sábado, 11 de abril de 2015

Chorando feito puta arrependida!

Fosse uma grande passeata, tipo “Diretas já”; tipo aquela que  nos jogou a todos na triste rua da amargura, eu então acreditaria. Mas essa de amanhã, na ingênua esperança de expulsar esses ratões vermelhos que estão aí comendo do queijo e bebendo do leite dos nossos filhos, nessa eu não acredito não. Ai dos vencidos! Ai dos que entregaram o ouro aos bandidos! Então só nos resta mesmo é chorar! Rezar e chorar em grandes “procissões”... Chorar feito puta arrependida!
Barack Obama está aos beijos e abraços com os ditadores cubanos. Estes sim! Estes são verdadeiros vencedores e profissionais do crime organizado. Estão aí em pleno funcionamento seus eternos “paredõns”. O negão enganador americano pensa que ganhou a ilha cubana do Fidel Castro. Ganhou porra nenhuma! E quanto mais ele aperta o Madurão venezuelano, mais ele aperta o pescoço dos “prisioneiros políticos”. A Venezuela do Maduro é igualzinha ao Brasil da Madurona. Hoje, brasileirinhos analfabetos, vivemos presos, engaiolados, muito “mais pior” que  presos políticos. Presos, com o cu na mão, com medo de assaltos a mãos armadas!
E os militares, hein, coronel? Por que tão longe, tão distantes das manifestações?  E os nossos filhos e netos, que estarão futuramente com todas as pedras nas mãos, gritando, chorando e dizendo:- - Que merda de país é este que vocês todos nos deixaram?
Coronel Maciel.



quinta-feira, 9 de abril de 2015

"Queda da Bastilha".

Quem comeu “se-regalou-se”, que não comeu “se-atolou-se”, dizia dona Raimunda, vendedora de tacacá, com muito jambu e camarão dos grandes, lá da rua onde eu morava, na minha doce e morena  Belém do meu Grão Pará. -- Cada qual que cuide de seu enterro; impossível não há, dizia Quincas Berro Dágua, bêbado, rindo e comendo sua moqueca de peixe com cachaça e viola, balançando-se nas ondas dos saveiros da Bahia. -- Esses seus neguinhos analfabetos são mesmo uns grandes babacas, dirá o negão Barack Obama, rindo às gargalhadas, ele e sua Dilma Rousseff, no próximo dia 13, nos salões da Casa Branca. Dia 13 para quem ainda não sabe, é o dia da grande parada pela “Queda da Bastilha”.
Já falei mais de mil vezes que nada de bom ou de mal acontece, nem nunca acontecerá, nem no mundo, nem nas Latrinas das Américas, sem que os americanos queiram; ou não queiram. E no Brasil, sem que os generais se metam.  Nada! Nada mesmo! E ainda mais agora quando eles não estão nem aí para tudo de mal que acontece. Afinal, pra que começar tudo de novo, e depois ficar levando porrada? Nem pensar! Militares nunca mais!

É o Brasil voando no dorso, de bumbum pra cima (pra não dizer de cu pra cima, que é muito feio) e de cabeça pra baixo... 
Coronel Maciel.   

domingo, 5 de abril de 2015

Quem há de dizer...

Não sei o porquê nem consigo entender como o comunismo consegue fascinar os “artistas”, os “intelectuais”, e até mesmo “padres de passeata” desse Brasil tão grande e tão fácil de ser enganado. Fidel Castro continua sendo endeusado no Brasil. Prêmio Nobel de Literatura só cai nas mãos de escritores comunistas. Salvo as “manjadas” e raríssimas exceções. Aonde o comunismo vai, a desgraça vai atrás. Na Rússia Stalinista, foram mais de 50 milhões de velhos, doentes mentais, minorias de perseguidos os que foram assassinados, dizimados. Foi assim que a Rússia Comunista dobrou a renda “per capita”.
Quando a África Negra era dominada pelos colonizadores europeus, bem ou mal ela vivia. Até que chegaram os comunistas. Expulsos os “europeus”, os comunistas tomaram conta. Mas não conseguiram, ateus que eles são, conviver com o “Islamismo”. Abandonaram então a África nas mãos de cruéis ditadores negros comunistas. Ruim com os colonizadores europeus, pior sem eles. Dá pena ver o que restou da África, derrotada por uma cruel luta religiosa e fratricida.
No Brasil também foi assim. Ruim com os militares; pior sem eles. Dá pena ver o que restou daquele Brasil, quando éramos felizes e não sabíamos...
Coronel Maciel.



quinta-feira, 2 de abril de 2015

O Brasil acordou!

E só acorda pra levar porrada! Assim não dá! Pior que mulher de malandro! “Pelo amor de Jesus”... Chega! Desse jeito é melhor ficar dormindo, deitado eternamente em berço esplêndido, nu de cu pra lua, esperando a naba chegar!
Vá lá no Canto do Mangue, à noitinha, à noitona, a qualquer hora do dia ou da noite e pergunte por que as menininhas de 10, 13, 14 anos estão fazendo sexo oral e explícito, por míseros “5 real”, com um bando de marmanjões tarados, e elas “lhes responderão”, magrinhas e sem futuro: “Pra comprar pedrinhas de crack”. Não só no canto do mangue, aqui em Natal; isso acontece agora mesmo no Brasil inteiro!
É a nossa criançada; é a nova “Juventude Transviada”, que começa muito cedo, muito à gosto dos comunistas  (preciso dizer o porquê?) e diferente daquela do nosso tempo, que só conhecia a droga da lança perfume, e só nos quatro dias de carnaval, quando caíamos na gandaia.
E tudo começou com as famigeradas “Bolsa-Esmolas”. Mas como, hangarado coronel? Ora, como! São filhos, são netos, são crianças matando pais, avós, tios, irmãos, irmãs, namoradas para se apossarem das “esmolas”, esmolas que também servem para comprar os milhões de votos que mantêm o PT no poder.  E que também servem para compra de todos os tipos de drogas, do crack, às cocaínas.  Sacou? Não! Muita gente nunca vai “sacar”.
O Brasil é hoje uma grande massa de gente burra e falida! O Brasil é hoje um grande filme pornô, da mais cruel e estúpida realidade!
Coronel Maciel.


terça-feira, 31 de março de 2015

Anos de chumbo.

Devido à sua extensão ao redor do mundo, os ingleses diziam: “O sol nunca se põe no Império Britânico”. Diziam. Com a queda do “Muro de Berlim”, o comunismo acabou na Europa. Mas sobrevive na América Latina, travestido num comunismo tupiniquim, que lutamos tanto, mas inutilmente, para nos livrar. Tudo em vão. Ontem recebi um recado de um coronel-aviador dizendo para que eu deixasse de jogar merda no ventilador, e que reconhecesse que dona Dilma está ficando magra devido tanta luta e incompreensão das elites brasileiras.
Em 64 o Brasil estava uma verdadeira zona; mas não uma zorra total e do mais alto meretrício como hoje. Passamos alguns anos tentando consertar. Nada adiantou. Hoje são milhares ou milhões os que imploram nossa volta. Valeria a pena fazer tudo de novo? Sofrer novamente a ira da Igreja Católica? Dos nossos “artistas”; da imprensa; dos “intelectuais”, todos com medo da “volta dos anos de chumbo”?
Adaptar-se, ou morrer. Impossível remar contra a força da maré; contra a força de lavagem cerebral que sofrem nossos filhos, nossas maiores esperanças, ensinados a rezar pela cartilha comunista, desde as escolas mais humildes, às maiores universidades.
Enquanto isso, dona Dilma exige mais e mais sacrifícios dos brasileiros (dos pobres...), mas continua enviando milhões, bilhões de “dólares” para Cuba e outros assemelhados.
Não vejo luz no fim do túnel.

Coronel Maciel.

domingo, 29 de março de 2015

31 de Março de 64.

Naquele dia, ganhamos a batalha e começamos a perder a guerra! Não há vitórias, sem derrotas! Perdemos, por bondade ou por burrice, ou as duas. Quem refresca cu de pato é lagoa...  Hoje estamos aí, comandados por inimigos, que nos dizem o que somos, o que não somos, o que podemos e o que não podemos fazer. Quanta vergonha; quanta humilhação!
Fidel Castro, o grande filho da puta, sim! Venceu todas, e continua vencendo! Vence em toda América Latina. Vence no Brasil, hoje o seu maior tesouro. Vence na vida e vencerá na morte. Professores, mestres e doutores, amantes espirituais do “Comandante”, estão aí, fazendo a cabeça dos nossos estudantes, perpetuando desse modo “a espécie”.
Que merda de país é este que vocês nos deixaram, dirão, com todas as pedras nas mãos, os nossos filhos e netos...

Coronel Maciel.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Aviação:-- O mais belo de todos os ideais!

Quando me “expulsaram” da minha querida Força Aérea Brasileira, que hoje reconheço por minha própria culpa, devido a este meu “eu” tão cheio de perigosas arestas, passei alguns anos, dois ou três ou quatro, na maior boa vida, ao lado do meu violão, e de camarões e de lagostas grelhadas e na companhia de louras geladas. Foi quando senti saudades de voar, que sempre foi o maior de todos os meus vícios.  Fiz então toda “via sacra” que me foi exigido. Provas de meteorologia, regras de voo, e tantas outras “coisinhas miúdas”, como se eu fosse um neófito em aviação. Fui passando em tudo. Até a hora em que fui chamado para entrevista com o capitão médico “psicólogo”.  Pedi licença, assim meio cismado (eu sempre me achei assim meio maluco), sentei, e fiquei a espera daquelas perguntas, enquanto ele me olhava assim um tanto quanto admirado. E me perguntou, de chofre:- - Coronel; por que o senhor quer voltar a voar? – Respondi assim também de chofre:- - Doutor, eu acho que é porque eu estou ficando louco! Ele riu, me olhou, fez mais algumas perguntas “indiscretas”, mas fáceis de responder, e me dispensou, considerando-me apto para voltar a voar. Respirei fundo e aliviado.
Conheci vários pilotos meio malucos na FAB. Entre eles, o Brigadeiro “Melo Maluco”, que não era maluco coisa nenhuma. Outro que conheço muito bem, sou eu mesmo! Onde já se viu um cara, que depois de passar a semana inteira dando duplos de voo acrobáticos para cadetes do terceiro da Academia da Força Aérea, AFA, que na época, em 64, era apenas um “Destacamento Precursor”; pegar um T-6, logo após o expediente das sextas feiras, e, sozinho, enfrentar um “noturnão”, na companhia de raios, relâmpagos, chuvas, e trovões, sobrevoando os agudos “Alpes Mineiros”, para um rápido pernoito em Ilhéus; decolar no sábado, cedinho, para almoçar uma boa carne de sol, em Natal, na casa da minha namorada? Voltar no domingo, com a ordem de chegar em Pirassununga, pronto para o início expediente na segunda?
Ninguém mais do que nós, que abraçamos este mais nobre e belo de todos os ideais, a Aviação, sentimos bem no fundo dos nossos corações, tanta dor pelo do sofrimento das vítimas, dos familiares das vítimas, e muita pena do solitário copiloto alemão...
Coronel Maciel.