quinta-feira, 30 de junho de 2022

ASSEDIOU, TEM QUE TRANSAR!

Assediou, tem que transar! Era o refrão do meu Bloco, nos meus tempos de Recife. Hoje nem sei se ainda existe.  Outra coisa: lei é uma coisa; justiça, outra; assim como marido é uma coisa; amante é outra. Hoje, na fila do Super – Mercado, um senhor, já idoso, mas menos idoso que eu, olhava, com força, para uma “menina”, cujo short, bem apertadinho, entrava pelo rego da bunda da bichinha: que tentação! -- Cuidado, disse eu pro “velhinho”, rindo, meio brincando:-- Olhando desse jeito você pode ser preso!  A não ser que seja aquele “sapatão” ali, também olhando pra ela. Sapatão pode;  homem não pode. Na saída, flagramos o sapatão “assediando” a menina que conversava alegre, com o também alegre sapatão. Lembro agora daquele velho bardo inglês, que dizia os monstros que as mulheres conseguem transformar os homens; lembro também do Papa Alexandre Sexto, o Papa Bórgia, que entrou para a história por ostentar amantes no Vaticano, e enriquecer seus nove filhos ilegítimos, às custas da Igreja!  Coitado do Gerente da Caixa... O Bolsonaro que se cuide...

Coronel Maciel.

sexta-feira, 24 de junho de 2022

CIRI GOMES>

Assim como só países pequenos podem ter a “ousadia” de uma política externa independente, pois seus atos não amedrontam ninguém; assim como ratos que só têm coragem de mexer com gatos, quando estes   estão dormindo; assim também “ratos”, como  Ciro Gomes, que não tem a mínima chance de vencer as eleições, tem a “ousadia” de ofender as Forças Armadas, a mais respeitada das nossas instituições, querendo assim provocar reações violentas, na tentativa de “virar a mesa”.  As Forças Armada estão   prevenidas contra tais “inimigos”, pois sabem que eles são como certas doenças “oportunistas”. As Forças Armadas, num silêncio que “mete medo”; continua de “olho vivo” no inimigo; de olho nessas “urnas eletrônicas’, nas mãos duvidosas desses  atuais Tribunais Superiores, para evitar o que  aconteceu nos Estados Unidos, a nação mais rica e poderosa do mundo, quando as esquerdas conseguiram derrubar o Trump, numa eleição até hoje contestada. Avante, Bolsonaro, nossa maior esperança na luta contra a volta do mais perigoso de todos os ladrões.

Coronel Maciel.

terça-feira, 21 de junho de 2022

URSAL.

 

URSAL.

A grande mídia, totalmente dominada pelas esquerdas, e comandadas de longe pela China; essa mesma China que criminosamente espalhou pelo mundo o maldito “Vírus Chinês”, conseguiu derrubar Donald Trump, colocando em seu lugar um imbecil; um babacão; um boneco de recados dos Chineses. Essa mesma “mídia”; ao lado do STF, hoje um Partido Política à serviço do PT,  não vai sossegar enquanto não colocar novamente o ladrão na Presidência do Brasil. Na Colômbia, conseguiram emplacar um comunista terrorista integrante das FARC, na Presidência. Só falta agora emplacar o Lula, para tornar a América Latina na -- União das Repúblicas Socialista da América Latina - URSAL. O Bolsonaro luta sozinho para evitar. Onde estão seus Generais, que, com suas estrelas apagadas, não aparecem para ajudar?

Coronel Maciel.

sexta-feira, 17 de junho de 2022

DOM PHILLIPS e BRUNO PEREIRA.

Coitadinhos, ou melhor, coitados dos dois! Aliás -- segundo Dylan Thomas, um dos mais importantes poetas de sua geração -- felizes os que já mergulharam na “noite plena e misericordiosa”, tema dos seus poemas e, quem sabe, das suas orações. Aventureiros que, como tantos outros, morreram, e muitos ainda vão morrer, por se meterem “onde e aonde não são chamados”. -- Ora, se nem em certos lugares da “Cidade Maravilhosa”; se nem mesmo em  certos lugares de Nova York; se nem mesmo em outras grandes capitais deste “zero pequenino”, incautos aventureiros também perderam  bobamente suas vidas. Ainda mais lá no Javari; lá na “Ataláia do Norte”, região que eu, e muitos outros pilotos da FAB, “pousamos” naqueles nossos velhos tempos, quando ainda não havia tantas facções criminosas operando por lá. Ora, se até na Tríciple Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, as mortes acontecem todos os dias, quanto mais na “Tríciple”, formada pelo Brasil, Peru e Bolívia, muito mais difícil e muito mais perigosa, envolvendo índios e traficantes da pior espécie, decididos a tudo e a todos que se metem a “abelhudar” seus crimes. Região onde se encontram as mais perigosas facções criminosas, na mira de brasileiros, de jornalistas  e de jornaleiros estrangeiros, que se metem  a “desvendar” seus “negócios”...

Coronel Maciel.

segunda-feira, 13 de junho de 2022

MARAVILHADO.

 

Maravilhado.

Não sei o que fez o Bolsonaro ficar “maravilhado” com o Biden; a não ser que, numa reunião “secreta”, convencido o babacão do perigo que é a “volta do ladrão”, hoje a menina dos olhos do STF e dessa imprensa dominada pelas esquerdas malditas. Mesmo com a volta do ladrão, os “4 estrelas” vão continuar na sombra e água fresca, dentro dos seus velhos tanques, navios e aviões, olhando de longe o circo pegar fogo, depois de  seus avós terem dado suas vidas “tentando em vão em ser perfeitos”, hoje  sendo tratados como vis torturadores, cruéis assassinos e outros bichos pouco qualificativos. E assim vão deixando o Brasil nas mãos dos votos de milhões de analfabetos que, mulher de malandro, gostam mesmo é de levar porrada. Quem for podre que se quebre, besta morra triste, é o que sempre dizia minha querida e saudosa vovozinha... 

Coronel Maciel. 

domingo, 29 de maio de 2022

ESTRELAS.

 

Ouvindo “Estrelas”.

Ora, direis:-- Se até o Trump, um dos mais ricos do mundo, caiu, por que não o Bolsonaro, o Trump Tupiniquim? As esquerdas malditas hoje dominam o mundo! Comandadas pelos chineses, são os donos do mais poderoso de todos os exércitos:-- A imprensa falada, escrita, televisionada, corrupta e corruptora! E não vão sossegar enquanto não colocarem Lula, o ladrão, Presidência. Mas, e se os “4 Estrelas”, acompanhados dos Cabos, Soldados e Taifeiros se negarem a “bater continência” para o ladrão? Ora, direis, ouvir estrelas: certo perdeste o senso, como diria o Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac...

Coronel Maciel.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

LÁ NO PICO DA NEBLINA.

Decolamos de “Cucuí”, um pedacinho do Brasil situado lá longe; lá nos confins do mundo do meu Estadão do Amazonas; é lá onde se situa um dos muitos “Pelotões de Fronteira”, na defesa dos limites do Norte do Brasil., rumo à Maturacá, no pé do “Pico da Neblina”, o mais alto do Brasil, que naqueles velhos tempos ninguém sabia direito se ficava no Brasil ou na Venezuela. Subimos para o “topo” das pesadas nuvens; “por baixo”, só mesmo o voo dos passarinhos. Daqui a pouco avistamos somente o “pico do pico”, que vive sempre abraçado e de amores com nuvens, situado a uns dez mil pés, na mesma altura que voava o nosso corajoso C-47. Como pousar em Maturacá? De repente avistamos “um buraco” nas nuvens, quando, sempre perigosamente, como de costume em voos pela nossa querida Amazônia. Resolvi arriscar: - Manetes “no bolso”, trem e flap em baixo, narigão também p’ra baixo, rumo a um costumeiro e perigoso “cisco”, quando avistamos algo “parecido” com uma pista. Pousamos em Maturacá, onde se “escondia” um pedaço da tribo da grande nação “Yanomamis”, Maturacá era “comandada” por um velho padre missionário, não sei se alemão ou italiano, completamente “rouco” e um pouco “louco’, que, acompanhado por uns dez ou doze índios guerreiros,  todos armados de flechas e tacapes, que logo rodearam o nosso corajoso e desarmado Dakota C-47. O nosso bom e amigo padre missionário, que não me recordo agora do nome, nos convidou para visitar uma grande roda onde índios, acompanhados de suas respectivas índias, todas nuas e pintadas de uma tinta vermelha da fruta de urucu, festejavam não sei bem o quê; só sei que estavam completamente embriagados, com uma gosma amarela escorregando pelo nariz, que logo fiquei sabendo resultado de mastigar folha de “cocaína”. Antes de chegarmos “na festa”, tivemos que atravessar uma ponte feita com pedaços de cipós e galhos de árvore, bem alta e balançando por cima de um riacho, que me pareceu muito mais perigosa que o nosso “mergulho” iluminado por relâmpagos e o ronco dos trovões! Coisas que até Deus duvida. Com a noite se aproximando, nos despedimos do padre, quando fiquei até com pena dele morar num lugar tão distante do “primeiro mundo” onde nasceu, rumo à São Gabriel da Cachoeira, após o sobrevoo de um morro, no meio do caminho, onde podemos contar sete pequenas lagoas, cheios minérios de altíssimo valor estratégico, como o “urânio” e outros bichos. Vou ficando por aqui.

Coronel Maciel.