quinta-feira, 23 de julho de 2015

Amada Amante.

Se minha “sagacidade” não me engana, será muito mais fácil Mônica Lewinsky, a amante, ser eleita presidente dos “States”, do que Hillary, a esposa do “Pintão”. Não entendo nada da política brasileira, quanto mais da americana! Só sei que lá eles brigam, se machucam, se fodem, se ofendem, se danam, mas na hora “do pega pra capar”, eles se abraçam,  se beijam, “se morrem”, mas  defendem sua esplêndida Bandeira!
Tão diferente daqui. Lá, não é costume mijar fora do pinico. “Nixon Watergate” que o diga. Aqui, quanto mais ela mija, rouba, esfola, tortura os pobres brasileirinhos, mais ela  não sai de cima do pinico sujo do seu Palácio Encantado.
A situação piora cada vez mais. Cortes e mais cortes no orçamento. Menos nas “Bolsas-Esmolas”, garantia dela no poder corruptor. Menos na compra dos jatinhos suecos supersônicos. Os caçadores garantem!
Coronel Maciel.

      


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Não vejo "estrelas" para nos guiar.

Todo mundo sabe que os nossos “queridos irmãos do norte” nunca estiveram, nem nunca estarão interessados no desenvolvimento da América Latrina, o sempre podre e fedorento quintal dos americanos. Querem tão somente que estejamos num estágio tal que possamos continuar exportando, ou simplesmente “dando” nossas ricas e estratégicas matérias primas; exportando nossos “cérebros” para servir de serviçais domésticos e outros humilhantes serviços, mas sempre em condições de “turistas farofeiros em Miami”, e importadores de seus produtos acabados. Desenvolvimento por aqui, implica em desemprego por lá.
Só poderemos realmente crescer -- falo agora como um “coronel-latino-americano-sem-amigos-importantes-sem-dinheiro-no-banco” -- quando resolvermos subir na vida com nossas próprias pernas; com nosso “Caboclo-way-of-life”. Mas, cada vez mais acredito menos nessa utópica possibilidade. A não ser com ajuda dos militares, como em 64, missão cada vez mais impossível.
Quando o Brasil começou a se achar, a crescer, como em 64, veio o bebé chorão Jimmy Carter, do Partido Democrata, balançar nosso coreto. Engravidou pelos ouvidos, paparicado pelos padrecos, bispos e cardeais vermelhos e de passeatas; engravidado pelos nossos “artistas”, pelos nossos “intelectuais” e outros grandessíssimos “filhos das putas”, humilharam, ofenderam, sacanearam e nos emputeceram tanto que hoje estamos por aí, jogados fora, com pires nas mãos, olhando de longe esse nosso tão amado e traído Brasil, virado nessa grande zona de altíssimo meretrício.
Não vejo quatro, nem três, nem duas; não vejo nenhuma “estrela” para nos guiar...
Coronel Maciel.


terça-feira, 21 de julho de 2015

Vá em frente, Cunha!

Tem muito paulista “náuseo e babaca”. Michelzinho “Treme” é um deles. Gozando imerecidas férias em Nova York, Michelzinho diz que o rompimento das pregas virgens da Dilma “Yousseff” Pasadena não passa de uma “crisezinha”. Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão, dizia minha querida vovozinha. Não sei se o Cunha recebeu cinco milhões das verdinhas de propina. Ao romper com o “governo”, Cunha, de imediato, arranjou um mundão de “inimigos”, falsos amigos, todos preocupadíssimos com o rompimento das nossas risíveis instituições democráticas; e, consequentemente, o medo da volta dos militares, para novamente por o país nos trilhos. Feliz ou infelizmente, hoje estamos vacinados!
É mais quem tem medo de perder a boca de viver montado no lombo dos inocentes brasileirinhos. Não há boca mais rica neste mundo que ser político neste Brasil hoje tão cheio de teses, de fezes e de merdas!

“Go ahead”, Cunha! Vale tudo para tirar essa terrorista do governo!
Coronel Maciel.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Pilotos na solidão.

A solidão não perdoa. Atinge milhões de velhos pilotos saudosos dos seus aviões. Solidão, tédio, saudades, são aviões à deriva, sem rumo, sem documentos. Nestas horas, nada melhor que encontrar um bom copila, ou muito boa “copila” e voltar “a voar”. Solidão é “muito mais pior” que dor de dente, de corno, ou de barriga. Momentos de solidão eu gosto e me fazem bem. Momentos... O perigo é se acostumar com eles, e procurar consolo no álcool, nas bebidas.
Hemingway, o grande Ernest Hemingway no seu velho barco a caminho do mar; no seu inesquecível “O Velho e o Mar”, amava, idolatrava o álcool. Mas foi sua terrível solidão que o levou na direção do álcool, da morte, do suicídio.

Procure; busque o que achar melhor para livrar-se da solidão.  Baudelaire, o grande Baudelaire, dizia:- - Embriague-se sempre, se não quiseres sentir o peso do tempo que te esmaga! Embriague-se sempre:- com vinho, com poesias, com mulheres, com virtudes, com tudo o que quiseres!   
Coronel Maciel.

sábado, 18 de julho de 2015

Deus ou o Diabo? Sururu no Galinheiro!

Deus ou o Diabo? Sururu no galinheiro!
Quanto mais corrupção, mais sururu no galinheiro! Quanto mais corruptos no governo, melhor para eles e muito pior para “nóis”! E não importa se os pobres brasileirinhos continuam sendo enganado. Mas, será Deus; Deus que é todo bondade não está vendo isso? -- Ora, Deus! -- Deus não gosta de pobre, diz dona Dilma, a Pecadora!  
Enganam-se os que pensam que ela e seus ladrões estejam preocupados com o que possa acontecer. Ledo pensar! Estão é “cagando e andando” para tudo e para todos. E tem mais! Se as coisas ficarem realmente “pretas”; se o laço chegar mais perto ainda do pescoço dela, basta o mais leve toque no “dedo” armado do Lula, e o MST estará pronto para incendiar o Brasil! Aí é que “os meus amados ouvintes” vão ver a força que o Lula tem! Aí sim, é que centenas e centenas de ônibus serão incendiados; fazendas invadidas; as portas do inferno se abrindo nas prisões! É o Brasil virado no diabo! São mais de trezentos os deputados picaretas, chefiados por Lula, o maior dos picaretas!
Não há STF, não há CPI; não há Barack Obama; não há Papa Francisco; não há nada que possa dar jeito neste Brasil, virado no diabo! Nem rezas, nem penitências, nem exorcismos!   Só mesmo muita porrada! Porrada mesmo pra valer, não como em 64, quando ficamos passando panos quentes em bunda de terroristas!
Ou então, a resignação. O “amar o que não pode ser mudado”. Escolham: -- O céu, ou o inferno? Deus ou o Diabo? Militares, ou “Militares nunca mais”?
(Graças a Deus hoje estamos vacinados...)
Coronel Maciel.





sexta-feira, 17 de julho de 2015

E aí eu comecei a cometer loucuras!

“E ai eu comecei a cometer loucuras
Era um verdadeiro inferno uma tortura
O que eu sofria com aquele amor
Milhões de diabinhos martelando
Meu pobre coração que agonizando
Já não podia mais ver tanta dor”. --  Grande Lupicínio!
Comunista que se preza é ateu! Muitos pensam assim: “Depois de mim, o dilúvio”, dizia aquele francês. Eu não sou nem católico, nem ateu, nem comunista, nem francês, nem nada. Não sou nada; acredito que nossa vidinha começa e termina por aqui mesmo. Dona Dilma e seus quarenta mil ladrões, instalados em todos os buracos dos palácios do Brasília, pensam como o francês:- - Depois de mim, que o Brasil se “foda”. Os comunistas fizeram assim na Rússia, em muitos outros lugares, e estão fazendo assim no Brasil. Só que ninguém acredita.
 E, como ninguém acredita, não faz nada, nem diz nada, só blá-blá-blás, a “Federal” prende, e a “Justiça” solta. Nada de importância, de justo, de legal, de ordem e de progresso acontece neste país tão grande, tão amado e tão traído, sem que os militares queiram ou não queiram. Hoje, humilhados, ofendidos, pobres, sacaneados, iludidos, desiludidos, ensarilharam as armas, deixaram de cometer “loucuras” e, de longe, muito longe, assistem o avião entrando em perigoso parafuso chato.
Coronel Maciel.
  



segunda-feira, 13 de julho de 2015

Você faria tudo de novo?

Eu, sim! Menino ainda, na minha doce e morena Belém do Pará, eu ficava horas esquecidas olhando o céu do quintal de minha casa, imaginado coisas... Sonhando coisas... Sonhando, sonhando...  Naqueles idos de 1950, eu ficava olhando o voo dos “Catalinas” da FAB lá no alto, lá no céu, beijando as nuvens, em voos de treinamento de estóis, monomotor simulado, velocidade reduzida, arremetidas no ar e tantas outras manobras necessárias para tornar os pilotos aptos para os perigosos voos sobre o “Inferno Verde”, outro nome da majestosa floresta amazônica.  Em frente de casa ficava a “reta final” para pouso no aeroporto internacional de “Val-de-Cans”. Os “grandes”aviões da época eram os Douglas DC-3, os Curtiss C-46, os elegantes “Constelations”, das antigas companhias de aviação: -- Cruzeiro do Sul, Lóide Aéreo, NAB, PANAIR. Vez em quando chegavam aviões da PANAM, vindo dos Estados Unidos, para pousos técnicos em Belém. Chegavam de tardezinha vindos do Rio, São Paulo, Manaus, Santarém... Miami... Passavam tão baixos, com seus trens e flaps baixados, quase roçando as linhas enceradas dos nossos “papagaios”. Já naqueles tempos os meus sonhos se resumiam em ser piloto daqueles “enormes” aviões! Não deu outra: com 16anos, 1957, ingressei na EPC do Ar, em Barbacena, “a cidade das rosas e do melhor clima do Brasil”, de onde “decolei” para grandes e saudosas missões nos aviões da nossa querida Força Aérea Brasileira!
Coronel Maciel.