domingo, 22 de janeiro de 2017

"Boas Intenções"



“Boas intenções”.
Dizem aqueles que já visitaram o inferno, “Virgílio”, por exemplo, que, apavorado com o horrores dos infernos, dizia para “Dante”: -- “Como hei de ir se és tu de espanto dominado, quando conforto estou de ti esperando” -- que ele, o inferno, está cheio de “boas intenções”, ou melhor, cheio daqueles que praticaram aqui na terra suas “boas intenções”. Stálin, aquele dobrou a renda “per capita” da Rússia, mandando assassinar, enforcar, torturar, matar, decapitar mais de 50 milhões de russos que faziam parte das sofridas “minorias”: velhos, doentes, doentes mentais, ciganos, todas os que eram considerados os “GLBT’s” daquela época negra dos tempos da Rússia Comunista!  Outro, Che-Guevara, aquele que numa única madrugada comandou o fuzilamento de 600 cubanos que não rezavam pela cartilha comunista. Outros, os “Nazistas”, culpados pela tortura e morte -- foram tantos que muitos até hoje não acreditam -- de seis milhões de judeus! Assim, poderíamos ir desfilando, dezenas, centenas, milhares de praticantes de “boas intenções”; de pais que deixam perdidos seus filhos; de mães que deixam perdidas suas filhas, e que hoje choram nas labaredas sulfúreas dos infernos!
Mas, como o meu tempo é curto, vou me ater somente àqueles que hoje, alguns até muito arrependidos, e que, na pior das “boas intenções”, substituíram a “Ditadura Mãe” de 64, por esta “Madrasta Ditadura”, esta que parece ter vindo pra ficar.
Mas hoje é domingo, um domingo que despertou nublado, com o sol procurando caminhos pelas nuvens “morenas”; mas mesmo assim, vou pegar minha viola, e fazer minhas “Blitz” domingueiras pelos bares que rodeiam essas praias, cheias das mais lindas louras  turistas vindas  do sul, a ponto de fazerem inveja às nossas lindas morenas potiguares, banhadas de sol durante anos inteiros.  
Coronel Maciel. 

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