segunda-feira, 29 de junho de 2020

FUDIDO? FUDIDO E MEIO!


Não somos babacas, não.
Somos pela paz, mas somos preparados para guerras; não mais eu, que, velho, sou inútil na paz e incapaz para guerras; mas não somos babacas, não! E, se de repente, aparecer um “vingador” cheio de razões, mas que seja competente, e não como aqueles babacas do “Rio Centro” e “explodam” tudo por aí, hein?  Quem avisa amigo é! Não vai ser agora, depois de vidas inteiras dedicados aos serviços da Pátria, que vamos arriar as calças para esse bando de comunistas filhos da puta que tomaram conta do Brasil. Fudido?  Fudido  e meio...
Coronel Maciel.

QUEM MUITO SE ABAIXA...



Vô, você também foi assassino? Vô, você também foi torturador, como a “Folha de São Paulo” anda dizendo nas suas primeiras páginas? Não? E por que ninguém reage? Por que ninguém se defende? Além de assassinos, tornaram-se também covardes? Quem cala consente, Vô! Assim também você me envergonha! O que eu vou dizer para os meus coleguinhas, lá na minha Escolinha? Logo você, meu bom vozinho, que sempre foi o meu maior herói? Do mesmo modo os Cabos e Soldados estarão também dizendo: --- Que merdas de Generais são esses que nos comandam, e que não sabem nem se defender? Que merda de Generais são esses, dirão aqueles velhos Generais, chorando, revoltados, mortos de vergonha e sem poder fazer nada, presos nos seus inquietos túmulos? -- Que merda de Forças Armadas são essas que se acovardam aos primeiros guinchos desses ratos e ratazanas que tomaram conta do Brasil? Puta que os pariu, diz mais um daqueles nossos velhos Cabos e Soldados: -- Quem muito se abaixa o cu aparece...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

JANGADAS AO MAR.


Jangadas ao mar. Livros aos ventos...
Muita gente boa por aí me perguntando: -- “KD o livro, Coroné? Ora, quem sou para publicar um livro, se tenho o meu “Livro”, um BLOG, onde eu publico, e tudo de graça, e tudo o que penso e quero e quando quero, livre de amarras gramaticais, com todos erros lidos e vividos. São mais de mil e quinhentos artigos publicados no BLOG “Velha-Águia”, nascido em 2011, e até hoje voando pelos quatro cantos do mundo. Escritos sem nenhum estilo; daquele jeito que eu gosto; sem “parágrafos” e outros bichos. Artigos “Curto e Grosso”, porque nesses tempos de NET ninguém tem tempo a perder, como esses infindáveis bla´-blá –bla´s dos Ministros do STF, com seus “artigos” grandes e moles, que não entram em buraco nenhum.  Agora quem souber de alguém que queira se dar ao luxo e trabalho, desde já eu autorizo, e vamos dividir os “Lucros” se por acaso os houver. Agora, se publicado, não tenha eu de comparecer a nenhum tipo de “lançamento”, pois hoje só ando muito à vontade: “Camisa aberta ao peito, pés descalços e braços nus”. Alguém sabe de um alguém por aí, doido de se arriscar?  
Coronel Maciel.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

PAVOR E MEDO.


Medo e Pavor.
Teve uma hora em que Dante, não aguentando mais ver tanta miséria, tantos sofrimentos daquelas almas pecadoras que penavam nas profundezas sulfúreas dos infernos, pára, e diz para “Virgílio”, que o obrigava a caminhar: “Como hei de ir, se és tu de espanto dominado, quando conforto estou de ti esperando? ” -- Era o medo que apavorava Dante! Dizem os mais famosos psicólogos e psicólogas do mundo que medo, coragem, covardia, pavor é tudo a mesma coisa; tudo questão do momento. Indo mais fundo na questão, tem outros, como o Balzac, por exemplo, e dizem que até mesmo o Einstein, diziam que “medo” é quando um pobre coitado vê, pela vez primeira, que não pode dar a “segunda”; e “pavor” é quando, pela segunda vez, vê que não pode dar a “primeira”. Uma vez eu ia de Ilhéus para Salvador, era plena meia-noite, debaixo do maior toró do mundo, sozinho no meu T-6, bem no meio dos mares profundos de Yemanjá. O dilúvio era tanto que a temperatura da “cabeça do cilindro” começou a baixar perigosamente, mesmo depois de fazer os procedimentos previstos. Foi quando eu olhei pra ponta da asa esquerda, e vi; eu juro que vi, o diabinho Exu fazendo adeus pra mim; olhei pra ponta da direita, e não é que o filho da puta estava lá, rindo e fazendo “adeuszinhos” pra mim? Foi quando eu perdi o medo, e passei a sentir um verdadeiro pavor, passando a rezar aquelas orações já tão esquecidas que minha mãe me ensinava, naqueles velhos tempos que não voltam mais...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

CAMINHOS DO CÉU.


Caminhos do céu.
Tinha um motorista de táxi em Recife que me dizia: -- Não bebo, não fumo, não jogo, não discuto política, nem religião: mas adoro uma “piniqueira”. Todas as vezes que eu me meto a falar sobre religião, eu saio perdendo, e fico pensando assim: -- Por que, meu Deus, no meio de tanta gente que acredita; tanta gente que tem fé; tanta gente que me diz que quem tem fé tem tudo, mesmo assim eu ainda fico na dúvida? Mesmo nos meus velhos tempos de criança, quando queriam que eu fosse ser padre, e até ajudava missa, e missas em Latim! Eu ajudava, mas sempre ao lado das minhas dúvidas. Foi quando desisti da luta, e acabei sendo piloto de avião, voando sempre pertinho do céu. Hoje, mesmo depois de velho; quanto estou com medo “da realidade”, eu fujo para os bairros mais distantes, os becos mais “perigosos”, para conversar com os meus mais perigosos amigos; um deles era  o “Passarinho”, que eu gostava de conversar, dando-lhe a maior “corda”, quando então ele me contava dos seus mais perigosos “rasantes” pelos  becos da  vida:-- Uma vez, em Recife, ele me dizia, eu estava num bar, bebendo na companhia de uma namorada, quando de repente apareceu um soldado da polícia que arrancou a menina da mesa, puxando pelos cabelos, com  chutes e pontapés; eu não sabia que ela era “mulher” do soldado; mas  não tive dúvidas: puxei meu 38 e  dei-lhe um único tiro; mas  tão certeiro que bastou-lhe para morrer. Passei uns dois anos “na gaiola”, fugi, e desde então me escondo por aqui, neste meu querido bairro das Rocas, ao lado desses sacanas daqui que ficam dizendo que fui “depenado” na gaiola. “Pássaro” tinha noventa anos, quando morreu ano passado; era completamente lúcido, e tinha o maior medo de morrer; fumava um cigarro por dia; um grande cigarro de maconha, com um dinheirinho que eu costumava lhe dar, ouvindo suas histórias. Uma vez encontrei o Pássaro muito triste, num quartinho onde morava; um quartinho que só cabia sua rede, e quando se olhava pra cima, via-se telhas quebradas, que deixavam passar respingos das chuvas; foi quando ele me pediu para comprar uma vela, para acender num quartinho ao lado (são vários os quartinhos naquele beco sem saída), vela que serviria para iluminar o caminho da alma de uma mulher, vizinha sua, que acabara de morrer: -- Para que sua alma não se perca nos caminhos para o céu. Dias depois fui lhe fazer uma visita, quando me disseram que o “Pássaro” morreu “ontem”: -- Triste, muito triste mesmo, fui correndo comprar uma vela para que a alma do meu amigo “Passarinho” não se perdesse nos caminhos do céu...
Coronel Maciel.


terça-feira, 23 de junho de 2020

DEUSAS E DEUSES.


Deuses e Deusas.
Já bem próximo de alcançar o nível 80, bem voados e bem vividos, até hoje não sei qual desses milhares de “Deuses” criados pelos homens é o mais poderoso: se o dos Católicos, dos Aflitos, dos Maometanos, dos Budistas, dos Candomblés da Bahia, dos Índios do meu Estadão do Pará? Qual o maior? Qual o mais poderoso? Não sei. Só sei que por mais orações, mais rezas, mais vudus, mais tudo no mundo, nem um deles vem ajudar a humanidade na luta contra o pequenino, o “culhonésimo”, mas devastador, vírus chinês. Até a peregrinação à Meca foi proibida, e Maomé “não está nem aí” para garantir que nada vai acontecer aos Muçulmanos. Assim como até hoje não sei qual o mais poderoso dos Exércitos: Se o dos americanos, se o dos chineses e tantos outros por aí que se julgam os mais ”machões--machões”. Até os galos, cornetas das manhãs, acordam de manhã bem cedo, cantando e correndo atrás das suas dengosas galinhas, gritando: -- “Eu sou o maiorrrrrr...”. E vocês, amados ouvintes, me digam por favor: qual desses tantos Deuses e Deusas existentes por aí, neste “Zero Pequenino”, eu devo acreditar e dirigir minhas duvidosas orações? ...
Coronel Maciel.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

RELIGIÃO... EDUCAÇÃO.


Educação... Religião.
Por onde anda o Zé Serra, hein? Lembro do Zé dos tempos da “UNE”. Não sei se o Zé de hoje é pior que o Zé daqueles tempos, quando liderava estudantes altamente politizados; que chamavam os nossos Generais de assassinos; de torturadores; da UNE com a sua infinita simpatia por Cuba; da UNE com o retrato do Che-Guevara nas suas bandeiras. Não sei se naqueles tempos do Zé os estudantes já fumavam maconha. Charutões cubanos eu sei que sim. Hoje, tanto a USP, como suas “congêneres” por aí, além da maconha, seus reitores, mestres, professores “ensinam” o uso de drogas mais fortes, mais pesadas, mais inebriantes: Crack, Cocaína. Fumam e cheiram, em vez de ler e estudar. -- Será que aprenderam com o Zé? -- Com o FHC? E por onde andará o Helder Câmara, o famoso “Bispo Vermelho”; tão simples, tão humilde, tão pobrezinho, o coitadinho; sorrindo, o seu falso sorriso, e rezando e comungando pelos becos e ladeiras de Olinda e Recife, parecendo mais um Santo, que o demônio comunista que era; o que queria substituir a Ditamole dos Generais, pelos Paredóns dos Ditadores Cubanos. Tanto os seguidores do Zé, como os do Helder, hoje ocupam as melhores poltronas deste Brasil tão grande, tão amado e tão traído.
Coronel Maciel.