores” por aí, que estão pouco se “lixando” em serem ofendidos no mais íntimo dos seus  sentimentos, se é que eles têm sentimentos, pois sabem que, sendo juízes, são “inamovíveis”, são “eternos”; ou sabem que, sendo “políticos”,  os seus  “eleitores” estão aí, prontos para os elegerem e reelegerem, quantos vezes quiserem. Estou me alongando demais; vou ficando por aqui.  
Coronel Maciel.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Brasil x Uruguai.


Brasil X Uruguai.
Hoje, não entendo nada de futebol; mas quando criança, lá em Belém do Pará, minha linda cidade morena, eu gostava mesmo era de jogar “no ataque”, feito Ademir, o Queixada, com bola de meias de seda roubadas das minhas irmãs; o “Estádio” era o meio rua, minha inesquecível rua de terra batida e postes de ferro no meio, situada bem na reta final para pouso dos aviões da época, com seus trens “baixado e travados” no Aeroporto Internacional de “Val-de-Cans”, quando  ficava olhando e sonhando em algum dia “empinar” um daqueles enormes papagaios de ferro, que passavam quase roçando as linhas enceradas dos nossos papagaios de papel. Não deu outra; fui parar lá na minha querida Escola Preparatória de Cadetes do Ar, um dos ninhos das águias brasileiras! Mas arrisco um palpite: uma final com o Uruguai, repeteco daquele triste final de “50”, quando o Brasil perdeu; eu tinha apenas dez anos, mas me lembro muito bem: eles levaram um gol, e precisavam de mais dois para ficar com “Jules Rimet”. Os uruguaios não se abateram; empataram, e no finalzinho, fizeram dois a um. Eram mais de “200 mil” no Maracanã; o maior estádio do mundo virou um enorme velório. Dizem que teve gente suicidando-se, se jogando do alto das arquibancadas. Não sei.
Coronel Maciel.

domingo, 1 de julho de 2018

Meus filhos... Meus netos...


“Meu filho foi embora e eu não o conheci. Acostumei-me com ele em casa e me esqueci de conhecê-lo. Agora, que sua ausência me maltrata, é que vejo como era necessário tê-lo conhecido melhor. Lembro-me dele. Lembro-me bem, mas de bem poucas ocasiões. Um dia, na sala, ele me puxou a barra do paletó e me fez examinar seu pequenino dedo machucado. Fiz um exame rápido. Outra vez me pediu que lhe consertasse um brinquedo velho. Eu estava com pressa e não tinha tempo para consertar brinquedos. Mas lhe comprei um brinquedo novo. No dia seguinte, quando entrei em casa, lá estava ele deitado no tapete, dormindo abraçado ao brinquedo velho. O novo estava esquecido num canto qualquer. Eu tinha um filho e agora não o tenho mais, porque ele foi embora. Este meu filho, uma noite, me chamou e disse: - - Fica comigo. Só um pouquinho, pai. Eu não podia, mas a babá ficou. Eu era um homem muito ocupado. Meu filho foi embora. Foi embora e eu não o conheci. ”
Esta verdadeira “pérola” é o espelho da alma de um grande escritor; de um verdadeiro ser humano. Não conheci pessoalmente “o França”, como seus amigos e contemporâneos o chamavam.  Sei que ele ingressou na FAB pelos portões da EPC do AR em 1953, quando tinha 17 anos. Eu cruzei aqueles mesmos portões em 1957.  França era mineiro da cidade do Serro. Anos depois fiquei sabendo que ele teve sua carreira interrompida durante a revolução de 64. Não sei quais os verdadeiros motivos dessa brusca interrupção. De novo na vida civil, após vários insucessos em diferentes ramos, França começou a dedicar-se à literatura. Ganhou o “Walmap” em 1967. Passei a conhecer realmente o França ao ler o seu livro “Jorge, Um Brasileiro”, grande livro, que serviu de inspiração para a série “Carga Pesada” na televisão. No auge da sua produção literária, Oswaldo França Jr falece num acidente de carro na estrada de João Monlevade, MG, em junho de 1989. Hoje acabei de reler o seu grande livro, e me lembrei de prestar esta justa homenagem àquele que foi um antigo e desconhecido aluno de BQ, entre tantos outros que já cruzaram os portões da minha e da nossa mui querida Escola Preparatória de Cadetes do Ar.
Coronel Maciel.

O Senado é o Limite.


O Senado é o limite!
“O céu precisa ser muito bom, para ser igual ao Senado”; não sei quem bolou essa verdadeira “pérola”. Ser Senador é uma das maiores bocas ricas do Brasil, “quiçá” do mundo! Taí o “Datena” que não me deixa mentir.   Muitos são os ex-governadores; ex-senadores, que, já velhinhos nos seus oitenta anos, estão aí se candidatando ao Senado, na esperança de morrer cercado de mordomias por todos os lados. Queres que eu te admire, dizia Nelson Rodrigues para uma estagiária “comunista”, sê um Rimbaud! Queres que eu te admire? Sê um Senador! Deve ser mil vezes mais difícil ser um rico senador, que um mísero coronel; mais, muito mais; a não ser que tenha “lutado” contra a “Ditadura”, como a dona Dilma, e outros por aí que hoje ocupam as melhores poltronas neste país das maravilhas. Sendo assim, Dona Dilma, a Anta, prefere ser Senadora por Minas Gerais -- ah! Minas Gerais --, que ser novamente PresidentA, com todas as mordomias e “apurrinhações” que o cargo oferece. Em ambos o caso, e a “priori”, ela seria facilmente eleita, pois, “sendo ela a cadela” preferida do Lula, herdaria seus votos; isto é, se não bobearem, deixando ele se candidatar, quando seria novamente eleito; na minha pálida opinião. 
Coronel Maciel. 

sábado, 30 de junho de 2018

Cachorrinhos de estimação.


Cachorrinhos de Estimação.
Ora, se o STF se transformou num cachorrinho de estimação do PT; ora, se a cúpula (ou cópula?) das Forças Armadas também, todos com o rabinho entre as pernas -- e é bom lembrar que a grande maioria, se não todos os nossos atuais  Oficiais Generais são “crias” do PT, muito embora, e graças ao nosso bom Deus, nem todos se deixaram “envenenar”—; ora, se como dizem, as Forças Armadas não querem mais descascar esse enorme e podre abacaxi, cria dos PT e seus asseclas, com medo de serem novamente “escorraçados e achincalhados mais uma vez”, como aconteceu em “64”, quando até hoje nossos filhos e netos nos perguntam “se  também fomos e ainda somos torturadores”, como lhes ensinam nas salas de aulas, das mais humildes às mais ricas das nossas fedidas e corrompidas Universidades, cheias de professores, mestres, doutores, reitores, todos especialistas em lavagem cerebral, então é melhor mesmo fazer como o Noel, que, sentado na mesa de um bar,  pedia  “qual o resultado do futebol”...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Covarde vingança.


Covarde Vingança!
Só mesmo Jesus Cristo, sempre manso e humilde de coração, seria capaz de nos dizer: “A quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe também a esquerda”. Não somos todos assim, mansos e humildes como Jesus; são muitos os capazes de nos dizer: “Olho por olho, dente por dente”. Vinganças! O que fizeram contra esses americanos que se vingam cometendo tantas mortes de inocentes nesses “tiroteios” nos Estados hoje tão Desunidos? Ninguém sabe o que passa nos “corações” daqueles que se acham “injustiçados”. Os americanos, por exemplo, que se vingaram contra os “japoneses”, no ataque a “Pearl Harbor”, operação aeronaval efetuada pela Marinha Imperial Japonesa na manhã de 7 de dezembro de 1941, lançando duas bombas atômicas, matando nem sei quantos japoneses. Poderia perder meu “precioso” tempo, hoje na curta final, desfilando casos e mais casos de “vinganças”, como dizem ser o caso dessa menina Vitória Gabrielly. São muitos os que dizem que nós, militares de 64, estamos nos vingando, covarde vingança, aos deixarmos milhões de brasileirinhos sofrendo, clamando por justiça, nas mãos desses comunistas que nos expulsaram do poder. Até quando vamos ficar chorando e bebendo essa nossa covarde vingança “na mesa de um bar”, na companhia do “Lupicínio Rodrigues”?  
Coronel Maciel.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

"PTSTF".


Bandidos do “PTSTF”.
“Não vá o sapateiro além dos sapatos”.  Parafraseando ‘Apeles’, famoso pintor grego da antiguidade, eu diria que não vá, eu, velho piloto hangarado, “além dos seus velhos aviões”. Ora, quem sou eu para dar “manetadas’ nos juízes da Suprema Corte Americana, quando não consigo entender (vou parar de usar meus ditosos palavrões para expressar meus inúteis descontentamentos) esses juízes sem juízo da nossa mais que esculhambada e baixa Suprema Corte, hoje virada numa verdadeira rinha de brigas de galo.  Donald Trump, presidente macho do culhão roxo, não querendo perder seu tempo visitando a América Latrina, perpétuo quintal dos Americanos, mandou seu vice encher “meu saco”, emputecendo, ops, enfurecendo os brasileirinhos com seus fúteis e inúteis “conselhos”. Ora, todo mundo sabe que os americanos não querem que o Brasil, nem outros paizezinhos vizinhos, cresçam, o que evitaria a fuga de muitos dos nossos   fedidos fugitivos a procura de dias melhores nos ‘States’; os americanos sabem muito bem que emprego por aqui significa desemprego por lá; o que os americanos querem, mas logicamente não querem dizer, é manter o Brasil e seus “aliados” sempre meros exportadores de matéria prima, nos entupindo de seus produtos acabados.  Quando o Brasil crescia “assustadoramente” durante o governo dos militares, veio ao Brasil o “democrata” Jimmy Carter, o qual, unindo-se à Igreja Católica e seus padrecos de passeatas, e a esses “comunistas” que hoje nos desgovernam, ajudando a transformar o Brasil, que seria grande se ainda “nas nossas mãos”, nessa verdadeira zona do mais alto meretrício nas mãos desses bandidos do “PTSTF”, para gáudio dos americanos.
Coronel Maciel.