terça-feira, 31 de março de 2020

BRASIL DESMORALIZADO.


Brasil desmoralizado.
Neste hoje tão “esquecido” 31 de março; quando a histeria toma conta do Brasil e do mundo; quando os dirigentes comunistas da China  calaram os que tentavam avisar o mundo do perigo deste novo vírus criados por eles mesmos; malditos vírus que transformou o mundo neste verdadeiro “pandemônio”; nestes dias, quando os comunistas do Brasil tentam de todas as maneiras derrubar Presidente anticomunista democraticamente eleito, não  custa nada tornar público um “desabafo” feito por um locutor nordestino de uma rádio da minha Paraíba pequenina e boa, num passado dia 31 de março. -- Comemora-se hoje no Brasil inteiro o cinquentenário do “Golpe Militar” que botou o Brasil em forma! – Que botou o Brasil pra funcionar! Que botou ordem no país! O Brasil estava uma bagunça! -- Aí, as Forças Armadas tomaram conta: foi “pei-pei” em cabra safado! Foi padre; foi bispo vermelho; foi tanto agitador comunista sem vergonha correndo e pegando fogo pelo rabo! Hoje o Brasil está uma bagunça pior que 64; completamente desmoralizado novamente nas mãos das esquerdas malditas. -- É tanto bandido ladrão; é tanto cabra safado no poder; tanto bandido dando ordem de dentro das penitenciárias. É tanto dinheiro público sendo roubado. É a coitada da Polícia Federal prendendo ladrão, prendendo bandido e no outro dia o bandido está solto! É policial militar morrendo nas ruas feito moscas tontas! É bandido sendo eleito; é o povo brasileiro botando cabra safado e corrupto no poder. É rapariga sem vergonha levando escondido entre as pernas, maconha, pedra de craque pra bandido na cadeia. É capitão gay casando com capitão gay; é kit-gay ensinando menino a ser “viado”. Hoje o Brasil está completamente dominado e desmoralizado e não tem quem segure! É bandido tomando conta do Brasil e o homem direito com uma ruma de imposto pra pagar; pra encher o rabo de bandido!  É este o Brasil que essa corja de safados de esquerda queria?  É esta a democracia que esse bando de cabras safados queria? -- Taí a democracia que vocês queriam, bando de cornos mansos: o homem direito; o homem de bem sofrendo, pagando imposto, enchendo o rabo de bandido e o bandido arrotando grosso. Já se passaram 50 anos que o Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco tomou conta dessa porra!  Meteu o pau! Meteu o cacete em vagabundo agitador. Naquele tempo o Brasil funcionava! E funcionava bonito! – Você podia dormir na rua, de bunda pra cima, todo ensaboado, com relógio de ouro no pulso, que ninguém encostava! – Hoje, não! Hoje você dorme trancado em casa e ainda arrombam tua casa, comem tua mulher e estupram tuas filhas, e depois ainda queimam tua casa! -- Por quê? -- Porque não tem ordem nesta porra! -- Quem tá mandando no Brasil é corrupto, é ladrão, é cabra safado da pior qualidade! É este o Brasil de hoje! Desmoralizado! Completamente D-e-s-m-o-r-a-l-i-z-a-do! ”
Coronel Maciel.

segunda-feira, 30 de março de 2020

TAMANHO NÃO É DOCUMENTO.


Para pôr fim à guerra contra o Japão, quando morriam, em média, por semana, cinquenta mil soldados americanos, por semana; mas que os jornais diziam que as baixas inimigas eram maiores, foi quando o governo americano resolveu investir pesado na fabricação da “Bomba Atômica”, única maneira de derrotar os “Kamicases”, que alertavam ao mundo que os japoneses jamais iriam se render; mesmo sabendo que no Japão -- tudo, tudo, tudo, tudo era “atravessado”; o que hoje, graças a Deus, sabemos que é tudo mentira. Foi quando o governo americano resolveu   investir dois bilhões de dólares, na luta contra o “Vírus Japonês”; ora; hoje dois bilhões de dólares não é nada, comparado com os dois “trilhões” que o governo “Trump” vai investir na luta contra esse maldito  vírus “Made in China”; “filho da puta” de vírus que nos deixa presos em casa, sem nunca termos cometido crime algum; mas os americanos, depois de lançarem as duas, uma de Urânio e outra de Plutônio sobre as cabeças dos japoneses, ajudaram os japoneses a se recuperar; e hoje o Japão está aí, mostrando ao mundo inteiro que é melhor ter o negócio “pequenino”, mas “trabalhador”; do que ter o “negócio” grande, mas mole, que não entra em buraco nenhum, mostrando a um país que conhecemos muito bem, que “Tamanho não é Documento”...
Coronel Maciel.

domingo, 29 de março de 2020

TENENTE FURA BOLO.


Tenente “Fura Bolo”.
Quando fui transferido para Barbacena, de ”castigo”, depois de “mal entendido” quando servindo na “Aviação Embarcada”; pequenas “confusões” que esta minha vida cheia de arestas muitas vezes não sabe contornar, eu não sabia nem quem era esse tal Brigadeiro “Camarão”; mas certamente ele já tinha sido informado das minhas “péssimas qualidades”; mas quando ele ficou sabendo que eu era paraense, e “paraense da gema”;  ele, que era um  apaixonado pela Amazônia, fomos ficando nos conhecendo melhor, e acabei ficando um seu  amigo; poderia mesmo dizer, um grande amigo; e um amigo “obediente”, pois quando aparecia certas missões;  missões urgentes que ninguém “gostava de fazer”, devido àquela região bastante montanhosa, muitas vezes abraçadas por nuvens “amorosas e traiçoeiras”, ele me chamava para um particular e bem baixinho me dizia:-- Fura Bola, era assim que ele carinhosamente me chamava; pegue o T-6 e faça isso ou faça aquilo; sabendo das “condições meteorológicas bastantes adversárias”, eu perguntava:- Mensagem a Garcia, Brigadeiro?, quando então ele, sorrindo, me olhava com aqueles seus cabelos brancos bem branquinhos, me dizia sempre que sim; e lá ia eu, satisfeito da vida, abraçado com o meu poderoso e corajoso T-6, decolando para mais uma  missão tipo “Qualquer Tempo”; e foi assim que acabei ficando conhecido como “Tenente “Fura Bolo”, o que topava qualquer parada...  kkkkkk


HISTÓRIAS DE AVIADoRES.


Histórias de aviadores.
E continuam os meus velhos e caros amigos indagando: -- Cadê o livro, Coronel? – um  livro contando a história da minha vida;  uma vida igualzinha a história das nossas vidas; vidas de aviadores com as mais minúsculas variações; assim como histórias de  outras vidas  iguais as vidas de todos nós; histórias que  estão resumidas no  BLOG “Velha – Águia Coronel Maciel “; são mais de mil e setecentos artigos; é um livro aberto onde conto  minhas histórias, sem uma vírgula que não diga somente verdades; verdades idas e vividas; verdades iguais as verdades de todos nós, pois todos nós temos grandes histórias para contar; principalmente par os nossos queridos  “netinhos”; quem sabe futuros aviadores; ou futuros grandes  astronautas...
Coronel Maciel.

sábado, 28 de março de 2020

CRÊ EM DEUS?



Foi a pergunta que uma vez me fez Frei Angélicus, um frade  alemão que vivia nos Tiriós, uma tribo de índios perdida lá nos nortes do meu Estadão do Pará, onde havia um pequeno Destacamento de Proteção ao Voo da FAB, e onde eu gostava de pernoitar; era quando eu levava dúzias e mais dúzias de “Cerpinha”, a cerveja que os paraenses gostam, e que eu sabia que  Frei Angélicus também gostava; ele me “pagava” com um bom conhaque alemão, que ele sabia que eu também gostava; e ficávamos “filosofando”  noites inteiras;  eu, com os meus 30, 35 anos; ele com seus mais de 60: -- Não,   respondi; não creio; mas quando criança eu acreditava muito; chegava até ter medo; foi quando eu aprendi ajudar missas, em Latim,  lá na “Capelinha de Lurdes”, pertinho onde eu morava. -- Nem quando você pilota esses seus aviões, no meio dessas enormes tempestades, cheias dos mais perigosos raios, trovões e relâmpagos? – Nessas horas o que eu sinto mesmo é saudades de casa, da mãe e dos meus filhos; nessas horas eu penso em Deus; não nesses “Deuses” criados pelos homens, como aqueles deuses mitológicos dos Gregos e Romanos, hoje completamente desacreditados; o meu Deus é aquele “cara” que está agorinha mesmo sentado na sua enorme  poltrona estofada, no mais profundo infinito, e muito mais preocupado em manter em equilíbrio suas enormes “Galáxias”, do que preocupada com a gente, aqui nos “Tiriós”; quando então dávamos as mais gostosas gargalhadas, ébrios de cervejas e do bom conhaque alemão...
Coronel Maciel.

quinta-feira, 26 de março de 2020

VELHO E BABACA.


Um velho babaca; um morto vivo.
Antigamente, nos meus tempos de criança, dizia-se:--  a “emenda foi pior que o soneto”; nesses novos tempos; tempos do “Corona Vírus”, são poucos, pouquíssimos, os que sabem o que é um soneto; só quem já está um velho como eu; beirando os meus  “80” bem ou mal vividos, pode avaliar o que é se sentir um “morto vivo”; um “espectro”; um “fantasma”; ”uma alma do outro mundo”; crianças; aqueles  mais jovens; aqueles que pensam que nunca vão ficar assim tão velhos como eu; olham para mim com olhares de pena; com olhares de muita “piedade”. Penso assim devido a este meu modo sempre errado de ver as coisas; penso que devido a esse “histerismo” que os meios de comunicação; que esses “doutores” da vida; talvez querendo fazer o bem, estão me fazendo muito mal. Vejam o que hoje me aconteceu; sempre dou minhas “solitárias” caminhadas de manhã bem cedo; no máximo 40 minutinhos; depois daquele meu  bom banho frio me sinto muito bem; muito  satisfeito e muito feliz da vida; mas hoje, devido a esse verdadeiro “histerismo” que  tomou conta do povo,  um carro passou por mim e alguém gritou:-- Vai dormir, seu velho babaca... – Como naqueles versos de uma música muito antiga, eu “baixo a cabeça e não digo nada; calado fiquei, porque sei que és mulher revoltada”. Eu também calado fiquei porque sei que não passo mesmo de um velho babaca; muito mais que um velho babaca, um verdadeiro morto vivo...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 25 de março de 2020

AURORAS DA MINHA VIDA.


Auroras da minha vida.
À vezes, como agora, deitado na  minha velha rede branca, olhando de longe a vida passar, fico pensando o que faz com que homens riquíssimos, como o Trump, gostarem de ser “Presidentes de Repúblicas”, quando ele, o Trump, dono dos melhores “Resortis” do mundo,  poderia muito bem dar partida no seu “Jatinho” particular “Transoceânico”, voar para bem distante, e ficar metido num velho calção de banho, deitado nas areias brancas e quentes dessas fabulosas  ilhas dos “Mares do Sul”; acompanhado de quem bem quisesse: gordinha, magrinha, pretinha, lourinha, baixinha ou gigante; tomando  cana ou uísque da melhor qualidade; ou se for mesmo “inteligente” estar agora lá na mais afrodisíaca das ilhas do mundo, “Noronha”; ou aqui mesmo em Natal, na praia da “Redinha”, ao lado de uma boa loura gelada; de lagostas grelhadas ou camarões na brasa; mas não; ele, como tantos outros; como o Bolsonaro; estão aí fazendo papel de besta, querendo consertar o mundo, ameaçado de todos os lados pelos “comunistas” que não se conformam  de ter perdido eleições. Feliz é o pobre que está satisfeito com o que tem; pode ser até “palavras que consolam”, mas feliz mesmo sou eu, que entrei na FAB, novinho ainda, com meus 16 anos, em BQ, junto de cariocas e paulistas, que se achavam os donos do mundo, mas na realidade éramos todos iguais; éramos todos irmãos na hora de levar “trote”, que naqueles tempos não era brincadeira não.  Mas quando eu chegava em Belém, de férias; fardado de aluno de BQ, eu era um verdadeiro rei, contando, orgulhoso, o primeiro voo solo no meu saudoso FOKKER T-21; mas logo esquecia a farda, esquecia tudo, e lá estava eu novamente empinando papagaios; olhando brigas de galo; pegando peão na unha; jogando peteca, igualzinho a todos eles, meus amigos de infância: -- Ah! -- “Que saudade que eu tenho da aurora da minha vida”...
Coronel Maciel.