terça-feira, 16 de abril de 2013

Assim caminha a humanidade.


A força dos fortes é incompreensível para os fracos. Quem for podre que se quebre; quem for besta morra triste! O que importa é vencer! Vencer, vencer, vencer!  Nem que seja preciso passar por cima dos cadáveres dos mais fracos.  – Ai dos vencidos! Os generais de 64 venceram, mas perderam. Venceram, mas não souberam levar.  Estão aí chorando o leite derramado, humilhados e ofendidos.

Dona Dilma sabendo disso está “cagando e andando” para tudo e para todos. Não importa se a inflação voltou, e voltou com a força do cão! Não importa se as plataformas, se os poços da Petrobrás estão afundando. Não importa se o trânsito ficou caótico, infernal. Quanto mais carros nas ruas, mais motos atravancando o trânsito melhor; mais impostos entram nos cofres públicos para garantir as eleições que se aproximam. Não importa que as “empreguetes” percam empregos; o que importa é o FGTS que dona Dilma vai embolsar, para garantir-se nas próximas eleições.

E os nossos queridos irmãos do norte, hein?  Também eles sabem que não podem perder. E por isso possuem as melhores universidades do mundo.  Importam os melhores cérebros, as melhores cabeças do mundo. Por isso são os mais ricos e os mais poderosos do mundo.  Os nossos “queridos irmãos do norte” pareciam estar predestinados a uma estabilidade tão afortunada, quanto o permite a instabilidade das coisas da vida; das coisas da natureza; das coisas humanas.  Mas estão aí os “furacões”; estão aí os terroristas. Tanto externos, quanto internos; islâmicos ou não: são inelutáveis.

E o nosso querido Brasil? -- Enquanto ele pega fogo nas mãos dos bandidos da dona Dilma, dona Dilma se prepara para assistir a posse do Maduro. Maduro tem medo de recontagem de votos, pois sabe que vai perder. Nem todos os venezuelanos são burros, como muitos dos nossos brasileirinhos, que lhe dão mais de 80% de IBOPE.   Quem está feliz, muito feliz com a vitória do Maduro é o Fidel Castro, que sobrevive às custas do petróleo venezuelano, e dos bilhões que dona Dilma lhe remete, sempre por baixo dos panos; e não importa se a seca está acabando com o nordeste sertanejo. (Em Natal está sendo construído um estádio multimilionário, para receber quatro jogos da Copa do Mundo! Enquanto isto, o sertão nordestino está pegando fogo; o gado morrendo; o povo morrendo...).

Sei que meus pálidos artigos jamais irão sensibilizar os surdos ouvidos da minha querida comandante--em--chefe! -- Não! Nem flores, nem ingênuos beliscões poderão fazê-lo. Mais desmoralizado que este tão grande, tão amado e tão traído Brasil está, me parece impossível ficar.  Todos sabem que dona é a líder do mensalão! Deste maldito mensalão, forma espúria de governar; maldita forma de comprar a honra e a dignidade dos muitos políticos sem pingos de moral. -- Vale tudo, neste faz  de tudo para continuar no poder.

Dona Dilma se prepara para assistir a posse do Maduro; vá com Deus dona Dilma; vá com Deus, com sua turma e com aquela que lhe pariu.

Coronel Maciel.

sábado, 13 de abril de 2013

Os cães da dona Dilma.


Julgando-se dona do Brasil (um dos seus objetivos é dobrar a renda per capita dos brasileirinhos, até meados da década de vinte... lá pelos anos de 2023... Vai longe, na sua luta pelo poder). Dona Dilma também é dona de uma enorme e pulguenta alcatéia, que a acompanha desde as mais “priscas eras”. Há cachorros por todos os lados; até, acredite se quiser, nos caros e muito bem remunerados tribunais. Dos mais baixos aos mais altos e supremos tribunais; todos cheios, lotados, de juízes sem juízos. Um dos seus cachorrinhos de estimação atende pelo nome de “Zé Dirceu”; é um cão que late, mas não morde; que late e, quando ameaçado, foge da luta com o rabinho entre as pernas.

Brás Cubas é um "defunto-autor"! Criação do nosso grande Machado de Assis. No seu livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, Machado nos narra quando Brás Cubas, quase “cinquentão” e sentindo-se derrotado por não ter sido indicado como ministro, conversa com Quincas Borba, seu amigo e grande “filósofo”. Aqui vai uma pequena amostra da veia irônica de Machado de Assis:

 Para distrair-me, Quincas convidou-me a sair; saímos para os lados do Engenho Velho. Íamos a pé, filosofando as coisas. Nunca me há de esquecer o benefício desse passeio. A palavra daquele grande homem era o cordial da sabedoria. Disse-me ele que eu não podia fugir ao combate; se me fechavam a tribuna, cumpria-me abrir um jornal. Chegou a usar uma expressão menos elevada, mostrando assim que a língua filosófica podia, uma ou outra vez, retemperar-se no calão do povo. Funda um jornal, disse-me ele, e "desmancha toda esta igrejinha".

 - Magnífica idéia! Vou fundar um jornal, vou escanchá-los, vou... – Lutar! -- Podes escanchá-los ou não; o essencial é que lutes. Vida é luta. Vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal!

Daí a pouco demos com uma briga de cães; fato que aos olhos de um homem vulgar não teria valor. Quincas Borba fez-me parar e observar os cães. Eram dois. Notou que ao pé deles estava um osso, motivo da guerra, e não deixou de chamar a minha atenção para a circunstância de que o osso não tinha carne. Um simples osso nu. Os cães mordiam-se, rosnavam, com o furor nos olhos... Quincas Borba meteu a bengala debaixo do braço, e parecia em êxtase.

 - Que belo que isto é! dizia ele de quando em quando.

Quis arrancar-me dali, mas não pude; ele estava arraigado ao chão, e só continuou a andar, quando a briga cessou inteiramente, e um dos cães, mordido e vencido, foi levar a sua fome a outra parte.

Notei que (Quincas) ficara sinceramente alegre, posto contivesse a alegria, segundo convinha a um grande filósofo. Fez-me observar a beleza do espetáculo, relembrou o objeto da luta, concluiu que os cães tinham fome; mas a privação do alimento era nada para os efeitos gerais da filosofia. Nem deixou de recordar que em algumas partes do globo o espetáculo é mais grandioso: as criaturas humanas é que disputam aos cães os ossos e outros manjares menos apetecíveis; luta que se complica muito, porque entra em ação a inteligência do homem, com todo o acúmulo de sagacidade que lhe deram os séculos, etc.

Igualzinho ao que acontece hoje no Brasil, meus caríssimos ouvintes; onde os cães amestrados da dona Dilma lutam pior que leões pela carniça que virou o Brasil! Pior que aves de rapina que se alimentam só de podridões!

 Cada país tem a cachorrada que merece! Cada país tem “as estrelas” que merece... Duas, três, quatro estrelas... Constelações de estrelas... Mas nenhuma delas capaz de nos guiar...

Coronel Maciel.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Capitães da Areia.


Jorge Amado, comunista não sanguinário — eu não me envergonho de dizer que tenho amigos comunistas; nem todos são sanguinários--comunistas --- e por ser comunista teve seus livros divulgados pelo mundo inteiro; traduzido em alemão, espanhol, francês, grego, húngaro, italiano, norueguês, polonês, romeno, russo, tcheco...

“Capitães da Areia”, para mim, é um dos seus melhores livros. Publicado em 1937, pouco depois de implantado o “Estado Novo”. Teve sua primeira edição apreendida e 808 exemplares incinerados pelos “censores” da ditadura Vargas, por terem sido considerados propagandistas do “Credo Vermelho”. Capitães da Areia nos conta histórias das crianças abandonadas pelas ruas, becos e ladeiras da Bahia de Todos os Santos e do pai de santo Jubiabá.  Numa das páginas mais comoventes desta verdadeira obra-prima da literatura universal, Jorge Amado nos conta o enterro de Dora, a amante ainda menina de Pedro Bala, o líder dos Capitães: “Como uma estrela de loira cabeleira”: -- Contam no cais da Bahia que quando morre um homem valente ele vira estrela no céu. Assim foi com Zumbi, com Lucas da Feira, com Besouro, todos negros e valentes. Mas nunca se viu um caso de mulher, por mais valente que fosse, virar estrela depois de morta. Algumas, como Rosa Palmeirão, Maria Cabaço, viraram santas nos candomblés de caboclo. Mas nunca nenhuma virou estrela.

Não sei se Deus vai perdoar o Jorge Amado por ter sido ateu e defendido o credo comunista (aliás, é pleonasmo dizer que todo comunista é ateu). Não sei também se Deus vai nos perdoar por havermos traído a confiança e esperanças tantos milhões de brasileiros, deixando o Brasil cair de mansinho nas mãos de comunistas tão ateus, quanto corruptos, incompetentes e sanguinários.

Coronel Maciel.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Coragem não é como preguiça...


Amigo meu tem a curiosidade de saber o que eu acho do “massacre” do Carandiru, considerando os pais de famílias; as mulheres que foram estupradas; os homens de bem que foram sequestrados; os trabalhadores que foram mortos, massacrados, roubados, assaltados, torturados por esses 111 criminosos, o amigo quer saber se eu acho se foi uma “execução” ou “uma faxina bem realizada”.

Bom pergunta. Respondi: “-- Coragem não é como preguiça, que todo mundo tem! -- Talvez muitos achem, como eu acho, que foi “uma faxina bem realizada”. Mas são poucos, muito poucos os que têm coragem de dizer; preferem o mais fácil: calar; e quem cala, consente...  Assim como muitas outras “coisinhas” que estão acontecendo por aí: -- casamento de capitão com capitão; mulher com mulher; homem com homem... Poucos, pouquíssimos, têm a coragem de dizer que são contra...  E assim, essas minorias; esses falsos defensores de falsos direitos humanos, vão acabar vencendo... São poucos os que têm coragem de dizer que durante a “ditadura” nós éramos felizes e não sabíamos...

Um forte abraço desse velho coronel que não tem medo de dizer o que pensa... Coronel Maciel.”

Quem muito se abaixa o “fundo” aparece. Vejam o caso do nosso “Medalha de Ouro”, o Joaquinzão Barbosa. O nosso grande Ministro chefe do STF, mineiro corajoso, destemido e nada “sorrateiro”, tinha tudo para mandar encaçapar esses bandidos do mensalão. Mas na hora “H” lhe faltou “coragem”; ou melhor, preferiu deixar o julgamento correr dentro dos conformes. Agora que o julgamento se aproxima da “reta final”, eis que aumenta “exponencialmente” a quantidade de juízes, advogados, amestrados jornalistas, defensores de falsos direitos humanos; um bando de aproveitadores querendo arrasar, desmoralizar o Joaquinzão, que, só, abandonado pelos seus “comandados”, vai acabar perdendo a guerra, e os bandidos continuarão praticando seus atos criminosos, “per omnia saecula saeculorum”.  

E não duvido nada que, se forem condenados, coisa que eu duvido muito, e sem passaportes, dona Dilma autorize o seu tapetão mágico, o “Aero-Dilmão”, para levar esses bandidos para Cuba, Venezuela, Iran, ou Coréia do Norte...

Coronel Maciel.

 

 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Pior que Carandiru!


-- Sou “de menor”! Posso votar! Posso matar! Posso estuprar! Não tenho flagrante! -- O Brasil é todo meu!

 Quando um menor é pego em flagrante delito e levado à delegacia, vai logo dizendo aquela “palavra chave”:- - Sou “de menor”, seu delegado!  “Taqui meus documentos!” – Certidão de idade muitas vezes falsificada, mas sempre guardada com muito amor e carinho pelos menores abandonados.

E quando um bandido de colarinho branco é pego em flagrante delito? – Ah!-- Por trás do bandido de colarinho branco (maiores abandonados!) há sempre aquela palavra chave que abre todas as portas, até as portas do céu:- - Prove! -- E quando a “Federal” prova, resta a inestimável ajuda dos juízes dos nossos superiores, e até do nosso Supremo, a última das instâncias! – concedendo os mais corruptos e risíveis “habeas-corpus”! Deputados, senadores, ministros, prefeitos, governadores, até o presidente Lula! -- Lula, Lula: o teu dia há de chegar; tua estrela, vermelha errante, que só governa o escuro, está para se apagar. -- Dona Dilma que se cuide! Todos juntos, reunidos, rezam a mesma oração: Prove! Prove... (Todos juntos, reunidos, não valem um tostão furado!)

Winston Churchill – aquele grande democrata que amanhecia nas mesas de pôquer e estava sempre acompanhado do seu enorme charutão e de generosas doses de “uísque” -- gostava de dizer que “a pior democracia é melhor que a melhor das ditaduras”. -- Eu também acho... Todos nós achamos! -- Mas, já houve democracia na América Latina? – E no Brasil? -- Democracia por aqui só serve para servir de proteção aos políticos corruptos. 

Só houve “democracia” no Brasil na época da “ditadura”, quando os generais presidentes entravam pobres e saíam pobres do governo!  -- Naqueles tempos, quando éramos felizes e não sabíamos. Naqueles tempos, quando o Brasil era um imenso Paraíso! Expulsos do Paraíso, o Brasil virou um inferno. Militares nunca mais!

Coronel Maciel.

 

 

 

domingo, 7 de abril de 2013

Comissão da Verdade cutucando Leão com vara curta.


Os militares que arriscaram suas vidas lutando contra as guerrilhas urbanas, naqueles tempos quando dona Dilma, perigosa guerrilheira, comandava o terror; a “Rota”, tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo, e todas as outras “tropas de elites” das Polícias Militares espalhadas pelo Brasil inteiro deveriam ser homenageadas "pelos relevantes serviços prestados à sociedade brasileira".

Para os defensores de “Direitos Humanos” os episódios usados como justificativa para essas tão merecidas homenagens representariam "desserviços" à sociedade. "A repressão àqueles que se opuseram ao regime militar foi feita de modo muito violento. Não se encontra previsto em leis a possibilidade de torturas, desaparecimentos e mortes", dizem eles, esses falsos defensores de direitos humanos; dessa falsa Comissão da Verdade, comandada pela nossa “Presidenta”.  Leio na “Folha de São Paulo” (Um jornal a serviço do Brasil???)  que a “milagrosa” Comissão da Verdade, como todas as suas mentiras, pretende transformar água em vinho; suicídios em mortes suspeitas; demônios dos infernos em anjos guardiões dos céus!

 Não sei se é a fé que leva os homens a acreditar em milagres; ou se são os “milagres” que levam os homens a terem fé. Não sei também onde dona Dilma e a sua famigerada Comissão da Verdade está querendo nos levar; cutucando leão com vara curta; usando a imprensa servil como muletas para suas arremetidas contra os militares, militares que não querem a volta ao passado, mas que estão preocupados e desiludidos com este corrupto e desastroso presente.

 Acho muito engraçado como a historia da “ditadura” é contada. Como é deturpada! Quem vê, pensa que a esquerda distribuía flores para combater o regime militar, que pode até haver cometido alguns errinhos, pequenos deslizes, coisas de escoteiros, mas evitou o que vemos hoje e todos os dias nos noticiários. Ou alguém da esquerda vai distribuir flores para os marginais mudarem de vida?  Todos os dias policiais estão morrendo, no cumprimento de seus deveres, e ninguém faz nada! Deputados, senadores, juízes sem juízo; bandidos de colarinho branco; bandidos sem colarinhos estão aí todos os dias sujando as páginas policiais dos jornais.

 No recente passado, meia dúzia de gatos pingados pegaram em armas e foram fofocar lá no Araguaia; lá nas florestas do “Bico do Papagaio”. Alguns foram logo devidamente “sacramentados”. Seus corpos foram covardemente abandonados nas matas pelos “genuínos da vida”; suas carnes serviram de pasto para os imensos tatus das florestas, e seus ossos foram roídos pelos ratos gabirus... Mas alguns, os mais perigosos, conseguiram escapar e estão aí posando de democratas.   Hoje, o crime organizado está enraizado em todas as nossas instituições. Morrem no Brasil 50.000 por ano, vítimas desses crimes.  Como se vê, bem menos que “meia dúzia de gatos pingados”...

Quem dera pudéssemos conseguir que as novas gerações aprendessem o perigo que é entregar assim de “mão beijada” um país inculto como o nosso, em mãos incompetentes, corruptas, criminosas, assassinas.  As consequências e as verdades que poderíamos ensinar se encobrem de forma mais sutil que ostensivas.  Estão aí as “bolsas esmolas” para não me deixar mentir! As novas gerações jamais irão acreditar o quanto o Brasil era diferente e feliz; tão diferente deste Brasil de balas perdidas zunindo em nossas cabeças! Em cada esquina, um ponto de venda de drogas; assaltos à toda hora; cada bairro com sua gangue, em “governo paralelo”. E a “gangue-mor”, encastelada no palácio encantado do planalto, arrasando, destruindo o que resta do Brasil.

Eis o Brasil nas mãos da dona Dilma e sua “cumpanheirada” se assemelhando a um avião pegando fogo, prestes a entrar em “parafuso chato”. Faz-se necessário a imediata substituição da “pilota” e de seus malfadados tripulantes. Mas, pergunto eu, -- quem? quem? quem? para assumir os comandos, se os mais gabaritados e eficientes pilotos estão recolhidos nos quartéis, olhando de longe o avião pegando fogo? 

Vou ficando por aqui... Que Deus do céu nos ajude... Militares nunca mais...
Coronel Maciel.

 

terça-feira, 2 de abril de 2013

De Franz Kafka a Vladimir Herzog.


Ontem eu vi, eu juro! -- fazendo pose nos jornais falados e escritos do Brasil inteiro -- o Ivo Herzog, filhinho do Vladimir Herzog, aquele que se “matou” nas dependências do DOI-CODI, lembram? -- ladeado pelos deputados Romário e uma tal de Jandira Feglali, essa, graças a Deus, eu nunca tinha ouvido falar, ambos escondidos em assassinas siglas comunistas. (Até tu, Romário?).

Foi preciso que o nazismo (e o comunismo também!) terminasse para que se pudesse entender e talvez compreender aonde Kafka queria chegar, lendo os seus famosos: “A Metamorfose” e “O Processo”. Para se entender quem na verdade  são ou foram os nazistas, os comunistas, esses, sim! – torturadores profissionais que assassinaram, mataram, estupraram tantos pelo mundo afora, simplesmente porque não “rezavam” pelos seus “catecismos”...

Uns me dizem que Vladimir Herzog era um jornalista brasileiro. Outros, que não; que ele nasceu na Iugoslávia, de onde fugiu para o Brasil, escapando por sorte, por puro acaso, quando ainda criança, de ser sacrificado, como tantas outras crianças judias, nas câmaras de gás na época da Alemanha nazista. Bom; não sei realmente o que aconteceu; só sei que essas loucas, alegres e embriagadas esquerdas sempre precisaram de “mártires”, de estudantes mártires, de jornalistas mártires, úteis à propaganda das suas causas.

Herzog deveria ter lutado a favor daqueles generais que tanto lutaram, infelizmente inutilmente, para salvar o Brasil das mãos dos comunistas.  Mas, não! Fez justamente o contrário! Lutou para implantar esse corrupto comunismo tupiniquim que tanto nos envergonha! – Pode?

 Eu não conheço as estatísticas no Brasil. Mas com toda certeza em nada se comparam aos mais de cinquenta milhões de velhos, doentes mentais, minorias de perseguidos que foram assassinados na Rússia Stalinista! Nem aos que foram torturados na Alemanha nazista, onde seis milhões de judeus foram sacrificados no holocausto; pelo menos é o que “ouvi dizer”... E menos, muito menos que na ilha cubana de Fidel Castro, onde milhares de inocentes foram fuzilados nos “paredóns”, até hoje em pleno funcionamento! Digamos que foram maltratados uns quinhentos terroristas, nos chamados “porões da ditadura”. – Isso tudo, coronel? – Ora, ora, ora; isso são coisas de escoteiros; ingênuas brincadeiras de escoteiros, coronel, comparadas com o que fez, só para citar um exemplo, o Che-Guevara, quando seiscentos inocentes cubanos foram fuzilados de uma só vez e sem tempo nem para fazer os pedidos dos que agonizam, em orações que rezam: -- “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte, amém...”.

Não sei quanto do nosso suado dinheirinho foi cair , a título de indenizações, nos bolsos da família Herzog, como “prêmio” pelo suicídio do pobre  do Herzog. (Muitos dizem que não; que não foi suicídio; que foi torturado e morto nas dependências do ll Exército...)

Na verdade, meus caríssimos ouvintes, esses “inocentes” que as esquerdas malucas dizem que foram torturados, não receberam nem merecidos “beliscões na bunda”.  Era o medo, minha gente! -- Era o medo que bastava para que eles se “cagassem” e soltassem as línguas, dedurando pais, mães, irmãos, amigos, companheiros, namoradas; fornecendo nomes, apelidos, planos, tudo para livrarem a própria cara; assim como fez o Genoíno e tantos outros que andam por aí posando de “democratas”. -- Alguns, de perfil depressivo, como o Herzog, arrependidos dos seus perjuros, praticavam o suicídio. Os manipuladores; os autores intelectuais dos seus crimes estavam gozando as delícias de serem valentões sentadinhos nos “Cafés de Paris”, ou bebendo deliciosos vinhos chilenos, sempre a uma cuidadosa distância das ações e dos perigos... Não é verdade, Zé Serra? – Não é verdade FHC?

E viva a nossa tão ingênua “ditadura”!

Coronel Maciel.