quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A NOSSA GRANDE SORTE É QUE AS ESQUERDAS SÃO BURRAS...


Burras e corruptas; burras, corruptas e que só se unem nas prisões... Não vou nem falar sobre a burrice de passarem a mão na cabecinha da filha do Roriz... E não adianta de nada nós ficarmos "com raiva", feitos nervosos  passarinhos... Daqui a alguns dias tudo estará esquecido; aliás, esquecer é uma das condições para ser feliz... Ministros, senadores, deputados, quando pegos em flagrantes delitos, dirigindo bêbados, sem carteiras; ou com dinheiro nas cuecas ou nas calcinhas, pegam os aviões dos donos das “empreiteiras” e fogem para Paris, onde curam suas ressacas e só voltam quando tudo já foi esquecido; e prontos pra outras...

A “Ditadura” começou devido a burrice das esquerdas. Nos tempos da UNE do Zé Serra, não havia ninguém mais amigo deles que o Jango. Dele, a UNE não podia se queixar. A UNE criou a “imprensa universitária”, o teatro popular, influenciou na música jovem, no cinema novo. Os generais eram sempre os maus, os mais criticados. Eles, os anjos; nós, os demônios... Nessas épocas já bem remotas; já quase esquecidas, eu era Cadete do Ar; mas já sabia ouvir o nosso professor de química, que no brindava com cinco minutos de política, antes de começar a falar de átomos com suas valências e bivalências. Falava daqueles tempos tumultuados com a renúncia do Jânio e a posse do Jango, como presidente, mas com Tancredo Neves, como Primeiro Ministro...

Dizia-nos o nosso professor que Jango era uma pessoa afável e “conciliadora”, tanto que aceitou com tranquilidade o Parlamentarismo. A grande burrice, o grande erro das esquerdas foi querer acabar com o Parlamentarismo, que achavam que fora um “golpe” contra o Jango. E acabaram vencendo com a famosa campanha do “Não”...

O Jango tinha algumas qualidades, mas lhe faltava firmeza para “peitar” seus “aliados”; para peitar o principalmente o Brizola, que sonhava em ser presidente. Por isso Brizola foi um dos que mais lutou pelo fim do Parlamentarismo. Não deviam ter feito isso; deviam ter vivido um pouco mais o Parlamentarismo. Com o fim do Parlamentarismo; devolvida a Presidência ao Jango, logo ele a “entregou” ao Castello Branco -- passando o Brasil a viver mais de vinte anos de “Ditadura” e -- queiram ou não queiram os nossos inimigos – o Brasil vivendo numa boa; na maior tranqüilidade... -- Muitos diziam e continuam dizendo que éramos felizes e não sabíamos...

Mas os camundongos voltaram transformados em gordíssimas ratazanas e estão aí a comer do nosso queijo e a beber do leite dos nossos filhos... kkkkkkkkkkkkkkkkk

Coronel Maciel.




terça-feira, 30 de agosto de 2011

E A IGREJA CATÓLICA, HEIN? -- POR QUE TÃO CALADA?


Na época da “Ditadura”, enquanto nós transportávamos nas asas da Força Aérea Brasileira os verdadeiros padres católicos, os grandes missionários alemães, italianos pelos mais distantes rincões da Amazônia, levando aos caboclos ribeirinhos; aos índios; a todos os que necessitavam de alimentos espirituais para suas almas, -- o “clero progressista” levava a melhor na sua luta contra os generais; levava também a melhor na sua ingrata luta contra os verdadeiros grandes sacerdotes da Igreja.

Quem não se lembra de dom Proença Sigaud, arcebispo de Diamantina; de dom Antônio de Castro Mayer, arcebispo de Campos, e mais recentemente o cardeal Vicente Scherer, arcebispo de Porto Alegre e tantos outros que lutavam contra a implantação do socialismo soviético no Brasil? -- Verdadeiros guardiões da nossa Santa Amada Igreja que não se rendiam ao proselitismo ideológico de “padres marxistas” que eram (ainda são?) a verdadeira encarnação de satanás. Falo agora dos Leonardos Boffs, dos Casaldáligas, dos Balduínos e tantos outros “vendilhões do templo” que contavam (ainda contam?) com o silêncio do Vaticano, e que parecem ser maiores que o tamanho do chicote bíblico com que se pretende expulsá-los do seio da verdadeira Igreja.

Na época da “Ditadura” setores expressivos da Igreja engajavam-se no processo político. Encíclicas, Concílios legitimavam a intervenção da Igreja nos assuntos políticos, econômicos, sociais. Começavam as perigosas mudanças na rota do clero brasileiro. Ateus convictos participavam do “Congresso dos Dez Anos da Juventude Universitária Católica”, que destacava a importância da militância política de padres nas passeatas... Foi naquele Congresso que surgiu a figura de Dom Helder Câmara. Ele de um lado; e Gustavo Corção do outro. E no meio deles a grande maioria de inocentes estudantes -- presas fáceis do primeiro discurso de políticos profissionais – logo posicionados ao lado de dom Helder, que ficou conhecido como “Bispo Vermelho de Olinda”...

Por que a Igreja não se posiciona agora contra os grandes pecados capitais que a própria Igreja Católica ajudou a implantar no Brasil? -- Contra essa corrupção que nos devora?  - Contra esses “Zés Dirceus” que emporcalham a política brasileira?  - Por que tão calada?...

Coronel Maciel.


domingo, 28 de agosto de 2011

ZÉ DIRCEU SAIU P. DA VIDA DO PALÁCIO DO PLANALTO.


-- Zé, ouvi dizer que você anda querendo me apunhalar pelas costas... – Até tu, Zé? -- Mas também, Estela, aqui pra nós, você está irreconhecível... -- Que negócio é esse de ficar dando beijinhos nas esposas de generais... Derrubando nossos Ministros; nossos grandes amigos; logo os mais corruptos... – Quequiéisso, Estela! -- O Fidel e o Lula andam p. da vida com você...

Primeiro que tudo Zé, como Presidenta eu exijo respeito! E nada de me tratar com codinomes. Não me faça lembrar coisas que eu quero esquecer... – Pera aí, “dona Dilma”, como anda lhe chamando um tal de coronel Maciel... -- A “senhora” pode ser presidenta, mas presidente mesmo continua sendo o Lula... – Zé, esses generais que você chama de milicos, não são o que você sempre pensou, não. Veja que eles estão até convidando o Lula para fazer palestra na ESG, a Sorbonne deles! Não sei o que o Lula vai lhes ensinar. Logo o Lula, que não sabe fazer um “O” com um copo; logo Lula, o  analfabérrimo de pai e mãe...

A conversa foi engrossando, engrossando chegando aos píncaros das agressões filosóficas. – Mas você está querendo mesmo me apunhalar pelas costas, Zé? – Não; pelas costas não... – Eu tenho muito medo do que chamam de Dia do Juízo Final, e alguém me mandar pros fundos dos infernos por eu ter lhe apunhalado pelas costas...

Mas, Zé, veja bem como são as coisas; veja como eu mudei! – Preste bem atenção: eu ando tão arrependida de tudo o que nós fizemos, Zé. Deste nosso triste passado... Maltratamos tanto, e até matamos tantos inocentes... Veja você, Zé; Jesus Cristo, aquele que eu disse uma vez brincando que nem ele me impediria de chegar à presidência, pode um dia nos castigar... Eu agora comecei até em nele acreditar... -- Ele, que diz para nós amarmos uns aos outros... Vê se você consegue por um pouco de sentimento na sua alma, Zé... Não ter compaixão é próprio de criminosos; é próprio do Fidel, do Hugo, do Che Guevara... Próprio de animais, de selvagens, de criminosos... -- Estou tão arrependida daqueles tempos em que a maldade desafiava minha compreensão; daqueles tempos que me horrorizavam, mas me seduziam... – Daqueles tempos quando eu representava toda a maldade e hipocrisia do mundo do terror contra o nosso querido Brasil... – Mas, por que você ficou assim tão pálido, Zé?

-- Ora deixa de conversa fiada, Estela. Eu estou aqui para te avisar. Pode ter certeza que nós não estamos gostando nada do que você anda fazendo. Eu mesmo nunca vou mudar. Não vou me meter nestes teus sentimentos; nesses teus arrependimentos e compaixões. - Tás querendo me seduzir, Estela? – Pois fique sabendo: -- não vou mudar, nunca! -- Arrependimentos não são coisas pra guerrilheiros... Devemos ser como o Fidel, que nunca teve pena de ninguém e nunca desativou seus paredóns... -- Te cuida, Estela!

E saiu P. da vida do Palácio da dona Dilma... kkkkkkkkkkkkkkkk...

Coronel Maciel.


sábado, 27 de agosto de 2011

UMA BOMBA MAIS CARA QUE UM "PORTA AVIÕES".


Agosto, mês de desgostos... Foi num mês de agosto que o Coronel Paul Tibbets assumiu os comandos do seu “Enola Gay”, o B-29 mais bem inspecionado, mais bem cuidado, mais bem tripulado e mais bem armado do mundo. No bolso do seu macacão, e sem que os outros tripulantes soubessem, Tibbets levava uma caixa com doze cápsulas, cada uma contendo uma dose letal de cianureto. Ao primeiro sinal de problemas sobre o Japão, Tibbets deveria distribuir o veneno, explicando as opções que seus tripulantes teriam diante da possibilidade de serem capturados: ou estouravam os miolos ou tomavam veneno... -- Se formos derrubados vocês nem podem imaginar as torturas que seremos submetidos para revelar aos japoneses o que estávamos fazendo por lá...

Às 02:27 horas do dia 06 de agosto de 1945 Tibbets acionou o motor número 3. Depois os outros três do seu possante quadrimotor. Às 02:35 o “Covinha dois”, código secretíssimo da missão, informou à torre norte de Tinian que estava pronto para decolar... O peso normal da decolagem seria de 65 toneladas do seu “Enola Gay”, mais 26 toneladas de combustível, uma bomba de 5 toneladas e mais 12 pessoas à bordo. Somando tudo Tibbets verificou que estava com uma sobrecarga de 7 toneladas... Tomou então a decisão de manter o avião no solo até os últimos metros da pista, para obter o máximo de velocidade, antes de “levantar o nariz”; mas não revelou sua intenção ao capitão Lewis, seu copiloto, que logicamente também sabia do excesso de peso.  Às 02:45 disse a Lewis: -- Vamos embora, e avançou as manetes... Tibbets olhava com muita atenção o indicador de pressão de admissão. Com dois terços “consumidos” de pista o indicador de RPM ainda estava bem abaixo das 2550 desejadas, e o indicador de pressão indicando apenas 40 polegadas, insuficientes para decolar... Lewis também olhava ansiosamente para os instrumentos à sua frente, duplicatas dos que Tibbets monitorava.

--- Está pesado demais! – berrou Lewis... -- Puxe esta pô... -- Tibbets ignorou Lewis, mantendo o avião firme na pista. Instintivamente Lewis pegou nos comandos, quando Tibbets gritou: -- Largue isto! – paralisando o capitão, que ficou olhando para o coronel... Tibbets agora olhava fixo para o término da pista, à beira do penhasco... O Enola Gay decolou no exato momento que a pista sumiu, substituída pela escuridão do Pacífico.

Às 08:45 daquele dia a primeira bomba atômica explodiu sobre Hiroshima... Dizem que 140.000 japoneses morreram na hora, e 200.000 o total final. “Pearl Harbour” estava vingada...

Terminada a guerra, Tibbets descobriu que era uma personalidade controvertida. Ao contrário dos outros membros da sua tripulação, ele detestava publicidade. Tibbets gostava mesmo era de ser “aviador”. Voou nos aviões do “Comando Aéreo Estratégico”. Promovido a general, foi servir na Missão Militar Americana, na Índia, onde foi muito mal recebido, com virulentas manchetes na imprensa pró-comunistas, rotulando-o como sendo o “maior assassino do mundo”...

Fora do serviço ativo, Tibbets continuou perto dos seus aviões. Foi presidente de uma companhia de jatos executivos. Pilotava jatos “Lear”. Pediu que quando morresse suas cinzas fossem espalhadas pelos céus dos Estados Unidos.

Coronel Maciel.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

HÁ CRÁPULAS EM TODAS AS PROFISSÕES. HÁ CRÁPULAS DE TODAS AS IDADES.


Dona Dilma, meus parabéns!  Apesar de tudo e apesar de não ter votado na senhora, desejo-lhe tudo de bom, nestes seus primeiros meses de governo. Se lhe digo isto é porque estou pensando mais, muito mais, no futuro dos nossos filhos, dos nossos netos -- eles que hão de ser o futuro do nosso Brasil.

Dona Dilma: -- Muito cuidado ao assumir o controle do nosso grande avião. Um avião desgovernado e em perigosa atitude anormal, já entrando em “parafuso”, já em situação de enorme perigo, voando dentro de um verdadeiro “abacaxi”, como lhe deixou o seu endiabrado criador. -- Mas, assim como a PM do Rio invade os morros cariocas caçando perigosos bandidos, a senhora também está corajosamente caçando, fazendo uma verdadeira faxina entre os seus Ministros e amigos mais íntimos. Não tenha medo, dona Dilma! “Go ahead”, vá em frente; o Brasil inteiro está do seu lado. -- Vá em frente mesmo sabendo que eles sempre conseguem se escafeder... Os bandidos do Rio se escafedem em outros morros; os ministros correm para se escafeder no Senado Federal... Na Câmara dos Deputados... -- E assim vão se escafedendo...

Mas e infelizmente, dona Dilma -- acabei de saber que o Tribunal de Contas da União está investigando a participação de oito generais, oito coronéis, cinco tenentes, três majores, e dois capitães em falcatruas; em bandidagens. Um verdadeiro batalhão! -- E, se for verdade, dona Dilma, os rigores dos nossos Estatutos estão aí prontos para serem usados...

Dona Dilma, neste momento solene quando se inicia uma nova fase nesta sua longa “vida de guerras”, não se esqueça de que numa guerra, como a que lutamos com a senhora -- a senhora de um lado e nós do outro -- aqueles que morreram não são somente heróis; não! -- São também mártires! E estes mártires são muitos! E dos dois lados! E se alguém resolve entrar numa “guerra”, em algum momento essa guerra exige que esse alguém seja transformado em mártir. Ora, dona Dilma, se alguém foge acovardado, abandonando a luta, e não consegue se transformar em mártir, então se transforma em traidor. E passa a dedurar antigos companheiros... E se por acaso esses vis traidores se transformam em vencedores, como é o caso de muitos dos seus companheiros, dona Dilma -- esses traidores se transformam nos nossos piores inimigos... Inimigos das Forças Armadas, o braço forte, armado e amigo de todos os brasileiros, da qual a senhora agora é a “Comandante-em-chefe”...

E para terminar eu lhe digo e afirmo: “Há crápulas em todas as profissões; há crápulas de todas as idades!”

Coronel Maciel.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

AMÉRICA PARA OS AMERICANOS.


Quando a América Latina, isto lá pelos idos iniciais do século 19, lutava para se emancipar do domínio de espanhóis e portugueses, os nossos ricos irmãos do norte; os EUA, a nação mais rica, poderosa e democrática do mundo, logo se posicionou como nossos “protetores”, advertindo as potências europeias para que desistissem de tentar reativar seus domínios sobre as nações recentemente emancipadas. O “Novo Mundo” deveria ficar fechado a qualquer subordinação à Europa. “América para os Americanos” é o que pregava a famosa “Doutrina Monroe”. Com o passar dos anos esta frase passou a ser ironicamente conhecida como: “América para os Americanos do Norte”... Bom; não são os nossos irmãos do norte os únicos culpados pelo nosso subdesenvolvimento, como muitos querem. Somos nós mesmos os maiores culpados. -- Se não, vejamos: Na atual América Latina sempre foi assim; no Brasil principalmente. Para subir, para se chegar ao palácio do planalto é necessário um programa demagógico, esquerdizante, impossível de ser realizado. E muita lábia... Quando as coisas começam a ficar pretas como agora, quando dona Dilma está tentando fazer essa grande “faxina” na famigerada herança que recebeu do seu protetor, desagradando muitos dos seus corruptos ministros e amigos, eles, os demagogos; elas, as nossas alegres esquerdas, começam a adular os militares, que são realmente os que têm a força... Depois caem, e os próprios militares assumem o poder. E assim a nossa “democracia” vive num constante vai-e-vem, num verdadeiro “ziguezague”, perdida entre os regimes demagógicos de esquerda, apelidados de “democracia” e os regimes conservadores de direita, logo chamados de “ditadura”... Coisas típicas e cíclicas, comuns em países latino-americanos, que infelizmente continuam sendo países subdesenvolvidos... E o mais interessante é que toda essa “política subdesenvolvida” tem o apoio da maior democracia do mundo... Se não, continuemos a ver:

Os americanos -- isto quando comunismo Russo era um perigo para as nossas “democracias”; antes da queda do muro de Berlim -- estavam realmente preocupados com o que acontecia no que eles sempre consideraram ser o seu imenso “quintal”... Seu imenso quintal abaixo do Rio Grande. Receavam eles que os filhotes do Fidel Castro, os “Ches-Guevaras” e outros conseguissem transformar a América Latina numa imensa Cuba. Passaram então a apoiar as “ditaduras”, por acharem ser esta a melhor maneira para combater o comunismo. Foi assim em 64, no Brasil. Foi assim no Chile, na Argentina... (Puxando a brasa para nossa sardinha, muita gente continua dizendo que com os generais no poder; na época da ditadura, éramos felizes e não sabíamos...) -- Mas hoje isto não mais acontece.   Hoje, com esses bandos de comunistas tupiniquins que pululam por aí, os americanos estão pouco ligando para eles, e para o que acontece por aqui. Só querem mesmo que continuemos a ser meros exportadores de “matéria prima” para alimentar suas indústrias, bem como a fuga dos nossos melhores “cérebros” que para lá emigram, à procura de salários condizentes com seus potenciais; e  que continuemos a ser bons importadores de seus produtos acabados, como os  grandes e caros aviões da BOEING, por exemplo.

Razão pela qual nacionalistas extremados têm verdadeiro ódio dos americanos. Fidel Castro, Lula, Evo Morales, Hugo Chaves e tantos outros “comunistas tupiniquins”... Como ou quando vencer este enorme abismo que nos separa dos “gringos”? – Não sei, não sei... Só sei que não há de ser com farofas, mulatas com bunda de fora, pagodes, cachaça, bolsas-esmolas e com esses políticos corruptos sendo eleitos e reeleitos...

Nos EUA só há realmente dois partidos. Eles se agridem, eles se culpam, eles se devoram, mas não desatam seus nós afetivos. São todos irmãos na defesa dos seus estados unidos. Palmas para eles. Diferente que são dos nossos partidos políticos onde se abrigam mais de trezentos picaretas, como uma vez disse o maior dos picaretas, o “Exu de Quatro Dedos”...

Coronel Maciel.

  

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

BANDEIRA BRANCA, DONA DILMA!


Foi um belo gesto o da senhora rompendo o rígido protocolo para cumprimentar as esposas dos Oficiais Generais recém-promovidos, com carinhosos beijos. Gostei também, dona Dilma, quando a senhora se dirigiu assim tão amigavelmente, de um modo tão familiar às mães, aos pais, às namoradas, às noivas, aos amigos na cerimônia de entrega dos espadins aos mais jovens cadetes da AMAN.

Só quem já passou por este sagrado momento sabe o quanto é marcante este inesquecível dia nas nossas vidas. Fico a imaginar o quanto não terão ficado decepcionados alguns dos seus mais íntimos colaboradores por não haver a senhora lembrado na ocasião que já foi “torturada” pelos militares, como a senhora costumava dizer... E que estes militares de agora são diferentes dos militares do nosso recente passado... Parabéns pela sua corajosa atitude, tratando-nos assim tão bem. Diferente de alguns de seus amigos, que não querem ver feridas cicatrizadas... Nessa sua atitude não há nenhuma desonra, nem degeneração, nem humilhação. Não! -- Há sim a expressão mais pura e inviolável da dignidade humana; de uma consciência superior. Só os homens; só as mulheres verdadeiramente grandes, de caráter, admitem suas culpas e são capazes, como o fez o nosso grande Graciliano Ramos, numa das frases mais apaixonadas e admiráveis da nossa literatura:- - “A culpa foi minha, ou antes, a culpa foi desta vida agreste, que me deu esta alma agreste”...

Dona Dilma: sob a inspiração do nosso passado, que não é um passado morto, mais sim um passado que olha para o futuro; um passado que se renova; que renasce; um passado que se projeta no tempo é que nós lhe agradecemos por todos esses gestos de grandeza! Venha sempre assim, dona Dilma; com simplicidade; com modéstia; com humildade. Venha como São Francisco de Assis que dizia: -- Senhor, faça de mim um instrumento de vossa paz! -- Venha com o firme propósito de ser também uma guardiã da nossa cultura, e uma verdadeira “Comandante-em-Chefe” das nossas Forças Armadas!

Coronel Maciel.