domingo, 29 de dezembro de 2019

PM bom é PM morto!


PM bom é PM morto.
Assim como o Brasil, Natal já foi um lugar bom de se viver. Foi. Não é mais. Não sei se vocês já foram assaltados; eu, já: -- Trezoitão apontado na direção da minha cabeça já bem branquinha e assustada, deixei me roubarem tudo: -- meu Fiatizinho branco, meu leve dinheirinho; todos meus documentos; ainda pensei reagir; mas, como eram dois os assaltantes, e, covarde como eu sei que sou, deixei tudo “prá lá” e preferi viver. Em tempo e me apressando em lhes dizer: -- felizmente nunca tive medo, nem nunca fui covarde, pilotando meus aviões. Ontem morreu um Coronel Reformado da nossa Gloriosa Polícia Militar do Rio Grande do Norte, que morava no mesmo prédio meu. Recebeu três balaços pelas costas, durante um assalto, quando fazia algumas compras no Centro da Cidade. Em “Mãe Luíza”, local onde se escondem as piores facções criminosas de Natal, comemoraram com balas e foguetes a morte do Coronel. Hoje fui ao velório; não sei quantos parentes, amigos e colegas de farda estavam presentes; com certeza todos estavam revoltados; não sei se todos clamavam por justiça, como costumam “clamar por justiça” brasileirinhos como eu; uma justiça que nunca chega; ou se clamavam por vingança, com a raiva estampada nos olhos, como fazem também brasileiros como eu, que ainda acham que em casos assim não devia haver limites para vinganças. Poderia me alongar; mas alguma coisa acontece que não me deixa continuar...
Coronel Maciel.


sábado, 28 de dezembro de 2019

ÍNDIOS, PRETOS E PARDOS.


Pretos, Pardos e Índios.
Leio na “Folha de São Paulo” que apenas “Dois por Cento” dos Docentes da USP são Pretos ou Pardos; e que, com mais de cinco mil educadores, a Universidade perde “conhecimento”, diz seu único “Docente Índio”. Isto me fez lembrar quando uma vez, e lá se vão mais de trinta anos, fui escalado para ir a “Tiriós”, uma tribo de índios perdida lá no interior do meu Estadão do Pará, onde havia um pequeno Destacamento de Proteção ao Voo da FAB, e onde dois Missionários Alemães lá viviam também há mais de tantos anos; minha missão era conversar com eles sobre o acontecido com uma turma de Professores e Universitários da USP,  que para lá tinham ido “estudar” a vida daqueles índios, nas mãos daqueles frades alemães, e que depois de míseros sete dias haviam “produzido” uma Monografia, na qual, segundo os missionários, “Esculhambaram com a Gente”; ora, me diziam os frades, nós estamos aqui há mais anos do que eles tem de vida, e até hoje não conseguimos entender direito, e muito menos fazer uma  “Monografia” sobre esses índios. Outra vez foi a vez de um Tenente Aviador recém chegado para servir na Amazônia, mas ainda longe, muito longe de se tornar num verdadeiro “Amazônida”, como este “Degas” aqui, e muitos e muitos outros militares que também dedicaram suas vidas em prol e na defesa deste imenso “Inferno Verde”. O Tenente, coitado, havia se negado a transportar para Belém uma espécie de baú, cheia de “coisinhas” fabricadas pelos índios, e que deveriam ser enviadas para Alemanha, dizendo que aquilo não passava de “exploração” dos índios; e que o Tenente também havia “esculhambado” com eles, dizendo que não passavam de “espiões” à serviço da Alemanha. Ora, aquelas “Missangas” fabricadas pelos índios, eram os presentes que os “industriais” alemães mais apreciavam, e que em troca davam, por exemplo, uma pequena “hidroelétrica” que alimentava toda a tribo dos “Tiriós”; fui lá, e depois de muita conversa consegui um pouco de paz; voltei para Belém, onde mostrei ao Brigadeiro o perigo que é pessoas que nunca foram lá, e que se metem a fazer “Monografias” sobre a Amazônia, região que nem em sonhos conseguem imaginar...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

"NATAL".



Dizia Shakespeare, aquele velho bardo inglês, que quando o tempo se aproximava da época do Natal do Nosso Salvador, os galos, cornetas das manhãs, cantavam noites inteiras; e que então espírito nenhum andava vagando; que as noites se tornavam saudáveis; e que planetas, gnomos, seres anões de idades indefinidas que vivem no interior da terra; bruxas, bruxos, bruxedos perdiam seus poderes sobre a terra; tão graciosos e sagrados os tempos se tornavam! Desejo a todos vocês que gostam de me ouvir votos de tranquilas Noites de Natal.
Coronel Maciel.

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

"CONSTITUIÇÕES".


“Constituições”.
Os chilenos correm desesperados para salvar o país da beira do abismo, dizendo que, para salvá-lo, é preciso que a sua atual Constituição -- herança maldita dos tempos da “Ditadura”, como afirmam os otários da Rede Globo. Ora, diz minha querida vovozinha, o que os Chilenos querem não é outra Constituição; o que eles realmente querem é a volta do “Pinochet”, seus comandados e seus “Regulamentos Disciplinares”; militares que foram e continuam sendo escorraçados; apelidados de assassinos; de cruéis torturadores e outros adjetivos pouco qualificativos. A mesma coisa acontece por aqui, quando nossas crianças; quando nossos jovens são submetidos a verdadeiras “lavagens cerebrais” por professores, mestres e doutores, especialistas e regiamente pagos para deturpar nossa história. Outra coisa: como esses Ministros de Tribunais considerados “Superiores’ e até mesmo os desse tão desacreditado STF; como eles chegam quase a gozar quando  peitando o Presidente, derrubando todas suas decisões, dizendo, hipocritamente, que estão defendendo essa maldita Constituição Cidadã, feita ao sabor dos “porres” do Lixo Guimarães; Constituição feita exclusivamente para defender bandidos e tornar o Brasil ingovernável; Ministros que, escondidos em suas asas de urubus, não têm coragem de dizer o que eles realmente acham dessa maldita Constituição. Só me resta então dizer: --Aí dos vencidos! – Militares nunca mais!
Coronel Maciel.

domingo, 22 de dezembro de 2019

"ABRAÃO"



Não fosse a interferência divina de um anjo do senhor, Abraão, para provar sua fé em Deus, quase mata “esfaqueado” Isaac, seu filho mais querido; história muito antiga que me era contada pela minha querida vovozinha, quando deitado em minha rede naquelas tardes chuvosas lá em Belém do Pará. Acredite quem quiser. Jesus, como todos nós sabemos, era filho de Deus, o qual, sendo todo poderoso, bem que poderia o ter salvo das mãos cruéis do Pôncio Pilatos. Mas, não. Para salvar toda essa nossa ingrata humanidade das labaredas sulfúreas dos Infernos, deixou seu filho mais querido morrer crucificado. Muitos e muitos séculos depois, mais de vinte, esse mesmo Deus, querendo salvar o Brasil das mãos dos comunistas, que hoje ainda ocupam as melhores poltronas desse Brasil hoje virado no diabo, salvou de uma perigosa facada o antigo Capitão Bolsonaro, hoje muito mais que um General, é nosso “Comandante-em-Chefe”, e que também veio para nos salvar; mas, não satisfeitos, esses mesmos comunistas querem que Bolsonaro, o pai, dê facadas nos filhos. Ora, Deus, que é todo poderoso e que está vendo tudo, pode muito bem se “emputecer” e mandar seus anjos guardiões tocarem suas cornetas e acordar os filhos daqueles velhos Generais, que continuam dormindo nos seus velhos tanques, navios e aviões.
Coronel Maciel.

sábado, 21 de dezembro de 2019

"JESUS CRISTO".



Não me interessa saber, pois eu sei que nunca vou saber direito como tudo aconteceu: se Jesus nasceu de uma virgem e por obra e graça do Espírito Santo; ou se ressuscitou e deu uma “Passagem Baixa” pelos Infernos, deu motor e hoje está sentado ao lado direito de Deus, Pai todo poderoso, de onde há de vir e julgar os “vivos”, que são muitos, e o mortos. Não sei; só sei que Jesus foi o melhor, o maior, o de mais doce e humilde coração, e outras muitas coisas boas por aí, mas que foi também, coitado, o mais incompreendido dos homens, e que por isso acabou morrendo daquela maneira tão injusta e tão cruel que todos nós sabemos.  Só sei dizer que essa luta entre o Bem e o Mal teve um começo, mas nunca terá um fim; por exemplo: esses prêmios “Nobel” da Paz e da Literatura, sempre serão dados a quem for da esquerda; ou, melhor ainda, da extrema esquerda. Convido  vocês a subir no meu B-26 “Supersônico” e dar um rápido sobrevoo lá nos “States”, onde o Trump, coitado, que eu  considero do “Bem”, está quase para ser “impinchado” pelos “Democratas” da lá, esses que não sabem perder eleições, esses que eu considero como sendo todos  do lado do “Mal”; voltando aqui pro Brasil temos o Bolsonaro, que além daquela facada quase fatal desferida pelas esquerdas, continua recebendo facadas de todos os lados, inclusive, segundo as Esquerdas, dos seus próprios filhinhos queridos. Ora, família, segundo o “Saramago”, só dá confusão. Não sei, só sei que já estou velho demais para querer fazer papel de Jesus, e “salvar” o Brasil, coitado, tão grande, tão amado e tão traído, das facadas desferidas por certos jornalistas, alguns, segundo o Bolsonaro, terríveis “homossexuais”, que não o deixam governar tranquilo e na Santa Paz do Nosso Senhor Jesus Cristo.
Coronel Maciel.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

"JOÃO DE DEUS".



Naqueles velhos tempos Bíblicos; tempos que, como aqueles nossos velhos tempos, esses que parece se foram “para nunca mais voltar”, como havia aqueles que sabiam fazer verdadeiros milagres; nos nossos tempos, fazíamos grandes pontes; fazíamos grandes hidroelétricas; as maiores do mundo; e outras grandes coisinhas por aí. Mas “milagres mesmos’ só nos tempos Bíblicos. Um deles, um dos mais capazes, chegou a fazer o Sol parar de girar “em torno da terra”.  Ainda bem que foi o Sol, pois se fosse com essa   nossa terrinha, coitada, onde um paraense morando lá pertinho do Equador nem sabe que “voa” numa velocidade mais que supersônica, muito mais que um desses jatinhos suecos que o Lula comprou, e que não conseguem chegar por aqui; ou já chegaram?  Ora, se Josué, em vez de fazer o Sol, fizesse a Terra “parar”, nem que fosse por um mísero segundo, toda água do Pacífico “voaria” por cima de todas as cordilheiras, banhando as terras continentais de todas as Américas e iria substituir as águas do Atlântico, que por sua vez iria cobrir todo Europa, África, e assim por diante; houve um deles, o Matusalém, um que viveu novecentos e tantos anos e que “possuiu” mais de mil mulheres, todas belas! Mas não só naqueles tempos; hoje também temos nossos santos milagreiros; o “João de Deus”, por exemplo, e me apresso a dizer que existem muitos outros por aí, que dizem, mas ele nega, ter “faturado” não sei quantas mulheres, mas não sei se todas, belas; não sei também por que só agora elas resolveram se “pronunciar”.
Coronel Maciel.