quarta-feira, 18 de setembro de 2019

SEMPRE NA "MAIOR MOITA".



Desde meus tempos de criança, quando queriam que eu seguisse a romana “Carreira Eclesiástica”; quando até aprendi a ajudar missas, e missas em “Latim”, que eu sempre tive minhas dúvidas a respeito da existência de vidas após a morte; principalmente depois que minha mãe morreu, naqueles meus ainda sete anos, quando eu lhe dizia que preferia muito mais que ela ficasse morando aqui mesmo comigo aqui na terra, e não nos céus, lugar onde ela sempre me dizia que um dia iria comigo morar. Mas eu nunca, como muitos outros que, não acreditando em vidas eternas, danam-se a cometer os maiores pecados aqui ne terra, metendo a mão nos bolsos dos que acreditam, como um, aliás, na minha opinião, grande escritor, membro até da nossa Academia de Letrados, lugar onde até o Sarney conseguiu adentrar;  e  que passou seis ou oito anos num seminário, estudando pra ser padre, mas depois desistiu, e, quando estourou a nossa “Redentora”, fez de tudo para ser preso; e como jornalista fez o diabo para ser “torturado” pelos nossos inocentes Generais, tudo visando um dia ser “premiado”, como foi, recebendo milionária indenização e gulosa aposentadoria, tudo livre do maldito Imposto de Renda; mas tem muitos outros que meteram a mão mesmo, e com toda força;  mas, burros, deixaram se prender, como um sem dedo que agora  esperneia numa espécie de gaiola de ouro, lá em Curitiba. Sabido mesmo fui eu, que, sempre usando da maior moita do mundo, entrei devagarinho na FAB, pelos portões da minha querida EPCAR, em Barbacena; e foram deixando, deixando, até que, e nem eu mesmo como foi que tudo aconteceu, cheguei hoje ao posto de um velho Coronel hangarado,  sem asas, e que sempre foi muito mais um sortudo Aviador, que um brilhante Oficial.
Coronel Maciel.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

MAIS "DEMOCRACIA".



Quem, à meia noite, no silêncio do seu quarto, não detesta a Democracia? Quem? Ora, se até o Churchill, o Winston, aquele que vivia com um charutão na boca e um generoso copo de “Scotch” na mão; aquele que vivia dizendo que a pior democracia era melhor que a melhor das ditaduras; mas que na realidade detestava a “Democracia”, porque, pensava ele, nivela por baixo; porque, sendo um governo de massas, e qualquer “mente” move as massas, é o primeiro grande passo para ditaduras; principalmente as eternas ditaduras de esquerda; está aí a eterna ditadura Cubana; mais perto de nós, a do Maduro,  só para citar alguns exemplos nesta sofrida América Latina. Daí o porquê a dona Raquel Dodge está tão preocupada com a “periclitante” democracia no Brasil, hoje nas mãos do esfaqueado “Bolsonaro”; interessa, sim, às esquerdas, essa espécie de democracia que os comunistas conseguiram implantar no Brasil, depois do fim daqueles nossos saudosos vinte anos da mais saudosa “Ditadura”; está aí o STF e outros Tribunais “Superiores”, nas mãos de perigosos comunista, dando cobertura a  perigosos ladrões; não duvido nada que o Lula, ou algum dos seus “cupinchas”, volte a ser presidente, impingindo a nós, inocentes brasileirinhos e brasileirinhas, mais não sei quantos anos de devastadora Ditadura Vermelha do PT. 
Coronel Maciel. 



domingo, 15 de setembro de 2019

DEMOCRACIA.



Andam dizendo por aí que a “única” coisa realmente “democrática”, pelo menos neste nosso imenso “zero pequenino”, é a morte; e que outros, os mais hereges, andam dizendo que Deus não gosta de gente pobre; daí a enorme quantidade de “gente pobre” se sentindo ricos e felizes  com esses  quinhentos reais do tal FGTS; enquanto que o filho do “Lobão”, aquele ricaço lá  do Maranhão, desembolsou na hora mais de um milhão de dólares como fiança, para gozar novamente a liberdade;  não sei se também alguns outros milhões  foram cair no bolso do juiz que decretou sua liberdade. Daí o que às vezes me faz ficar pensando se não teria melhor, mil vezes melhor, se, ao invés de ficar “voando por aí’, eu tivesse sido mais sabidinho e seguido a rica e talentosa carreira de “terrorista”; ou a carreira desses deputados e senadores que no fim de alguns anos se aposentam “bilionários”; mas, eu juro a vocês, que, já próximo dos meus oitenta, eu faria tudo de novo, se possível fosse, meus amores, “haja vista” que rico é o pobre satisfeito com o que tem.
Coronel Maciel.

domingo, 8 de setembro de 2019

SETE DE SETEMBRO.


Somente em dias como o nosso “Sete de Setembro” é que podemos realmente avaliar o quanto os brasileiros, e principalmente as nossas criancinhas; os nossos brasileirinhos e brasileirinhas amam as nossas Forças Armadas; amam a nossa “Esquadrilha da Fumaça”; amam os nossos tanques, navios e aviões! Ontem ouvi uma dessas nossas criancinhas sendo entrevistada aqui em Natal dizer que “chorou de alegria” ao ver pela primeira vez o desfile; se digo isto é porque nos outros dias do ano o que vemos, lemos e ouvimos são essas nossas esquerdas malditas dizendo o contrário; enaltecendo a bandeira vermelha do PT; do MST; e fico a imaginar o quanto de nossos professores, mestres, doutores, nas nossas escolas mais humildes, até nas nossas mais “drogadas’ Universidades; muitos deles especialistas em Lavagem Cerebral, estão contaminando, minando  as cabecinhas das nossas crianças; precisamos então de mais;  muito mais  “7 de Setembros”, nas nossas Escolinhas, tanto naquelas  situadas lá no alto dos Tapiris das Serras até  nas nossas mais caras Universidades; bem como e  principalmente no seio das nossas famílias, sem medo de ser feliz, e assim tenhamos a certeza de que a nossa Bandeira será sempre “Verde-Amerela”! Aproveito a oportunidade para agradecer do fundo do coração do meu coração as mensagens recebidas pela passagem do meu 79. O meu muito obrigado.
Coronel Maciel.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

MEU CORAÇÃO; MAIS UM DIA....


Bate, bate, bate coração.
Não é o tempo que passa ligeiro; nós é que passamos; vamos passando, passando; voando, voando, abusando da paciência do nosso velho avião; judiando com suas bombas de pressões; judiando com o fígado, este, sim, tem razões de sobra para se vingar dos enormes sacrifícios a que foi submetido. E o meu pulmão? E a minha cabeça? Ah, minha cabeça, sempre bolando astutos voos “rasantes”; e o velho coração? Tuc-tuc-tuc; incansável; este, sim; este eu lhes garanto que nunca fez mal a ninguém; sei que muitas vezes foi fraco; muitas vezes foi mole, foi aflito; hoje chateado, amanhã feliz; ora medroso, ora corajoso, mas sempre disposto a perdoar, e que nunca deixou de amar o canto pequenino onde nasceu; as estrelas dos meus tempos de menino continuam a voar comigo, sempre brilhando sobre mim quando declino, consolando-me nesta minha longa reta final.
Coronel Maciel.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

EJACULAÇÃO PRECOCE.



Tem muita gente burra caindo na conversa da FSP e de outros bichos e bichas “comunistas” por aí, que perderam o jogo no campo aberto, e agora querem levar no “grito”, fazendo a cabeça de inocentes brasileirinhos, dizendo que Bolsonaro está cada vez mais “pisando na bola”, e outras eteceteras coisas e tal;  ora, na minha velha opinião, se pisar na bola é, entre outras “pisadas”,  esculhambar com essa tal Michelle  Bachelet,  comunistazinha chilena toda metida a besta,  da mesma laia da Dilma “Bufete”, então que continue “pisando na bola”; pisar na bola mesmo nós é que pisamos, ao entregar o ouro aos bandidos, traindo as esperanças de milhões de brasileiros que, confiando na gente, depositaram todas suas esperanças. Ora, se o Chile não virou outra maldita Cuba, bem ao nosso lado, devem dar graças ao Pinochet, que também “pisou na bola” ao deixar escapar, como nós deixamos, ratos, ratas, ratazanas e guabirus comunistas, que continuam a infernizar a vida no Chile e no Brasil. Ora, se o Bolsonaro acha que o Dória não passa de uma “ejaculação precoce” é porque ele, o Doria, se tornou cabo eleitoreiro do Covas, mais conhecido como “Cabeça de Pica” (me desculpem o palavrão), se não me engano neto do finado Covas, outro ratão que deixamos escapar. Outra coisa que vou me meter a falar, sem conhecer “patavinas”, é esse tal de BREXIT, a maior “fria” que os “babacas” (o Bolsonaro diria “Babaquices”) dos ingleses se meteram, ao se unirem a uma tal de “Comunidade Europeia”, “Mercado Comum Europeu”, e outros nomes tais, mas que agora querem sair, mas não podem, “mesmo possuindo Bombas de Hidrogênio”; a não ser pagando multas de não sei quantos bilhões e bilhões de Euros. Quem procura acha, já dizia minha vovozinha.
Coronel Maciel.

domingo, 1 de setembro de 2019

PELOTÕES DE FRONTEIRAS!


Pelotões de Fronteiras!
Hoje, domingo, sem ter nada para fazer, peço-lhes permissão para contar outros “causos” de outros Pelotões de Fronteiras! A floresta lá embaixo; linda, imensa; virgem, verde; milhões e milhões de árvores enormes espalhando sombras para bilhões de insetos e animais silvestres; sombras que dificultavam a nossa navegação, pois, rios, riachos, igarapés constantes nas cartas “WAC” de Navegação Aérea estavam também encobertos pelas sombras e pelos abraços das imensas árvores. Naqueles velhos tempos não havia nem sombras de “GPS”! Estávamos voando de Manaus para Forte Príncipe da Beira; entre os passageiros um Tenente recém-formado da AMAN! Ela, sua esposa, menina ainda, com a pele ainda bronzeado do “Sol de Ipanema”. Ele ia assumir o “Comando do Pelotão”. Lembro-me bem quando a esposa “substituída”, recepcionou, os olhos ainda remelentos do assédio de “bilhões” de mosquitinhos, dizia, rindo, alegre, brincando: -- Minha filha: - Aqui não tem nem Coca-Cola! Uns dois anos depois, e já era outro o tenente comandante do Pelotão, transportávamos uma comitiva do Exército. Ao chegarmos, com o General sentado ao meu lado, na cadeira “gentilmente” cedida pelo meu copila, ficamos sobrevoando o Majestoso  Forte Príncipe da Beira,  construído nos últimos anos do Século XVIII; e fiquei imaginando como foi possível trazer as Cantarias de Belém, rios acima; os pesados canhões de bronze;  as pedras, pois naquelas margens do Rio Guaporé não há pedras; que tarefa titânica; sem paralelo; sem a nossa heroica COMARA, a Comissão para Construção de Aeroportos na Região Amazônica; sem os nossos  Hércules C-130; enfrentando as febres equatoriais; enfrentando as arremetidas dos castelhanos; enfrentando tudo; porém nada conseguiu impedir que brasileiros e portugueses, de mãos dadas, levassem a cabo este incrível empreendimento da história da nossa colonização. Pousamos e fomos recebidos pelo Tenente Comandante do Pelotão. No almoço, a maior surpresa: -- Onde haviam conseguido aquelas enormes pedras que serviam de piso, num improvisado "restaurante" nas margens do Guaporé, pergunta o General; e durante o almoço, brindados que fomos com uma suculenta tartarugada, quando o General ficou uma “verdadeira fera”, quando o Tenente, inocente e coitado, informou assim meio sem jeito, que havia tirado aquelas pedras "daquele Forte, ali abandonado". -- E estas tartarugas? -- Não sabe que está proibida a pesca? Foi aquele silêncio geral e desconfortável. Tentando aliviar a situação do embaraçado Tenente, falei ao General, meu copila na chegada, que, se nós não pegássemos as tartarugas, os Bolivianos, do outro lado do rio, iriam se fartar: - - Explica, mas não justifica. -- Vou levar este caso ao conhecimento do “Figueiredo”, meu colega de turma, e meu particular amigo, quando haveremos de restaurar este Forte; aliás, é o único quadro, pintado a óleo, que guarda o meu Gabinete: -- Uma ótima ideia, General, disse eu, tentando contornar o “CB”, mas meio desconfiado de poder levar também alguns respingos da “mijada”. No dia seguinte decolamos para visitar outros Pelotões de Fronteiras. Durante o voo fiquei imaginando como é dura a vida naqueles tão longínquos Pelotões de Fronteiras, onde “não tem nem Coca-Cola”... 
Coronel Maciel.