quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

BNDES.


BNDES.
Não sei, mas gostaria de saber, se o “Bolsonaro”, o nosso Comandante-em-Chefe, ficou sabendo que o BNDES pagou 48 milhões de reais “do nosso dinheiro”, para abrir a tal caixa-preta do Banco, uma das promessas mais esperadas que os brasileirinhos como eu, que só sabem clamar por “justiça”, uma justiça que além de cega é surda e nunca chega. -- Mas ora, coronel, o “senhor” acha que o Banco vai gastar essa nota toda para essas empresas de Consultoria, todas elas estrangeiras, revelarem suas “mutretas”? Apontar as roubalheiras? -- Seria a maior das burrices! -- Não encontraram foi nada! Ora, direis, se fosse pelos menos 48 milhões “de dólares”, talvez descobrissem alguma coisa. Esse caso me fez lembrar uma gozação feita nos meus tempos de aluno de BQ, quando um Tenente Aviador, um grande gozador, que era o copila de um “Capitão” mais gozador ainda, quando depois de uma longa viagem numa “Catalina” que vinha do Rio, trazendo alguns alunos de férias de fim de ano. Ao chegar em Belém, o Tenente perguntou para um “aluno” qualquer se ele havia dado “um agrado” para o “Comandante”; ora, o aluno “estranhou”, dizendo que não. -- Então corra, peça-lhe desculpas e lhe dê alguma coisa; ora o aluno, coitado, ofereceu dez mirrados “cruzeiros” para o Capitão, e acabou levando o maior dos “esporros”; voltou e foi reclamar do Tenente: - Mas, pô, cara, você só deu dez? Volta, peça perdão ao Capitão, e dê pelo menos “cem”; voltou e levou outro esporro maior ainda. Apresso-me a dizer que tudo não passou de uma “maldosa” brincadeira; uma espécie de trote; brincadeiras daqueles nossos velhos tempos.  Não sei se esse caso do BNDES foi também uma espécie “de trote”; uma espécie de “brincadeira” que os Diretores do BNDES quiserem pregar no Bolsonaro... 
Coronel Maciel.  

sábado, 18 de janeiro de 2020

QUAL O PIOR?


Qual o pior: Nazismo ou Comunismo?
Uns dizem que pior foi o Comunismo dos tempos de Stalin, aquele  dobrou a renda “Per Capita”  da Rússia, dividindo o denominador por dois, isto é, fuzilando, matando, torturando, enforcando da maneira mais cruel possível cinquenta milhões de minorias russas, formadas por velhos, doentes, doentes mentais, ciganos, homossexuais; escritores, intelectuais, enfim, todos os que não rezavam pela cartilha de Stalin; outros dizem que muito pior foi o  Nazismo de Hitler, que  dizem ter matado mais de seis milhões de judeus; assim como também dizem que o chamado “Holocausto” só foi possível com ajuda de outros judeus que “passaram para o outro lado”; não sei; só sei que os comunistas brasileiros, um bando de hipócritas traidores, estão agora posando de “bonzinhos”, tripudiando em cima do cadáver desse tal de Alvim, um babaca que não sabe o que diz, e depois fica chorando feito puta arrependida. Tirem o microfone das mãos da Miriam Leitoa, só para citar um mal exemplo, e substituam por uma metralhadora que vocês vão ver do que essa porca comunista é capaz; e assim tantos e tantos outros safadões  comunistas que hoje ocupam as melhores poltronas desse nosso tão fedido, tão traído Brasil, desse hoje tão humilhado povo brasileiro; basta ver esse tal de Tofoli, comunista da pior espécie, que frustrou todas as  nossas esperanças, dando o golpe fatal nas prisões em Segunda Instância, colocando nas ruas o maior ladrão do mundo, este inútil cachaceiro imbecil que deu bilhões e mais bilhões  de dólares para fazer o metrô  na Venezuela, ou para construir um porto em Cuba, e outras roubalheiras por aí; aliás eu nem sabia que esse tal de Alcolumbre é judeu, com todo respeito que temos pelo povo judeu; poderia me alongar muito mais, mas de tanto escrever e ver  “triunfar as nulidade”, me deu caganeira, ou melhor, dor de barriga...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

MÃE É MÂE.


Mãe é Mãe.
Pais, mães, irmãos; defensores de “Direitos Humanos”, querem que o Estado, ou o Governo, ou sei lá o quê; ou até mesmo o   “Bolsonaro”, coitado, o que perdeu “a vida e o sossego” depois de eleito Presidente, “ressuscitem” os terroristas mortos pela “Ditadura”; mas como fazê-lo, meu Deus, se os mais perigosos; os que foram preparar o terreno; a “Cabeça de Ponte” lá no Araguaia; lá no “Bico do Papagaio”; lá  no meu Estadão do Pará, para de lá, cumprindo ordens de Cuba, “invadirem” o Brasil, transformando este velho e sofrido Brasil, numa imensa Cuba, com todos seus terríveis e criminosos “Paredóns”; ora, muitos deles foram mortos no confronto com as Forças dos Generais e seus corpos abandonados pelos “Jesuínos” nas matas equatoriais, para servirem de pasto para os Tatus, que comeram suas carnes e os Ratos que roeram seus ossos. Os mais sabidinhos; os que ficaram numa boa, olhando de longe o circo pegar fogo, sentadinhos pelos “Cafés de Paris”; ou bebericando os melhores vinhos, no Chile, escaparam e até se tornaram Presidentes, como o FHC; ou Lula, o imbecíl; ou a Anta Rousseff. Não sei como o Bolsonaro, mesmo depois de esfaqueado, não tem medo de enfrentar e “esculhmbar” com as mães, coitadas -- e mãe é mãe, mesmo mãe de jornalistas – falo desses pseudos jornalistas regiamente pagos para estraçalhar com o saco do Bolsonaro.
Coronel Maciel.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

O PRÍNCIPE E A PLEBEIA; O PÃO E O VINHO.


O Pão e o Vinho; o Príncipe e a Plebeia.
Não sei se vocês vão acreditar; mas eu tenho um Papagaio que eu mandei vir do Pará que sabe de coisas que até Deus duvida; hoje, ao abrir a Folha São Paulo, “aquela que não menti”, começou a “rir” quando viu um índio todo “emperiquitado” entre os Papas Francisco e o Benedito, quando então me disse, dando a maior das gargalhadas: -- Coronel, eu  ainda hei de ver um Pajé lá da  tribo dos Tiriós, onde o senhor -- ele ainda me chama de “senhor”-- gostava de pernoitar naqueles seus velhos tempos imemoriais, rezando missas e transformando pão e vinho no corpo e sangue de Jesus; nunca vi um cara tão pecador e tão papagaio; outro dia ele me dizia que conhece muita gente por aí que daria tudo; tudo mesmo,  para ter um pingo de sangue azul, tipo  desse que corre nas veias do Príncipe Harry, esse que casou com a Meghan, linda e gostosíssima morena plebeia, que por sua vez já fora casada com um plebeu, mas que não deu certo; o Príncipe por sua vez “cansou”  de viver de rendas e morar em  Palácios, sempre  na maior boa vida, voando alto, bem alto, acima de turbulências e CB’s, e agora,  quer viver como o negão Barack Obama, ou como o Lula, o imbecil, que diz que “enricou” dando aulas e fazendo  conferências para  boi dormir. Senta que o leão é manso...
Coronel Maciel. 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

COISAS DO AMOR.


Na Escola da Vida não há férias, já dizia o Jorge Amado; infeliz daquele que  acorda de manhã pensando que não tem mais nada para fazer na vida; quando acordo assim, já beirando meus bem voados 80; e depois de já haver lido todos os livros que gostaria de ler, pois hoje só faço reler aqueles que mais gosto, e que não passam de uns cem, no máximo, é quando  corro para o meu teclado e, letra por letra, feito pinto comendo milho, me dano a escrever essas coisinhas à toa, algumas cheias dos piores pecados, mas  que muitos de vocês, “tenho a certeza”, gostam de ouvir. Um desses livros é o “Pastores de Noite”, do Jorge, o bem Amado, naquela beleza de página que nos conta a história do “Pé de Vento”, sujeito competente em matéria de jejum, mas que não acreditava que existissem homens capazes de passar um mês sem mulher, enquanto que ele, passados uns quatro ou cinco dias, já ficava “abestalhado”, “macambúzio, e capaz de assaltar qualquer fêmea que passasse, fosse qual fosse a raça: branca, negra, mulata, gordinha, magrinha, baixinha ou gigante, que carregava para “derrubar” nas areias mornas das beiras das praias, com seus ventos carregados de espumas; e fico pensando nesta briga entre os Papas Francisco e o Benedito, se homens casados podem ou não rezar missas, e fico pensando, meu Deus,  como é que pode que meninos que entram nos Seminários com seus 16, 17 anos, consigam chegar aos *80”,  sem ter dado “nem uma”...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

THAT'S LIFE.


É a vida, já dizia o Frank Sinatra, um desses felizes americanos que mais soube aproveitar a vida: -- Já fui tudo na vida; rei, peão, mendigo; “querido” pelas melhores e mais lindas mulheres do mundo; ora por cima, ora por baixo, mas sempre “balançando a poeira, dando a volta por cima”, dizia o Frank. Quando o Sarney assumiu a Presidência, a turma do “Délio” foi toda substituída pelos novos donos da minha querida Força Aérea; o Brigadeiro, Comandante do Segundo COMAR, em Recife, levou, coitado, um humilhante pontapé na bunda, substituído por um outro que me deu “outro”, e fui parar em Belém do Para´, graças a Deus; eu que nunca fiz parte de panelinha nenhuma, embora todo mundo saiba que panelinha na FAB é tudo aquilo que a gente não está no meio; e assim é tudo na vida´; vejam o caso do “Trump”; quando ele assumiu o Comando da maior Força Aérea do mundo, foi logo aconselhado por uma alguém do Partido Republicano a comprar toneladas de desinfetante para ver se conseguia limpar a “Casa dos Brancos”, depois de oito anos de todo tipo de sujeiras feitas pela Michele, coitada, e os filhos do negão muçulmano Barack “Hussein” Obama; hoje o “Biden”, candidato dos “Democratas” de lá; aqueles que não sabem perder eleições, não quer nem ouvir falar no negão enganador, que conseguiu enrolar durante oito anos os americanos; hoje o Trump, ameaçado de ser “impinchado”, se lança numa perigosa aventura no Iran, esquecendo aquela história do leão que foi se meter com a formiguinha, e a formiguinha “adentrou” pelo nariz do bichão, deixando-o muito mais que louco; tudo porque o Trump mandou um dos seu caríssimos e certeiros mísseis assassinar um perigoso líder terrorista, um “paisano” qualquer metido numa farda de General. That’s Life, já dizia o Frank Sinatra...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

PAZ E AMOR.



Abro a “Folha de São Paulo” na esperança de encontrar só notícias boas, neste primeiro dia do ano, mas só encontro mágoas e rancores: -- “O herói de Bolsonaro me torturou, diz jornalista preso por nove anos pela Ditadura”. – Bruno Covas, coitado, com o pé esquerdo já dentro da Cova, mas, hipócrita, como todos os da sua laia, pede ao Bolsonaro que “esqueça o comunismo mundial’, mentindo ao dizer que  aprendeu a lutar pela vida com o avô -- deslavada mentira, pois o mundo inteiro sabe que avô, perigoso comunista que, mancomunado com os mais perigosos terroristas-comunistas, ratões que ainda ocupam as melhores poltronas deste Brasil tão grande, tão amado e tão traído --  lutava para transformar o Brasil numa imensa Cuba, não fossemos nós, que apesar de havermos ganho todas  as batalhas, perdemos a guerra, pois o Brasil continua nas mãos dos mais perigosos comunistas;  donos do mais poderoso de todos os Exércitos, essa Imprensa caolha, comunista, maldita, como essa FSP, que agora me fez lembrar do Clóvis Rossi, um dos seus mais covardes jornalistas, que Satanás o tenha, quando me pedia para tirá-lo da minha lista:-- “Não me comprometa, Coronel”, me pedia ele. Ao contrário da praga que prega a FSP, desejo a todos os brasileiros, não somente aos nossos amigos de São Paulo, mas aos nossos do Brasil inteiro, muita paz e muito amor, lembrando ao Bruno Covas que não é só São Paulo que é o símbolo da luta pela democracia; somos todos nós, símbolos da luta pela democracia no Brasil inteiro!
Coronel Maciel.