terça-feira, 31 de março de 2015

Anos de chumbo.

Devido à sua extensão ao redor do mundo, os ingleses diziam: “O sol nunca se põe no Império Britânico”. Diziam. Com a queda do “Muro de Berlim”, o comunismo acabou na Europa. Mas sobrevive na América Latina, travestido num comunismo tupiniquim, que lutamos tanto, mas inutilmente, para nos livrar. Tudo em vão. Ontem recebi um recado de um coronel-aviador dizendo para que eu deixasse de jogar merda no ventilador, e que reconhecesse que dona Dilma está ficando magra devido tanta luta e incompreensão das elites brasileiras.
Em 64 o Brasil estava uma verdadeira zona; mas não uma zorra total e do mais alto meretrício como hoje. Passamos alguns anos tentando consertar. Nada adiantou. Hoje são milhares ou milhões os que imploram nossa volta. Valeria a pena fazer tudo de novo? Sofrer novamente a ira da Igreja Católica? Dos nossos “artistas”; da imprensa; dos “intelectuais”, todos com medo da “volta dos anos de chumbo”?
Adaptar-se, ou morrer. Impossível remar contra a força da maré; contra a força de lavagem cerebral que sofrem nossos filhos, nossas maiores esperanças, ensinados a rezar pela cartilha comunista, desde as escolas mais humildes, às maiores universidades.
Enquanto isso, dona Dilma exige mais e mais sacrifícios dos brasileiros (dos pobres...), mas continua enviando milhões, bilhões de “dólares” para Cuba e outros assemelhados.
Não vejo luz no fim do túnel.

Coronel Maciel.

domingo, 29 de março de 2015

31 de Março de 64.

Naquele dia, ganhamos a batalha e começamos a perder a guerra! Não há vitórias, sem derrotas! Perdemos, por bondade ou por burrice, ou as duas. Quem refresca cu de pato é lagoa...  Hoje estamos aí, comandados por inimigos, que nos dizem o que somos, o que não somos, o que podemos e o que não podemos fazer. Quanta vergonha; quanta humilhação!
Fidel Castro, o grande filho da puta, sim! Venceu todas, e continua vencendo! Vence em toda América Latina. Vence no Brasil, hoje o seu maior tesouro. Vence na vida e vencerá na morte. Professores, mestres e doutores, amantes espirituais do “Comandante”, estão aí, fazendo a cabeça dos nossos estudantes, perpetuando desse modo “a espécie”.
Que merda de país é este que vocês nos deixaram, dirão, com todas as pedras nas mãos, os nossos filhos e netos...

Coronel Maciel.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Aviação:-- O mais belo de todos os ideais!

Quando me “expulsaram” da minha querida Força Aérea Brasileira, que hoje reconheço por minha própria culpa, devido a este meu “eu” tão cheio de perigosas arestas, passei alguns anos, dois ou três ou quatro, na maior boa vida, ao lado do meu violão, e de camarões e de lagostas grelhadas e na companhia de louras geladas. Foi quando senti saudades de voar, que sempre foi o maior de todos os meus vícios.  Fiz então toda “via sacra” que me foi exigido. Provas de meteorologia, regras de voo, e tantas outras “coisinhas miúdas”, como se eu fosse um neófito em aviação. Fui passando em tudo. Até a hora em que fui chamado para entrevista com o capitão médico “psicólogo”.  Pedi licença, assim meio cismado (eu sempre me achei assim meio maluco), sentei, e fiquei a espera daquelas perguntas, enquanto ele me olhava assim um tanto quanto admirado. E me perguntou, de chofre:- - Coronel; por que o senhor quer voltar a voar? – Respondi assim também de chofre:- - Doutor, eu acho que é porque eu estou ficando louco! Ele riu, me olhou, fez mais algumas perguntas “indiscretas”, mas fáceis de responder, e me dispensou, considerando-me apto para voltar a voar. Respirei fundo e aliviado.
Conheci vários pilotos meio malucos na FAB. Entre eles, o Brigadeiro “Melo Maluco”, que não era maluco coisa nenhuma. Outro que conheço muito bem, sou eu mesmo! Onde já se viu um cara, que depois de passar a semana inteira dando duplos de voo acrobáticos para cadetes do terceiro da Academia da Força Aérea, AFA, que na época, em 64, era apenas um “Destacamento Precursor”; pegar um T-6, logo após o expediente das sextas feiras, e, sozinho, enfrentar um “noturnão”, na companhia de raios, relâmpagos, chuvas, e trovões, sobrevoando os agudos “Alpes Mineiros”, para um rápido pernoito em Ilhéus; decolar no sábado, cedinho, para almoçar uma boa carne de sol, em Natal, na casa da minha namorada? Voltar no domingo, com a ordem de chegar em Pirassununga, pronto para o início expediente na segunda?
Ninguém mais do que nós, que abraçamos este mais nobre e belo de todos os ideais, a Aviação, sentimos bem no fundo dos nossos corações, tanta dor pelo do sofrimento das vítimas, dos familiares das vítimas, e muita pena do solitário copiloto alemão...
Coronel Maciel.



quinta-feira, 26 de março de 2015

"Copiloto Alemão".


Todo mundo sabe que nem sempre os favores são retribuídos com as devidas gratidões. Muito antes pelo contrário: às vezes com ingratidões! Porque são muitos os ingratos que consideram favores como humilhações.  Razão pela qual Freud sempre dizia: Cuidado: quem ajuda os outros acaba tomando no cu! E não foi o que aconteceu com os generais de 64? Fizeram tudo e de tudo para consertar o muito que de errado estava, e acabaram dando com os cavalos nágua; em plena rua da amargura. Como vingança, estão aí “cagando e andando”, para tudo e para todos, vendo o circo pegar. “Paidégua!”! Palmas pra eles! Agora, pode chorar quem quiser:- - Militares nunca mais!
Nós, brasileirinhos, ainda temos muito que aprender. Precisamos muito de um tipo de educação que não dê margens à ilusões. Fome, doenças, sede, remorsos, pau na nuca, pau na bunda, pau nas costas, choro, dengue, desespero, humilhações, são castigos de suma e da maior importância. Até aprender!
Povinho mesmo feito de gente burra.  Se não, vejamos: prepararam o Brasil para sediar a copa. Tudo pronto, tudo limpinho, tudo bonitinho, para levar o maior pé na bunda dos alemães. Agora é a vez das olimpíadas: prepara daqui, prepara dali; tira dinheiro da educação, dos hospitais, das escolas, dos pobres, preparam a festa para os atletas do primeiro mundo levarem as “de ouro”, deixando algumas poucas de bronze para os esfomeados brasileiros, atletas da fome!
Outra: - Dona Dilma pintou e bordou pelo mundo a fora, nos seus milionários turismos. Perdoou dívidas dos “comunistas” da África, da Bolívia. Modernizou o porto de Cuba. Para conseguir votos, alma das democracias, torrou tubos de dinheiro com as famigeradas bolsas-esmolas. E para tanto, arrasou com a Petrobrás; endividou aos “trilhões” o BNDES; e mais algumas outras sacanagens por aí. Corrupção aos montes.   Agora quer que os brasileirinhos paguem a conta.

Outra: --Dilma Rousseff está fazendo o mesmo que o copiloto alemão:- - Trancou a porta e está descendo com os motores a pleno, rumo à escuridão!
Coronel Maciel.

terça-feira, 24 de março de 2015

"Feito nas Coxas".

Quando se diz que “fulano” foi feito nas coxas, queremos dizer que esse tal é um ser imperfeito. Que não houve um “coito” perfeito.  Daí esse número enorme de “pobres coitados”. Daí essa quantidade enorme de homens, mulheres, médicos, ministros, deputados, senadores, coronéis e pilotos imperfeitos.
Agora, depois de tanto anos, historiadores descobriram que “Virgem Maria”, era Maria, mas não era Virgem. Graças a Deus Jesus Cristo não foi feito nas coxas. Nasceu um ser mais que perfeito!
Na realidade, tal expressão nasceu na época da escravidão, quando as telhas de barro eram moldadas nas coxas das escravas (e dos escravos). Coxas dos mais variados tipos e tamanhos, e que não “casavam” na hora de fazer o telhado.
Dilma Rousseff pensa que todos nós somos burros, imperfeitos, uns pobres coitados; uns perfeitos babacas. Exceto generais, brigadeiros e almirantes...

Coronel Maciel. 

segunda-feira, 23 de março de 2015

O Brasil acordou! -- Acordem os Generais...

Daqui não saio, daqui ninguém me tira! -- Nem ela, nem o Fidel, nem o Madurão, nem a Kirchina, nem o Morales, ninguém, força nenhuma é capaz de “tirar” esses comunas tupiniquins que se apossaram da Latrina América. Dilma Rousseff Pasadena, a grande e poderosa chefona, não está nem aí para ingênuas ameaças. Que botem o povão nas ruas; estou “cagando e andando”, diz a dona dos meus encantos, sorrindo aquele sorriso.
Ora, se as minhas Forças Armadas estão aí, prontas a defender a minha “democracia”, cumprido seus constitucionais deveres.  Ora, se todo o poder judiciário está aí, pronto a defender nossas mazelas. Ora, se jornalistas amestrados; se a imprensa servil e muito bem paga, todos estão ao nosso lado, unidos na mesma farra. E quantos mais farristas melhor! Impossível se torna a derrota! Neste meu Brasil, onde tudo é possível, por maiores que sejam as putarias de hoje, as de amanhã serão maiores. O rombo no BNDES chega aos trilhões!
O Brasil acordou! – Acordem, Generais...
Coronel Maciel.





sexta-feira, 20 de março de 2015

Jaques Wagner, na terra dos Yanomamis.


“Ninguém governa sem saber o que está governando”. E saiu para uma longa viagem visitando lugares nunca dantes navegados. Foi até Maturacá, em plena floresta amazônica; lá nas terras dos índios “Yanomamis”, sinônimo de “Seres Humanos”, e hoje sede de um dos muitos pelotões especiais de fronteira, onde eu costumava ir, nos meus tempos de “Piloto Amazônida”.
E foi a muitos outros lugares onde as Forças Armadas exercem suas funções. No silêncio das madrugadas. No anonimato. No longe da família. Nas guerras; nas guerrilhas do Araguaia; nas guerrilhas urbanas; no Comando Geral de Operações Aéreas; nas Torres de Controle, onde é errar é proibido! Em todos os ares; em todos os mares, rios, furos e igarapés; em todos os lugares; muito além das nossas fronteiras, onde e aonde for preciso, lá estaremos nós! Seja nos palácios atapetados de Brasília, ou nos longínquos pelotões de fronteiras; nos isolados destacamentos de proteção ao voo; nos tanques, navios e aviões; homens e mulheres, todos são importantes; todos! Sem um, não existiria o outro! Jaques Wagner, Ministro da Defesa, ficou orgulhoso com “a paixão dos militares pelos seus ofícios”.
Precisamos mostrar aos brasileiros todos; sejam eles “amigos ou inimigos” que não somos anjos, nem demônios.  Para alguns sei que somos anjos; para outros, demônios... Mostrar um pouco das nossas almas; das nossas dignidades; das nossas belezas; das nossas ilusões e desilusões. Mostrar o que já fizemos e o muito que poderíamos ter feito; e o muito que ainda poderemos fazer por este Brasil, tão grande, tão amado e tão traído.
Coronel Maciel.