sábado, 31 de janeiro de 2015

Que merda de país é este?

Reuniram-se em congresso todos os comunistas tupiniquins hoje “donos” dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), realizada em San José, na Costa Rica. Só faltou o Barack Obama para completar tão “excelsa” reunião.
Os “Democratas” americanos não sabem mais o que fazer para se manterem no poder. Não contaram até dez, e já “arriaram as calças” (metaforicamente... entendam-me...) para Fidel Castro, que aproveitou a deixa para humilhar ainda mais a orgulhosa Águia Americana.  A primeira grande humilhação aconteceu na “Baia dos Porcos”.
Fidel abusa de supostos direitos, esquecendo os imensos deveres para com o sofrido povo cubano, que há mais de cinquenta anos sofre nas mãos do sanguinário ditador, menina dos olhos das nossas alegres esquerdas.  
-- “Podem vir”, diz Fidel aos americanos; mas primeiro acabem como o embargo comercial; fechem a prisão de Guantánamo; e não fiquem pensando que vamos aposentar nossos “Paredóns”, nem abrir mão do domínio que hoje exercemos em toda América Latina.
Eu sou apenas um “rapaz latino americano” que chegou não sebe como a “coronel”, e que sempre foi muito mais aviador que oficial, e que não consegue entender como foi possível deixar o Brasil mergulhar tão fundo neste poço de lama e de sangue que tanto nos envergonha. Tudo sob os olhares atônitos dos nossos filhos e netos, os nossos mais incorruptíveis e inexoráveis julgadores, que logo estarão com todas as pedras nas mãos, chorando, gritando e dizendo: -- “Que merda de país é este que vocês nos deixaram...”.
Coronel Maciel.


  


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

ANAC:-- Uma verdadeira anarquia!

A não ser um “kamikaze”, ou um piloto corno e suicida, em aviação ninguém erra porque quer! Em aviação errar é “desumano”. Só "nóis"; nós que somos do ramo, podemos avaliar realmente o que se passa nas nossas cabeças naquela hora “H”, naquela hora de grandes estresses, com o “olho de bruxa aceso”; as “hélices embandeiradas”! Principalmente aqueles que já passaram por grandes sufocos. Eu passei, e muitos também já passaram e sabem o que é um grande sufoco nos ares! Do alto a queda é grande! Há os que perdem logo a cabeça e acabam logo morrendo; outros conseguem manter a cabeça fria, e estão aí, vivos e saudosos dos seus aviões.
Mas o que tenho mesmo a dizer para todos vocês é que -- queiram ou não queiram os nossos piores inimigos -- as Forças Armadas hoje  representam a única tábua de salvação;  a única entidade cem por cento e ainda  confiável no Brasil. E dentro das Forças Armadas, dentro da minha querida Força Aérea, os sargentos Controladores de Voo, famintos e mal remunerados, representam o único suporte confiável na indispensável missão de proteção ao voo, no Brasil. Tão importante quanto um comandante de avião, é um sargento no comando da sua “Torre de Controle”. Mas, creiam em mim: a maior e a mais perigosa diferença é a absurda  diferença salarial.  
Esses dolorosos acidentes aéreos se multiplicam perigosamente depois que o DAC, antes nas mãos de brigadeiros, técnicos altamente especializados e afeitos às coisas de aviação, passou para as mãos de “curiosos”.  Dizia-se antigamente que o “DAC”, Diretoria de Aeronáutica Civil, “D”ificultava, “A”trapalhava e “C”omplicava” a vida dos pilotos. Mas hoje estamos vendo que ruim com o DAC, pior sem ele. “Haja vista” os acidentes que por aí estão acontecendo a três por dois, depois que a aviação civil passou a ser dirigida pela ANAC, uma verdadeira “Anarquia”, agora nas mãos de pessoas que pensam que foi Olavo Bilac o inventor dos aviões.
Tenho outra coisinha para dizer a todos que pensam que eu, mísero piloto sem asas, velho, triste e desiludido, quero a volta dos militares. Quem sou eu para querer. São eles, são eles sim; são os milhões de brasileirinhos e brasileirões que estão querendo a nossa desgraça e implorando a nossa volta!
Assim:- - Uns achando que as Forças Armadas devem posicionar seus aviões, tanques, fuzis e canhões para a guerra civil que nos devora, pois filhos, netos, parentes, aderentes estão por aí morrendo feito moscas e as polícias não estão dando conta do recado. Outros achando que não compete às Forças Armadas colocar seus integrantes em cada esquina para separar brigas de marido e mulher ou de vizinhos ou de traficantes e usuários de drogas; que isso é tarefa das Polícias. Outros dizendo que as missões das Forças Armadas estão expressas na Constituição, nos parágrafos sobre a destinação das Forças Armadas. Outros dizendo que o povo brasileiro não pode se dar ao luxo de pagar caro para que os militares fiquem dentro dos quartéis, treinando para uma hipotética guerra virtual e distante, com os “argentinos”, deixando a população entregue “às baratas”. Outros dizendo que as Forças Armadas já voltaram de há prisioneiros dos quartéis; e outros dizendo que não existe essa história de volta aos quartéis -- ou para que militares? -- Mas que também não é possível que eles fiquem agora na sombra e água fresca, assistindo o circo pegar fogo e desejando que tudo “se exploda”. Outros querendo de imediato a nossa volta (que Deus nos livre e guarde) para evitar que tudo se exploda. E que as verdades mais solenes e verdadeiras costumam parecer “piadas” neste Brasil atual. Outros achando que não há mais alternativas para o povo brasileiro, a não ser “rezar” para que nada de pior aconteça. Outros achando que a corrupção no Brasil não tem fronteiras, e que por maiores que sejam hoje, as de amanhã serão maiores.
Na verdade eu fico sem saber para onde correr, ou melhor, onde pousar meu avião: se na pista da Base Aérea de Santos, onde morreu o pernambucano, ou fique “aqui no meu cantinho, vendo rir-me o candeeiro, gozando o bem de estar sozinho e esquecer o mundo inteiro”, como dizia o grande mestre Castilho.
Coronel Maciel. 


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Fausto e o Diabo.

Assim como Fausto, aquele que fez um audacioso pacto com o diabo, Dilma Mefistófeles fez um diabólico pacto com os anjos militares: em troca de silêncio, comprou a alma de Brigadeiros com bilionários jatinhos supersônicos; prometeu, não sei pra quando, meia dúzia de submarinos nucleares aos marinheiros.   Não sei a tática usada para calar o Exército. Quando gatos “silenciam”, os ratos ficam à vontade!
Ouçam agora o que acaba de dizer um locutor de uma rádio da Paraíba pequenina e boa!
“Onde estão os herdeiros daqueles generais que há mais de 50 cinquenta anos botaram o Brasil pra funcionar? O país estava um bagunça! – Foi quando as Forças Armadas tomaram conta! Foi ‘pei-pei’ em cabra safado! Foi padre e agitador sem vergonha pegando fogo! Hoje o Brasil está lascado na mão das esquerdas! -- É bandido, é ladrão, é cabra safado no poder. É bandido dando ordem de dentro de penitenciárias; é dinheiro público sendo roubado; é a Polícia Federal prendendo bandido e no outro dia a “justiça” mandando soltar; é bandido sendo eleito; é o povo brasileiro botando cabra safado e corrupto no poder; é rapariga sem vergonha levando maconha pra bandido na cadeia.
 Hoje o Brasil está desmoralizado e não tem quem segure! Bandido tomando conta do Brasil e o homem direito com uma ruma de imposto pra pagar, pra encher o rabo de bandido! -- É este o Brasil que essa corja de esquerda queria? -- É esta a democracia que esse bando de cabra safado queria? -- Taí a democracia que vocês queriam: o homem de bem sofrendo, pagando imposto, enchendo o rabo de bandido e o bandido arrotando. – Isto é o Brasil virado no diabo! Já se passaram mais de 50 anos que o Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco tomou conta! Meteu o pau! Meteu o cacete em vagabundo agitador. Naquele tempo o Brasil funcionava! E funcionava bonito! – Você podia dormir na rua, de bunda pra cima, ensaboado, com relógio de ouro no pulso, que ninguém encostava em  você! – Hoje você dorme trancado em casa, ainda arrombam sua casa e queimam sua casa! -- Por quê? -- Porque não tem ordem nesta coisa! -- Quem tá mandando no Brasil é corrupto, é ladrão, é cabra safado da pior qualidade! É este o Brasil que sofremos hoje! Desmoralizado! D-e-s-m-o-r-a-l-i-z-a-d-o...”

(Há dias que a gente se sente com quem partiu ou morreu...)

Coronel Maciel.








quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

E agora, José?

“Golbery” foi um dos maiores crânios do Brasil! General; intelectual; estrategista político. Não sei o porquê, qual a razão dele haver se esforçado tanto para fazer de um retirante das secas nordestinas; transformar um cachaceiro; um arruaceiro de beira de fábrica, no maior líder sindical do Brasil, permitindo até que ele criasse e se transformasse no dono de um partido político! – Um “cara” que não tinha origem partidária; que não tinha referência política, social, econômica nenhuma, hoje é dono de uma riqueza estimada em dois bilhões de dólares, além de julgar-se dono do Brasil!
Lula acertou na “Mega-Sena” da sorte política. – Mas, foi muita sorte mesmo? – Ou terá sido a sua “Estrela Vermelha”? – As “Bolsas-Esmolas”, a mais corrupta forma de compra de votos?  Ou teria sido obra de Exu, o diabinho dos terreiros de macumba, que gerou o seu irmãozinho Lula?  -- Ou foi tudo obra do “bruxo” Golbery? -- Não sei; não sei.
Só sei que Golbery não concordava com os generais da chamada “linha dura” de 64. Era até “odiado” por eles. Golbery chegou a ser tachado de entreguista, e até, creiam em mim, de comunista! -- pelos generais linha dura. Apesar de ter sido um dos maiores “teóricos” do movimento político-militar de 1964, Golbery foi um dos que mais se destacou pelo abrandamento da “linha-dura”.
Golbery na verdade foi o criador do Lula. “Inventou” o Lula na esperança de que ele se tornasse uma espécie de “General Civil Anticomunista”. Meticulosamente criado por uma grande trama do Golbery, na esperança de que ele, com a criação do Partido dos Trabalhadores, substituísse o Partido Comunista Brasileiro, o PCB, da “cabeça” dos dirigentes dos sindicatos, dos estudantes, das escolas, universidades, etc., etc., e etc.
Ledo engano! Foi, isto sim, um grande erro, um descuido, um cochilo, um engano do grande estrategista Golbery, pois Lula acabou se transformando num verdadeiro “Guabiru”, aquele ratão valente, ladrão, de orelhas redondas, mentiroso, cínico, adulador, tudo conforme as circunstâncias.
Como todos os ratos que sobem velozmente pelos coqueiros, Lula subiu rapidamente pelas bordas da politicagem brasileira, conseguindo colocar a sua ratinha de estimação na presidência da república.
Todo mundo sabe que quem ajuda “vigarista” acaba tomando no rabo. “E agora José”? -- como diria o mineiro de Itabira Carlos Drummond de Andrade – como fazer para nos livrar dessa que dizem ser a nossa maior vigarista; a cruel terrorista que está conseguindo o milagre de transformar o Brasil num vergonhosos  mar de lama e de sangue.
Coronel Maciel.  


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Fim de semana na "Ilha dos Amores".

Feliz é aquele que faz do seu “hobie” profissão. Quando fui gozar as delícias oferecidas pela minha santa reserva remunerada, eu continuei a fazer a única coisa que realmente eu gostava de fazer: voar! O meu maior vício: voar! Fui então voar num velho “Bandeirante”, ora transportando cartas, jornais, revistas, “Sedex”, nos trechos Natal/Recife/Natal; ora transportando turistas de Natal para a afrodisíaca ilha de Fernão de Noronha.  Minha vida era um vidão!
Um belo dia, era um sábado, dia da nossa folga, quando fui acionado para transportar sete turistas Italianos que haviam fretado o avião.  Eu estava em plena praia, “degustando” enormes camarões dourados, lagostas grelhadas, sempre bem acompanhado de “louras suadas e geladas”. Se for voar, não beba! Guerra é guerra! Mesmo assim, lá fui eu para o aeroporto cumprir com minhas obrigações.
Na hora do embarque, que agradável surpresa: sete lindíssimas morenas, também “fretadas”, acompanhavam os alegres italianos. Perguntei ao despachante se o embarque das “meninas” estava previsto. Ele disse que não. Mas como o avião estava mesmo fretado, e as garotas eram as coisinhas mais lindas do mundo, autorizei de imediato o embarque.
Sempre gostei de tocar violão; gosto de plagiar “o meu grande amigo Frank” quando canta a  música de todos os tempos “New York, New York”. Outra: “My Way”. Gosto muito também daquelas músicas do fabuloso Nelson Cavaquinho; das músicas dor de cotovelo do inesquecível Lupicínio; só não consigo gostar de “pagodeiras”. Há gosto pra tudo...
Mas voltando ao assunto; durante o voo, (parece que voo não tem mais acento) com o avião bem nivelado, voando calmamente em cima das nuvens, quando vem uma das meninas, completamente “à vontade”, com aquele “perfume de mulher”, me perguntar se elas poderiam fazer um desfile pelo corredor do Bandeirante. O corredor do Bandeirante vocês sabem o tamanho que ele é...
Aprovei também de imediato a ideia, mas nas seguintes condições: que elas viessem até bem pertinho das manetes, para que eu pudesse avaliar melhor seus dotes físicos  e desempenho na passarela. Elas riram e iniciaram alegremente o desfile. Que beleza!  Os italianos deliravam! Voavam...
Passamos uma noite e tanto em Noronha; arranjei logo um violão e nos divertimos muito. “Amore, amore”, cantavam os Italianos. -- New York, New York cantávamos nós. Nunca vi tantas latinhas de cerveja em toda minha vida. No auge da brincadeira, uma das meninas gritava altíssimo: “Acaba agora não, mundo bom!!!” kkkkkkkkk
Na volta, domingo à tardinha, voando num topo bem definido, eu mostrava às meninas o sol se pondo lá na frente, dourando as nuvens, antes que o dia transformasse seu "ouro azul" em "carvão"...
Coronel Maciel.



segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Vou-me embora pra "Redinha".

É pra lá que estou indo agora; para o Bar e Restaurante “Casa Azul”, da dona Cilândria!  -- Cilândria com circunflexo no “a” para não ficar Cilandria, me diz sorrindo a dona do “Azul da Cor do Mar”. Como é doce e lindo e bom ir à Redinha nas segundas, quando não há quase ninguém por lá; quando só alguns velhos pescadores recordam distantes tempos “pilotando” suas jangadas nas ondas verdes dos mares.  
“Me acompanha” um plangente violão, apto para qualquer emergência! Chego e fico debaixo da ponte recém-construída que atravessa o “Potengi”, de mãos dadas com os grandes ventos lavados de areia e de espuma, ventos que não se cansam de soprar desgarradas nuvens que passam ligeiras, soltas dos braços da minha santa preferida, Yemanjá, parindo  peixes.
Paro e fico olhando aquilo tudo -- pálido de espanto, como ficava o “Olavo”, olhando suas estrelas. Depois vou chegando devagarinho, subo uma escadinha branca e encontro dona Cilândria, quase dormindo, quase sonhando, ouvindo a “Tânia Alves” cantando lindas melodias, daquelas muito bem antigas.
 Peço licença, e dona Cilândria – feito São Pedro à Irene do Manuel Bandeira: – “você não precisa pedir licença”. Sento quase deitado numa velha cadeira de balanço e vou puxando conversa, mais ouvindo que falando. Gosto de ouvir pessoas humildes conversando, falando, contando suas lendas, suas histórias, suas vidas.
Escrito na parede, o cardápio:- - Porco, carneiro, galinha caipira, peixe assado na macaxeira, carne de sol, “ginga” na tapioca. Peço uma “Guaiuba” no capricho. -- Tem de cinco e tem de dez “real”. -- Veja uma de dez, dona Cilândria. – Traga também uma dose bem cheia da sua festejada batida de Pitanga!
Eis que, como num sonho, chega Mariazinha, afilhada da Cilândria, que entra toda faceira imitando a Tânia Alves. -- Que linda “voz” a Mariazinha tem! -- Não resisto a tantos sonhos reunidos, peço outra dose, mais outra, crio coragem, pego meu violão e ficamos todos juntos cantando aquela antiga canção  de ninar...
“Praieira dos meus amores,
Encanto do meu olhar!
Quero contar-te os rigores
Sofridos a pensar
Em ti sobre o alto mar.
Ai! Não sabes quantas saudades
Padece o nauta ao partir.”
(Vou ficando por aqui...)

Coronel Maciel.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Começaria tudo outra vez...

Menino ainda, na minha doce e morena Belém do Pará, eu ficava horas esquecidas olhando os céus do quintal de casa, imaginado coisas, sonhando coisas, sonhando, sonhando. São tantos os sonhos e devaneios quando somos crianças.  Naqueles idos 50’, eu ficava olhando o voo dos “Catalinas” da FAB lá no alto, lá no céu, beijando as nuvens, em voos de treinamento de estóis, monomotor simulado, velocidade reduzida, arremetidas no ar e tantas outras manobras necessárias para tornar os pilotos aptos para os perigosos voos sobre o “Inferno Verde”, outro nome da majestosa floresta amazônica. 
Em frente de casa ficava a “reta final curta” para pouso no aeroporto internacional de “Val-de-Cans”. Os aviões da época eram os Douglas DC-3, os Curtiss C-46, os garbosos “Constelations” das antigas companhias de aviação: -- Cruzeiro do Sul, Lóide Aéreo, NAB, PANAIR. Vez em quando chegavam aviões americanos da PANAM, vindo dos Estados Unidos, para pousos técnicos em Belém. Chegavam de tardezinha vindos do Rio, São Paulo, Manaus, Santarém, Miami, para pernoite em Belém.
 Passavam tão baixos, com seus trens e flaps baixados, quase roçando as linhas enceradas dos meus papagaios guinadores! Já naqueles tempos os meus sonhos se resumiam em ser piloto daqueles “enormes” aviões! Não deu outra: com 16anos, 1957, ingressei na EPC do Ar, em Barbacena, “a cidade das rosas e do melhor clima do Brasil”, de onde “decolei” para grandes e saudosas missões nos aviões da nossa querida Força Aérea Brasileira!
Coronel Maciel.