quinta-feira, 31 de março de 2016

Gato escaldado tem medo de "entrar em fria".

Meu Deus digo eu, senhor Ministro “Barroso”! -- Será o “Benedito”? -- Perguntou meu pai pra a empregada lá de casa quando de repente apareceu muito grande e “buxuda”. -- Não, seu Maciel, foi a coisa do Raimundo.
Meu às vezes duvidoso, caro Ministro Barroso, creia primeiro em Deus, mas logo depois em mim!  Não há força neste mundo capaz de derrubar dona Dilma, nossa ditadora, e vil  “Comandante-em Chefe”! Só se os “Generais” quiserem. Mas os Generais não querem. Gato “escaldado”, e o senhor sabe melhor que eu, “pois é  Constitucional”,  tem medo de entrar em fria!
Assim como ninguém, nem mesmo os “americanos” -- quem sabe o Donald Trump -- conseguiram derrubar o ditador Fidel Castro, muito menos o ditador Maduro, pois os venezuelanos são tão ou mais babacas que este seu profeta aqui! As mulheres de lá, tão lindas como as nossas, estão usando pedaços de jornais velhos, naqueles vermelhos dias! Mas mesmo assim ele não cai!  Nem se os generais de lá quiserem!
A mesma coisa está para acontecer por aqui. E não vai demorar muito não! Mas dona Dilma, mesmo podre de madura, não cai, e nem nunca cairá! E prestem bem atenção: o Lula, que acaba de escapar do Moro, será o futuro presidente! Quem viver logo há de ver! Quem quer apostar comigo?
Coronel Maciel.



quarta-feira, 30 de março de 2016

O bom cabrito não berra!

O mal julgador por si julga os outros.  Eu, mal julgador, acho que o nosso grande Juiz Sérgio Moro devia ficar “na sua” e não ficar “pedindo desculpas” pelo bem, sem dúvida intencional, que ele fez ao Brasil. Acho mesmo que ele deveria ter aberto o  jogo todo de “cartas marcadas”! Divulgado tudo! Calça de veludo ou bunda de fora!

“Nixon”, naquele caso “Watergate”, aguentou firmes as acusações, renunciou, foi substituído pelo vice Gerald Ford, que assinou uma “anistia”, retirando-lhe qualquer responsabilidade legal no caso. A nossa “Comandante-em-Chefe”, além de ter renunciado, deveria ter sido encaminhada, algemada, ela e o seu criador, ao tríplex da Papuda!
Coronel Maciel.  

Casa de Noca!

O pau ainda vai comer na casa de Noca! Não vai ser assim sem mais nem menos que dona Dilma vai entregar o ouro (agora só osso) aos bandidos, assim como o fizeram os nossos velhos generais.  Não!  Muito sangue ainda vai correr de baixo da ponte! É só esperar e ver para crer! Nunca esquecendo que ela continua sendo a nossa “Comandante-em-Chefe”! Mesmo desarmados, os generais merecem respeito! Ainda metem medo?  Pelo sim, pelo não, dona Dilma sabe muito bem do que eles são capazes! E como é bom ficar sempre dos seus lados!
Sem desmerecer a capacidade moral, intelectual, profissional, disciplinar, entre muitas outras tantas qualidades indispensáveis na hora da escolha para o generalato, é bom lembrar que os nossos atuais generais receberam suas estrelas das mãos “douradas” do PT! Em assim sendo, devem lealdade à Presidente. Daí, quem sabe? -- esse viver “quietos e calados”. Muitos afirmam que agindo assim, revelam inteligência! Muito mais inteligentes são os muitos que nos querem assim, quietos e calados...

Coronel Maciel.

segunda-feira, 28 de março de 2016

As Trombetas do Anjo Gabriel.

Enquanto o Brasil se afoga cada vez mais no “Mar de Lama”, os três poderes da república brincam de “esconde-esconde”, num perigoso “quem dá mais”, completamente alheios à triste realidade “da república”, como se nada de mais estivesse acontecendo! Para eles, espectadores privilegiados, qualquer suplício é perfeitamente suportável. Até o “Lobão”, cantor e compositor, virou um grande “Cachorrão” ao se humilhar e pedir perdão ao “Chico, ao Caetano e ao Gil”.  Mas não vou perder meu tempo falando mal de usuários da maldita “Lei Rouanet”, e de outras  “drogas” por aí.
Mas tenho a mais absoluta certeza que não são poucos, são muitos, são milhares, os Soldados, os Cabos, os Generais que esperam pelo toque      das “Trombetas de Gabriel”. Mas Gabriel não vem! Não vem porque “Gabriel” sabe que para curar o Brasil só muito sangue, muito suor, muitas lágrimas.

Então, é melhor que  “Gabriel” não venha. Porque se Gabriel vier... 

Anjo Gabriel...

domingo, 27 de março de 2016

"Ordem do Dia"

“Ordem do Dia”: para ser lida em todos os tanques, navios e aviões no próximo “31 de Março”.

Hoje, bravos amigos das Forças “Amadas” Brasileiras, acordamos nesta alvorada festiva pensando se não teria sido mil vezes melhor havermos seguido a lucrativa “Carreira Terrorista”, em vez dessa  hoje tão humilhada “Carreira Militar”. - Ah! - Com certeza hoje estaríamos gozando as delícias de estar no topo da lista dos mais bem remunerados e bem sucedidos na vida! Seríamos “Número Um” neste Brasil, tão grande, tão amado, tão  traído, e hoje  tão  cheio de  fezes e de teses!
Com certeza estaríamos chefiando alguma dessas “Comissões de Desaparecidos Políticos”. Distribuindo polpudas indenizações a muitos inocentes coitados, “brutalmente torturados pelos gorilões verde-oliva, nos DOI-CODIS da vida”! Nos “Porões da Ditadura”, como costumam nos ofender. Porões aonde na realidade só iam uns pobres coitados apavorados com a realidade nua e crua das guerras! -- Aonde só iam crianças arrependidas por terem sido manipuladas, traídas, seduzidas pelos líderes carismáticos muito bem treinados em Cuba! Porões aonde só iam ingênuos adolescentes criminosamente usados para “buchas de canhão” -- pois as esquerdas sempre precisaram de “mártires”, de estudantes mártires úteis à propaganda das suas causas.  Inocentes úteis, “enfants terribles” que não tinham a menor noção do que fosse uma guerra; dos riscos pessoais que uma guerra acarreta. Viviam sonhos inocentes de adolescentes, entre nuvens de maconha, drogas marxistas, perfumados charutos cubanos.
Amantes espirituais de Che-Guevara, viviam suas fantasiosas ações terroristas, bravuras inconsequentes, sacrifícios heroicos, que logo se derretiam, desmoronavam-se ante o choque com a realidade inexorável das guerras! Realidades que lhes eram sutilmente escondidas por seus cruéis dominadores. Ensinados, doutrinados a serem guerrilheiros duros, mas somente quando na frente de civis fracos e desarmados. Ou inocentes sentinelas.
Na verdade eles nunca foram torturados naqueles lugares pejorativamente chamados de “porões da ditadura”, local onde “dona Dilma”, quando lhe faltam palavras, como sempre, diz que foi presa e torturada.
 Na verdade era o medo que bastava para todos eles se “cagarem”, soltarem as línguas, dedurando pais, mães, irmãos, amigos, companheiros, namoradas; fornecendo nomes, apelidos, planos, tudo para livrarem a própria cara, como fez o Genoíno e tantos outros que andam por aí posando de “democratas”.
 Alguns, de perfil depressivo, arrependidos dos seus perjuros, praticavam o suicídio. Os manipuladores; os autores intelectuais dos seus crimes estavam gozando as delícias de serem valentões sentadinhos nos “Cafés de Paris”, bebendo vinhos chilenos, sempre a uma cuidadosa distância das ações e dos perigos.
Erramos em ser militar. Deveríamos ter sido um desses terroristas comunistas que nunca irão parar de mentir, denegrir, solapar as bases das nossas humilhadas, desprotegidas, mas sempre dignas Forças Armadas Brasileiras!


Marechal do Ar, Das terras e Dos Mares Humberto de Alencar Castelo Branco.

sábado, 26 de março de 2016

Vade Retro, sua sacana!

Fosse uma presidente querida os pernambucanos não estariam hoje dizendo: -- Dilma Rousseff, vá tomar no “cu” kkkk.  Aliás, seria bom que o Dunga não ficasse pedindo para o povão separar “futebol de política”. O povão sabe o que diz! A voz do povo é a voz de Deus! Dê logo um jeito nessa merda de seleção, seu babacão, antes de levar outra de sete a um!     
Vejam agora, amados ouvintes, como é rezado o Divino Padre Nosso por quem uma vez blasfemou dizendo que nem Jesus lhe roubaria a reeleição! Não sei o que aconteceu; nem sei como ela venceu!

É assim a sua  reza:- - Não creio em Deus Padre, nem que seja todo  poderoso, nem criador do Céu, nem da Terra! Não creio em Jesus Cristo, nem que é um só seu filho, nem que foi concebido por obra nem por desgraça desse tal Espírito Santo. Não nasceu de Virgem Maria, nem padeceu sob o poder de um tal Pôncio Pilatos. Nunca foi crucificado, nem morto, nem sepultado. Nunca desceu aos Infernos, nem nunca subiu aos Céus. Nunca ficou sentado à mão direita de Deus Padre, que não é Deus, nem Padre, nem existe, nem é todo poderoso, nem nunca há de vir a julgar nem  os vivos e nem os mortos. Não creio no Espirito Santo, nessa tal Igreja Católica.  Não creio em Comunhão de Santos, nem em remissão de pecados. Não  creio em vidas eternas, nem nessa história de amém.
E querem saber de uma coisa? -- Eu não creio em ”porra”  nenhuma – Eu só creio na força da minha estrela vermelha, muito bem  ensanguentada! E na força das “Bolsas-Esmolas”, o meu curral eleitoral! Mas rezo pela vida eterna do meu deus todo poderoso o Fidel Castro, amém.  Vade Retro, sua sacana!
Coronel Maciel.



sexta-feira, 25 de março de 2016

Vida, paixão e morte.

Todas às vezes quando se aproxima o dia da vida ou da morte do Nosso Senhor Jesus Cristo eu me lembro, sozinho em minha rede ou “ainda” pilotando os meus saudosos e tão distantes aviões, da minha doce cidade morena, minha Belém do Pará querida, terra dos araçás, dos cutites, dos uxís, dos açaís, das maniçobas, dos tacacás, das pupunhas, dos rios, furos e igarapés! Belém das minhas petecas de aço, dos meus papagaios “guinadores” de linhas bem enceradas, piões, bolas de meias das minhas irmãs, e tantas outras coisinhas miúdas, que não me esqueço jamais.  
Nas Sextas-Feiras Santas, às 15 horas, tocavam, dolentes, os sinos do grande campanário da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, e de outras igrejinhas menores, para lembrar a morte de Cristo. Nesses dias a criançada toda ficava em casa, rezando, debaixo das asas das mãezinhas queridas. E nessas horas, para mim tão misteriosas, eu pensava cá com meus botões, botões também tão cheios de medos, que quando a cega que não respeita ninguém de mim se aproximasse eu mais que depressa  correria a me esconder debaixo da minha cama, junto de minha mãe, e ao lado do meu cachorrinho “Dakel”, amiguinho de estimação.

O tempo passa ligeiro...
Coronel Maciel.