sábado, 22 de junho de 2019

MASCULINICÍDIO.


Depois de passar mais de trinta anos voando quase todo santo dia -- hoje em dia parece que não se voa mais tanto assim na FAB, a não ser os sortudos que voam no GTE (você já voou em algum dos lindos jatinhos da FAB?) -- de repente cortaram minhas asinhas; mais por culpa minha do que do Sarney, e devido a essa mania que eu tenho de ficar escrevendo artigos; voar para mim era o mesmo que gostar da “51”, outro vício que eu tinha, mas que   hoje não tenho mais, e mais por culpa do meu fígado, do que por culpa de mim mesmo. Mas, porém, contudo, todavia, e depois de passar uns cinco anos só na vida boa, fazendo minhas “blitz” pelos botecos da vida que margeiam as lindas praias aqui de Natal, resolvi voltar ao velho vício de voar. Mas não foi mole não; tive que fazer tudo de novo, todas as provas que fazíamos quando cadete: meteorologia, Regras de Tráfego Aéreo, e outras mil coisinhas, e tudo muito, muito diferente do que eu havia aprendido até então; até que, após ser considerado apto fisicamente, foram ver se estava também apto “espiritualmente”, quando  fui ser entrevistado por uma linda Tenente “Psicóloga”, a qual, me olhando assim de soslaio, perguntou: -- Coronel, me diga uma coisa; por que é que o senhor quer voltar a voar? Eu, rindo, ante aquela inesperada pergunta: -- Deve ser porque eu acho que estou ficando assim meio doido; ela, também rindo, me tranquilizou, dizendo que eu podia ir embora, pois tinha sido brilhantemente aprovado! Eu saí dali pensando comigo mesmo: nem Freud, nem nenhuma psicóloga do mundo, por mais bonita que seja, descobre nem um “culhonésimo” do que se passa na cabeça da gente; vejam o caso dessa “Deputada”, que, mesmo mãe de não sei quantos filhos, chorando e clamando por “justiça”, resolveu  entrar nessa  onda de “Masculinicídio”...
Coronel Maciel.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

BRINCADEIRA TEM HORA!


Não bebo, não fumo, não jogo; não discuto política, nem religião; mas adoro uma “Piniqueira”, costumava me dizer um motorista de táxi, amigo meu, lá de Recife; coitadinhas das “piniqueiras”, heroicas ajudantes das nossas muito mais que heroicas e amigas donas das nossas casas; assim como, também só por brincadeira, “apelidavam” as nossas lindas meninas da nossa mais que tradicional Escola Doméstica de Natal, de “Tapiocas da ED”, só por causa dos seus uniformes, sempre limpos, lindos, brancos, risonhos e brilhantes. Diziam que Einstein, ganhador de Prêmio Nobel, “linguarudo” como ele só, era ateu: -- Não, dizia o “Teórico da Relatividade”; não sou ateu; sou do time do Baruck Spinoza, judeu com eu, que vivia dizendo: -- Para de ficar rezando e batendo no peito! O que eu quero é que saias por aí, vagando pelo mundo, sem lenço e sem documento, desfrutando a tua vida; o que eu quero é que gozes, que cantes, que te divirtas e que aproveites, enquanto é tempo e o tempo é curto, de tudo o que EU fiz para ti; eu nunca te disse que há algo de mau em ti, ou que és pecador, ou que tua sexualidade fosse também algo de mau; de  ruim; eu nunca te disse isso; o que sempre te digo é que sexo é um presente que EU te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria;  assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Eu também sou do time do Baruck Spinoza, manda me dizer o Spíndola do Açaí, deitado eternamente em sua rede; seu berço esplêndido!
Coronel Maciel.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

CORPO DE CRISTO.


Corpus Christi.
Por quê, me pergunta o Spindola, ateu até debaixo das águas mais profundas dos seus rios, furos e igarapés; será que só eu, que já corri o mundo inteiro voando nas asas dos meus velhos livros; que já entrei nas mais ricas Igrejas do mundo; que já fiz minhas orações nas Capelinhas mais humildes das montanhas e tapiris das serras; por quê, meu bom Deus, não consigo acreditar em nada do me dizem as Bíblias e tantos outros livros sagrados? Por quê a minha fé é menor que fé de uma formiguinha? Conheço um caboco velho, me diz esse velho caboco ateu, mais santo que pecador, que mora nas bandas do Igarapé-Miri; que já viveu os seus mais de cem anos, rezando ao lado das suas caboquinhas verdinhas; será que ele, assim como eu e você, nunca iremos nos deitar nas brancas redes atadas nas brancas nuvens dos céus, ao lado das mais lindas anjas; sejam elas gordinhas, baixinhas, magrinhas ou gigantes lá nas alturas céus?  Será mesmo que existam por aí tantos céus e infernos, me diga logo você, que já passou mais de não sei quantas mil horas, voando como voam as folhas bem verdes dos nossos coqueiros, balançando aos ventos, pertinho dos céus...
Coronel Maciel.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

FALANDO SÉRIO.


Seriedade Irônica.
Acho a maior babaquice esse negócio de ficar batendo palmas na hora de enterros, como se o defunto estivesse rodeado de inimigos, manda me dizer o Spíndola; palmas é para se bater em momentos de muita alegria, como nos aniversários de 15 anos, bem entendido; depois de velho, não; nunca também em casamentos; sou contra casamentos; prefiro amigações,  que são bons enquanto duram e fáceis de desfazer; outra coisa que eu acho a maior babaquice é botar PHD’s, como esse tal de Levy, no comando de BNDES’s e outros antros de corrupção por aí; bote-se no comando qualquer uma das nossas boas  “donas de casa”, essas que vivem se virando para equilibrar seus mirrados orçamentos, que tudo vai melhorar, e logo seriam abertas todas  essas enormes “caixas pretas”; e só assim  ficaríamos sabendo quem são os gatunos, onde eles se escondem, e onde esconderam o nosso mui  suado dinheirinho; outra coisa que urge é deixar com as mulheres os plantéis das nossas seleções, pois elas estão se mostrando muito mais “viris” que esses “homens”, que usam brinquinhos nas “urelhas” e sandalinhas nos pés; outra coisa que eu estou “desconfiado” é que foi a “Deputada” a mandante do crime, quando viu seus chifres aparecendo;  assim como o tal pai, que dizem ser amante da filha, e que matou o ator, está muito bem escondido, pescando Gurijubas gordas nos nossos furos e igarapés, e só vai se apresentar quando o crime prescrever; tudo isso na cabeça do nosso mui espirituoso  Spíndola do Açaí.
Coronel Maciel.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Meus velhos tempos de Aspirante.


Meu B-26 era a jato!
Como foi maravilhoso o meu último voo na minha querida Força Aérea, olhando para a cauda do meu avião, naquele que foi meu último voo, e ver que a minha, que a sua, que a nossa vida foi e continua sendo maravilhosa; e que começaríamos tudo outra vez! -- Outra vez! Para viver de novo os mesmos sonhos, os mesmos risos, os mesmos planos; os mesmos aviões. Para contar os mesmos velhos casos, como este acontecido comigo, naqueles meus velhos tempos de Aspirante, aqui em Natal. Um caso mesmo difícil de se acreditar; mas, com a devida venha, vou contar e acredite quem quiser. Foi assim: O meu ”B-26B Invader”, era “a jato”; aliás, o único no mundo, quando sofreu uma pane e fui obrigado a fazer um pouso forçado bem no meio de uma movimentada avenida aqui de Natal; e graças ao meu bom Deus, fiz um pouso manteiga, mais-que-perfeito! Passado o susto, os transeuntes me olhavam assustados e admirados, chegando alguns ao cúmulo de me pedir autógrafos! Quando tudo parecia resolvido, eis que um táxi desgovernado “atropela” o meu avião. Fomos todos parar na Delegacia, quando o Delegado, tentando esconder um copo de cana ainda na mão, começa questionando, com toda autoridade, o coitado do motorista: - - Mas como é que o senhor não viu esse “Jato” pousado na pista? -- O senhor andou bebendo? – Não senhor; quando eu bebo, eu não dirijo. – Agora, se o senhor me permite, vou contar o caso e como tudo aconteceu: - - Eu peguei este casal na saída do cinema; e tão logo eles entraram no carro começaram a fazer as piores safadezas do mundo! -- E toma de amassos, de beijos na nuca, de beijos de língua, as piores imundícies do mundo; e eu com 100% de atenção no trânsito. -- Aí, foi quando ele tirou a blusinha e começou a beijar os peitinhos dela; e eu vendo tudo pelo “espelhinho”. Mas continuava dirigindo, embora só com uns 80% de atenção. -- Aí a safadeza foi aumentando, aumentando; engrossando, engrossando, e quando vi foi ele danando a mão entre as pernas da minina, tirando-lhe a calcinha. -- Aí, eu já estava só com 50% de atenção; e foi quando ela abriu o zíper e caiu de boca no “bilau” do rapaz; e foi quando minha atenção baixou a zero por cento. – E daí? -- pergunta o delegado. – E daí que naquele pega-pega; naquele negócio todo, ela tirou o “bilau” da boca, uma boca tão pequenina, meu Deus, e apontou o bichão na direção da minha nuca, gritando: - - Cuidado com o jato, motorista! -- Aí, eu abaixei a cabeça, bem na hora, e nem vi a porra do avião: -- Como é que eu ia saber se era a “porra do jato”, ou o “jato da porra”, seu Delegado. O taxista foi liberado...
Coronel Maciel.



domingo, 16 de junho de 2019

COLÉGIOS MILITARES.


Colégios Militares.
Nada mais velho que um “Jornal de Ontem”, já dizia o nosso grande Nelson Rodrigues, que, incompreendido, era tido como como um verdadeiro “tarado”, quando na realidade o Nelson representava o pudor; evitava o palavrão, diferentemente do Plínio Marcos, para mim outro grande dramaturgo, este, sim, era a mais escancarada violência verbal, como este "degas“ aqui; Nelson, como eu e como muitos outros ótimos brasileiros, era anticomunista ferrenho; mas no plano intelectual, como todos nós. Ora, me diz o Spíndola, aquele lá de Belém; o que você escreve hoje, sem se importar com léxicos nem com sintaxes, amanhã também ninguém lê; e os Generais, aqueles de antigamente, que perderam a grande chance de acabar com eles, mas na hora H amarelaram; ficaram com pena deles, passando panos quentes nos fiófos deles?  Resultado, eles estão aí, usando a abusando de todos “nóis”; veja, coronel: o comunismo acabou na Europa, com a queda do tal “Muro de Berlim”, e da “Cortina de Ferro”, do Stálin, e veio se instalar na América Latina, fazendo de Cuba a Ponta de Lança Política, e do Brasil, a Ponta de Lança Econômica. E só ver quantos bilhões de dólares o PT da dona Dilma remeteu para seus asseclas ditadores por este mundo afora, dólares que não voltarão jamais; já pensaram se este dinheirão todo tivesse sido aplicado na construção de “Colégios Militares”, os melhores Colégios do Mundo, em cada uma das nossas capitais? Ou em Escolas Preparatórias de Cadetes, como em Barbacena, o ninho das Águias Brasileiras?  Mas não; esculhambaram com o ensino no Brasil, fazendo das nossas Universidades um antro onde se escondem os mais perigosos reitores, professores, mestres, doutores especialistas em “Lavagens Cerebrais”, onde os estudantes vão desfilando, nus, um atrás do outro; ora, me diz o Spíndola, imagine se o da frente escorrega, cai de bunda pra cima, e aí vem o de trás e “creu”; ou “uma” estudante que também cai, e vem a de trás e também “creu”, virando tudo na maior saboeira estudantil do mundo?
Coronel Maciel.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

QUEM TEM MEDO DO OLAVO?


Do Olavo do Caralho?
Você tem medo da Virgínia Woolf, pergunto eu para o Cabo Spíndola; ele: da Virgínia, não; quem tem medo dela é o marido dela; e do Olavo? Também não; quem tem medo dele, que vive tranquilamente lá nas Virgínias, entre as fumaças do seu cachimbão e os seus ursos de estimação, são os comunistas do Brasil, só porque ele não é água para ficar refrescando cu de pato; ele, como bom brasileiro, só nos quer mostrar o perigo de alguns nossos “Quatro Estrelas”, considerados pelas más línguas como “melancias”; explicitando melhor, verdes por fora e vermelhões por dentro, continuarem com essa babaquice de ficar passando panos quentes nas bundas de terroristas, terroristas estes que de há muito continuam infernizando vida de todos nós, inocentes brasileirinhos que somos; “urge”, me diz o Spíndola, que o Bolsonaro adentre no horário do  antigamente nobre “Jornal Nacional”, e denuncie, sem medo de facadas, o mal; a roubalheira toda  que os comunistas já roubaram, e continuam roubando do Brasil, principalmente após essa tal “Redemocratização”, do “Lixo Guimarães”. Outra coisa mui triste: acabo de saber da morte do Clóvis Rossi, coitado; uma vez ele me pediu pelo amor de Deus para que eu o tirasse da “minha lista”, pois os meus artigos, considerados quentes demais, poderia queimá-lo, coitado; descanse em paz, Clóvis; esse é o fim de todos nós; e, para adentrar no céu, você já deve agora estar sabendo, que, comunista ou não, basta mostrar a São Pedro Bonachão algumas daquelas poderosas cédulas verdinhas...
Coronel Maciel.