domingo, 9 de outubro de 2016

Servindo de exemplos.



Quando eu vejo o Gilberto Gil, inteligente “negão” enganador; quando vejo deputados, senadores, do alto de suas muito bem remuneradas tribunas teatrais, endeusando o “Lixo Guimarães”, centenário político enganador, é que, aproveitando tão feliz oportunidade, peço ao nosso bom Deus que o mantenha para  sempre e eternamente amordaçado e vigiado,  evitando assim que ele, com sua costumeira e demoníaca  lábia, consiga enganar os anjos e santos dos céus, assim como conseguiu enganar todo o ingênuo e futebolístico povo brasileiro!
Mas é assim mesmo; basta ver a ascensão e queda de poderes desde que o mundo é mundo. No Brasil também foi assim: Foi durante a “Ditadura” -- e queiram ou não queiram os nossos inimigos e detratores –   o período que o Brasil mais cresceu, considerando que houve crescimento, sem esculhambação, e não esculhambação, sem crescimento, como acontece hoje. Depois veio a queda, com ascensão do Lula e seu famigerado PT, culminando com a ascensão desse atual governo, que ninguém sabe direito como vai se comportar.  A única maneira dele se “comportar direito” seria se espelhar na vida militar: tão cheia de ordem e de progressos!
Assim, por exemplos: para melhorar o ensino no Brasil, era só adotar o ensino praticado nos nossos “Colégios Militares”; e para fazer o Brasil funcionar, adotar o praticado em qualquer das nossas Organizações Militares: Com muito amor e carinho, fazendo das tripas coração...
Coronel Maciel.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Nom multa sed multum!



Nosso lema na EPCAR! Não muitos, mas os melhores! “Não multes, para não seres multado”, na voz dos eternos gozadores! Escapamos “fedendo” ontem no STF; não fosse dona Carmen Lúcia, estaríamos hoje na maior “fossa”. Quem sou eu para julgar “juízes”; mas, para quem é completamente leigo no assunto, como eu, sou obrigado a considerar cinco deles juízes “do bem”; os outros cinco verdadeiros juízes do mal! Salvo melhor juízo!
Fim de semana em BQ! Mais de duzentos “lindos e fogosos alunos”, todos à paisana, e todos “pegando fogo”, atrás das meninas namoradoras! Ora, não havendo “tantas” dispostas a saciar tanta “sede”, as brigas com os rapazes da cidade viravam verdadeiras guerras de rua! Uma vez um deles, filho de uma tradicional “família mineira”, resolveu ficar acintosamente sentado na escada de um clube, armado com um revólver, ameaçando os alunos. O Camarão, “juiz do bem”, mandou no outro dia de manhã bem cedo, era um domingo, e é bom lembrar que estávamos em “plena ditadura”, uma “patrulha” buscar o temido rapaz em casa. Vai, não vai, acabou indo, e ficou “preso” durante uma semana, sempre muito bem tratado e muito bem alimentado!  Os pais foram avisados que poderiam visitá-lo a hora que quisessem, de dia ou de noite!  Durante essa semana o “rapaz” acompanhou a pesada rotina dos alunos, coisa que ele nunca imaginou que fosse tão diferente da “boa vida” que levava em casa, onde jamais arrumou uma cama!
Posto “em sossego” e entregue aos pais “são e salvo”, os quais me diziam, baixinho, o quanto trabalho lhes dava esse filho tão querido e também muito “mimado”, e que essa semana que passou conosco “preso” serviria de exemplo. Agora vejam, lhes dizia eu, o quanto é difícil para nós aqui na Escola, “tomar conta” de mais de quatrocentos alunos, como esses nossos que o Comandante trata com tanto carinho, cuidado e responsabilidade, como se fossem verdadeiros filhos...
Coronel Maciel.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

BQ na época da "Ditadura".



Assim como o saudoso “Castelo Branco”, que dizia: -- A tarefa é ingente; os obstáculos, grandes; e o tempo é curto -- o “Camarão” também “voava” com o motor sempre “a pleno” na EPC do Ar!  Quando Cadete, eu fui da famosa equipe de “Cama Elástica” da Escola de Aeronáutica dos Afonsos.  Fiquei sabendo que havia uma cama elástica novinha em folha, dessas boas, “americanas”, que não estava mais sendo utilizada, pois a “equipe” fora aos poucos sendo “desativada”. Foi quando, numa das minhas conversas com o Brigadeiro, perguntei se ele “topava” treinar uma equipe com “alunos”. -- Mas como? se não temos nem a “cama”, nem instrutor! Disse-lhe então da existência de “uma” no Rio, e que eu poderia, quem sabe? treinar uma equipe, valendo-me de alguns conhecimentos que eu tinha.
Não deu outra: ele topou a parada, entrando imediatamente em contato com o Comandante da Escola de Aeronáutica, e eu autorizado a ir buscá-la num caminhão. Ora, isto foi logo no início daquele ano letivo. Encurtando a história:-- No dia 23 de Outubro, Dia do Aviador, eu e uma equipe formada por seis orgulhosos alunos demos um, modéstia à parte, verdadeiro “show acrobático” para uma plateia formada por professores, autoridades e convidados da cidade, funcionários, alunos -- que não eram mais alunos e sim “pré-cadetes”, como passaram a ser chamados pelo Camarão -- e seus familiares, quando o Camarão desceu da Tribuna, após o desfile militar, para, orgulhoso e satisfeito,   nos cumprimentar... kkkkkk
Coronel Maciel.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Solitários vento de BQ.



Já falei mais de mil vezes que para colocar o Brasil novamente nos eixos só outra “Revolução” e como esta esperança não passa de um sonho impossível, só nos resta esperar que, após a queda, o PT e seus asseclas recebam o “coice” final e que o Brasil crie vergonha e aprenda realmente a votar, como aconteceu agora em São Paulo. Enquanto isso, vamos continuar voando em “céu de Brigadeiro...
A gente vai ficando velho e vai ficando cada vez mais “ranzinza”; pelo menos é o que acontece comigo! Não aguento mais ouvir gritinhos “histéricos” desses “locutores” de jogo de futebol, quando acontece uma jogada um pouco mais emocionante; e são sempre as mesmas jogadas “emocionantes” de sempre! Sempre! Aliás, eu acho esse negócio de impedimento um “saco”! Pelo menos um atacante poderia ficar “na banheira”, e o jogo nunca ficaria nesses constantes e irritantes “zero e zero”. Outra coisa que me irrita cada dia mais (coisa de velho mesmo) é ver todos os dias esses dois “pombinhos” da Globo, o Evaristo e a “Sandrinha”, esta então nem se fala: - Pombinha demais; afetada demais; artificial demais, fala mais pelas mãos e cotovelos, que pela boca. Um saco!
Não sei se vocês já se cansaram de ouvir esses “voos” com o Brigadeiro Camarão; são tantas, que daria um livro! Esse mais um foi assim. De saco cheio de dormir em “alojamento”, foram anos de Escola, dois em Barbacena e quatro no Rio, acordando dias, meses, anos, com “mais de duzentos homens e nenhuma mulher”, que resolvi morar no tradicional “Hotel Aliança”, em BQ. Uma bela e fria madrugada, devia ser três pra quatro horas, quando fui acordado por um “soldadinho” me dizendo que eu fosse, “correndo”, me apresentar ao Brigadeiro, em mais uma das suas noites “mal dormidas”. Não deu outra: era outra “Mensagem à Garcia”:-- “Fura Bola”, pegue o T-6, e vá agora ao Galeão, entregar, sem falta, esses documentos para o Comandante de um C-54 que vai decolar daqui à pouco para “Washington”.
Cheguei quase na hora da partida dos motores, só dando tempo de entregar os documentos; o Comandante já sabia do que se tratava. Não tendo mais nada para fazer no Rio, voltei de imediato para Barbacena, de tal modo que o Camarão ficou surpreso e descrente ao me ver no refeitório, que estava cheio de oficiais para o café da manhã, e foi logo perguntando:-- Mas você ainda não foi? -- Não só já fui, como já voltei Brigadeiro, quando ele deu uma das suas boas gargalhadas, e apertou minha mão, com aquele seu famoso aperto “quebra dedos” ...   
Coronel Maciel.