sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A volta do Marechal!


Estela, Vanda, Patrícia, Luiza, também conhecida como Dilma Rousseff participou ativamente de ações armadas, na sua luta contra os generais. Dilma aprendeu rapidamente montar e desmontar armas de fogo de grosso calibre.

Dona Dilma acaba de tirar o sapatão e danou-se a dizer palavrões, dar coices, murros e pontapés nas mesas do seu palácio encantado ao saber que o “Joaquinzão”, aquele vai ocupar seu lugar na Presidência da República, autorizou a abertura de um inquérito para investigar o ministro Fernando Pimentel, seu antigo “companheiro de armas”. Pimentel vai acabar também na cadeia, ao lado do Genoíno, também “companheiro de armas” e ex-presidente do PT, o partido que mais traiu os “Trabalhadores do Brasil”. Assessor Especial do Ministro da Defesa, mesmo assim se prepara para dar seus últimos suspiros na prisão! – Genoíno vai pra cadeia servir de pasto “sem vaselina”, não pelos crimes praticados durante a “ditadura”, quando lutava, matava, assassinava, sequestrava, ao lado de dona Dilma, na ânsia de derrotar os generais e transformar o Brasil numa imensa Cuba... -- Genoíno será engaiolado, não por esses crimes! -- Por esses crimes ele deveria ser devidamente fuzilado. Vai ser enjaulado pelos crimes do mensalão!

Hoje, dia dos mortos, foi emboscado e executado com vários tiros o coronel do exército Júlio Miguel Molinas Dias, 78, ex-comandante do Destacamento de Operações Internas (DOI) do Exército no Rio, na época do caso Rio Centro.

Um carro vermelho fechou o carro do coronel. Três ocupantes desceram e foram disparados 14 tiros de armas diferentes. Seis atingiram o coronel que estava desarmado. Nada foi roubado. Será a volta do terror, dona Dilma?

O caso se deu em Porto Alegre, onde atua uma célula guerrilheira das mais antigas, chefiada pelo Tarso Genro, Olívio Dutra, Carlos Araújo (ex-marido e pai da filha de Dilma Rousseff).  Giram em torno de duzentos os seus membros, sendo seis ex-Tupamaros. Pelo menos é o que eu “ouvi dizer”. Todo boato tem seu fundo de verdade.

Policiais militares morrendo feito moscas; crianças sendo assassinadas nas portas dos colégios; velhos morrendo desamparados nos corredores sujos dos hospitais; corrupção, crack, cocaína, mensalão; o trânsito cada vez mais caótico; e agora o assassinato do coronel Molina.

Não existe ex-viado, ex-corno, ex-guerrilheiro! Uma vez guerrilheiro, sempre guerrilheiro!

Só nos resta esperar que o generalíssimo marechal Humberto de Alencar Castelo Branco saia armado do seu túmulo, para impor novamente “Ordem e Progresso” no Brasil!

Coronel Maciel.

  

 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Fechem logo essa porcaria de Senado!


Depois de chamar os senadores de "ladrões" e "corruptos", o senador Mário Couto, “macho do culhão roxo” do meu Estado do Pará, voltou nesta quarta-feira à tribuna do Senado para desafiar os colegas a cassarem o seu mandato: “Se quiserem me cassar, cassem! -- Gostei, senador! – “Paidégua”, como dizem os paraenses!


Peço desculpas aos meus botões. Eu, que havia lhes prometido não falar mais em política... Desculpas, meus botões, mas sou obrigado a perguntar novamente aos ventos: -- Onde estão os nossos generais combatentes? Os generais “machos dos culhões roxo”, hein? – Sumiram? Não existem mais? Onde, os filhos legítimos do generalíssimo Marechal Castelo Branco, hein? -- Não sei; não sei, os ventos me respondem...


Só sei que tem muita gente por aí me perguntando: -- Coronel? -- Por que os militares patriotas não fecham logo esse porcaria de Senado? Será por medo de repercussão internacional? Por que as Forças Armadas não posicionam seus aviões, fragatas, tanques, fuzis e canhões para a “guerra interna”? Os nossos filhos estão morrendo por aí, nas portas dos colégios, dentro de suas casas, em todos os lugares, e os militares não fazem nada? E os coitados dos nossos policiais militares que estão morrendo feito moscas, sem coragem de reagir, com medo desses tais defensores de “direitos humanos”, e vocês não fazem nada, hein?  


E o Brasil vai indo, vai indo; vai morrendo, vai morrendo aos pouco nas mãos desses que hoje estão aí mandando e desmandando em tudo! “Hoje você é quem manda falou tá falado, não tem discussão...”. É o Brasil entregue às baratas!


Acham de tudo neste Brasil de hoje: – uns, que não compete às Forças Armadas colocar seus integrantes em cada esquina para separar brigas de marido e mulher ou de vizinhos ou de traficantes e usuários de drogas; que isso é tarefa das Polícias. Outros dizendo que as missões das Forças Armadas estão expressas na Constituição. Outros achando que o povo brasileiro não pode se dar ao luxo de pagar caro para que os militares fiquem dentro dos quartéis, treinando para uma hipotética guerra, embolorados em aulas de uma guerra virtual e distante, deixando a população entregue “às baratas”. Outros dizendo que as Forças Armadas já voltaram de há muito para dentro dos quartéis. Outros dizendo que não existe essa história de “volta para os quartéis” ou “para que militares?”-- mas que também não é possível que eles fiquem agora “na sombra e água fresca”, assistindo “o circo” pegar fogo e desejando que tudo “se exploda”. Outros querendo de imediato a nossa volta (que Deus nos livre...) para evitar o pior...


Uns achando que as verdades mais solenes e verdadeiras costumam parecer “piadas” neste atual Brasil, tão grande, tão amado e tão traído... Outros achando que não há mais alternativas para o povo brasileiro, a não ser “rezar” para que nada lhes aconteça. Outros achando que a corrupção no Brasil não tem fronteiras, e que por maiores que sejam hoje, as de amanhã serão maiores...


Só sei que “militares nunca mais”, como disse o Millôr Fernandez: -- Só fizeram lambanças... Foram incompetentes em tudo... E além de tudo; além de tudo que fizeram, nenhum deles conseguiu ficar rico... Quanta incompetência!


(Parece que Millôr Fernandes foi um dos poucos “intelectuais” que combatiam a “ditadura” que conseguiu manter seus princípios com bastante firmeza, quando poderia ter aceitado as excelentes condições oferecidas para deles abdicar. Estou agora lembrando o Millôr a propósito da“”Bolsa Ditadura” com que foram agraciados: Ziraldo, Jaguar, Carlos Heitor Cony, Augusto Boal, Luiz Edgard de Andrade, Tárik de Souza e tantos outros que  abdicaram de seus princípios e jogaram no lixo suas biografias...).

Coronel Maciel.


 


 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Quem foi ao Pará, parou...


... Tomou tacacá, ficou... Não são poucos militares das bandas do sul que foram servir em Belém, por castigo! -- Por castigo? – Sim, por castigo. Belém, pelo menos antigamente era assim! Quem era “escalado” para lá servir, alguma coisa de errado havia feito... Alguns até diziam, como gozação, eu acho - que quem gosta de mato é veado, e quem gosta de norte é agulha magnética... (Cuidado! – não confundir com esses viados do Kit-Gay do prefeito... rsr.) Mas acabaram ficando por lá, depois que descobriram as delícias das comidas paraenses. E, por que não dizer? - das meninas de lá... -- Casaram com morenas paraenses e se deram muito bem. E nunca mais quiseram sair da lá, da minha doce cidade morena...

 Peço licença para continuar falando de uma figura folclórica na Força Aérea Brasileira! O Brigadeiro Camarão, hoje voando entre as estrelas nos céus... Servimos juntos na EPC do AR, quando eu era Tenente. O Camarão costumava passar noites inteiras trabalhando sozinho, no seu gabinete. Mas não exigia que ninguém o acompanhasse nas suas longas noites mal dormidas... Os dias eram curtos demais para o muito que queria fazer... Foi ele quem fez as grandes melhorias; os novos alojamentos, mais modernos e confortáveis. Laboratório de línguas (ele falava e escrevia fluentemente o grego, além de francês e inglês...). Enfim, tudo o que de bom e moderno existe hoje na nossa Escola Preparatória de Cadetes do Ar.

Naqueles idos de 65, 66,67, isto é, “em plena ditadura”, que tempo bom! Eu era um tenente solteirão, livre e desimpedido... rsrsr.  Às vezes o Camarão me chamava para conversar após o expediente.  Ainda mais depois que ficou sabendo que eu era paraense; e paraense da gema! Ele era um apaixonado pela Amazônia. Naqueles bons tempos, eu lhe dizia que eu só me tornei oficial da FAB porque fui para o Rio terminar a quarta série ginasial, quando também frequentei um cursinho preparatório, lá em Cascadura. Estudava direto e sem descanso... Era o ano de 1956. Dizia-lhe eu: -- Brigadeiro, não tivesse sido assim, eu estaria até hoje empinando papagaio, jogando peteca, pegando pião na unha, jogando peladas nas ruas de Belém, minha doce cidade morena. Naquela época ninguém sabia informar direito, em Belém, como ingressar na FAB. Foi quando ele ficou pensando, pensando; olhando-me com aquele seu olhar inteligente e perguntou se eu “topava” pegar um T-6 ir fazer propaganda da Escola pela Amazônia; aceitei na hora! -- Ainda mais quando ele disse que podia demorar o tempo que eu achasse necessário...

Decolei com o meu T-6 abarrotado com tudo o que havia sobre a EPC. Fui à São Luís, Belém, Santarém, Manaus até Tabatinga, divulgando o máximo possível a Escola. Os pilotos meus conhecidos da FAB, que serviam em Belém, acostumados a voar em aviões maiores e mais bem equipados, ficavam admirados como eu me atrevia a voar, num avião monomotor, em rotas tão longas e “perigosas”... Eu só fazia rir... Antes do pousar, eu dava alguns “rasantes”, fazia algumas acrobacias, como para “avisar” que eu estava chegando... Nos ginásios, nos auditórios, escolas públicas, escolas particulares, até durante uma missa em Santarém, durante um sermão feito por um padre amigo meu, lá estava eu fazendo propaganda da Escola. Dizia às “crianças” que me ouviam e que perguntavam “se era eu quem havia dado aqueles rasantes” que -- para compensar a falta de cursos preparatórios na Amazônia, o Comandante da Escola resolvera também colocar no concurso daquele ano o “Teste de Inteligência”, que era tão ou mais importante que o português e matemática exigidos no concurso; estas matérias, entre outras, dizia-lhes eu, eles iriam realmente aprender em Barbacena...

O meu empenho foi tanto, que o jornal “O Liberal” de Belém publicou na primeira página, com evidente exagero é claro, que: -- Oficial-Aviador-Paraense não quer mais saber de paulistas, cariocas ou gaúchos na EPC... Só paraenses! -- Levei o jornal para o Brigadeiro ler... Ele quase morreu de rir!

Mas valeu a pena. No ano seguinte o Camarão me chamou para comemorar a grande quantidade de jovens paraenses, maranhenses, amazonenses que ingressaram na EPC. -- Muito bem, “Fura Bolo” (era assim que ele me chamava, pois eu cumpria qualquer missão, com qualquer tempo...) -- Nunca tantos “Amazônidas” como este ano... Muito obrigado!

Grande Brigadeiro Camarão...

Coronel Maciel.

 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Mensagem a Garcia.


 Em 1898, o navio militar USS Maine foi destruído em Havana, Cuba - então colônia espanhola. Os americanos, alegando que o navio fora sabotado pelos espanhóis, exigiram que a Espanha cedesse independência a Cuba. A recusa dos espanhóis causou o início da guerra.  Pelo Tratado de Paris, a Espanha foi obrigada a ceder Cuba, Porto Rico, Guam e as Filipinas aos Estados Unidos. Cuba logo se tornaria um país independente. As Filipinas teriam sua independência em 1945, enquanto Porto Rico e Guam são até os dias atuais territórios americanos.


 Mas o que eu queria lhes dizer, meus prezados ouvintes, foi um pequeno grande caso ocorrido nessa guerra: o Presidente Mac Kinley precisava comunicar-se rapidamente com o chefe dos insurretos chamado Garcia, que se sabia encontrar-se em algum ponto no interior do sertão cubano. Ninguém sabia exatamente onde. Era impossível comunicar-se com ele pelo correio ou pelo telégrafo. Mas o presidente precisava comunicar-se com ele, e isto o quanto antes. Que fazer? Alguém então disse ao presidente: “Há um homem chamado Rowan; e só este homem é capaz de encontrar-se com Garcia”. Rowan foi trazido à presença do Presidente, que lhe confiou uma carta, com a incumbência de entregá-la a Garcia.


Muito bem. De como este homem tomou a carta; meteu-a num invólucro impermeável; amarrou-a sobre o peito, e, após quatro dias saltou, de um barco sem coberta, alta noite, nas costas de Cuba; de como se embrenhou no sertão, para, depois de três semanas, surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil e entregado a carta a Garcia, são coisas que não vêm ao caso narrar aqui pormenorizadamente. O ponto que desejo frisar é este: Mac Kinley deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia. Rowan pegou a carta e nem sequer perguntou: "Onde é que ele está?”.


 


Uma vez, faz tanto tempo, o Tomé ainda era vivo... Decolamos de BQ para Congonhas, num “Beech Mata Sete”. Eu e o Tenente Tomé Ribeiro Neto, que faleceu em Barbacena, num trágico acidente com um avião T-6. Após alguns minutos de voo, monomotor... Voltamos, para surpresa do Camarão.


Era um dia de sábado, e a missão era improrrogável. Deveríamos trazer dois professores vindos da França, para uma conferência na EPC do Ar, para os alunos e várias autoridades. O próprio Brigadeiro seria tradutor. (O Camarão, além de Francês e outras línguas, falava e escrevia fluentemente o Grego...). Ele então me chamou e me falou bem baixinho: -- “Fura--Bolo”, era assim que ele carinhosamente me chamava, pois eu cumpria qualquer missão, com qualquer tempo (modéstia à parte... rsrs): pegue o Regente e me traga eles aqui...: -- “Mensagem a Garcia”, Brigadeiro? -- Ele me olhou, sorriu e confirmou com um sim, com aquela sua cabeça bem branquinha...


Congonhas estava fechado "instrumentos". O Regente, vocês conhecem... Decolei de Barbacena e pousei em Congonhas, para surpresa e incredulidade geral... Veio um oficial muito mais antigo que eu me dizer o óbvio: que eu havia cometido uma grave “indisciplina de voo” e que por ordem superior eu estava impedido de decolar. Nestas alturas, com os franceses já a bordo, fiquei na dúvida até onde eu poderia avançar... E avancei, colocando no plano de voo “Operação Militar”...


Chegamos em Barbacena  em cima da hora para o início da conferência, para alegria do Brigadeiro. -- Missão cumprida, Brigadeiro! -- Mas vem "bronca" por aí... Ele sorrindo me despreocupou...


Nesse ínterim, eu fui transferido para Natal; e foi lá que eu recebi um "baita" de um "deveis informar". O Coronel Comandante da Base não aceitou minhas risíveis justificativas... :- -"Teje preso"...


Eu estava escalado para uma missão ao Rio, no dia seguinte. O Coronel, lógico, não queria me deixar fazer a missão, já que eu havia recebido “voz de prisão”... Só depois muita insistência, ponderações e explicações deixou-me ir, autorizando também um pouso rápido em BQ. E, lá chegando, após aquele famoso aperto de mão (quebra dedo, de tão forte) e após me ouvir, disse sorrindo:- -- Pode seguir tranquilo, Fura Bolo. Pode deixar que eu resolvo...


Chegando em Natal, o Coronel me olhou assim meio sem jeito e disse que estava tudo resolvido... Que eu não estava mais preso...


Grande Brigadeiro Camarão, hoje voando entre os anjos dos céus! Nunca me deixaria na mão! Grande homem! Missão cumprida, Brigadeiro!


Coronel Maciel.


 

Um porre de "democracia".


Eu hoje acordei pensando: -- nunca tomei um porre tão grande na minha vida! Um porre tão grande de “democracia”! Fernando Hadadd, o grande vencedor! O novo ídolo dos paulistas! Dona Dilma vai abrir as torneiras e alagar São Paulo de dinheiro. Só tenho pena dos prefeitos eleitos que não rezam pela cartilha do PT. O ACM, neto do ACM da Bahia. O Arthur Virgílio de Manaus; esses vão viver de migalhas, de pires nas mãos. Mas também, pudera! -- Quem mais metia o pau no Lula que o ACM AVÔ? -- O pássaro tucano também metia o pau no Lula, quando senador. Por isso, dona Dilma e o Luiz Inácio se empenharam tanto e pessoalmente durante a campanha para derrotá-lo, mas não conseguiram. A bruxa vermelha Grazziotin, do PC do B, agora reclama e acusa os cabos eleitorais do Arthur Virgílio de agressões e xingamentos: "Me chamaram de bruxa, macumbeira e sapatão"... Sapatão! kkkkkkk... -- Bom; cada qual que escolha os parceiros sexuais que mais satisfaçam seus desejos...

Dona Dilma sabe muito bem que está garantida num segundo mandato; num terceiro, quarto, ninguém sabe... Zé nenhum pode lhe arrebatar a presidência.  A não ser que o Zé Dirceu quando for pra “Papuda” abra o bico e diga tudo o que sabe... -- Aí sim, “a vaca vai pro brejo”... Ou então que o Mitt Ronney vença as eleições e exija que dona Dilma peça desculpas aos americanos pelo assassinato do capitão do exército americano, Charles Rodney Chandler, morto na frente da esposa, Joan, e de seus três filhos. Quem quiser saber maiores detalhes desse vil assassinato pergunte à presidentA Dilma.

E os militares, hein, dona Dilma? -- Quanto mais “caladinhos”, melhor para eles... -- Mais próximos estarão das estrelas; das “adidâncias” no exterior, e outras comissões, bocas riquíssimas...

Bico calado, velho corona! Bico calado não entra mosca... kkkkk

Coronel Maciel.

 

sábado, 27 de outubro de 2012

Lá no meu Cariri...


              “No meu cariri / Quando a chuva não vem/Não fica lá ninguém...

                Somente Deus ajuda... Se não vier do céu/Chuva que nos acuda.

                A Macambira morre/Xiquexique seca/ Juriti se muda...”.  

Já fiz chover nos sertões cearenses... Foi lá pelos idos de 70. Antes da partida para o primeiro voo, no meu garboso C-47--2020, o representante do governo cearense nos dava os últimos detalhes de um plano muito bem elaborado por um professor universitário, especialista “em fazer chover”. Logo em seguida fui apresentado aos que iriam participar do chamado “voo da chuva”. A imprensa inteira se fez presente, curiosa e sensacionalista, tirando fotos, solicitando entrevistas. Iniciamos os preparativos para o "bombardeamento" das “inocentes nuvens”, com a montagem de dispositivos especiais, cuidadosamente arquitetados pelo jovem cientista cearense. A alma do negócio consistia no transporte de oito tambores cheios de águas do mar, saturadas com muito sal e muita esperança... O primeiro voo serviria de teste para as possibilidades futuras, dizia-me o jovem professor-cientista.

Os jornais se encarregaram de divulgar os resultados iniciais, que foram considerados "ótimos", pois choveu, e muito, naquele primeiro e santo dia. Decolávamos e ficávamos horas e horas sobrevoando os pesados cúmulos, enquanto “lágrimas salgadíssimas” eram despejadas nas brancas nuvens que se formavam aqui e ali... Era uma grande esperança, pois a seca é uma “coisa”... Uma coisa horrível... Com a seca vem a fome...  E a fome é cruel; a fome é terrível.

Havia as cidades consideradas “bases de abastecimento” no interior do Ceará, onde pousávamos para reabastecer os tambores. E assim ficamos 15 dias gozando as delícias de estrelados pernoites, num ótimo hotel em Fortaleza, ciceroneados por lindas meninas cearenses molhadas de água do mar e ternamente refrescados com as águas das nossas chuvas...

A minha vida era um vidão, naqueles bons tempos da “ditadura”...
Coronel Maciel.              

Esqueça seu passado, dona Dilma!


Parece até que a senhora está ouvindo os meus conselhos -- hein, dona Dilma? -- Parabéns! Será que houve transmissão de pensamentos? Seria mesmo muita pretensão deste seu velho subordinado querer que a senhora, cheia de tantos afazeres, soubesse da existência deste  tão danado BLOG! Mas, aproveitando esses fortes ventos de cauda, aqui vão mais alguns “lembretes”, para a senhora ir “mantendo a reta”, navegando tranquila, fora das turbulências, voando sempre em céu de brigadeiro!

Primeiramente vou lhe dizer com toda sinceridade: nunca fiz muita fé na senhora. Nunca. Sempre pensei, cá com os meus botões, que a senhora fosse ser para sempre e eternamente um brinquedinho de estimação do seu criador, o Lula que lhe pariu. Mas vejo que não; e vejo com um leve sorriso de satisfação que a senhora tem muita personalidade; é muito mulher; diria mesmo quase um homem... rsrsr..

 E lhe digo mais: esqueça o seu passado. Arrependa-se dele. Só o arrependimento pode modificar o passado, dona Dilma! Jogue fora bem pra longe a sua metade podre que não presta! Olhe só pra frente... Olho vivo no inimigo! Eles estão aí prontos a lhe apunhalar pelas costas e levá-la com eles pra Papuda...

Aproveite todo este cartaz de agora! Esses altos índices de aprovação!  Siga seus próprios passos. Aprenda a “voar solo” neste grande avião Brasil que ainda corre sérios riscos de entrar em parafuso chato, o mais terrível dos parafusos...  Dê um “chega pra lá”; dê uma “ficha rosa”; dê um ponta pé na bunda do Lula, do Zé Dirceu e em todos os ladrões do mensalão. Determine que a “Federal” faça a imediata apreensão dos passaportes, evitando a fuga dos ratões.

Outra coisa, dona Dilma, que lhe peço encarecidamente: -- mande pra puta que os pariu esses falsos defensores de direitos humanos que só pensam em apontar os tropeços dos nossos homens fortes... Nesses “felas” que só vivem de remexer feridas que assim nunca serão cicatrizadas... A senhora sabe muito bem do que estou falando...

Sei o quanto lhe será difícil livrar-se desses cascas grossas que a acompanham de há muito. Livre-se logo deles. Defenda o Brasil com unhas e dentes! Vire uma verdadeira “gata”, e a senhora vai ver que ratos têm medo de gatos e gatas...

Um adeus e até breve.

Coronel Maciel.