sexta-feira, 30 de março de 2018

Sexta Feira Santa.


Sexta Feira Santa!
Quando criança, eu tinha o maior medo de ir parar no inferno, tantos eram os meus pecados “mortais”; também tinha medo do “Lutero”, que me diziam ser pior que o cão chupando manga.  Quando criança, além de gostar de jogar bola no meio da rua -- a rua lá de casa, lá no meu Belém do Pará,  era de terra batida e tinha postes de ferro no meio -- com bolas feitas com meias de seda das minhas irmãs; gostava de jogar peteca; de  pegar pião na unha, entre outras tantas brincadeiras daqueles nossos velhos tempos, quando não havia internet, nem televisão, nem outras drogas dessas que andam  por aí; mas o que gostava mesmo era de empinar papagaio, fato que acabou me levando a empinar “aviões”, pelo resto da vida. Mas o que eu queria mesmo dizer é que, à medida que eu ia voando, voando, voando cada vez mais pertinho do céu, nunca encontrava nem disco-voadores, nem as portas do céu, coisa que eu tanto procurava; fui então ficando cada vez mais descrente, descrente de tudo, tal e qual o Papa Francisco, que não acredita no inferno; eu fiquei pior, muito pior, e hoje não acredito nem em inferno, nem no céu. Minha fé, hoje, eu acho, é menor que a fé de uma formiga; mas que saudades daqueles tempos que eu me pelava de medo de ir para o inferno...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 28 de março de 2018

O Brasil que eu quero!


O Brasil que eu quero!
Tudo é possível, já dizia Machado de Assis; assim sendo, não duvido nada que os três tiros nos ônibus foram “pré-fabricados”, ou disparados pelos próprios asseclas do Lula-Tríplex, para tumultuar ainda mais o ambiente. Outra coisa, Bolsonaro; Lula não quis transformar o Brasil num galinheiro; Lula transformou!! Daí esses ovos “na cara” do Lula; daí esse “Sururu no Galinheiro”; daí essa “Briga de Galos” na Rinha que virou o STF. Também não duvido nada que já saibam quem são os assassinos da “Marielle”, coitadinha; falta coragem para revelar; assim como é só dar umas doses a mais de pinga pro Lula que ele abre logo o bico e conte pra gente quem matou o “Celso Daniel”. As aparências não me enganam. “O Brasil que eu quero”, é um Brasil sem Lula.
Coronel Maciel.

PS:-- Com todo respeito, Ministro Edson Fachin, desculpe minhas dúvidas; mas o senhor confirma mesmo essas ameaças que o senhor e os seus familiares estão sofrendo?   

domingo, 25 de março de 2018

Jarbas, Lula e Obama.


Jarbas, Lula e Obama.
Jarbas Passarinho, acreano velho de guerra, governou o meu Estadão do Pará. Língua afiada, respondendo a uma pergunta capciosa de um jornalista, logo ao chegar em Washington, que lhe perguntou quantos Presidentes nós já havíamos “deposto”, Passarinho respondeu em cima da bucha - Mais ou menos a mesma quantidade dos que vocês já mataram por aqui. Viver é muito perigoso, já dizia Guimarães Rosa; e quem quiser matar alguém, seja ele presidente, prefeito, como o Celso Daniel, não é, dona Dilma? Ministros, a “Marielle”, coitadinha, seja lá quem for, que não escapa de mãos assassinas, sejam eles fanáticos militantes islâmicos, ou perigosos assassinos de aluguel. Barack “Hussein” Obama lidera campanha pelo desarmamento nos Estados Unidos. Sei que são muitos os “brasileirinhos”, e eu também sou brasileirinho, que “adoram” tanto o “Negão” Barack Obama, como adoram Lula “Tríplex”, este que acaba de dizer: "A gente vai dar é porrada se não respeitarem a gente. Não queremos briga, mas nós não fugiremos dela; aprendam, fascistas, a fazer democracia, aprendam a convivência democrática e a diversidade, porque senão o ódio vai prevalecer." Eu não gosto de nenhum dos dois; aliás, muito pelo contrário; acho os dois, dois grandes filhos da puta, como muitos americanos também acham o Obama. No Brasil, essa campanha de desarmamento só serviu para desarmar os “anjos” e armar cada vez mais os “demônios”. Não sei se nos Estados Unidos vai acontecer a mesma coisa.
Coronel Maciel.

Capar ou enforcar?


Capar ou Enforcar?
Sabendo que, pelo uso da “Força Bruta”, nem a China nem a Rússia jamais conseguiriam destruir a grande Democracia Americana, que dizem ser a maior do mundo, passaram então a usar a mesma tática usada com a nossa Santa e Amada Igreja Católica, quando introduziram nos Seminários seminaristas “comunistas”, que se tornaram esses “Leonardos Boffes” que andam bufando por aí. Sabendo que a melhor maneira de destruir “democracias” é também  “introduzir” o uso de drogas, principalmente no meio de crianças e adolescentes, sejam drogas  “legais ou ilegais” – lembro aos meus amados ouvintes o quanto esses comunistas corruptos  já conseguiram fazer com o Brasil, e com certeza conseguirão fazer com os hoje “Estados Tão Desunidos”, o que  fez Donald Trump, o mais “perseguido” dos presidentes americanos, achar que a melhor maneira de evitar que isso aconteça é usar a mesma tática usada por um dos seus  maiores inimigos: a pena de morte para os traficantes, como acontece na China,  onde os traficantes,  “grandes ou pequenos”, são logo enforcados, ou “capados” a sangue frio feito porcos, evitando que Estados Unidos se transforme neste nosso  tão grande, tão amado e tão traído Brasil.
Coronel Maciel.

sábado, 24 de março de 2018

Vae Victis.


“Vae Victis!”.
Breno, general Celta que liderou o exército gaulês (390 anos antes de Cristo), depois de capturar e saquear Roma, decidiu também humilhar os romanos, obrigados que foram a pagar um pesado resgate (320 kg ouro) para libertar a cidade.  Ora, durante a pesagem, os romanos reclamaram contra o uso de pesos falsos. Breno então atirou a sua espada no prato da balança, pronunciando a famosa frase "Vae Victis!" -- "Ai dos Vencidos! ”, de modo que os romanos foram obrigados a trazer mais ouro para atender aos vencedores! Em 64 vencemos a batalha, mas perdemos a guerra, e entregamos “ouro” aos bandidos, traindo as esperanças e a confiança que o povo brasileiro nos depositou.  “Ai, dos vencidos!”. Houvéssemos feito como Fidel Castro, o amante espiritual dessas alegres, embriagadas e saltitantes esquerdas, construindo-se “Paredóns”, proporcionais aos até hoje existentes em Cuba, não seríamos hoje meros serviçais fardados, servindo de joguetes nas mãos de políticos corruptos e de um bando de juízes sem juízos.
Coronel Maciel.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Só outro castelo Branco.


Só outro Castelo Branco.
Só os bestas ainda acreditam que Lula possa algum dia cair braços da Papuda; assim como, livre da Papuda, seus “caríssimos” advogados, vão lutar, e vão conseguir derrubar essa tal lei da “Ficha Limpa”. Ora, dirão eles, na Rinha do STF, cabe aos eleitores, sejam eles “letrados ou analfabetos” escolher seus representantes, sejam eles “Lulas ou Bolsonaros”. Ora, o voto do carroceiro vale o mesmo do dono da carroça, assim como o voto das “meninas” vale o mesmo da dona do bordel; o voto do soldado vale o mesmo do general. Ora, se até o bom criolo Pelé já nos disse que brasileiro não sabe votar; então é mais do que preciso que as "leis” nos “ensinem” em quem votar, não importando se em pais ou filhos sujos. Ora, nos Estados Unidos, que dizem ser a maior democracia do mundo, e onde, também dizem, estão as maiores e melhores Universidades do mundo, os americanos também não sabem votar, pois escolhem tanto um Donald Trump, como um Barack “Hussein” Obama. Cada qual, com sua “inteligência”, que ache qual dos dois é o melhor, ou pior. Eu, na minha rude ignorância, acho que, antes do Brasil virar Venezuela, só outro Castelo Branco...
Coronel Maciel.  

quinta-feira, 22 de março de 2018

Brigas de Galo.


Brigas de galo.
Não sei, e sei quem será o vencedor nesta briga de galos à brasileira que se desenvolve na Rinha do STF. A “dona do galinheiro”, coitada, está quase “pedindo as contas”, perdida no meio de tantas sacanagens. Puta merda: se Lula, galo sem dedo, sair vencedor, e pior, conseguir sair candidato, fora de toda sacanagem, “eu vou votá-lo”, pois, como dizia aquela madre superiora levemente ruborizada, naquele convento de freiras, lá em Belém do Pará: minha filha, “fudida, fudida e meio”...
Coronel Maciel.