sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Não conheci meu filho.


“Meu filho foi embora e eu não o conheci. Acostumei-me com ele em casa e me esqueci de conhecê-lo. Agora que sua ausência me maltrata, é que vejo como teria sido bom tê-lo conhecido melhor. Lembro-me dele. Lembro-me bem, de bem poucas ocasiões. Um dia, na sala, ele me puxou a barra do paletó e me fez examinar seu pequenino dedo machucado. Fiz um exame rápido. Outra vez me pediu que lhe consertasse um brinquedo velho. Eu estava com pressa e não tinha tempo para consertar brinquedos. Mas lhe comprei um brinquedo novo. No dia seguinte, quando entrei em casa, lá estava ele deitado no tapete, dormindo abraçado ao brinquedo velho. O novo estava esquecido num canto qualquer.
Eu tinha um filho e agora não o tenho mais porque ele foi embora. E este meu filho, uma noite, me chamou e disse:- - Fica comigo. Só um pouquinho, pai. Eu não podia ficar, mas a babá ficou...
Eu era um homem muito ocupado. Meu filho foi embora. Foi embora e eu não o conheci”

 Esta verdadeira “pérola” é o espelho da alma de um grande escritor; de um verdadeiro ser humano. Não conheci pessoalmente “o França”, como seus amigos e contemporâneos o chamavam.  Sei que ele ingressou na FAB pelos portões da EPC do AR em 1953, quando tinha 17 anos. Eu cruzei aqueles mesmos portões em 1957.  França era mineiro da cidade do Serro. Anos depois fiquei sabendo que ele teve sua carreira interrompida durante a revolução de 64. Não sei quais os verdadeiros motivos dessa brusca interrupção. De novo na vida civil, após vários insucessos em diferentes ramos, França começou a dedicar-se à literatura. Ganhou o “Walmap” em 1967, um dos mais importantes da literatura brasileira da época. Passei a conhecer realmente o França ao ler o seu livro “Jorge, Um Brasileiro”, grande clássico da literatura brasileira, que serviu de inspiração para a série “Carga Pesada” na televisão. No auge da sua produção literária, Oswaldo França Jr falece num acidente de carro na estrada de João Monlevade, MG, em junho de 1989.
Hoje acabei de reler o seu grande livro, e me lembrei de prestar esta justa homenagem àquele que foi um antigo e desconhecido aluno de BQ, entre tantos outros que já cruzaram os portões da minha mui querida Escola Preparatória de Cadetes do Ar.

Coronel Maciel.

Dona Dilma vai ao Suriname.


Vai se encontrar com o Evo Morales. Imagino o “esporro” que ela vai levar, agora de viva voz, do índio cocaineiro! -- Devolva-me! – Devolva-me logo o Roger Pinto Molina, pois “usted  sabe, que daño causó há my destrozado  corazón”. “Usted” sabe que non soy de brincadeira non, usando o seu sofrível “Portunhol”. -- Já tomei um pedaço da Petrobrás e se eu me invocar tomo o Acre de volta! (Como vocês sabem, o Acre já foi boliviano. O Barão do Rio Branco,  usando um misto de diplomacia e pressão militar “convenceu” os bolivianos a entregar o Acre em troca, entre outras coisas, de alguns  cavalos baios!). -- Do jeito que as coisas nadam, eu não duvido nada  que isso aconteça! – Quanta humilhação, meu Deus!   

Conversando ontem com o meu barbeiro, que é evangélico até de baixo d’água, ele reprovou a atitude do deputado ladrão, também evangélico, que se ajoelhou nos corredores da Câmara agradecendo a Deus por ter sido absolvido por um bando de corruptos enganadores. – É tão fácil vocês acabarem com tanta bandalheira que acontece por aí, ele me diz:- - Basta outra 64 para liquidar de uma vez por todas com essa jagunçada. Fechar esse antro de corrupção e de vícios; acabar com essa cambada de terroristas que se apossaram do Brasil; acabar como o PT, o partido que mais traiu os trabalhadores do Brasil. Mas acabar mesmo, e não ficar passando panos quentes nas bundas desses terroristas, como vocês fizeram em 64. Pau mesmo pra valer, da próxima vez!   

Calma, barbeiro! Outra revolução? -- Não! -- Não há clima, nem generais "machos dos culhões roxos", daqueles bons tempos quando éramos felizes e não sabíamos!

Coronel Maciel.

 

 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

DOI-CODI.


Ora-ora-ora, dona Dilma! Se o Evo Morales é quem lhe dita as ordens; se é ele quem manda e desmanda neste Brasil, tão grande, tão amado e tão traído, por que não poderia ele transformar nossa Embaixada na Bolívia numa espécie de DOI-CODI, para torturar o seu arqui-inimigo, o senador  Roger Pinto Molina,  durante 455 de infindáveis meses e dias,  fazendo com que o corajoso Saboia tomasse a iniciativa de livrá-lo daquele verdadeiro sufoco? Ele, o Saboia, é quem deveria ser indicado para “chanceler” no lugar do Toinho Patriota, transferido para ocupar um delicioso cargo em Nova-York! Boca riquíssima!

Outra coisa, dona Dilma:- - Todo mundo sabe que a senhora passou uma temporada no DOI-CODI, temporada que lhe serviu de trampolim para ser hoje a nossa infeliz “Presidenta”. Esse DOI-CODI que a senhora compara com o inferno, não era nada disso, e a senhora sabe muito bem disso; sabe que para lá é que iam uns pobres coitados como a senhora, apavorados com a realidade nua e crua das guerras; para onde  iam pobres crianças arrependidas por terem sido manipuladas, traídas, seduzidas pelos líderes carismáticos muito bem treinados em Cuba; onde só iam ingênuos adolescentes criminosamente usados para “buchas de canhão” – e a senhora sabe muito bem que as esquerdas sempre precisaram de “mártires”, de estudantes mártires, úteis à propaganda das suas causas!

 Era para lá que iam inocentes úteis, “enfants terribles” que não tinham consciências do que fosse uma condição de guerra, dos riscos pessoais que uma guerra acarreta. Era para lá que iam crianças adolescentes acostumados a viver entre nuvens de maconha, drogas marxistas, perfumados charutos cubanos.  Amantes espirituais de Che-Guevara, eles viviam suas fantasiosas ações terroristas, bravuras inconsequentes, sacrifícios heróicos, que logo, logo se derretiam, desmoronavam-se ante o choque com a realidade inexorável das guerras. Realidades que lhes eram sutilmente escondidas por seus cruéis dominadores; ensinados, doutrinados a serem guerrilheiros duros, mas somente quando na frente de civis fracos e desarmados; ou de inocentes sentinelas.

Na verdade esses “filhinhos de papai” nunca foram torturados naqueles lugares pejorativamente chamados de “porões da ditadura”, dona Dilma; era o medo; era o medo, sim! -- Era o medo que bastava para se “cagarem” e soltarem as línguas, dedurando pais, mães, irmãos, amigos, companheiros, namoradas; fornecendo nomes, apelidos, planos, tudo para livrarem a própria cara, como fez o Genoíno e tantos outros que andam por aí posando de “democratas”. Os manipuladores; os autores intelectuais dos seus crimes gozavam as delícias de serem valentões sentadinhos nos “Cafés de Paris”, ou bebendo vinhos chilenos, sempre a uma cuidadosa distância das ações e dos perigos.

E pare com essa mania de mentir, denegrir, solapar as bases das nossas humilhadas, desprotegidas, mas sempre dignas Forças Armadas! E veja bem; preste muita atenção no que lhe digo e que agora estou lhe enviando, para que depois a senhora não venha me dizer que não lhe disse nada; que não fui o seu “camarada”, o lado forte do seu “Governo”.


http://www.militar.com.br/blog25800-SARGENTO-DO-EXERCITO-FAZ-PROTESTO-NA-PONTE-RIO-NITEROI#.Uh1Fq9K1Esk

E que o bom Deus lhe proteja, dona Dilma, embora a senhora não acredite nele...

Coronel Maciel.

        

 

 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Edição Extraordinária! Sururu no Galinheiro!


 “Sururu no Galinheiro”:- - “chorinho” do Abel Ferreira, Agosto 1943. -- Sururu no imenso galinheiro situado no quintal dos americanos: -- Agosto de 2013. -- Evo Morales, “galo cocaineiro”, não gostou da fuga do seu inimigo boliviano, o senador Roger Pinto Molina, feito às escondidas num carro oficial do Brasil; dá um tremendo esporro na “chocadeira”, que se emputece, cacareja, mostra os ovos e demite o barbudinho do Itamaraty, o Toinho Patriota!

Nota divulgada pelo Planalto me desmente e mente ao dizer que não foi nada disso; que a “presidenta” simplesmente "aceitou o pedido de demissão do ministro Antônio Patriota”.   

Só falta agora o Evo Morales cantar de galo e mandar o Brasil inteiro “pra puta que o pariu”, bater asas e dizer: -- Quem manda agora nesta porra sou eu!

Eta Brazilzão da porra!

Coronel Maciel.

domingo, 25 de agosto de 2013

Os novos "Cavalos de Tróia".


Enganam-se os que pensam que me enganam! Os “Cavalos de Tróia” da mitologia Grega estão sendo substituídos por aviões! São os “Aviões Cubanos”, transformados em “Aviões de Tróia” que sorrateiramente, descaradamente estão desembarcando seus soldados, disfarçados em médicos e médicas, tudo nas barbas dos nossos inocentes generais; dos nossos inocentes “generais da praia”!

Na realidade não são médicos nem médicas “porra nenhuma”! São filhotes do Fidel Castro especializados em “lavagem cerebral” que logo, logo estarão ensinando, doutrinando, martelando as cabeças e os pobres corações de milhões e milhões de inocentes brasileirinhos a serem os futuros guerrilheiros das FARB, Forças Armadas Revolucionárias do Brasil. E quando daqui a poucos anos os nossos “Inocentes-Generais”; quando daqui a poucos meses e dias os nossos ingênuos Generais, Almirantes e Brigadeiros acordarem, será tarde; então será tarde demais. Tarde demais, porque já estarão construídos os imensos “Paredóns”, proporcionais aos construídos em Cuba, até hoje em pleno funcionamento! E quem serão os comandantes dos “Pelotões de Fuzilamento” que irão fuzilar a todos eles? – Serão os Sargentos; serão os Cabos e Soldados, que, recalcados, cansados de viver esquecidos; de viver na mais eterna pobreza; esfomeados, humilhados, ofendidos; vendo seus filhos morrendo de fome, pobres e desiludidos, facilmente se deixarão doutrinar; facilmente se deixarão envolver e transformados nos mais terríveis vingadores! Serão os nossos futuros “Ches – Guevaras”, que irão substituir bolorentos Oficiais Generais no comando das tropas!

Mas, pergunto eu; pergunta esse velho coronel inútil para guerras e com as mãos sangrando de tanto dar murros em ponta de faca:- - Serão eles cruéis guerrilheiros, ou vingadores cheios de razões? -- Não sei e sei! -- Mas só o tempo dirá!

E o que dirão nossos filhos, os nossos mais implacáveis, inexoráveis e incorruptíveis julgadores? -- Dirão chorando, cheios de ódios e de pedras nas mãos: -- Que país é este que vocês nos deixaram?

Enganam-se os que pensam que me enganam! – Quem viver, verá!

Coronel Maciel.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Professorinhas cubanas!


Já que o Brasil não tem mais jeito, virado nesta  mais completa esculhambação; já que os generais “ensarilharam as armas”; já que os nossos médicos não estão dando conta do recado; já que  os nossos  pobres brasileirinhos não conseguem ser atendidos nos “Sírio-Libaneses” e  estão morrendo “feito moscas” nos corredores sujos dos hospitais do SUS. Se os nossos professores não estão dando conta do recado, por que então não contratar “médicas e professoras” cubanas! Chega de homens! O Brasil precisa mesmo é de mulheres! Mulheres cubanas também! As cubanas são as melhores! Mulatas de verdade! “Pé-de-Vento”, um dos “Pastores das Noites da Bahia”, personagem do fabuloso Jorge Amado, o melhor dos escritores da literatura amorosa do cais da Bahia; da Ladeira do Pelourinho  -- “Pé-Vento” dizia já  no maior dos  porres para os amigos no botequim do Isidro do Batualê, nas Sete Portas da Bahia, lotado de contrabandistas; de maconheiros; dizia para todos eles que , de copos cheios de cachaça nas mãos, ouviam-no  dizer que mandara buscar na África negra um navio cheio de mulatas! Quatrocentas mulatas! Mulatas das verdadeiras! Mulatas  “de baixo do sovaco” também! E por que não mandar vir de Cuba um navio cheio de médicas e professoras mulatas cubanas até de baixo do sovaco para nos salvar?

A ordem agora é cair na farra! Vândalos do Brasil, uni-vos, e o Brasil estará salvo! Façam como eu fazia nos meus bons e velhos tempos, pilotando um velho Bandeirante, quando ia diariamente para o paraíso afrodisíaco de “Fernão de Noronha”, onde o amor é livre?

Foi assim:- - Era um belo dia de sábado, dia da nossa folga, quando fui acionado para transportar sete turistas Italianos que haviam fretado o avião.  Eu estava em plena praia, degustando lagostas douradas, acompanhado de “louras geladíssimas”. Não teve jeito, e lá fui eu para o aeroporto cumprir com minhas obrigações.
Na hora do embarque, que agradável surpresa: sete lindíssimas garotas, também “fretadas”, acompanhavam os alegres italianos. Perguntei ao despachante se o embarque daquelas lindas “meninas desonestas” estava previsto. Ele disse que não! Mas como o avião estava mesmo fretado, e as garotas eram as coisinhas mais lindas do mundo, autorizei o embarque, de imediato!

Sempre gostei de tocar violão; gosto de cantar uma canção muito orquestrada interpretada pelo finado Frank Sinatra, “New York, New York”. Outra: “My Way”. Lindas canções! Gosto muito das músicas do Nelson Cavaquinho; do Lupicínio; só não gosto de pagodeiras, mesmo esses tais “pagodes românticos”.
Mas voltando ao assunto; durante o voo, (parece que voo não tem mais acento...) com o avião nivelado, voando calmamente em cima das nuvens, quando me vem uma das meninas, completamente “à vontade”, com aquele perfume de mulher, me perguntar se elas poderiam fazer um desfile pelo corredor do Bandeirante. Ora, o corredor do Bandeirante vocês sabem o tamanho que ele é, né?  Aprovei de imediato a grande ideia; mas nas seguintes condições: desde que elas viessem até bem pertinho das manetes, para que eu pudesse avaliar melhor "os dotes que Deus lhes deu".  Elas riram e iniciaram o desfile. Que beleza! Os italianos deliravam. Voavam!

Passamos uma noite e tanto em Noronha; arranjei logo um violão e nos divertimos muito. “Amore, amore”, cantavam os Italianos. -- New York, New York cantávamos nós. Nunca vi tantas latinhas de cerveja na minha vida. No auge da brincadeira, uma das meninas  gritava alto:- - Acaba agora não, mundo bom!
Na volta, domingo à tardinha, voando num topo bem definido, eu mostrava às meninas o sol se pondo lá na frente, dourando as nuvens, antes que a noite transformasse aquele "ouro azul" em "carvão".

Aproveitem a vida, meus caríssimos ouvintes! – Aproveitem bem a vida, que a vida é curta!

Coronel Maciel.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Resguardando a "História".


Recebo e-mail de um grande amigo “Quatro Estrelas” (merecidas!) corrigindo um erro por mim cometido:- - Brizola é que era casado com a irmã de Jango, dona Neusa! -- Maria Teresa era vizinha, na cidade de São Borja, da casa de Jango, o qual a conheceu pessoalmente aos catorze anos.  Casaram-se quando Maria Teresa tinha dezessete anos!  Com o casamento, Maria Teresa tornou-se cunhada de Leonel Brizola.

“Thanks for the memory”.

Coronel Maciel.