quinta-feira, 14 de março de 2019

ESTOU AQUI...


Num livro que li há muitos e muitos tempos, de um escritor Norte Americano que não me lembro o nome, uma mulher “branca”, que acabara de tentar matar o marido, um homem “negro”, ele assim lhe responde: - Não sei se Deus pode perdoar pelo que você me fez; também não sei se ele também pode me perdoar, pelo que eu fiz a você (casando com uma branca...); mas não sei como Deus pode se perdoar, deixando tudo isso acontecer. As pessoas costumam culpar os Deuses, pelas coisas que não nos dão certo; a Deuses que até podem nem existir. Deus estava vendo tudo o que aconteceu em Suzano?  Já no limiar dos meus “oitenta”, cada vez mais me sinto só; só, mas sempre na companhia da minha mulher; dos meus livros, que são poucos, mas que gosto de ler, de reler, dez, nem sei quantas mil vezes. Quantas e quantas vezes nos sentimos sós; sós no meio das multidões; solidão que atinge milhões de pessoas, “de crianças”, por esse mundão afora; quem está só, é como estar perdido num avião, à deriva, sem rumo, sem destino; nesses momentos, nada melhor que encontrar um, ou uma copilota que nos escute, que divida com a gente esses instantes “sem fim”. Gosto dos meus momentos de solidão; mas sabendo que se acostumar com eles pode ser fatal. Busque, procure sempre encontrar alguém que naqueles momentos, nos diga: -- Estou aqui...
Coronel Maciel.

terça-feira, 12 de março de 2019

FACÇÕES CRIMINOSAS.


Facções não perdoam traições.
Todo mundo sabe quem foi Antônio Gramsci, líder comunista, falecido em 1937, cuja “estratégia” resumia-se em infiltrar lenta e gradualmente a desordem revolucionária, sem jamais declarar que isso estava sendo feito; sempre na maior “moita”; massificando a sociedade com propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos, para o chamado povão, que representam a grande maioria da população. Já tomaram conta de toda América Latina. No Brasil, atualmente, o principal alvo é a Educação Escolar. Os “Alunos de Gramsci” estão infiltrados nos postos chaves do Ministério da Educação; nas Escolas é onde estão escondidos alguns  dos mais perigosos “assaltantes” das cabeças das nossas criancinhas, o futuro do Brasil; são muitos os professores, os mestres, os doutores, os reitores, os infiltrados; e não vai ser nada fácil desalojá-los; basta ver agora esta confusão no Ministério da Educação, quando o “Olavo de Carvalho”, do “Caralho” para os íntimos, ferrenho anticomunista, que,  lá da Virginia, nos States, vem denunciando a enorme quantidade de comunistas infiltrados nas Escolas, desde as mais humildes situadas nos tapiris das serras, até as mais caras e drogadas das nossas Universidades. E os comunistas vão tentar, e já estão conseguindo, estraçalhar as bases do governo do Bolsonaro, onde até Generais estão brigando com outros Generais. Outra coisa: esse caso do avião da Boeing, o mais vendido e “perfeito” do mudo; na minha mais que perfeita opinião, o problema está no “PA”, Piloto Automático, sofisticado até demais, mas que “dispara” ao ser ligado, e torna incontrolável o “profundor”, provocando a queda do avião; outra coisa; esse caso da “Marielle”; desde o início eu venho dizendo que foi um caso de “traição”; ela, e apresso-me dizer que não tenho nada contra suas fantasias sexuais,  fazia parte de uma “facção criminosa”, e passou para outra; e essas facções não perdoam “traições”...
Coronel Maciel.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Non multa, sed...


“Não multes, para não seres multado”...
Essas lombadas tipo “Indústria de Multas” é mesmo um saco; a gente é multado, muitas vezes sem querer, nem pensar, e não adianta chorar; tem que pagar; muito mais importante é acabar com a “indústria de carros”; nunca vi tantos carros na rua, esclerosando o trânsito; carros, carrinhos e carrões; tem gente passando fome em casa, mas tem um carrinho;  os donos das montadoras, cada vez mais ricos, não estão nem aí; usam seus helicópteros, cagando mole por cima da cabeça da gente, para chegar logo em casa; então, o que acontece: depois de passar horas estressado num trânsito infernal -- não sei se nas outras “capitais” é assim; mas aqui em Natal estamos vivendo num verdadeiro inferno no trânsito congestionado -- o  “piloto”, já muito puto da vida, vai tirar a diferença nas estradas, “voando”  a mais de 150 por hora! Outra coisa que na minha mais que perfeita opinião tem que acabar é essa indústria de fazer filho: tem gente trepando demais por aí; quem pode ter três, quatro, cinco filhos, tem no máximo um casal, e chega; enquanto que tem gente que não tem condições de ter nenhum, tem “dez”, principalmente depois que o PT inventou essa famigerada “Bolsa Família”, com a única finalidade de ganhar votos. Porra, assim não dá; assim não tem cu que aguente; vou ficando por aqui; me delete quem quiser, e com todas as razões do mundo, porque um Coronel, principalmente Aviador, não pode ficar dando manetadas de palavrões para dar os seus “rasantes”... 
Coronel Maciel. 

sexta-feira, 8 de março de 2019

MIJANDO ERRADO.


Mijando fora do pinico...
Caboco velho, psicólogo aposentado, vivendo tranquilamente deitado em rede esplendida com sua linda coboquinha miudinha e quase virgem, mas um tanto quanto muito sapeca,  nas margens direitas do “Igarapé das Almas”, entre botos e jacarés, lá no meu Belém do Pará,  mandando um afetuoso e forte  abraço pra todas as “meninas” do mundo, neste seus grande dia; ele também mandando me dizer que não consegue entender a causa  tantos “feminicídios” por aí,  coisas que não costumam acontecer por lá; mas achando que a causa principal, e apresso-me a dizer que, tudo segundo ele, é a  enorme quantidade de mulheres se apaixonando por outras mulheres, entre tantas outras causas de “pontiagudos  chifres”, embora achando que chifre só doe mesmo pra nascer,  logo depois  se transformando em perigosa arma  de defesa; mas afirmando  que, por maiores  que sejam essas causas,  nenhuma delas  justifica a matança exagerada de tantas mulheres; outra coisa que ele manda me dizer é que o Bolsonaro, que foi o mais votado nas margens de todos aqueles Igarapés, tem toda razão de dizer que sem os militares não haveria democracia nem no Brasil, nem no mundo, e que os militares só erraram quando deixaram escapar todos esses  ratos comunistas que hoje não estão  deixando ele governar direito; mas para ele não se importar com “tantas facadas”, e que  deve continuar cagando e andando para todos esses veados, também segundo ele,  que só sabem mijar fora do pinico;  e para ninguém confundir “Pato no Tucupi”, com entupir o cu do pato...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 6 de março de 2019

A CAMINHO DOS CÉUS.


Eu não tenho medo de dizer que confio muito mais na sorte, que na razão. Quanto estou com medo da realidade, eu fujo para os bairros mais distantes, os becos mais “perigosos”, para conversar com os meus mais perigosos amigos; um deles, o “Passarinho”, que eu gostava de conversar, dando “corda”, quando então ele me contava dos seus mais perigosos “rasantes” pelos  caminhos da  vida:-- Uma vez, em Recife, ele me dizia, eu estava num bar, bebendo na companhia de uma mulher, quando de repente apareceu um soldado da polícia, que arrancou a menina da mesa, puxando pelos cabelos, com  chutes e pontapés; eu não sabia que ela era “mulher” do soldado; mas  não tive dúvidas: puxei meu 38  dei-lhe um único tiro, mas  tão certeiro que bastou-lhe para morrer. Passei uns dois anos “na gaiola”, fugi, e desde então me escondo por aqui, quando esses outros sacanas daqui dizem que fui “depenado” na gaiola... “Pássaro” tinha noventa anos, quando morreu ano passado; era completamente lúcido, e tinha o maior medo de morrer; fumava três cigarros por dia; de maconha, com um dinheirinho que eu costumava lhe dar, ouvindo suas histórias; uma vez encontrei o pássaro muito triste, num quartinho onde morava; um quarto que só cabia sua rede, e quando se olhava pra cima, via-se telhas quebradas, que deixavam passar respingos das chuvas; foi quando ele me pediu para comprar uma vela, para acender num quartinho ao lado (são  vários os quartinhos naquele beco sem saída), vela  que serviria  para iluminar o caminho da alma de uma mulher, vizinha sua, que acabara de morrer;  para que a alma, me dizia ele,  não se perca pelos caminhos do céu. Ontem morreu mais um grande amigo meu, o Coelho, o José Luiz de Oliveira Coelho, que saiu da FAB quando Major Aviador, para ser Comandante Internacional da VARIG. Hoje vou acender uma vela para o Coelho não se perder no seu último voo, a caminho dos céus...
Coronel Maciel.

segunda-feira, 4 de março de 2019

BLOCO DA RAPADURA.


Bloco da Rapadura: -- É doce, mas não é mole...
Lá vou eu me meter onde e aonde não sou chamado; eu, que nem sei como consegui chegar a coronel, pilotando meus velhos e queridos aviões, sem nunca ter, nem de leve, arranhado nenhum deles, apesar das maiores leãozadas que fiz por aí, quanto mais querer me meter no Itamaraty.  Mas vamos lá; estou gostando de ver o nosso Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, metendo o cacete no Fernando Henrique Cardoso, por suas declarações sobre a crise na Venezuela. Ernesto Araújo, “apesar de barbudinho”, não faz parte daquela turma de barbudinhos da época do FHC e do PT, mas que ainda assolam, infestam o coitado do Itamaraty. A verdade é que de há muito a diplomacia brasileira, nas mãos desses Barbudinhos do Itamarati, só vem fazendo as maiores cagadas. Senão, vejamos: A diplomacia brasileira já foi motivo de orgulho para todos nós. Isto nos tempos do Barão do Rio Branco; do Joaquim Nabuco, diplomata, político, orador; nos tempos do Osvaldo Aranha, representante do Brasil na primeira sessão especial da Assembleia Geral da ONU, em 1947, quando o Brasil inaugurou a tradição que se mantém até hoje, a de ser sempre um brasileiro o primeiro orador naquele foro internacional; do João Cabral de Melo Neto; do Guimarães Rosa e muitos e muitos outros do mesmo naipe. Nossos grandes diplomatas foram substituídos por esses atuais que não são nem a sombra daqueles. Foram substituídos pelos “Barbudinhos Petralhas do Itamaraty”, vergonhosamente liderados pelo barbudão Fidel Castro, que apesar de morto continua sendo o amante espiritual das nossas “alegres” e endiabradas esquerdas; basta lembrar o caso do “Zé Laia” em Honduras, quando o Brasil foi o principal derrotado, devido à intervenção vergonhosa da diplomacia brasileira, representada naquele triste episódio pelo barbudinho espiroqueta Celsinho Amorim, que chegou a Ministro da Defesa; que merda. E aquele triste caso no Paraguai com o sujo, imundo, deplorável papel de outro “barbudinho”, o Toinho Patriota, que, todo saltitante pelas ruas de Assunção, “invadiu” o Parlamento Paraguaio na vã tentativa de intimidá-lo em benefício de um presidente que o país rejeitava. Ameaçando o vice-presidente Federico Franco com esse antro apelidado de UNASUL, e essa outra grande merda apelidada de “MERDASUL”. O Barão do Rio Branco deve ter ficado “arrancado os pentelhos” e os cofiados bigodes no seu túmulo profanado por tais “barbaridades”.
Égua siri, vou ficando por aqui; mas estou me preparando para sair no meu “Bloco da Rapadura”: -- É doce, mas não é mole...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 1 de março de 2019

NERVOS DE AÇO!


Quando a gente acorda, como hoje eu acordei, pensando que não temos mais nada para fazer; que não gostamos mais nem de carnaval; quando uma certa melancolia invade a alma da gente; quando olhamos para o céu e vemos nuvens derramando lágrimas...é quando eu começo a escrever essas  coisinhas à toa, ou pego o meu violão, que hoje passa horas, dias, meses, esquecido, e ponho-me a tocar o “Lupicínio”, lembrando suas músicas de dor de corno para uns, e de cotovelo, para outros: “Nunca”; “Nervos de aço”; “Cadeira Vazia”; “Vingança”; “Esses moços... pobres moços”; só fico meio triste, saudoso,  por não poder mais  “tomar todas”; lembrando aqueles meus  porres homéricos pelos bares da vida.  Lupicínio também tomou todas, rondando todos os cabarés de Porto Alegre, testemunhando paixões, desilusões e desenganos; teve o seu apogeu, sua queda, suas crises, levado por tantas mulheres, com quem compartilhava amor e boemias; mas sempre voltava para casa; pelas madrugadas; pois dizia que não há maior prova de amor do que voltar... 
Coronel Maciel.