segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O orgulho de ser Nordestino!

“Seu doutô os nordestinos têm muita gratidão
Pelo auxílio dos sulista nessa seca do sertão
Mas doutô uma esmola a um homem qui é são
Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão!”
As “esmolas” de dona Dilma podem até comprar o corpo; mas jamais poderão comprar a alma do nosso povo! As famigeradas “Bolsas – Esmolas” podem comprar votos do norte e do nordeste brasileiro, mas não lhe darão novamente o poder.
Eu não conheço padres comunistas. Mas conheço comunistas que se tornaram padres! Entram sorrateiramente nos seminários e, “endiabrados”, conseguem chegar ao “generalato”.  Transformam-se em padres, bispos, cardeais e até em Papas comunistas! Um deles foi a Cuba tomar a benção do Fidel Castro!
E o que dizer das nossas Universidades? -- Estão cheias “doutores” comunistas! Comunistas das mais variadas cores e bandeiras: -- “Doutores Comunistas Tupiniquins”.
Difícil é andar sobre o afiado fio de uma navalha; mais difícil ainda é um “mestre” chagar a “doutor”, se não declarar perante as bancas examinadoras suas tendências comunistas; se não mostrar sua carteirinha assinada dizendo que é ativista do PT! -- E assim, nossas crianças; nossa mocidade; o futuro do Brasil, vai se perdendo pelas dobras dos caminhos!
Um professor; um mestre; um doutor numa sala de aula é um rei! Tudo o que ele diz, “é verdade”! E se algum dos seus alunos ousar por em dúvida “essas verdades”, é logo exposto a humilhantes ridículos. Alguém já disse que ser comunista na mocidade pode até ser tolerável; mas ser comunista na velhice, é burrice!
Lembro agora um triste caso, acontecido quando eu servia como oficial em Brasília: um dos nossos militares veio-me dizer que sua filha, ao chegar em casa, abraçou-o, e chorando perguntou:-- Pai, você também é torturador? – O nosso professor de história disse na sala de aula que os militares brasileiros não passavam de “cruéis torturadores”.
“Não adianta eu chorar, pois não afasta e minha dor...”.
Coronel Maciel.




domingo, 12 de outubro de 2014

Círio de Belém, no auge da "Ditadura".

Estávamos no auge da “Ditadura”. Naqueles bons tempos quando o Brasil funcionava! E funcionava bonito! Época das grandes realizações:- - Ponte Rio-Niterói. Grandes hidroelétricas. Grandes aeroportos. Embraer e tantas e tantas outras grandes realizações!

Época em que – como bem dizia aquele ousado locutor de uma rádio da minha “Paraíba Pequenina e Boa”:- - Você podia dormir na rua, de bunda pra cima, ensaboado, com relógio de ouro no pulso, que ninguém “encostava” em você! – Hoje, não! -- Hoje você dorme trancado em casa, e mesmo assim arrombam tua casa, te roubam tudo e ainda estupram tua mulher e filhas.

Mas, como eu queria lhes dizer, hoje eu me vejo -- embora tão saudoso e deitado em minha rede – em pleno voo transportando o Ministro das Comunicações Higino Corsetti numa longa viagem pelo interior do norte/nordeste, naquele grande esforço que os “ditadores” faziam para melhorar as comunicações por este imenso Brasil, um Brasil que não “falava” com ninguém. Nem o norte com o sul nem o este com oeste. Acompanhava o ministro sua esposa, pois nos muitos municípios onde eram instaladas as torres e linhas de transmissões dos sinais, os prefeitos também se faziam acompanhar das suas respectivas.

Num dos nossos pernoites, foi em Fortaleza, fiquei sabendo pelo ajudante de ordem do ministro que o casal completaria 25 anos de casados, no dia seguinte. A missão era feita no popular C-47, vulgo Dakota, equipado com “confortáveis” poltronas, e o meu “copila” era o meu grande amigo tenente Alcântara. Bolamos então um “audacioso” plano que, se desse certo, nos renderia bons frutos...

Mandei comprar 25 rosas vermelhas “gigantes” e fizemos um cuidadoso “briefing” antes da decolagem para Teresina. O taifeiro de bordo, também um ótimo corneteiro, era um enorme “criolão”! -- Criolão, eu digo muito carinhosamente, sem conotações pejorativas, muito aprumado nos seus quase dois metros de altura e vestido todo de branco.  Orgulhoso da sua nobre profissão. Ele ficaria segurando as rosas; eu ofereceria as “vermelhonas” à esposa do ministro, e o Alcântara faria o discurso.

Voávamos bem alto, no topo das nuvens, evitando as fortes turbulências.  O piloto automático ligado. Acordamos o casal e, muito educadamente, ofereci à senhora as 25 lindas rosas vermelhas (quase que ela chora de tanta surpresa e emoção...).  O Alcântara então “abriu o verbo”, contumaz que era “em faltas dessa natureza”. Pois muito bem: dali em diante demos adeus aos pernoites nos alojamentos dos nossos pobres Destacamentos, passando a pernoitar nos melhores hotéis, comendo do bom e bebendo do melhor. Um dos pernoites foi em Belém, exatamente no dia do Círio, um dia como hoje, com o casal apreciando a enorme procissão -- vagarosa, parecendo imensa cobra humana se arrastando pelo chão.

 Era nos bons tempos da “ditadura”

Coronel Maciel.



 



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Dilma Rousseff: Momentos finais da "Cabra Vadia".

Essas safadezas que aconteceram, ou melhor, que continuam acontecendo na Petrobrás, e outras pelo Brasil a fora; safadezas capitaneadas pela Dilma Pasadena, já arrumando as malas para cair fora do seu Palácio Encantado; e cujos “meliantes” continuam afirmando que não sabem de nada; que não viram nada; ou então “que provem”, me fez lembrar esta historinha das mais sem vergonha que conheço desde quando, eu, criancinha ainda nos meus dez, doze anos, “brexava” meninas tomando banhos de cuia pelas vizinhanças onde eu morava na minha querida e sempre “quente e úmida” Belém do Pará.
Um marido desconfia que a esposa “o trai”... Um belo dia resolve seguir a coitadinha, esquecido da máxima:- - Não surpreenda, para não ser surpreendido! Vê quando ela e o “pé de lã” se encontram; vê quando eles se dirigem ao motel; pelo buraco da fechadura, vê quando os dois se abraçam, se beijam e começam a se despir; vê o cabra com a espada em riste; louca de  tesão, a mulher tira a roupa e joga a calcinha para o lado; a calcinha se enrosca na maçaneta da porta e bloqueia lhe  a visão. O maridão não consegue ver mais nada. Logo, não há provas cabíveis de que a esposa cometeu adultério... -- CQD: Como Queríamos Demonstrar!   
O meu amor pelo Brasil é muito grande; e a minha raiva é muito magra, miudinha, pequenina... Vou ficando por aqui.
Coronel Maciel.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A "Ditadura Militar"!

Como explicar às novas gerações como, o porquê, e o que foi a “Ditadura Militar”? -- Ora, quem conta um conto, ora aumenta, ora diminui um ponto! Mas, como é sempre muito difícil explicar aos nossos filhos e netos o papel dos militares na Revolução de 64! -- Foram muitos os erros; foram muitos os acertos! Mas, queiram ou não queiram alguns dos nossos eternos inimigos, peço licença para dizer “ora a Vossas Senhorias”: -- Sem aqueles velhos generais; sem a hoje tão humilhada e ofendida “Ditadura”, não haveria democracia no Brasil, nem dona Dilma seria PresidentA-Comandante-em-Chefe das Forças Armadas! Continuaria sendo ESTELA, ou WANDA, ou LUIZA, ou MARINA, ou MARIA LÚCIA, codinomes usados por DILMA ROUSSEFF. Continuaria sendo cruel guerrilheira, quem sabe comandando “Pelotões de Fuzilamento”, em frente a “Paredóns”, iguais aos que até hoje estão em pleno funcionamento na ilha cubana do Fidel Castro, a “menina dos olhos” das nossas alegres, saltitantes e endiabradas esquerdas!
Ontem eu li em algum lugar:- - Tancredo Neves ajudou a derrubar a “Ditadura Militar”; Aécio Neves vai derrubar a “Ditadura PT”. -- Tomara, meu Deus, tomara! Tomara que logo o milagre aconteça!
 Somos anjos ou demônios, depende da visão de cada um. Um bom advogado defende tão bem a Deus, como defende, talvez melhor ainda, o diabo. De modo que o melhor mesmo é que nós, militares -- perplexos, mas vacinados -- deixemos o Brasil nas mãos firmes do Aécio que, muito mineiramente, há de nos salvar da mais cruel de todas as ditaduras: -- a ditadura comprada com as famigeradas “Bolsas-Esmolas”, e consentida por grande parte da mídia comprada e vilmente comprometida!
Coronel Maciel.



terça-feira, 7 de outubro de 2014

A vassoura do Palácio!

                     A vassoura do Palácio do Planalto.
 “A vassoura do “Palácio Encantado” lá em Brasília, domingo, logo após as eleições, falava assim:- - Não chore, Dilminha querida! Veja bem como são as coisas que nos  acontecem:-- Antes, quando na floresta, eu me achava tão grande, tão esbelta, tão firme, tão forte, tão linda que nunca poderia imaginar ser hoje a merda de uma vassoura. Sempre me imaginava uma árvore grande, enorme, muito importante, sempre maior que todas  as outras! – Todas as “árvores” acabam assim, dizia-lhe a vassoura. -- Todas vão acabar sendo vassouras, palitos de fósforos, de dentes. Todas vão acabar varrendo chão! Levando vaias! Jogadas, caídas pelo chão.    
Mas, porra, sua vassoura sem vergonha! -- Eu não sou vassoura não! Eu ainda sou a “Presidenta”! -- E quem me dera voltar àqueles velhos tempos quando eu era a mais sanguinária, a mais terrível guerrilheira! – Quem me dera voltar a ser a grandeza que eu era! -- Seria então mil vezes mais bandida do que fui! Mais assassina! Faria enormes “paredóns”, proporcionais aos existentes em Cuba! Teria matado aquele embaixador americano! Muito mais jovens sentinelas seriam assassinados! E hoje eu não estaria assim, chorando, com essa cara imbecil de vaca atolada e muito, muito puta da vida!
Calminha, dona Dilma; controle-se, que o ambiente exige respeito! -- A vida é mesmo assim. Maior o coqueiro, maior o tombo do coco! -- Mas, porra, vassoura! -- Eu não sou coqueiro não!
 Fique fria, Dilminha querida do meu coração, que a senhora pode até sofrer um infarto! -- Lembre-se que a senhora poderia sair à bala!-- Mas, não! -- Vai sair mesmo no voto! -- E com todas as “verdinhas” que a senhora nos roubou, e depositou em contas numeradas nos bancos “Suíços”; somados esses dólares todo, dá muito bem pra senhora lavar a burra o resto da sua vidinha, sua grande, sua enorme vagabunda!
Coronel Maciel.


domingo, 5 de outubro de 2014

Aecinho mata as cobras e mostra o pau!

Quem quer apostar comigo como o Aécio vai ganhar? Vai ganhar e vai dar o maior pontapé na bunda da Dilma Pasadena! E tudo por obra e graças do meu bom Deus e da minha querida Nossa Senhora Virgem Santíssima de Nazaré, padroeira de Belém e do Círio de Nazaré! -- Aecinho vai ganhar, com ou sem ajuda da seringueira do Acre, a candidata derrotada que -- apesar de ter sido massacrada pela Dilma Pasadena, aquela que usa cuecão Zorba Preto tamanhão GG, pode até voltar “ao ninho antigo”.  Não importa.  As duas são cobras venenosas e farinhas do mesmo saco. Mate as cobras e mostre o pau!
Eu sei que fica muito feio a este velho coronel tratar com tanta falta de respeito sua comandante-em-chefe; eu sei. Mas, também, pudera! – Como respeitar alguém que não se dá o mínimo respeito? – Que pertence a uma organização de criminosos que sequestrava embaixadores; assassinava jovens sentinelas; que arrasou a Petrobrás, e tantos outros crimes e safadezas, que deixa o Barack Obama branco de vergonha! – Como?
E tem mais:- - com a vitória do Aécio muita coisa vai mudar na sofrida América Latina, hoje perdida nas mãos de comunistas-tupiniquins.  Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe! Logo, logo haveremos de sair deste atoleiro!
Coronel Maciel.


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Adeus, ilusões... (Dois)


E o que é “mais pior” -- como diria a professora da Dilma Pasadena, e complementando o que eu disse ontem -- é que o dinheiro que alimenta essas famigeradas “Bolsas-Esmolas”; dinheiro que sai do meu, do teu, do seu, do  nosso, do nosso  bolso furado, também serve  para alimentar os vícios  dos  filhos, netos, parentes e aderentes dos velhinhos beneficiários dessas bolsas. Prendem, massacram, matam, assassinam seus pais, seus desprotegidos avós, para se apossarem do nosso dinheiro.
Meninos que dizem sempre assim:- - Sou “di menor”! Posso votar! Posso matar! Posso estuprar! Não tenho flagrante! Melhor ainda! Quando sou pego “em flagrante”, vou logo dizendo ao delegado:- - Mais respeito, seu dotô! Sou “di menor”! E mostra, irônico, a certidão de idade. Certidão muitas vezes falsificada, mas sempre guardada com muito amor e carinho.
Eis um retrato falado dos nossos jovens delinquentes, que se alastram pelo Brasil inteiro, num crescente alarmante. Mas não devemos esquecer que por trás do menor delinquente; do menor abandonado, há um “adulto abandonado”, sempre pronto a  corromper-lhe a inocência. E agora muito “mais pior”, com a ajuda dessa corrupta presidente-delinquente!
Quanto vale a alma de um “jornalista” que se vende? – Pergunte ao “Franklin Martins”, o pseudojornalista; o sequestrador de embaixadores e encarregado de manter um vasto curral de jornalistas “amestrados”. Ele sabe o preço de cada um. Palmas para as honrosas e raríssimas exceções!
Coronel Maciel.