terça-feira, 13 de abril de 2021

BRIGADEIRO CAMARÃO:MENSAGEM A GARCIA.

 

Brigadeiro Camarão: mais uma “Mensagem a Garcia”

Todo mundo conhece a história do Presidente Mac Kinley, quando, numa época quando “os americanos” estavam numa “guerrinha” com Cuba, e Mac Kinley precisava mandar uma a carta a Garcia, que era uma espécie de agente secreto americano, “perdido” em algum lugar em Cuba.  Alguém, naquele então, disse ao Presidente que só havia “um homem no mundo” capaz de entregar essa carta. E esse homem então foi apresentado ao Presidente. Recebeu a carta, meteu-a num invólucro impermeável; amarrou-a no peito, e, após quatro dias, saltou de um pequeno barco, alta noite, nas costas de Cuba. De como se embrenhou na mata para, depois de três semanas, surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil e entregado a carta a Garcia. Não tenho espaço aqui agora para narrar para vocês pormenorizadamente como tudo aconteceu. Só sei que Mac Kinley deu a Rowan a tal carta, dizendo somente para entregá-la a Garcia. “Rowan” pegou a carta e nem sequer perguntou: -- Onde é que ele está? ”.

Uma vez, faz tanto tempo, o Tenente Tomé e eu decolamos de BQ para Congonhas, num “Beech Mata Sete”. Após alguns minutos de voo, monomotor. Voltamos, para surpresa do Camarão. Era um dia de sábado, e a missão era improrrogável. Deveríamos trazer dois professores vindos da França, para uma conferência na EPC do Ar, para os alunos e outras autoridades da cidade. O Brigadeiro então me chamou de lado, e disse-me assim, bem baixinho: - “Fura--Bolo”, era assim que ele carinhosamente me chamava, pois eu cumpria, dizem que “adoidada mente”, qualquer missão, com qualquer tempo: -- Pegue o “Regente” e me traga eles aqui, Ora, o “Regente” vocês sabem como ele era... -- “Mensagem a Garcia”, Brigadeiro? -- Ele me olhou, sorrindo, e me confirmou, com aquela sua cabeça inteligente e branquinha. Congonhas estava num quase fechado "instrumentos". Decolei de Barbacena e pousei em Congonhas, para surpresa e incredulidade geral. Veio um oficial muito mais antigo que eu me dizer o óbvio: -- Que eu havia cometido uma grave “indisciplina de voo” e que por ordem superior eu estava impedido de decolar. Nestas alturas, com os franceses já a bordo, fiquei na dúvida até onde eu poderia avançar... E avancei, colocando no plano de voo “Operação Militar”. Chegamos em Barbacena em cima da hora para o início da conferência, para alegria do “Camarão”. -- Missão cumprida, Brigadeiro! -- Mas vem "bronca" pesada por aí... Ele sorrindo me despreocupou: -- Deixe comigo, Fura Bolo...

Grande Brigadeiro Camarão, hoje voando entre os anjos e anjas dos céus! Nunca me deixaria na mão! Grande homem! Missão cumprida, Brigadeiro!

Coronel Maciel.

 

 

domingo, 11 de abril de 2021

SE ESTIVER PILOTANDO, NÃO BEBA!

 

Se estiver pilotando, não beba!

Não sei como será o Brasil, e por que não dizer “o mundo”, quando, daqui a uns dez anos, vencido o pandemônio causado pelo maldito vírus chinês, nossos filhos e netos estiverem sofrendo nas mãos dos “chineses”. De modo que vou contar, novamente, pra vocês uma história verdadeira acontecida comigo naqueles meus velhos tempos da “Capitão--Aviador”. Foi assim. Decolamos de Carauari, linda cidadezinha situada nas margens do Rio Juruá. Chovia muito. As freiras, freirinhas, os padres, os índios, índias, pajés; macacos, papagaios, tartarugas, todos com muito medo e cada qual rezando seus mais variados e exóticos tipos de orações. Nunca gostei de ver ninguém rezando “no meu avião”, como se aquilo não fosse o meu mais seguro meio de vida. Fui entrando e falando alto pra todo mundo ouvir: -- Quem for de reza, reze, porque o tempo está como o diabo pediu a São Pedro, pois passarinho está indo pra casa a pé! Estávamos com mais de 50 pessoas a bordo, mas dentro do peso máximo para decolagem. Aqueles passageiros ribeirinhos é que estavam bem abaixo do peso normal desejado. Decolamos, nariz pra cima, até chegar aos dez mil pés, onde alcançamos um topo bem definido.  Estávamos no meio do caminho, entre Carauari e Eirunepé, quando a cabeça de uns dos enormes cilindros voou pelos ares, quase levando a carenagem do motor esquerdo. O meu copila era um tenente novinho, R2, que fazia sua primeira viagem sobre a densa floresta amazônica. Quando ele viu o motor pegando fogo (ele estava do lado esquerdo, na posição de primeiro piloto) ficou então -- “pálido de espanto” -- e, graças a Deus, “desmaiou”, dizendo: -- Nossa mãe; vamos morrer! Foi quando o nosso mecânico de voo correu, abriu sua maletinha, trazendo sua inseparável garrafa de cana, pronta para qualquer emergência, dizendo: Capitão Maciel, já que vamos morrer... Tive que rir, mas “me controlei”... Para encurtar a história: o que seria uma hora de voo transformou-se em duas horas de extremo sufoco, voando baixo, sobrevoando o “Juruá” que é muito, mas muito sinuoso mesmo, pois, pensava eu, se o motor direito pifar, eu me jogo sobre o rio, livrando das daquelas enormes árvores, com mais de dez “andares” de altura, rodeadas de bilhões de mosquitinhos, onças, cobras e jacarés. Conseguimos chegar a Eirunepé já no “lusco-fusco”, quando, acredite se quiser, fui carregado pelos ares como verdadeiro herói pelos incrédulos passageiros! E foi só na hora do jantar oferecido pelo Prefeito da cidade, que estava alegre, risonho e feliz por termos salvo sua família inteira que estava a bordo do nosso heroico C-47; depois de tomar -- agora sim! um copo generoso da “branquinha”, que me foi oferecida pelo nosso “mecânico de voo”, que foi quem realmente me ajudou durante aquele ”inesquecível sufoco”, quando então foi que senti minhas “pernas tremerem”, lembrando da minha mulher e dos meus filhos ainda pequenos que  deviam estar em casa, em Belém do Pará, alegres e brincando, sem desconfiarem de nada ...

Quem escapa de um perigo, ama a vida com máxima intensidade!

Coronel Maciel.

 

 

quinta-feira, 1 de abril de 2021

A VIDA MILITAR.

 

A vida militar tem dessas coisas.

Já vi; todos nós já vimos, porcas trocas de Comando na nossa querida Força Aérea Brasileira. A mais “escrota” que eu já vi, e por tabela sofri as consequências, foi quando assumiu o Sarney, e o Moreira Lima, o famoso “Boca Suja”, foi ser o Ministro da Aeronáutica, substituindo o Délio Jardim de Matos. Era Comandante do Segundo Comar, em Recife, o Brigadeiro Dilson Lira Castelo Branco, que foi estupidamente substituído por um tal de Luiz, e eu fui parar em Belém, com prejuízo para os estudos dos meus filhos. Mas tudo bem; são coisas da vida. Mas essa agora, com a queda (inesperada?) do Comandante da FAB, fico pensando como é difícil explicar para a esposa, para os filhos, para os amigos, tamanho “pé na bunda”! De repente deixar de ser o “tal” e passar a frequentar a mesma “vala comum” de todos nós, quando um Cabo na ativa manda mais que qualquer Tenente-Brigadeiro na reserva! É foda! Ainda bem que nesse caso é um “caçador” tomando o lugar de outro “caçador”! Aliás, na FAB, basta um piloto qualquer dizer que é “caçador” -- verdadeira casta de “sangue azul” -- fato que praticamente reduz à merda todas os outros pilotos que não sejam “caçadores”. A mesma coisa acontece na politicagem nessa atual merda que virou o Brasil, quando basta um filho ou uma filha da puta qualquer dizer que é “comunista”, e que foi “torturado” durante a “ditadura”, para que todas as portas se lhes abram; o contrário acontece quando alguém diz que é militar, para ser logo escorraçado, humilhado e ofendido. E ninguém tem coragem nem pode dizer “porra nenhuma”. “Amanhã” Jesus será também crucificado, mas logo estará sentado ao lado direito do seu pai, todo poderoso. Vou ficando por aqui, pois o nosso tempo é curto e o céu ou o inferno está nos esperando: o céu para os bons; e as labaredas sulfúreas dos infernos, para os maus...

Coronel Maciel.

domingo, 28 de março de 2021

CORAGEM E PREGUIÇA.

 

Coragem e Preguiça.

Para quem, como eu e muitos e muitos outros, é com imensa, mas inútil pena de nós mesmos, que estamos assistindo o quanto essas malditas esquerdas, hoje totalmente dominadas pelo comunismo, terem tanto ódio de “nóis”, militares. Medo de outra “64”, quando éramos felizes e não sabíamos? Nos Estados Unidos, a nação mais poderosa do mundo, o comunismo chinês conseguiu derrubar o Trump, colocando em seu lugar um verdadeiro “babacão”, um leso, um “pamonha”, que não consegue nem subir as escadas do “Air Force One”. No Brasil, os malditos “chinas” já se apossaram da imprensa, o mais poderoso de todos os exércitos, e não vão sossegar enquanto não derrubarem o Bolsonaro. Mas antes, querem derrubar o Ernesto Araújo, só porque foi indicado pelo Olavo do “Caralho”, ou melhor, de “Carvalho”, um líder mundial na luta contra o comunismo. Bolsonaro e o Ernesto são acusados da dupla infernal de “genocidas”, culpados pela morte de 300 mil brasileiros! E ninguém se levanta para defendê-los! Mas, ora porra, se nem eles mesmos sabem se defender; são como bois que só puxam carroça porque não sabem a força que têm! Já disse e torno a repetir -- Os nossos generais, cansados de dar murros em ponta de faca, estão aí, dentro dos seus velhos tanques, navios e aviões, olhando, de longe, o Brasil pegando fogo. Será que algum deles tem um “culhonésimo” dos “culhões roxos” daqueles velhos generais -- para prestar as devidas homenagens àqueles generais de 64, no próximo “31 de março”?  Duvido que tal aconteça, pois, já dizia minha corajosa vovozinha: -- Coragem, meu filho, não é como preguiça, que todo mundo tem...

Coronel Maciel.

terça-feira, 9 de março de 2021

Toque de silêncio.

 

O silêncio dos Generais.

Um bom advogado; um Fachin desses da vida, tanto pode defender, bem, tanto Deus, como o Diabo. Todo mundo sabe o “infinito” poder da Imprensa, de longe o maior de todos os Exércitos! Nos Estados Unidos, a maior democracia do mundo, a imprensa derrubou o Trump, colocando no poder um merda, na minha sempre duvidosa opinião. No Brasil, não só a Imprensa, mas o mundo inteiro, estão torcendo pelo Lula. A começar pelo “Bonner”, passando pela CNBB, pelo Papa, pelo Barack Obama, pelo Maduro, por todos esses que não vão sossegar enquanto não colocarem Lula novamente na Presidência. E para “glorificá-lo” os Generais, coitados, (Graças a Deus?) estão todos muito bem disciplinados, obedecendo rigorosamente  “as ordens das autoridades”. Mas é bom não esquecer o que pode acontecer quando uma abelha, pequenina, entra pelo nariz de um poderoso leão; pode matá-lo de raiva, como pode fazê-lo enlouquecer...

Coronel Maciel.

segunda-feira, 8 de março de 2021

TAMOS FUDIDOS.


Lula hoje vai tomar o maior porre da vida dele; não só ele como todos seus “cupinchas”.  Dirão os babacas de plantão, que Lula não deixou de ser o maior ladrão do mundo; não! Também ninguém quer saber quanto o Fachin “faturou” com essa decisão. Fachin não só tornou Lula elegível novamente, mas “eleito” novamente. Lula é um dos ladrões mais ricos do mundo; ninguém sabe quantos são os bilhões de dólares que ele tem escondidos no exterior. E os militares, hein, Coronel? Ora, os militares, como já disse mais de mil vexes, não estão “nem aí”. Estão dentro dos seus velhos tanques navios e aviões, olhando de longe o Brasil pegando fogo. Depois de passar mais de vinte anos, remando, voando e marchando, tentando consertar esse país, tão grande, tão amado e tão traído, levamos o maior pé na bunda, para aprender como tratar com comunistas. Só não pode faltar o pagamento no segundo dia útil. Se faltar o Bicho pega. Na verdade, não somos nós – “velhos militares, inúteis na paz e incapazes para guerras” que estamos fudidos; são nossos filhos e netos.

Coronel Maciel.

quarta-feira, 3 de março de 2021

DÉCADA PERDIDA!

Serão dez anos, ou mais, de dias cada vez “mais piores”. O único homem capaz de enfrentar os “ditadores” chineses, o Trump, foi vilmente massacrado pela “imprensa” americana, e em seu lugar colocaram um cara cagado de arara, o que é pior que cagado de urubu! Os malditos cientistas chineses potencializaram o tal “Vírus chinês”, rebatizado pelos próprios chineses, como “COVID-19”, para despistar os ingênuos; e, não satisfeitos, espalharam o vírus pelo mundo, que agora se multiplicam em outras espécies mutantes, cada vez mais “assassinas”. E, não satisfeitos, os chineses se tornaram um dos maiores “comerciantes’ de vacinas para combater o vírus que eles mesmos “criaram”. – Dizia Shakespeare: -- “Na época mais gloriosa da Alta Roma, pouco antes de cair o grande Júlio, saiam dos sepulcros os cadáveres, envoltos em seus lençóis, gemendo pelas ruas. Chuviscou sangue; apareceram manchas no Sol; cometas; e o úmido astro que tem força no reino de Netuno, de eclipse padeceu nos fins daqueles dias”.

Deus livre nossos filhos e netos de terminarem assim...

Coronel Maciel.