sábado, 23 de abril de 2022

Edição Extra.

Basta a convocação de uma simples reunião extraordinária do “Alto Comando do Exército”, para tudo voltar ao normal. Não que seja para convocar uma nova 64, quando voamos alto, por mais de vinte anos, em céu de Brigadeiro; mas para meter “pouco de ordem nesta orgia” que os comunistas transformaram o Brasil, acordando os “Generais” de um longo e tenebroso silêncio; um silêncio de “meter medo”...

Coronel Maciel.

quinta-feira, 21 de abril de 2022

DITADORES DO STF.

 

DITADORES DO STF.

Fosse um deputado qualquer do PT, com certeza seria absolvido por Dez a Zero. Todos os comunista do Brasil são a favor do STF, hoje transformado num “Partidão  Comunista”, a serviço do PT. Um Partido todo poderoso, que prende  e manda soltar quem  bem ou mal quiser, sejam eles Deputados, Senadores; Soldados, Cabos, Taifeiros; Almirantes, Brigadeiros ou  Generais, que precisa urgentemente ser fechado, antes que a casa caia. Desde 1988, quando o Lixo Guimarães pariu a tal “Incontituição Cidadâ” que os “democratas” do Brasil elogiam os nossos Generais, quietinhos coitados, marchando desde então com “cara de viado que viu caxinguelê”, nos versos do saudoso “Raulzito”. Hoje vivo feliz da vida, num eterno “feriadão”, quando pego meu carrinho, dirigindo sem carteira, cassada por uma “ditadora” do DETRAN., que acha que sou cego e surdo, e saio por aí, fazendo minhas “Blitz” em todos os bares  da vida dessas enormes praias amigas varridas pelos fortes  ventos, desse nosso eterno verão. Sempre acompanhado com as mais gostosas “louras geladas”, camarões fritos e lagostões grelhados. Isso é que é viver!

Coronel Maciel.

sábado, 9 de abril de 2022

ESTRANHOS NO NINHO.

Quando o Trump  foi morar na “Casa dos Brancos”, uma Deputada Sulista, não sei se militante da Ku-Klux-Klan, mas sei que “Republicana”, aconselhou o Trump, um dos homens mais ricos do mundo, a mandar “Dedetizar” com violência a Casa  inteira,  suja que ficou de tantas “cuspidelas”, durante os oito longos anos nos pés do Barack Hussein Obama, e sua prole. Hoje leio nos jornais que a Suprema Corte Americana, recebeu uma representante  negra.  Rogo-lhe sucessos, e que ela não transforme o “STF” de lá, pior que o “STF” daqui, hoje virado num Partido Político, a serviço do Lula, e seus ladrones. Outra coisa: não sei se os meus amados ouvintes já repararam que toda vez que Biden humilha a Rússia, com castigos sociais e econômicos, o Putin se vinga nos coitados dos Ucranianos, que estão morrendo feito moscas, sofrendo nas mãos do Zelensky, cruel “Judeu Errante”. Outra coisa: é bom que o ingleses se “manquem”, antes de enviar ajuda militar; a Rússia não é “Ilhas Malvinas”, quando os ingleses humilharam os militares Argentinos.

Coronel Maciel.

sábado, 2 de abril de 2022

MEMÒRIAS.

 

Memórias de Minhas Putas Tristes.

Perguntaram pra mim se eu tenho medo de morrer. Ora, se até o Papa, aquele que tem o passaporte carimbado direto para o céu, tem, imaginem eu, que tenho minhas dúvidas sobre a existência de céus, infernos e de outras coisinhas  por aí.  Estou  do lado da nossa grande Cecília Meireles que dizia: -- Um dia eu sei que estarei muda; “mais nada”. Estou também do lado de outro grande, o Gabriel Garcia Marques, Nobel de Literatura, que escreveu um livro que gosto de ler e reler. Um livro “Curto e Grosso”: -- Memórias de Minhas Putas Tristes. Que livro! Principalmente para aqueles que já estão na “Final Curta”. com o “trem” baixado. Um livro que relata a história de um velho “Reformado” que sempre foi um medíocre na vida; que sempre viveu sem grandes realizações. Gabriel nos conta o encontro de um velho solitário que, no dia em que completou 90 anos, pede a uma cafetina que lhe arranje uma menina que fosse “nova  e virgem”, para passar a noite do seu aniversário. Daí em diante as coisas mudam completamente. Descobre duas coisas que se encontram, que se perseguem; que atormentam uma grande maioria de homens: -- A impotência e o encontro com um grande amor! Garcia dá um enfoque muito seu para essa história, que é a história de um amor. Me apresso em dizer que não o recomendo àqueles conhecidos “carolas” das nossas santas e amadas Igrejas. Vou ficando por aqui lembrando aos velhos como eu, que corram e venham “viver” aqui em Natal enquanto é tempo; onde ainda se pode encontrar camarões na brasa, lagostas grelhadas, acompanhadas de “louras virgens e geladas” para se babar e beber...

Coronel Maciel.

sexta-feira, 1 de abril de 2022

TORNOZELEIRAS.

 

Humilhantes Tornozeleiras.

Nossa! Eu pensava que. “tornozeleira” era para ser usada somente em perigosos criminosos e assaltantes, tipo Lula e seus  mais de 40 ladrões. Mas que nada: ao ver um Deputado Federal ser “tornozelado” pelo simples fato de ter dito algumas verdades sobre esse fedido STF. Suprema corte que vai se tornando cada vez mais num perigoso covil de bandidos togados. Mas, o que mais me surpreende é ver que o humilhado Deputado não foi devidamente defendido por ninguém. Esquecem os outros Deputados, Senadores, que o mesmo vai acontecer com eles, se continuarem se humilhando, consentindo tudo. É assim que começam as piores ditaduras: as “Ditaduras Consentidas”. As piores censuras também começam assim: fazendo parte do que eles chamam de ataques à “Democracia”, vão censurando tudo. Mas, quem são na realidade os piores censores? São aqueles que vão se humilhando para  esses juízes que se acham os donos do mundo; são aqueles que vão obedecendo a tudo o que eles querem. Se continuar assim nossos Generais vão desfilar nos “7 de setembro”, usando, em vez de suas merecidas Medalhas, Medalhinhas e Medalhões, humilhantes tornozeleiras.

Coronel Maciel.

segunda-feira, 28 de março de 2022

CRÊS EM DEUS?

 

Você crê em Deus, Capitão?

Foi a pergunta que uma vez me fez Frei Angélicus, um frade  alemão que vivia nos Tiriós, uma tribo de índios perdida lá nos nortes do meu Estadão do Pará, onde havia um pequeno Destacamento de Proteção ao Voo da FAB; e onde eu gostava de pernoitar. Era quando eu levava dúzias e mais dúzias de “Cerpinha”, a cerveja que os paraenses gostam, e que eu sabia que  Frei Angélicus também gostava; ele me “pagava” com um bom conhaque alemão, que ele sabia que eu também gostava; e ficávamos “filosofando” noites inteiras;  eu, com os meus 30 anos; ele com seus mais de 60: -- Não,   respondi; não creio, nem acredito. Mas quando criança eu acreditava muito. Grande  pecador que eu era, tinha muito medo das labaredas dos infernos! Foi quando aprendi ajudar missas; missas em Latim, lá na “Capelinha de Lurdes”, pertinho  lá de casa. -- Nem quando você pilota esses seus aviões, voando em céus iluminado por relâmpagos? – Nessas horas o que eu sinto mesmo é saudades de casa, da mãe e dos meus filhos; nessas horas eu penso em Deus; não nesses “Deuses” criados pelos homens, como aqueles deuses mitológicos dos Gregos e Romanos, hoje completamente desacreditados; o meu Deus é aquele “cara” que está agorinha mesmo sentado na sua enorme  poltrona estofada, no mais profundo infinito, e muito mais preocupado em manter em equilíbrio suas enormes “Galáxias”, do que preocupado com a gente, aqui nos “Tiriós”; quando então dávamos as mais gostosas gargalhadas, ébrios de cervejas e de um bom conhaque alemão...

Coronel Maciel.

domingo, 27 de março de 2022

CADERNETAS DE VOO.

 

Cadernetas de Voo.

Vez em quando abro  minhas velhas “Cadernetas de Voo”, tão cheias das mais variadas “Indisciplinas de Voo”. Quantas vezes me surpreendo, e fico pensando: será que “sou eu mesmo” que fiz essas “leãozadas” todas, ou foi meu Anjo da Guarda?   Menino ainda, menino travesso, menino moleque, um cão chupando manga daquelas centenárias mangueiras que enfeitam as ruas do meu Belém do Pará. Empinando papagaios; jogando bola na rua; jogando peteca, pegando pião na unha; “brechando” meninas lindas nuinhas-nuinhas tomando banho nas águas mornas dos meus saudosos igarapés. Sempre  de pés descalços e braços nus; tudo na minha linda, quente e úmida cidade morena do meu  Belém do Pará – Gostava de ficar  horas esquecidas olhando os céus do quintal lá de casa, imaginado coisas... Sonhando coisas... Sonhando, sonhando... São tantos os sonhos  quando somos crianças.  Naqueles velhos tempos, naqueles idos de 1950, eu ficava olhando o voo dos “Catalinas” da FAB, lá no alto, lá no céu, beijando as nuvens, em voos de treinamento de estóis, monomotor simulado, velocidade reduzida, arremetidas no ar e tantas outras manobras necessárias para tornar os pilotos aptos para os perigosos voos sobre o “Inferno Verde”, outro nome da majestosa floresta amazônica.  Bem em frente de casa ficava a “Reta Final” para pouso no aeroporto internacional de Val-de-Cans, “o maior Aeroporto do mundo”! Os aviões da época eram os Douglas DC-3, os Curtiss C-46, os garbosos “Constelations”, das antigas companhias de aviação: -- Cruzeiro do Sul, Lóide Aéreo, NAB, PANAIR; não me lembro se já existia a VARIG. Vez em quando chegavam aviões da PANAM, vindo dos Estados Unidos, para pousos técnicos em Belém. Chegavam de tardezinha vindos do Rio, São Paulo, Manaus, Santarém, Miami; passavam tão baixos, com seus trens e flaps baixados, quase roçando as linhas enceradas dos nossos papagaios. Já naqueles tempos os meus sonhos se resumiam em ser piloto daqueles “enormes” aviões! Não deu outra: com 16anos, 1957, ingressei na EPC do Ar, em Barbacena, “a cidade das rosas e do melhor clima do Brasil”, de onde “decolei” para grandes e saudosas missões nos aviões da nossa querida Força Aérea Brasileira!

Coronel Maciel.