segunda-feira, 9 de março de 2015

"The day after".

Filme que teve forte impacto sobre a sociedade americana e mundial. O que era uma pequena crise diplomática entre “Americanos e Russos”, acabou se transformando numa guerra nuclear total! Na próxima segunda feira teremos o nosso “Day After”.
O Brasil é hoje um país destroçado, acabado, humilhado, arruinado, ofendido, não por uma guerra nuclear, mas por longos anos de um governo corrupto que mergulhou o país numa guerra civil, que culminou neste caos total que sofremos no trânsito, na saúde, na segurança, nas drogas, nos assaltos que se multiplicam.  -- Mais o quê? -- Será preciso desfilar todo o mar de lama que o Brasil se transformou?
Quando os generais foram alijados do poder; os únicos governantes que entraram pobres e saíram pobres do poder; e – queiram ou não queiram os nossos detratores – deixamos um Brasil que “era feliz e não sabíamos”--humildemente  ensarilhamos as armas, “meia volta volver”, de volta aos nossos velhos tanques, navios e aviões, sempre  administrando com muito amor e carinho as migalhas que nos restam.
Dona Dilma está pronta para enfrentar o “Domingão” que se aproxima. Ela, o Lula e o MST, o braço armado do PT, prometendo incendiar o Brasil.
Nós, militares, estaremos sempre prontos e alertas para defender o Brasil. Contem sempre conosco, mas nunca esquecendo que militares, “nunca mais”.
O fim “de um mundo imundo” está chegando ao fim.  É um Brasil melhor que se aproxima!
Coronel Maciel.

 



domingo, 8 de março de 2015

Voando na chuva...enquanto dona Dilma não cai...

Acabo de ler na “Folha de São Paulo” que em 1964, atendendo pedido do governador Adhemar de Barros, o jovem Jorge Luiz Grappeggia entrou em um B-25 da Base Aérea de “Cumbica”, com a missão de fazer chover em São Paulo. Subiram a 5 km de altura e despejaram 200 quilos de gelo seco em uma nuvem. “Naquele dia, um temporal alagou toda a região do ABC”. Kkkkkkk
Eu também já fiz chover nos sertões do Cariri do meu querido Estadão do Ceará, vez em quando carente de chuvas.  Foi lá pelos idos de 70. Antes da partida para o primeiro voo, no meu garboso C-47 -- 2020, o representante do governo cearense nos informava os últimos detalhes de um plano muito bem elaborado por um professor universitário, especialista “em fazer chover”. Logo em seguida fui apresentado aos que iriam participar do chamado “Voo da Chuva”. A imprensa toda se fez presente, sempre curiosa e sensacionalista, tirando fotos e solicitando entrevista do “Degas” aqui.
 Iniciamos os preparativos para o "bombardeamento" das “inocentes nuvens”, com a montagem de dispositivos especiais, cuidadosamente arquitetados pelo jovem cientista cearense. A alma do negócio consistia no transporte de oito tambores cheios de águas do mar, saturadas “com muito sal e gotas de esperanças”. O primeiro voo serviria de teste para as possibilidades futuras, dizia-me, ansioso, o jovem professor-cientista.
Os jornais se encarregaram de divulgar os resultados iniciais, que foram considerados "ótimos", pois choveu, e muito, naquele primeiro dia, tudo graças ao meu santo protetor, São Pedro Bonachão! Decolávamos e ficávamos horas e horas sobrevoando os pesados cúmulos, enquanto águas salgadíssimas eram despejadas nas brancas nuvens. Era uma grande esperança, pois a seca “é uma coisa horrível”; com a seca vem a fome, e a fome é imoral; a fome é cruel!
Havia as cidades consideradas “bases de abastecimento” no interior do Estado, onde pousávamos para reabastecer os tambores. E assim ficamos vários dias gozando as delícias de estrelados pernoites, num ótimo hotel em Fortaleza, tudo “patrocinado” pelo governo cearense, e sempre ciceroneados por lindas garotas cearenses, molhadinhas de água do mar e ternamente refrescadas com as águas das nossas chuvas. kkkkkkkk


Coronel Maciel.

sábado, 7 de março de 2015

Militares (graças a Deus) nunca mais!

A tarefa é ingente; os obstáculos, grandes; e o tempo é curto! Só faltou o Castelo Branco completar a frase dizendo: “e os inimigos são muitos”! -- E quem são eles? -- São os milhões de brasileirinhos analfabetos, os nossos maiores inimigos! Brasileirinhos desdentados que se deixam enganar com primeiro discurso de políticos profissionais. De presidentes de “Câmaras”, a presidentes de Senado!  
Bastou um aceno de “Diretas Já”, para começar o desmanche de tudo o que foi, e de tudo o que poderia ser feito no Brasil! Os generais ditadores foram os únicos que entraram pobres e saíram pobres do poder, e eles tinham as chaves dos cofres! Nem sempre os favores são retribuídos com gratidões; com reconhecimentos; às vezes, muito pelo contrário: até com ingratidões, pois muitos consideram favores, como humilhações!
Neste Brasil todo manchado de vermelho-sangue, por maiores que sejam os casos de corrupção, os de amanhã serão maiores ainda. Mas não é só o Brasil que está todo manchado de vermelho; é toda América Latina. E a corrupção, crimes e assassinatos são a base de sustentação de regimes comunistas.
De modo que não acredito em grandes mudanças; em pedidos de “impeachment”. Não vai adiantar de nada, pois serão bandidos julgando “a bandida”.  Menos por menos, dá mais! Muito mais corrupção!
Bastou uns gritinhos pedindo “Diretas Já”, para encher as ruas do Brasil, derrubando “a ditadura”. Agora só com bombas, fuzis e canhões para derrubar “a ditadora”. Mas os generais (gato escaldado tem medo de água fria) estão de camarote assistindo o Brasil pegando fogo; cada vez se “fundindo” mais.
Militares (graças a Deus) nunca mais!
Coronel Maciel.




sexta-feira, 6 de março de 2015

"ROSAS VERMELHAS".

Estávamos no auge da “Ditadura”! “Estou” em pleno voo transportando Higino Corseti, Ministro das Comunicações, numa longa viagem pelo interior do Norte/Nordeste, naquele grande esforço que os “ditadores” faziam para melhorar as comunicações por este imenso Brasil, um Brasil que não “falava” com ninguém. Nem o Norte com o Sul, nem o Este com Oeste. Acompanhava o ministro sua esposa, pois nos muitos municípios onde eram instaladas as torres e linhas de transmissões dos sinais, os prefeitos também se faziam acompanhar das suas respectivas.
Num dos nossos pernoites, foi em Fortaleza, fiquei sabendo pelo Ajudante de Ordem do Ministro que o casal completaria 25 anos de casados, no dia seguinte. A missão era feita no popular C-47, vulgo Dakota, especialmente equipado com “confortáveis” poltronas, e o meu “copila”, sempre ele! -- era o Tenente Alcântara, grande amigo e excelente piloto!  Bolamos então um “audacioso” plano que, se desse certo, nos renderia bons frutos.
Mandei comprar 25 rosas vermelhas “gigantes” e fizemos um cuidadoso “briefing” antes da decolagem para Teresina. O taifeiro de bordo, também um ótimo corneteiro, era um “Criolão” (Criolão, eu digo muito carinhosamente, sem conotações pejorativas) muito aprumado nos seus quase dois metros de altura, vestido à caráter, todo de branco, orgulhoso da sua nobre profissão. Ele ficaria segurando as rosas; eu ofereceria as “vermelhonas” à esposa do ministro, e o Alcântara faria o discurso.
Voávamos bem alto, no topo das nuvens, evitando as fortes turbulências.  O nosso “sensível” piloto automático ligado. Acordamos o casal e, muito educadamente, ofereci à senhora as 25 rosas vermelhas, e foi quando notamos que seus olhos marejavam de lágrimas, de tanta surpresa e emoção. O Alcântara então “abriu o verbo”, contumaz que era “em faltas dessa natureza”. Pois bem: Dali em diante demos adeus aos pernoites nos alojamentos dos nossos pobres Destacamentos de Proteção ao Voo, passando a pernoitar nos melhores hotéis, comendo do bom e bebendo do melhor. Um dos pernoites foi em Belém, exatamente no dia do Círio, e da sacada do Hotel, ficamos apreciando a enorme procissão -- vagarosa, parecendo imensa cobra humana se arrastando pelo chão.
Era nos bons tempos da “ditadura”...
Coronel Maciel.





terça-feira, 3 de março de 2015

Brigadeiros do Ar.

Um pai tem que ser muito esperto para saber que tipo de filho ele tem em casa. Fui Comandante de Esquadrilha de Alunos na Escola Preparatória de Cadetes do Ar, em Barbacena; eram quase duzentos, “os filhos”; difícil para mim era decorar o nome de todos eles. Sou melhor fisionomista.  Alguns eram “filhinhos de papai”. A grande maioria, não. Gaúchos, aratacas, cariocas, paulistas, mineiros.  A Esquadrilha sempre foi e sempre será é um punhado de amigos! “O pai” de todos nós, inclusive dos oficias, era o “Brigadeiríssimo” Camarão.  Difícil encontrar outro igual. Poliglota. Amigo. Trabalhador. Piloto dos melhores que já conheci.  “Disciplinado e disciplinador”, como se costuma dizer.
O mal de alguns desses meus saudosos “anjinhos de azul” era pensar que nós também nunca fomos “anjinhos” iguais a eles. Iguaizinhos. “Somos iguais”. Conhecemos nossas “manhas”.
 Agora, imaginem o que é essa turma toda de meninos inteligentes; meninos adolescentes “com tudo em cima”, soltos pelas ruas só de subidas (não há descidas em Barbacena... rs)   em Barbacena naqueles frios  fins de semana de junho. Os rapazes da cidade perdiam todas. As lindas mineirinhas voavam para pousar nos braços quentes de amor dos futuros “Cadetes de Ar”! As brigas eram inevitáveis...
Hoje relembro com saudades dos muitos que ficaram pelas dobras dos caminhos, e dos poucos que hoje são Brigadeiros do Ar da nossa querida Força Aérea Brasileira!

Coronel Maciel.  

segunda-feira, 2 de março de 2015

Como será o amanhã? -- Adivinhe quem puder!

Deitado em minha rede na mais esplêndida e preguiçosa solidão dos meus 74 voados e bem vividos, fico pensando o que será do Brasil depois desse mês de março que agora se inicia. Filósofo das nuvens, relâmpagos, estrelas e trovões, “acho” que não vai dar em nada. Mudanças no Brasil só quando Deus quiser; ou quando os “americanos” quiserem. Ou uma “greve” geral e irrestrita dos nossos “Controladores de Voo”; ou mesmo uma prolongada “Operação Padrão”; ou mesmo passagens baixas supersônicas sobre os Palácios Encantados de Brasília, fazendo voar vidros, portas e janelas, feitas por um faminto, mas corajoso Tenente-Aviador Supersônico.
O que aconteceu com aqueles “Play Boys Americanos do Espaço” que derrubaram o avião da “GOL”, um novíssimo  B-737-800 , com 155 pessoas a bordo?  – Nada! Ou melhor: foram “perdoados” pelas nossas “autoridades” civis e militares, só restando eternas lembranças e sofrimentos para os familiares das vítimas. Mortos não sofrem, nem sabem se vingar.  Fosse nos Estados Unidos; fossem pilotos brasileiros cometendo infrações de Regras de Voo Universais, estariam presos, aguardando a hora de  suas mortes: -- Forca, depois, perdão!
Não fosse a ajuda dos “americanos”, não teria acontecido a “Redentora de 64”! Assim como foram os próprios americanos que ajudaram a derrubá-la! E assim nós, eternos brasileirinhos, iremos vivendo, voando e caminhando contra o vento; aprendendo, sofrendo e morrendo perdidos neste eterno “vai e vem”; neste eterno ziguezague entre o bem e o mal; entre anjos e demônios.
A ditadura Cubana de Fidel Castro se prolonga por todos os séculos dos séculos nesta sofrida América Latina!
Coronel Maciel.




domingo, 1 de março de 2015

Recordações da casa dos mortos.

Os cadáveres são tantos que se acumulam pelos corredores do “IML” aqui de Natal; e o fedor da casa dos mortos se espalha por toda redondeza! Furados à bala, facadas, chutes e pontapés, os drogados, os menores abandonados, os maiores abandonados, os brasileiros derrotados não param de chegar.  É o Brasil virado no diabo.
O Brasil inteiro fede! Lula, o que tem medo de voltar a ser pobre, joga suas cartas na mesa: -- O MST, o meu dedão armado, está pronto para a guerra; estamos prontos para incendiar o Brasil!
Democracia salva, dizem uns. Ditadura salva, dizem outros. Militares, nunca mais! Quem? -- para nos salvar?

Coronel Maciel.