domingo, 27 de novembro de 2011

UM FORTE NO "INFERNO VERDE".

A floresta Amazônica lá embaixo; imenso mar-verde, com milhões e milhões de árvores enormes espalhando sombras para bilhões de insetos e animais silvestres, dificultando a nossa navegação, pois, alguns rios, riachos, igarapés constantes nas cartas de navegação aérea WAC estavam também encobertos pelas sombras. O que seria de nós, se fossemos obrigados a um pouso forçado naquele verdadeiro inferno verde?


Naqueles tempos, tempos da aviação romântica, aviação de arco e flecha, sem o auxílio desses fabulosos GPS, como era fácil os pilotos se perderem naquela imensidão. Muito mais difícil era “se achar” depois...


Estávamos indo de Manaus para Forte Príncipe da Beira, transportando uma comitiva do Exército. Ao chegarmos, com o general sentado na cadeira do copiloto, ficamos sobrevoando aquele Forte, construído nos últimos anos do século XVIII; e fiquei imaginando como foi possível trazer as cantarias de Belém, rios acima; os canhões de bronze, as pedras, pois naquelas margens do Rio Guaporé não há pedras; que tarefa titânica; sem paralelo; sem a Comara, a Comissão para Construção de Aeroportos na Região Amazônica; sem os nossos possantes cargueiros Hércules C-130; enfrentando as febres equatoriais; enfrentando as arremetidas dos castelhanos; porém nada conseguiu impedir que brasileiros e portugueses, de mãos dadas, levassem a cabo este incrível empreendimento da história da nossa colonização...


Pousamos e fomos recebidos pelo Tenente Comandante do Pelotão. No almoço, uma grande surpresa: -- Como o Tenente havia conseguido aquelas pedras? -- Pedras que serviam de piso, num improvisado "restaurante" nas margens do rio Guaporé...


No almoço, fomos servidos com uma suculenta tartarugada... Foi quando o General começou a ficar vermelho, com justificado assombro, quando o Tenente informou que havia tirado aquelas pedras "daquele Forte, ali abandonado"... -- E estas tartarugas? -- Não sabe que está proibida a pesca? Foi aquele silêncio geral e desconfortável... Tentando aliviar a situação do embaraçado Tenente, eu disse ao general que, se nós não pegássemos as tartarugas, os Bolivianos, do outro lado do rio, iriam se fartar, sozinhos...:- - Explica, mas não justifica... -- Vou levar este fato ao conhecimento do general Figueiredo, meu colega de turma, meu amigo particular, e haveremos de restaurar este Forte; aliás, ele é o único quadro, pintado a óleo, que existe no meu Gabinete...: -- Uma ótima idéia, General, disse eu tentando aliviar as tensões, mas meio desconfiado e temeroso de levar também uma boa “mijada”...


No dia seguinte decolamos para visitar outros Pelotões de Fronteiras. Durante o vôo fiquei imaginando como é dura a vida naqueles longínquos Pelotões de Fronteiras...


Coronel Maciel.

sábado, 26 de novembro de 2011

BOLSONARO E DONA DILMA.

Não sei o que dona Dilma fez para o Bolsonaro “baixar o pau” na pobre sem dó nem piedade e logo no plenário da Câmara Federal para todo mundo ver... Muito cuidado, Bolsonaro; desse jeito elles vão acabar cassando o teu mandato, e nós ficarmos órfãos de um dos nossos mais corajosos artilheiros.  Eu mesmo não tenho dúvidas quanto as preferências sexuais da dona Dilma, assim como não me importo em saber as preferências sexuais de ninguém, sejam eles padres, cardeais, ministros, deputados, senadores ou até mesmo do diabo, que costuma se esconder nas entranhas das mais belas mulheres ... Acho até aceitável, para não dizer lindo, os amores daquelas ninfas mitológicas; duas ninfas lindas se amando, olhos nos olhos, seios nos seios, hein?... -- Mas dois “ninfos”, não! -- Já imaginaram dois ninfos, barrigudões, peludões, se beijando, se amando, se abraçando, hein? – Não, não. -- Essa, não!

Bolsonaro, presta bem atenção. Assim como o Lulalá e seus quarenta mil ladrões conseguiram com ilusórias bolsas-esmolas um curral eleitoral de 60 milhões de votos de inocentes brasileirinhos, quem sabe dona Dilma não esteja também querendo atrair os votos de nem sei quantos milhões de inocentes e saltitantes gays por esse Brasilzão à fora?... -- Agora o que eu acho péssimo e até muito criminoso é querer transformar nossas crianças em futuros gays, com a distribuição desses tais “Kit’s-Gay” nas nossas escolas; aí também já é sacanagem demais -- não é, dona Dilma?

Agora, mudando de pau pra cacete, essa mancha negra da Chevron parece que veio sobrepor-se a mancha negra que envolve todo o governo Dilma; não se fala mais em ministros corruptos. Parece até que tudo voltou ao “normal”...

Vou terminar porque hoje é sábado e meus amigos e amigas me esperam nessas nossas infinitas praias ensolaradas “geladas”, caranguejos, camarões, moquecas de peixe com cachaça e muita viola, que ninguém é de ferro... kkkkkkkkkkkkk.

Coronel Maciel


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

É PRECISO SABER VIVER...

Lembro como se fosse hoje; foi no dia 27 de novembro de 1957 quando o nosso Comandante, o Brigadeiro Sinval de Castro e Silva Filho reuniu todos os alunos da Escola Preparatória de Cadetes do Ar, para nos contar os horrores vividos durante a madrugada da Intentona Comunista de 1935. --“Eu estava lá”, nos dizia emocionado o velho Comandante. Os anos foram passando e hoje também já velho recebo um convite do Presidente do Clube Militar para participar das homenagens às vítimas daquele massacre. Não vou poder ir; estou longe do Rio; mas estarei presente, se não de corpo, mas de alma; de minh‘alma comovida.

Muitos me odeiam, têm “raivinha” de mim em razão dos meus artigos; chamam-me  de “quadradão”; reacionário. Ora, se ser anticomunista é ser reacionário, então sou um grande “reaça”... Mas não sou “reaça” tipo aqueles que veem comunistas em todos os lugares, até debaixo da cama; não. Tenho até amigos comunistas; mas são comunistas sentimentais, idealistas; não comunistas assassinos tipo Fidel Castro e seus filhotes que hoje nos governam. Não. Não sou “automaticamente” anticomunista; não! Não sou tão burro nem tão quadrado assim. Mas quando vejo tantos irmãos cubanos que foram e continuam sendo fuzilados nos paredóns cubanos; quando vejo o Che-Guevara fuzilando de uma “porrada só” mais de 600 cubanos; ou quando ficamos sabendo que lá nos montes Urais da Rússia, na madrugada de 17 de julho de 1918, um comissário comunista mandou reunir rapidamente toda a família real e, falando para o Czar, lê a sentença de morte, que teve o chamegão do próprio Lênin. O ex-soberano mal teve tempo de perguntar:- - “O quê?”, quando o pelotão de fuzilamento começou a atirar...  Minutos depois estavam mortos numa poça de sangue Nicolau II, sua mulher, Aleksandra, o herdeiro do trono Aleksei, suas irmãs Olga, Tatiana, Marie e Anastásia. Morreram também um médico, três serviçais e um cachorro da família. Mas as meninas continuavam vivas... As balas ricochetearam em suas roupas. Os assassinos tiveram que acabar o serviço com baionetas... Durante a “Intentona Comunista”, na madrugada do dia 27 de novembro de 1935, os comunistas também mataram covardemente vários dos nossos heróis que dormiam na antiga Escola de Aviação, no Campo dos Afonsos.

Não sei se os nossos atuais Comandantes poderão comparecer às solenidades programadas; acredito até que gostariam de ir; mas com certeza receberão ordens em contrário da dona Dilma, a Presidenta. Ora, assim como devem ser leais e obedientes à dona dos nossos destinos, deveriam ser muito mais leais e obedientes aos nossos heróis do passado... E com certeza esquadrilhas dos nossos aviões receberão também ordens para permanecer “nos calços”, impedidos de decolar daquele mesmo “Campos dos Afonsos” para sobrevoar o local da solenidade; ou que sejam disparados tiros de canhões do Exército ou das nossas belonaves ancoradas na Guanabara, tiros capazes de serem ouvidos pelos nossos heróis assassinados, envoltos em seus lençóis e chorando nos seus túmulos.

É preciso saber viver...

Coronel Maciel.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

A VELHICE VERGONHOSA. SEGUNDA PARTE...

Moreira Lima comandou a Base Aérea de Santa Cruz até quando houve o que ele considera como o “Golpe de 64”. Ora -- como todo militar disciplinado deve ser -- ele tinha por obrigação ser também leal ao Presidente da República, na época o João Goulart.  Como leais e disciplinados devem ser os nossos atuais comandantes para com dona Dilma... Quando um comandante achar que não deve mais ser leal ao presidente, ou à “presidenta”, ele deve “pedir as contas” e ir cantar em outro terreiro...

Moreira lima sabia que muitos dos seus pilotos, a maioria, talvez uns 70%, eram, digamos, favoráveis ao “golpe”... Quando o Comandante do Grupo de Caça, obedecendo ordens do Comandante da Base, reuniu seus pilotos, colocando-os de prontidão e mandando armar os aviões, tenho a certeza absoluta que sua intenção não era atacar as tropas revolucionárias, mas sim  qualquer reação a elas...  

-- “Me puseram nesse fogo”. -- Mas tive a felicidade de ver esses rapazes se manterem disciplinados a mim... Muitos desses ”rapazes” a quem o Rui se refere são -- e tenho orgulho de dizer -- meus colegas de turma, Aspirantes-Aviadores da turma de 62, formados no já lendário “Campo dos Afonsos”.

Moreira Lima tinha pleno conhecimento da revolução que se aproximava. Sabia que Jango começou a cair no “Comício da Central”, quando ele o foi assistir à paisana, como simples cidadão, tendo ficado preocupado, para não dizer apavorado, com os termos agressivos dos discursos, discursos que assustavam a classe média conservadora brasileira. Uma semana antes do “31 de março”, diz o Rui,  a sua Base sofreu ameaças de invasão de oficiais de outras unidades. -- “Eles estavam doidos para me criar problemas”... – Os chefes, como o Castello Branco e toda sua gente, na realidade não faziam nada; eram uns pândegos... Falavam muito e só faziam fofocas... – Quem fez mesmo a revolução foi o Mourão Filho. Os oficiais golpistas de Aeronáutica queriam tomar a minha Base porque era a única que podia reagir, pois era a que tinha realmente a força; a força dos nossos aviões. – Assumi a defesa e mandei prender todo mundo...

Moreira Lima reconhece que havia muita indisciplina nas Forças Armadas. E que por falta de comando aqueles sargentos do “Levante de Brasília” começavam a ocupar espaços...

Eu particularmente sempre fui contra politicagem nos quartéis. Moreira Lima promovia palestras políticas na sua Base, levando gentes como Osvaldo Lima Filho, João Pinheiro Neto, para falar sobre reforma agrária, um tema quente e muito solicitado na época. Convidava dom Hélder Câmara, o famoso Bispo Vermelho, para falar sobre Jesus Cristo, sobre Cristianismo, mas com uma visão socialista (ou comunista?) pura... – Mas nunca houve deslizes, a não ser a prisão de dois oficiais que achavam que aquilo não era certo, e que eu não devia incentivar conferências políticas dentro da Base... – Enquadrei os dois com oito dias de prisão para cada um... Eles não reclamaram, nem recorreram; eram dois garotos que resolveram me enfrentar, e se deram mal... A questão da hierarquia é fundamental, nos diz o Rui, que respeito pela sua idade e pelas suas muitas missões de guerra enfrentando de peito aberto as poderosas artilharias antiaéreas dos alemães nos céus da Itália.

Coronel Maciel.


sábado, 19 de novembro de 2011

BANDEIRA DO BRASIL!

-                                                  Bandeira Do Brasil!



--- Nós te amamos quando tremulas, beijada pelos ventos das nossas mais distantes fronteiras; guarnecendo nossos postos avançados; nos mastros das escolas mais humildes, nos povoados, nos tapiris das várzeas; nas palhoças das nossas montanhas verdejantes...

--- Nós te amamos quando singras os mares bravios nos mastros das nossas belonaves, ou quando veleja solitária, calma, esperançosa, cruzando nossos rios, furos, igarapés...

--- Nós te amamos quando cruzas o espaço, cada vez mais alta, orgulhosa nas asas das nossas aeronaves, subindo aos céus qual gigantesco pássaro audacioso soltando na amplidão suas asas douradas...

--- Mas quando mais te amamos, ó lindo pendão da esperança, é quando hoje no Brasil inteiro multidões de crianças, jovens e adultos se comovem reverenciando tua austera e honrada figura sendo imolada na pira simbólica e, tal e qual a ave mitológica Fênix, que ressurge das próprias cinzas, tu também ressurges, gloriosa, altiva, altaneira, transfundindo-se na alma do nosso povo, que pede a Deus que prodigalize a tua imagem e que paires sempre sobre o futuro da nossa pátria estremecida!



Coronel Maciel


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

AI DOS VENCIDOS.

                                        Ai dos vencidos...

De nada adianta ficar chorando o leite derramado. -- Perdemos e pronto. E tudo o que já dissemos; tudo o que poderemos ainda dizer; todas as verdades que o mundo inteiro conhece serão logo transformadas em mentiras. -- Ai dos vencidos... -- De nada adianta também dizer para que a comissão da verdade da dona Dilma vá procurar seus mortos -- os mortos que foram abandonados covardemente pelos seus “cumpanheiros” lá nas matas do Araguaia – que vá procurá-los nas tripas dos tatus que comeram suas carnes; nos ratos que roeram seus ossos; ou nas profundezas dos infernos suas almas -- que também não vai adiantar de nada. Continuaremos a ser chamados eternamente de gorilões, assassinos, torturadores e muitas e muitas outras ofensas, para surpresa e perplexidades dos nossos filhos e netos -- que estão sendo hoje muito bem “doutrinados” nas salas de aulas de todas as escolas; de todas universidades...

Basta um minuto só no “Jornal Nacional” de hoje para que milhões de jovens estudantes, dos nossos filhos, amigos e mesmo de “velhos” esquecidos achem que dona Dilma e suas amiguinhas são heroínas, e não um bando de terroristas. Que todas elas retratadas hoje nos jornais, são verdadeiramente democratas... Poesias, democracia; assim como líquens e certas trepadeiras precisam de ruínas para sobreviver... Hoje o Brasil sobrevive na mais podre e corrupta das ruínas...

Na próxima “ditadura” (estou brincando; hoje graças a Deus estamos vacinados...) que já se aproxima -- e aproveito para relembrar o velho Chico:- - (por onde ele anda, hein?)

“O que será, que será?

Que vive nas idéias desses amantes

Que cantam os poetas mais delirantes

Que juram os profetas embriagados

Que está na romaria dos mutilados

Que está na fantasia dos infelizes

Que está no dia a dia das meretrizes

No plano dos bandidos dos desvalidos

Em todos os sentidos... O que será, que será?

Que andam suspirando pelas alcovas

Que andam sussurrando em versos e trovas

Que andam combinando no breu das tocas

Que anda nas cabeças anda nas bocas

Que andam acendendo velas nos becos

Que estão falando alto pelos botecos...”

--Pois é... O que será; o que fazer quando ela chegar... Quando ela chegar? -- Que façam então como fez Fidel Castro, a menina dos olhos dessas embriagadas esquerdas; um imenso paredón. Um imenso paredón onde hoje estariam sendo fuzilados muitos dos nossos pelos fuzis desses terroristas assassinos, filhotes de Fidel, não tivesse havido a pronta intervenção dos nossos heróis do passado...

Um último conselho, dona Dilma:- Minha querida “Comandante-em-Chefe”; aprenda a escolher com muito cuidado seus inimigos, hoje seus subordinados... Nós não somos babacas, não!... A nossa honra; a nossa dignidade, a nossa integridade, o nosso amor pelo Brasil, nós herdamos dos nossos heróis do passado, vivificados no presente e necessariamente renovados no futuro.

Coronel Maciel.



terça-feira, 15 de novembro de 2011

A NOVA E A VELHA REPÚBLICA.

A nossa verdadeira república foi proclamada em 15 de novembro de 1889, quando um grupo de militares do Exército, liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca -- o “Generalíssimo Deodoro” -- derrubou a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil, pondo fim à soberania do imperador Pedro II. Foi, então, proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil.

 Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. Grandes nomes faziam parte desse governo organizado na noite de 15 de novembro de 1889: -- o Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente da República e chefe do Governo Provisório; o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente; Tenente-Coronel Benjamin Constant Botelho de Magalhães, como Ministro da Guerra; Chefe de Esquadra Eduardo Wandenkolk; Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro... Uma verdadeira plêiade de grandes estrelas... 

 Nos anos de 1983 e 1984, a campanha pelas diretas tomou conta do Brasil. O amarelo, cor das diretas, tomou conta do país. "Panelaços" e "buzinaços" foram organizados. Milhões de brasileirinhos -- iludidos por conhecidos politiqueiros (o “Lixo Guimarães” era um deles...) -- foram às ruas para exigir eleições diretas para suceder o General Figueiredo, o último dos grandes generais de 64.

Começava a chamada, a famigerada “Nova República”... --Quem deveria assumir o poder era o mineiro Tancredo Neves. Mas Tancredo, muito infelizmente, não assumiu a presidência. Na véspera da posse sentiu fortes dores abdominais. Depois de sete cirurgias, Tancredo falece no dia 21 de abril. – Assumiu -- agora muito, mas muito mais infelizmente -- o dono da Capitania Hereditária do Maranhão, o Zé Sarney. Daí então o Brasil passou de mãos em mãos para risíveis figuras que todos nós estamos cansados de saber. Cada qual “mais pior que o outro”, até chegarmos no famigerado governo do PT: são guerrilheiros, assaltantes de bancos, do cofre do Ademar, assassinos de jovens sentinelas, sequestradores de embaixadores, de indefesos civis, de uma infinidade de ministros corruptos que parece não ter mais fim...

Até quando vai durar esta famigerada “Nova República”, honrados Comandantes Militares?

Coronel Maciel.