quinta-feira, 29 de novembro de 2018

EXIBICIONISMO.


Podem me prender; podem me bater; podem ficar dizendo por aí que eu gosto mesmo é de me exibir, quando mostro meus feitos e defeitos durante minha trajetória existencial voando pelos céus desse imenso Brasil, principalmente sobrevoando os verdes ares da imensa floresta Amazônica; acabo de ligar a TV e, vendo a prisão do “Pezão”, eu em lembrei do dia que fui preso, não por corrupção, que Deus me livre, mas por haver dito umas pequeninas grandes  verdades que irritaram o Sarney, o “Marimbondo de Fogo”. E fiquei também pensando no Temer, coitado, que, prestes a trocar o “Jaburu pela Papuda”, está dando suas últimas mijadas “fora do pinico”. E vi também a luta entre o Ministro Barroso, contra o indulto que o Temer insiste em dar aos corruptos iguais a ele; e o Alexandre “Cabeça de Pica”, dando seu voto favorável aos corruptos. Eta Braszilzão da porra!!!
Coronel Maciel.

domingo, 25 de novembro de 2018

QUEM REFRESCA CU DE PATO?


Quem refresca cu de pato é lagoa.
Vamos deixar de blá-blá-blá e fazer logo o que tem que ser feito, e não fazer como os babacas dos americanos fizeram lá na Baia dos Porcos, quando, além de humilhados, ofendidos,  sacaneados, perderam a grande oportunidade de livrar a América Latina do comunismo, praga pior que a rede Globo, a FSP e outros pasquins por aí; bem como fazer uma faxina ampla, geral e irrestrita nas nossas Universidades, totalmente nas mãos de professores, mestres, doutores, reitores, a grande maioria composta dos mais notórios ratos comunistas; sem esquecer, naturalmente, de mandar  logo a   “Dilma” pra cadeia; bem como o término imediato  dessa tal Lei Rouanet, onde se abrigam os piores malandros comunistas. E, em caso de persistirem em querer aumentar os seus salários, mandar um cabo e um soldado fechar o STF, e outras entidades afins. O Bolsonaro é muito bom, o mundo inteiro já sabe; mas depois da facada, coitado, precisa mais é de  se cuidar, para voltar com força total, e deixar as coisas uns tempos com o Mourão, que conhece muito bem quem é amigo e inimigo dentro e fora das Forças Armadas. Vamos parar com essa frescura de ficar passando panos quentes em bunda de comunistas; foi por essas e outras que o PT quase arrebenta com a bunda do Brasil. Como bem dizia minha excelente vovozinha: --Meu filho, quem refresca cu de pato é lagoa... 
Coronel Maciel. 

sábado, 24 de novembro de 2018

RUMO ÀS ESTRELAS!


                            Voando rumo às estrelas!
Tem cara que pensa que a vida dos outros é sempre melhor que a nossa; que a mulher dos outros, idem; quando leio nos jornais que um desses ricaços; donos “jatinhos” intercontinentais e outros bichos, de repente morre, e vai logo pro céu, porque dizem por aí que Deus não gosta de gente pobre no céu,  eu fico pensando: -- Porra, eu, com  os meus 78 cabelos brancos, quando digo que nunca  senti inveja de ninguém, eu minto; já senti, sim,  inveja daqueles artistas americanos, bonitões, tipo aquele cara que  esqueço agora nome, do filme “O Vento Levou”,  quando bastava um leve estalar de dedos, para levar todas “pra cama!”. Mas isso, só quando eu era “criancinha”. Depois que me tornei “Piloto Ás da FAB”, tudo melhorou; foi quando descobri que piloto sem beleza, com mocidade atrai; piloto bonitão, sem mocidade, não...
Uma vez, faz é tempo, chegamos à bela cidade de Ilhéus para o pernoite. Chegamos bem em cima da hora do término das aulas de um colégio só de "meninas", vizinho do aeroporto. Antes do pouso fizemos algumas estonteantes passagens baixas sobre a cidade, avisando da nossa chegada. Pousamos; o aeroporto fervilhava de “normalistas lindas”, que deliravam com nossos lindos olhos rasantes. Alegria geral e descontraída. Pousamos num mais que perfeito “pilofe”, no nosso bravo C-47, vulgo “Dakota” “extraordinário” avião de ataque e abate.
Combinei antes de sairmos do avião que o Bianchi que fazia parte da tripulação, descendente de italiano, figura “muito bem-apessoada” -- deixaria de ser “Capitão-Capelão”, para ser “Capitão--Aviador”. O Alcântara (grande piloto de C-47, ótimo amigo; infelizmente faleceu logo depois, num trágico acidente com um Xavante, em Natal) passaria a ser “Capitão-Capelão”. O Alcântara assumiu perfeitamente suas "novas funções" (trocou a asinha pela cruz no macacão de voo). E o Alcântara orava, rezava e benzia, e benzia, rezava e orava fazendo o sinal da cruz na testa das meninas; um perfeito Cardeal! Mas tudo dentro do maior respeito, tudo na maior brincadeira; tudo na maior gozação.
Logo chegava ao aeroporto um riquíssimo baiano, dirigindo seu enorme carrão vermelho, já um tanto quanto embriagado e doido pra puxar conversa, dizendo-se dono de um grande comércio de cacau, e que era muito rico e tal e coisa e coisa e tal. Ficou acertado que ele viria nos buscar à noite para uma boa “moqueca de peixe”, com muito uísque, cerveja, cachaça e viola para quem quisesse e algumas lindas garotas para alegrar o nosso pernoite. “Uma festinha” que iria nos oferecer, na sua bela mansão, bem em frente ao mar. -- Dizia-nos que sua maior frustação na vida era não ter sido piloto da FAB. Rico tem dessas coisas. -- Eu só fazia dizer rindo e brincando que a maior ambição da minha vida era um dia chegar a ser rico, gordo e feliz, tal e qual ele, quando na verdade eu estava era bolando uma “grande jogada” para alegrar nosso pernoite.
Não deu outra; numa linda noite negra apagada, mas muio estrelada, lá estávamos nós, alegres e satisfeitos, num casarão bem em frente ao mar, comendo e bebendo do melhor. Foi quando o Bianchi, depois de umas e outras, (ótima pessoa, um grande amigo; um santo Capelão o Bianchi) me perguntou: - - E agora, Capitão Maciel, eu sou o quê, aqui, agora; qual o meu papel neste teatro estrelado em frente ao mar? -- Eu respondi sério, mas em tom de gozação: - - Ora, ora, ora Bianchi, você é nosso bom e santo Capelão. -- Faça o que lhe mandar o seu santo, manso e humilde coração.
Não sei realmente o que aconteceu. Só sei dizer que de repente o Bianchi sumiu, assim como sumiu uma das mais lindas baianas.  Dizem que o Bianchi “ensandeceu”, como ensandeceu o Poleá da “Mosca Azul” do Machado de Assis. Eu e o Alcântara, verdadeiros “Românticos do Ar”, pegamos do manche e voamos rumo às estrelas...
Coronel Maciel.




  


terça-feira, 20 de novembro de 2018

Feminicídio; variações (idiotas) em torno de um tema.


Tem certos caras que se acham com direitos de cometer o hoje tão popular “feminicídio”, só porque, por exemplo,  flagra sua mulher, sua companheira, sua inocente namorada, ou mesmo uma ex qualquer, só porque ele, o ciumento, ou o suposto “corno”, como queiram, viu a menina receber um beijo no rosto de um ex noivo, um ex namorado; um beijo qualquer, sem qualquer maldade, sem segundas, nem terceiras intenções; recordações de tempos perdidos, mas que provoca a ira do marido, do noivo, do namorado, e tudo acaba em tiroteio, como acaba de acontecer em Chicago. Ora, em vez de “esfaquear” a coitada, como aconteceu com o Bolsonaro, a menina, coitada, “muita vez” é vítima de certos tarados que ainda acham não haver mulher direita e sim “mal cantada”, e danam-se a trair até seu melhor amigo, só para sair dizendo por aí que é o tal; o machão-machão; o fodão; o pica-doce. Ora, o traído deveria esfaquear o “pé de lã”, e não a então “bem cantada”; porém sem nunca chegar ao cúmulo como fizeram com o “Daniel” que, morto e crucificado, teve o seu “bringoléu” decepado e jogado no galho de uma árvore qualquer; assim também não; assim também é demais! Vejam o exemplo do “Bentinho”, do “Machado de Assis", que, coitado, enganado desde quando criancinha, pela “Capiltolina”, aguentou firme os chifres, -- que símbolo mais feio, meu Deus -- mas não lavou com sangue sua honra. Ora, tudo é uma questão de educação. O Lacerda dizia que na França os casamentos se realizavam sem sangue. Tem cara que não aceita, nem por brincadeira, que sua companheira, namorada, noiva, ou até mesmo a sua mais dedicada esposa, tenha a menor lembrança de alguns dias felizes com um seu ex noivo, ex namorado. Ora, se formos pensar assim; de maneira tão machista, nenhuma menina teria coragem de se “unir” com nenhum ex “Aluno de BQ”, um desses um pouco mais “afoitos” que saiam correndo, loucos varridos, tão logo tocasse o “licenciamento” aos sábados, para ver quem chegava primeiro para pegar a primeira menina que encontrasse naquelas casas “suspeitas”, tipo “Casa de Irene”; outros, os mais ciosos de suas reputações, iam procurar “satisfações” com outras mais puras, mais honestas, mais inocentes, mas   que topassem qualquer parada mesmo  “na linha do trem”; mesmo correndo o risco de serem atropelados naquela hora “H”; naquela  hora tão nervosa, tão cheia de perigos e de amores proibidos.
Coronel Maciel.


sábado, 17 de novembro de 2018

EU, O CORISCO, O MACACO, E MUITOS OUTROS...


Foram seis anos de muita luta; de muito trote! E naqueles tempos trote não era brincadeira não! Mas tudo começou mesmo nos dois últimos anos de Cadete. Já cansado de ouvir todos os dias, sob um sol danado de meio dia nos Afonsos; a “Furiosa” com seus vibrantes dobrados, ou somente aquele velho--“BUNDA caralinho caralinho BUNDA caralinho caralinho”-- que nos ajudavam a marcar passos, ou fazendo aquela mesma curva em frente à Galeria do Cadete Imortal, para prestar as devidas continências para os “Deuses” perfilados na Pérgula da entrada da nossa hoje já legendária e saudosa Escola de Aeronáutica dos Afonsos! Antes da Parada Diária, a já barriga roncando de fome, eu costumava me brindar com um generoso copo da minha caninha preferida, bem escondidinha no fundo meu armário. Eu sempre de amores com a minha preferida “51”. Conheci grandes ébrios, velhos pilotos embriagados, sonhadores e felizes na minha querida Força Aérea. Todos nós sabemos seus nomes; muitos deles hoje voando entre Anjas e Santas dos céus. Dois deles, não sei se vocês conheceram: o “Corisco” e o “Macaco de Cheiro”, este, um dos melhores pilotos do mundo! Um dos melhores pianistas do mundo! – Encontrei-o uma vez, agora como Governador da afrodisíaca ilha de “Fernão de Noronha”, quando aproveitamos para por em dia nossas doses da branquinha. Eu, o Macaco, algumas lindas turistas, dessas que adoram serenar cantando as mais lindas melodias, ao som de um plangente violão: -- “Tô com saudades de tu, meu desejo...  Tô com saudades do beijo e do mel...”
Coronel Maciel.


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

DANDO VIVAS À "GABRIELA"!


Os ratos comunistas do mundo inteiro estão -- para não dizer “encagaçados”, pois resolvi me tornar um verdadeiro “diplomata”, e deixar de lado meus ditosos palavrões --, estão com medo do “Ernesto Fraga”, que, apesar de barbudinho, não faz parte da turma de “Barbudinhos Petralhas do Itamaraty”, comandados pelo barbudinho espiroqueta porra louca, o “Celsinho Amorim”, perigoso meliante; ele e o FHC. Não vou agora expor aqui os elevados pontos de vista do nosso “mais novo” Chanceler, principalmente contra essa tal globalização, que transformou a Europa numa “colcha de retalhos”, onde ninguém se entende, e da qual a Tereza May acaba de libertar seus “súditos”, usando o potente foguete-míssil “BREXIT”. Aqui na América do Sul, onde comunistas mandavam até a chegada do Míssil Bolsonaro, inventaram um tal de “Merdasul”, que o Bolsonaro com certeza vai acabar. Todos nós sabemos como é difícil nesses “tempos modernos” dirigir nossas famílias; imaginem a luta do Bolsonaro, ainda convalescente da “facada” desferida pelos assassinos do PT, dar um “cobre e alinha” neste Brasil completamente desgovernado, com falsos “líderes” na cadeia, e outros, como o Temer, coitado, que sonha em ser Embaixador com medo da Papuda. Vou ficando por aqui, e dando vivas à nossa querida “Gabriela”, a que não tem medo de cara feia!
Coronel Maciel.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

PAREDÓNS CUBANOS.


Coitadinho do Lula: -- traído, abandonado pelo seus asseclas; pelo seu amigão Barack Obama; pelos Chicos da Globo e do Vaticano; dando adeus aos médicos cubanos, coitados, que não podem nem pedir asilo, pois sabem que se pedirem estarão condenando seus pais, irmãos,  parentes a serem fuzilados nos “Paredóns Cubanos”, até hoje em pleno funcionamento -- só lhe resta esbravejar, espernear, gritar, mentir, com seus manjados gestos teatrais, tentando amedrontar a nossa “Gabriela”, que já mostrou que não tem medo de cara feia. Enfim, Lula está “fedido” e mal pago. Ele, e seu maldito PT, que tanto mal fizeram ao Brasil dos nossos filhos; ele, e seus ditadores cubanos, agora cada vez mais próximos do fim, ameaçados pela dupla Bolsonaro, o nosso Trump Tupiniquim, e o Trump americano. Mas, mesmo “vacinados” como dizem por aí, os militares, sabendo que o perdão é uma porta aberta para novos crimes, estaremos sempre de olho vivo no inimigo... 
Coronel Maciel.