quinta-feira, 12 de novembro de 2015

"Pintão" Enganador!

Esses presidentes americanos, com licença da má palavra, são mesmo uns “filhos das putas”. Uma vez o babacão Jimmy Carter veio ao Brasil, convidado pelas nossas endiabradas esquerdas, bem como de uns quantos “padrecos de passeatas”, dessa famigerada CNBB, para torrar o saco dos nossos velhos generais. Há pouco veio o Joe Biden “Bidê” Jr., este, vice-presidente, elogiar a Dilma “Estela” nos Limites do Terror; agora foi a vez desse desempregado, o Bill Clinton da Silva “Pintão”, aliciador de estagiárias, sem vergonha-chifrador, dizer que o Brasil “não está afundando e que nosso futuro será formidável”. – Antes que eu me esqueça, seu sacana gozador, vá chupar os ovos dela, faça muito bom proveito e vá logo embora daqui, seu tarado enganador!
Coronel Maciel. 

Quem tem medo dos generais?

Quem tem medo dos Generais?
Contra a força, não há argumentos, já dizia minha querida vovozinha. Ora, se uma simples linha publicada na nossa mais que servil grande mídia, posta “a serviço da Dilma, sabe?” –  vale mais que mil e uma linhas dessas  nossas, que inutilmente insistimos em publicar.
-- Mas vocês também na época da “Ditadura” tinham a “Mídia” toda a seus lados. Sim! -- Naqueles tempos de “Chumbo Grosso”, quando na realidade havia muita mais “Ordem e Progresso” que inofensivos chumbos grossos, aqueles velhos generais -- que entraram pobres e saíram pobres do governo -- não espalhavam mentiras e ilusões na mídia; mostravam as grandes obras; as grandes Hidroelétricas, Aeroportos, Universidades, Embraer, ITA e tantas outras grandes obras! E o que dizer dos conjuntos residenciais daqueles tempos, comparados com esses barracos de hoje?
Quando as coisas começam a ficar realmente pretas como agora, os nossos alegres “intelectuais”; as nossas “babacas artistas” -- e o Brasil está cheio de “artistas babacas” – a grande maioria vestidos com a bandeira vermelha-comunista; mamando nas tetas da famigerada “Lei Rouanet”, uma espécie de “Bolsa Esmola” de incentivo à “criminalidade”, eles logo aparecem amedrontando o povão com a possibilidade da volta dos generais, hoje muito mais preocupados em ficar nos seus velhos tanques, navios e aviões, olhando de longe o Brasil pegando fogo, do que tentar novamente salvar o que resta desse Brasil, tão grande, tão amado e tão traído.
 A sorte da nossa querida “Comandante-em-Chefe” é que os nossos famintos Controladores de Voo, que uma vez se dispuseram a acordar o Brasil, mas se deram muito mal, sendo que alguns foram expulsos da Força Aérea Brasileira, ainda não se uniram aos caminhoneiros; nem algum dos nossos mais pica fumo “Tenente Aviador”, no comando de um “Supersônico”, nem sei se ainda há algum deles “voando”, faça seguidas passagens baixas supersônicas, em cima dos “Palácios Encantados”, fazendo seus estrondos “Acordar o Brasil”...
Coronel Maciel.




segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A morte do "Chaguinha".

Papa defunto de uma agência funerária lá no interior do meu Estadão do Pará, trabalhava, um pouco já melado, era alta madrugada, examinando defuntos antes de serem sepultados, uns; cremados na fogueira, outros, quando se depara com o corpo “assassinado” de um caboclo moreno afamado e namorador, conhecido como José das Chagas Cabrito, e surpreende-se ao constatar que o defunto possuía um tão grosso pênis, que ele logo considerou como o maior pênis do mundo! -- Desculpe-me, “Senhor Chagas”: mas não posso de jeito nenhum mandá-lo pra fogueira ao lado dessa coisa tão enorme e inusitada! Isso tem que ser conservado para estudos, na UPA, a Universidade do Pará.  Usando então de um afiado facão, remove a tal coisa, guarda-o cuidadosamente num frasco todo especial e sai correndo pra casa, na beirada do Igarapé.
Em lá chegando, mostra o monstrengo à esposa, sua eterna namorada:- - Tenho algo surpreendente para lhe mostrar, minha caboquinha querida. Algo que você jamais viu e jamais veria se eu não viesse correndo lhe mostrar. Abre o frasco, quando ela então desmaia gritando e chorando, ao ver aquela coisa ela tanto conhecia:- - Valha-me Deus Nossa Senhora, Rainha Virgem de Nazaré – o Chaguinha morreu...
Moral da história: -- Não surpreenda, para não ser surpreendido...

Coronel Maciel.

sábado, 7 de novembro de 2015

Mulheres na "Berlinda"!

Pesquisadores ingleses andam dizendo por aí que não há mulheres “héteros”; somente “bi”, ou, no mínimo, lésbicas.  Dizem até que “a Dilma”, coitada, é. Não sei.
Bom. Eu não tenho nada contra; muito antes pelo contrário. Não sei se os “ingleses” se referem somente às “inglesas”. Eu, pelo menos, acho a coisa mais linda do mundo quando duas mais que  perfeitas jogadoras de dupla de Vôlei de Praia, dessas bem brasileiras, sem um pingo de barriga, se abraçam, umbigo com umbigo, festejando o ponto! Ah! -- Eu adoro! Já o mesmo não me acontece quando vejo dois marmanjões se abraçando. Mas com certeza, as mulheres “adoram”!
Quando Aluno em Barbacena; quando Cadete nos Afonsos, assim mesmo era o refrão: Tocava a alvorada, todo mundo de pé; mais de quinhentos homens, e nenhuma uma mulher; e depois no Estágio voando no dorso, cabeça pra baixo! E assim se passaram seis longos anos nesse verdadeiro sufoco; nessa verdadeira tortura!! Mas eram raríssimos os casos de “amores proibidos”. Havia, sim, verdadeira camaradagem; havia, sim, “algum caso”, aqui, acolá. Mas todos nós sabíamos quem eram “eles”. Esses casos, como todo mundo sabe, existem desde a mais remota antiguidade; desde os tempos bíblicos; desde os tempos dos “Neros” imperadores!
Dia destes li uma reportagem de um estudioso baiano, líder entre os chamados “entendidos”, que desfilou um “rol” contendo uma quantidade enorme daqueles que eu julgava “machos mesmos”, mas que, pelo menos nas suas pesquisas, não eram.  Inclusive consta o nome do nosso “Alberto SD” e tantos e tantos outros que, confesso, me deixou “desbundado”.
Cada qual que cuide de seu enterro; impossível não há, já dizia Quincas Berro D’água, famoso personagem do Jorge Amado, baiano pra ninguém botar defeito, apesar de “comunista”... 
Coronel Maciel.


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

31 de Março de 64.

Lembro como se fosse hoje...
O Coronel-Aviador Miguel da Cunha Lana, Comandante do Destacamento Precursor da Escola de Aeronáutica de Pirassununga reuniu o seu efetivo para informar os avanços das Forças Libertadoras e dizer do nosso apoio à “Revolução Redentora”. Ordenou àqueles que não concordassem que saíssem de forma. Seis ou sete gatos pingados assim o fizeram; outros, os mais sonsos, os mais perigosos, os mais falsos preferiram se esconder entre os que perfilaram a favor do Brasil. E assim aconteceu no Brasil inteiro!
Entre os comunas mortos e feridos salvaram-se todos. Alguns foram cassados; outros -- dona Dilma, por exemplo --  até hoje  se dizem torturados, injustiçados. Outros, depois de dedurarem pais, irmãos, irmãs, namoradas, amigos, “companheiros”; depois de arrependidos -- cometeram suicídios. Suicídios difíceis de serem acreditados. Certamente seria mil vezes melhor se houvéssemos feito, como fez Fidel Castro: imensos Paredóns... 
 Mas todos se deram bem; e muito bem. Fizeram um grande “investimento” e hoje “deitados na cama” estão por aí, condecorados, paparicados, endeusados. Todos ricos. Presidentes, Deputados, Senadores, Juízes. Todos riquíssimos. Todos ocupando os melhores lugares no espaço.
Sei que não adianta chorar o leite derramado:- - Ai dos vencidos! -- “Água meu netinho; azeite minha vó”! Histórias dos meus tempos de criança...
Naquele dia, ganhamos a batalha e começamos a perder a guerra! Não há vitórias, sem derrotas! Perdemos, por bondade ou por burrice, ou as duas. O perdão é uma porta sempre aberta para novos crimes!  Hoje estamos aí, comandados por inimigos, que nos dizem o que somos, o que não somos, o que podemos e o que não podemos fazer.
Fidel Castro, amante espiritual das nossas alegres esquerdas,  sim! Venceu todas, e continua vencendo! Seus “Paredóns” estão sempre prontos para novas aventuras! Vence em toda América Latina. Hasteou sua bandeira bem no coração dos americanos. Vence no Brasil, hoje o seu maior tesouro. Vence na vida e vencerá na morte. Hoje, nossas Escolas, Institutos, Universidades estão abarrotadas de Professores, Mestres e Doutores fazendo a cabeça dos nossos estudantes, perpetuando desse modo “a espécie”.
“Que merda de país é este que vocês nos deixaram?” – dirão, algum dia, com todas as pedras nas mãos, os nossos filhos e netos...

Coronel Maciel.

Generais "Mourão"!

Ratos, baratas e ratazanas da famigerada Comissão Nacional da Verdade, na “ânsia de descobrir a verdade”, e sempre que as coisas começam a ficar pretas para o lado deles, se danam a investigar “perseguições sofridas por militares que se opuseram à Ditadura”. Um dos primeiros que se prontificou a dar o seu depoimento foi o Brigadeiro Rui Moreira Lima, quando nos seus bem ou mal vividos 93 anos. Moreira Lima foi um dos nossos maiores heróis e líder dos nossos valorosos pilotos de caça na Itália.
Trinta e um de março de 64. -- As Forças “Amadas” do Brasil estavam em marcha acelerada na tentativa de livrar o Brasil das garras vermelhas do comunismo! -- Base Aérea de Santa Cruz, a Base Aérea mais forte e mais bem equipada do Brasil. O Coronel Rui Moreira Lima, seu comandante, decola para identificar a coluna do General Mourão que estava chegando das Minas Gerais. Anos depois, respondendo interrogações capciosas de um entrevistador que lhe perguntava se teria coragem de “metralhar” a coluna do General Mourão, Moreira Lima respondeu: -- Quando eles viram o meu avião, foi um verdadeiro “espalha brasa”; “um verdadeiro pega-pra-capar”.  Se eu tivesse dado um tiro haveria gente correndo até hoje! -- Mas o avião estava desarmado; eu fazia um simples voo de reconhecimento. Puta que o pariu, que coisa mais triste e vergonhosa de dizer, meu Deus!
Outubro-Novembro de 2015. Outro General “Mourão”, desta vez o General Antônio Hamilton Martins Mourão, acaba de ser “expulso” do Comando da Tropa, Tropa que ele comandava com tanta dedicação! Dizem alguns, os conhecidos “inocentes úteis”, que a perda do Comando se deu para cumprir necessários rodízios administrativos; outros, que o General Mourão perdeu o Comando, “por razões que a própria razão desconhece”. Não sei, e sei.
Sei que Aldo Rebelo, que está Ministro da Defesa, foi “instado” a responder estudadas e capciosas perguntas do terrorista-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que quer, além da queda, que seja dado um coice no General.
Ora; antes que tal merda aconteça, lembro à nossa querida Comandante-em-Chefe que tenha muito cuidado com os latidos da sua “cachorrada”, pois ela sabe muito bem do que “esses Generais são capazes...”.

Coronel Maciel.

domingo, 1 de novembro de 2015

Fruta proibida.

Não sei se os “meus amados ouvintes” gostam de ler Jorge Amado.  Eu, sim; apesar dele haver sido “comunista”!  Sou anticomunista ferrenho, mas no campo intelectual: não gosto de comunista tipo Stalin, Fidel Castro, Dilma Bufete, FHC, Lula, Aldo Rebelo, Aloysio Nunes, senadorzinho do psdb, e outros por aí – mas gosto de ler suas histórias, histórias com aquele doce sabor das maresias dos mares da Bahia; histórias de lindas mulatas; mulatas dessas verdadeiras; mulatas debaixo dos sovacos também; dessas cor de chá de sabugueiro, bunda de tanajura; dessas iguais aos saveiros balançando nas ondas dos mares, como bem dizia “Pé-de-Vento” para o Doutor Menandro, que voltava de demorada viagem pelas “estranjas”, elogiando as francesas, estalando a língua e dizendo que “mulher igual às francesas não existe no mundo”, quando então Pé-de-Vento, até então respeitosamente calado, não se conteve: -- Seu dotô, o sinhô me adisculpe;  vosmicê é homem sabido, inventa remédio para curar todo tipo de  doença, ensina em Faculdade e tal e coisa e coisa e tal. Mas, faça-me o favor; me adisculpe a franqueza: eu nunca dormi com francesa, mas lhe garanto que elas não são melhores que mulata nenhuma! -- Não sei se o dotô  já prevaricou com alguma delas; mas no dia que vosmicê  pegar uma, nunca mais vai  querer  saber de francesa, nem para lhe fazer cafuné!
Uma das mais antigas, sempre embriagadas e sonhadoras personagens do Jorge Amado nos conta que conhece homens que conseguem ficar até uma semana sem derrubar uma delas nas areias quentes das praias varridas pelos ventos; outros, e esses ele conhece, mas só de “ouvir dizer”, que conseguem passar até um mês sem cumprir com suas obrigações; mas que esses ele não acredita que sejam capazes de existir.
Imaginem esses pobres coitados que passam a vida inteira envoltos em suas batinas; ouvindo atentos nos cantos escuros dos confessionários as mais belas histórias de amor, casos de “chifres”; de amores proibidos e tantas outras traições, sem nunca poderem provar da fruta...
Coronel Maciel.



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